quinta-feira, 23 de agosto de 2012

7 Maneiras de aproveitar melhor o conteúdo que sua empresa já possui

Quem trabalha com criação de conteúdo sabe como esse processo – além de trazer resultados excelentes – é custoso: levantar assuntos a serem tratados em posts, fazer pesquisas, escrever o artigo, revisar, publicar, divulgar…

É bastante comum que dias após o lançamento de um novo post ele já não tenha tantos acesso quanto nos dois ou três primeiros dias, pois, dentre outros motivos, a divulgação inicial nas mídias sociais já foi feita, os assinantes do blog já viram o conteúdo e seus novos posts já “abafaram” os antigos.

Nem por isso seus posts antigos deixam de ser importantes. Existem diversas dicas para continuar extraindo valor do ativo que sua empresa já produziu. Listamos abaixo 7 maneiras para atingir esse objetivo.

Republicar os posts nas mídias sociais

Se sua empresa está presente nas mídias sociais, é normal utilizá-las para publicar seus novos conteúdos e, esporadicamente, alguns posts mais antigos. É bem interessante, ainda, que esses posts mais antigos tenham sido populares na época em que foram publicados, pois a chance de conseguir mais acessos utilizando-os são maiores.

Dito isso, reforçamos algo que já mostramos aqui no blog: a importância de repetir os tweets ao longo do tempo. Desde que seus melhores posts sejam divulgados nas mídias sociais de forma intercalada com posts mais recentes, não é problema algum repetí-los para seus seguidores. Muitas pessoas vêem as mídias sociais como um rio: enxergam o que está passando no momento e não acompanham o que já ficou para trás. Por isso republicar seus posts é uma forma de alcançar pessoas que não tinham visto o conteúdo na primeira vez em que ele foi lançado.

Recomendar conteúdo relacionado em sua Página de Agradecimento

Em nosso post sobre Thank you Pages falamos que, dentre outros elementos que possam constar nesta página, como botões de compartilhamento em redes sociais, espaço para feedback, etc., está também uma forma bastante eficaz para “requentar” conteúdo antigo: a recomendação de conteúdo relacionado.

Se fôssemos recomendar conteúdo relacionado em nossa página de agradecimento doeBook sobre Emails Promocionais, por exemplo, poderíamos indicar a leitura de alguns posts do blog relacionados ao assunto: email marketing, newsletters, etc.

Utilizar Links Internos em seus novos posts

O uso de Links Internos possui diversos benefícios. Além de ser bom para SEO, por permitir o uso de palavras chave dentro de textos âncora (como o “Links Internos” que colocamos na frase anterior), dá ainda a possibilidade de linkar seus posts mais antigos a partir dos mais recentes.

Uma vez que seus posts mais novos estejam referenciando os mais antigos, aquelas pessoas que chegarem pela primeira vez ao blog de sua empresa terão acesso mais fácil à leitura dos seus posts menos recentes.

Recomendar os posts mais populares

Na barra lateral do nosso blog, na seção Posts em Destaque, utilizamos um widget que mostra quais são os posts mais recentes do blog, quais são os mais acessados e mais comentados.

Existem ainda outras formas de apresentar esses posts relacionados e o plugin de recomendação de posts do Facebook também está entre as mais conhecidas.

Criar posts que se complementem

Uma forma eficaz de gerar tráfego para um post antigo é escrever um novo post que o complemente.

Como exemplo, podemos citar o Granatum, que é um sistema de controle financeiro para micro e pequenas empresas. Em seu blog, eles fizeram um post introdutório sobre fluxo de caixa. Dias depois, entraram um pouco mais a fundo no assunto, dando dicas para controlar o fluxo de caixa e referenciando o post que deu origem ao assunto.

Recomendar a leitura de posts relacionados

Uma prática bastante comum de se ver em blogs é a utilização do espaço de “Posts Relacionados”. O blog Saia do Lugar, por exemplo, escreveu um post sobre o que todo empreendedor precisa saber. Eis os artigos relacionados que foram recomendados ao final do post:


A lógica é simples: se um visitante leu determinado post de sua empresa, é porque estava interessado no assunto, correto? Quando esse leitor chega ao final do texto e se depara com uma lista de posts relacionados, é normal que ele clique em algum que seja do seu interesse para saber do que se trata, e assim aumentar seu conhecimento sobre o tema.

Criar um conteúdo rico

Por último, porém não menos importante, existe a opção de criar um conteúdo rico (eBook, whitepaper, webinar) a partir de posts já existentes. Se sua empresa já possui uma certa quantidade de posts sobre o mesmo assunto, basta juntá-los e organizá-los de uma maneira que se encaixe em um formato de material rico.

A grande vantagem de se criar um conteúdo rico a partir desses posts é que sua empresa terá uma arma bastante poderosa para a geração de Leads pois, ao fazer isso, é possível disponibilizá-lo para download mediante o preenchimento de um formulário de conversão em uma Landing Page.

FONTE: Resultados Digitais, por Ricardo Palma.

Existe uma diferença essencial entre copiar, compartilhar e remixar.

Nos últimos dias tive uma pequena decepção pessoal. Fiz uma adaptação do infográfico “What brands post on Facebook?” da Pandemic Labs para criar uma imagem usando os mesmo dados, mas utilizei apenas um pedaço dele. Esta imagem foi publicada na fan page da Magoweb, onde eu trabalho, com o logo da empresa e também da Pandemic Labs.

Ai que começa a minha decepção, outra empresa resolveu pegar essa imagem, remover os logos da Magoweb e da Pandemic Labs e usar o mesmo texto para publicar em sua fan page. Ok, não é um grande problema, não estou sendo vitima de nenhum crime. O excesso de preocupação com “o que é meu e o que é seu” também perde um pouco o sentido na internet, devo admitir. Também não podemos acusar ninguém sem saber a circunstâncias do crime.

Confira também: Comunicação, Internet e Direitos Autorais. Entrevista com Ronaldo Lemos.

Mas não vim aqui reclamar dos problemas desta vida moderna, mas sim entender um pouco melhor o que podemos considerar uma “cópia”, o que é “compartilhar” e quando as coisas são apenas um “remix”.
Copiar

Segundo o querido e lendário Michaelis, copiar é:

co.pi.ar
(cópia+ar2) vtd 1 Fazer a cópia escrita de; transcrever, trasladar: Copiar um discurso. Copiar do original essa poesia.2 Reproduzir (falando de uma obra de arte): Copiar um painel. Copiou de um tipo ideal essa bela imagem. 3 Fazer a sua obra a exemplo de; inspirar-se de: Copiava-lhe as graças e os tons do estilo. ”Da pintura copia a cor e o debuxo dos seus quadros” (Latino Coelho). 4 Imitar, plagiar. DICIONÁRIO MICHAELIS

O conceito mais compreendido é o 4, “imitar, plagiar”, que significa que você usou o conteúdo de algo/alguém e pegou para você. Você pode copiar algo legalmente e ilegalmente, ou seja, dentro de leis vigentes ou simplesmente pulando o muro e fazendo do seu jeito.

Exemplificando a situação. Comprar um jogo original é comprar uma cópia para você legalmente. Baixar o jogo no Pirate Bay é ilegal, o famoso “piratear”.

Então quando você copia o conteúdo de alguém, você está usando os direitos de outra pessoa para o seu próprio benefício. Isso algumas vezes pode não ser ilegal, mas pode ser errado. Na internet se aceita o conceito de “desde que cite a fonte, ok”. Isso é um espirito um pouco diferente, mais humanizado, que entende que tudo pode ser compartilhado de diferentes formas. Ai começa a briga em Direitos Autorais (c) e Direitos Creative Commons (cc).

© vs CC

O Direito Autoral (também conhecido como copyright ou pelo símbolo ©) é reconhecido como a denominação de direitos legais sobre obras intelectuais (literária, artística ou científica). Ou seja, algum conteúdo marcado com © não pode ser reproduzido sem prévia autorização ou repasse financeiro sobre os direitos.

Para quem quer ler mais sobre direitos autorais no Brasil, recomendo este link.

Já o CC (Creative Commons) é uma organização que criou a sua própria licença de uso de obras intelectuais, uma licença reconhecida praticamente no mundo todo e que tem uma perspectiva um pouco diferente. No CC o autor pode desde o início distribuir o seu trabalho em uma das seis licenças disponíveis:
Somente atribuição (CC-BY)
Atribuição + Uso não comercial (CC-BY-NC)
Atribuição + Não a obras derivadas (CC-BY-ND)
Atribuição + Compartilhamento pela mesma licença (CC-BY-SA)
Atribuição + Uso não comercial + Não a obras derivadas (CC-BY-NC-ND)
Atribuição + Uso não comercial + Compartilhamento pela mesma licença (CC-BY-NC-SA)

Muitos reclamam que o CC não é suficientemente abrangente, mas ele já permite que os autores de conteúdo deixem mais claras as suas intenções em relação ao que esta sendo distribuído.

Este blog que você está lendo, por exemplo, está licenciado oficialmente (desde a sua última atualização para versão 6) na licença CC-BY-SA 3.0, ou seja, você pode compartilhar, reproduzir, adaptar o trabalho e inclusive fazer uso comercial dele, desde que você atribua a fonte (diga que tirou do blog) e compartilhe dentro da mesma licença (não pode usar para algo que tenha ©, por exemplo).


Compartilhar arquivos não é pirataria!
E onde está o copyleft nessa história?

O copyleft, como já fica claro no nome, é uma oposição direta ao copyright. Este é um movimento como um todo, sendo as licenças creative commons um exemplo de copyleft, mas ele pode ser representado por outras licenças também.

Para mais informações sobre o Copyleft recomendo a leitura desse post do Baixa Cultura.
Diferença entre copiar e compartilhar

É nessa grande discussão que entramos hoje quando falamos de conteúdo na internet. Alguém tem direito sobre uma foto que tirou e depois postou no Flickr? Ou melhor, qual o direito que ela tem? É uma discussão complexa que fundamenta grupos de discussão a muito tempo.

Para blogs, por exemplo, o CC é praticamente predominante, especialmente porque ele está muito mais ligado a “cultura de compartilhamento livre” da internet. A grande maioria vive na mesma ideia simples de que você pode compartilhar e reutilizar qualquer conteúdo, desde que atribua a fonte. É bem comum ver um link no final dos posts ou menções dentro do mesmo. Muitos infográficos são distribuídos sob licenças semelhantes.

Vídeos no Youtube podem usar um dos níveis do CC, mas por padrão usam os direitos padrões do Youtube que são restritivos de forma geral.

Segundo o dicionário, compartilhar significa:

com.par.ti.lhar
(com2+partilhar) vtd Participar de, ter ou tomar parte em:Compartilhou a sorte do esposo. Compartilhou com os seus soldados a glória do triunfo. DICIONÁRIO MICHAELIS

Então, voltando ao assunto lá do começo, sobre o ‘roubo’ da imagem. Minha decepção não é por ter conteúdo roubado, mas sim porque as pessoas desconhecem esse ‘espirito CC’ que a internet apresenta, onde as pessoas não se importam tanto com os direitos individuais, mas querem ao menos receber as atribuições sobre o que fizeram.

Quem tem blog sabe que é normal ver o seu conteúdo copiado, sabe que todos os dias diversas pessoas copiam o seu trabalho. A grande maioria adiciona um link no final, onde diz a fonte original do texto, mas muitos não fazem, faz parte. Existe um verbo-internético criado para definir isso, o “kibar” (sim, é uma referência ao Kibe Loco).

O ciúme por um conteúdo que não é mais apenas seu

Agora entramos no outro lado da moeda. Durante a palestra “Embracing the Remix” de Kirby Ferguson no TED, o autor do documentário “Everything is a Remix” (que você pode encontrar aqui) fala um pouco sobre essa cultura de patentes e problemas legais na indústria da música.


Durante a sua fala ele traz algo que também está em seu documentário. As pessoas tem uma estranha possessão sobre as coisas. “Eu fiz, eu quero para mim”. Ele lembra a famosa frase de Steve Jobs:

Bons artistas copiam, grandes artistas roubam.STEVE JOBS COMENTANDO A SUA RELAÇÃO COM A XEROX

E Kirby adiciona um comentário interessante a essa frase de Jobs. “Bons artistas copiam, grandes artistas roubam. Desde que não seja de mim” – Trazendo uma frase mais recente de Steve Jobs, onde ele mostra (ironicamente) a sua indignação com a sistema operacional Android que ele considera uma cópia descarada do seu iPhone.

Ao longo de seu documentário ele mostra que é uma inocência nossa pensar que podemos produzir algo simplesmente do zero. Mesmo Steve Jobs, considerado um gênio por seus seguidores, usou diversas referências para as suas construções. Kirby tenta deixar claro que quando criamos algo parecido não estamos “copiando”, mas “remixando” algo que nos foi apresentado antes. A criatividade que ostentamos é fruto de muitas referências (quanto mais, melhor).

O documentário “Everything is a Remix” é uma ótima forma de você entender um pouco melhor o conceito de “remix”.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Enquetes do Facebook devem ser reformuladas

O sistema de enquete do Facebook deve ser reformulado, passando a contar com grandes fotos que serão usadas pelos usuários para responder às questões. Ao escolher uma imagem, um quadro com layout antigo aparece abaixo mostrando quantas pessoas votaram em cada uma das opções.

Os testes com o novo formato podem ser vistos nas páginas "Know Issues on Facebook" e "Facebook Tips", conforme relata o Inside Facebook.

O aplicativo móvel do site também exibe esse modelo redesenhado. Para votar, basta tocar em um dos quadrados com imagem, a partir de um smartphone com tela sensível ao toque.

Ainda não se sabe se isso chegará a todos os usuários ou se é de uso exclusivo das páginas da equipe da rede social.

FONTE: Olhar Digital

Facebook é a rede social preferida por 55% dos brasileiros

O Facebook já é a rede social mais popular do Brasil com bastante vantagem para o segundo colocado, que não é mais o Orkut, e sim o YouTube. Isso é o que mostra dados da Experian Hitwise sobre o acesso aredes sociais no Brasil durante o mês de julho de 2012.

A rede social mais acessada, o Facebook, já tem 55% da preferência dos usuários brasileiros. No mesmo mês de 2011 a participação do Facebook era de 18,2%.

Enquanto isso, o Orkut, que tinha 46% da preferência há um ano, agora aparece com apenas 12,42%. A rede do Google foi superada no período pelo YouTube, que tem 17,9% da preferência.

Entre outras redes, o Windows Live Home tem 2,4%, seguido pelo Twitter (2,3%) e Yahoo! Respostas (1,7%). O Google+ aparece com apenas 1,17% de preferência.

FONTE: Olhar Digital

Agora é possível marcar seus amigos mesmo fora do Facebook

O Facebook lançou um recurso nesta terça-feira (21/8) que permite a marcação de contatos mesmo fora da rede social. A ferramenta foi adicionada ao Open Graph, sistema pelo qual serviços ligados ao site podem ser incorporados a páginas de terceiros. "Com essa muito aguardada ferramenta, companhias como o Foursquare poderão usar nossas menções", afirmou um porta-voz da empresa no post que anuncia a novidade, dando um exemplo de uso possível.

"Quando alguém mencionar você através do Open Graph, a pessoa receberá uma notificação através da nossa plataforma. Além disso, a história será adicionada à timeline do seu amigo ou ficará sujeita a aprovação. Não fizemos mudanças nos nossos termos de privacidade por causa da nova ferramenta", esclarece.

FONTE: Olhar Digital

Saiba como ficou o novo layout da inbox do Facebook

A central de mensagens do Facebook vai mudar. Em um anúncio hoje mais cedo, a rede social mostrou as novidades que já estão em fase de implementação para os mais de 800 milhões de usuários ao redor do mundo. A maior diferença fica por conta do painel lado a lado com a lista de mensagens mais recentes e o desenrolar da troca de emails (se é que podemos chamar dessa forma).


Não é surpresa para ninguém: Mark Zuckerberg quer fazer do Facebook um meio de comunicação eficiente. Há um ano não falava tanto com meus amigos via rede social como agora – o Messenger do Facebook está quase sempre habilitado, facilitando o contato inclusive o contato com gente que não me deu cartão de visita nem tem um contato salvo na minha conta do Google (é lá que estão todos, absolutamente todos os números de telefone que arrebanhei ao longo da curta carreira profissional deste escriba).

O novo visual da inbox do Facebook lembra bastante o Outlook.com, serviço de email que a Microsoft apresentou no fim de julho. À esquerda, numa coluna mais estreita, há avatares e nomes de todas as pessoas com quem o usuário conversou recentemente. Mensagens, com fotos e emoticons, ficam à direita.

O Facebook diz que a pesquisa dentro das mensagens também foi melhorada. Repare que bem ali, no topo, há a caixa de Search (Pesquisa) para uso imediato e rápido.

Por aqui a nova inbox ainda não apareceu. Se você recebê-la antes avise-nos pelos comentários deste artigo.

FONTE: Tecnoblog, por Thassius Veloso.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

5 tipos de iscas para geração de Leads

Um dos grandes papéis do Marketing Digital é criar oportunidades de negócio para o time de vendas, ou seja, gerar Leads qualificados através do site.
Para isso, um erro que muitas empresas cometem é contar apenas com os formulários das páginas de contato ou do seu produto/serviço nessa missão. Há excelentes oportunidades de geração de Leads qualificados através do que chamamos de “conversão indireta“, que é basicamente através da oferta de algo que seja relevante e com valor diferenciado para o potencial cliente. Em troca, ele fornece para a empresa suas informações de contato, permitindo assim que seja engajado em campanhas de nutrição de Leads e, dependendo do seu perfil, abordado por alguém da área comercial.

Através de bastante experiência própria e orientando nossos clientes na produção de materiais educativos, indicamos 5 tipos de conteúdo que funcionam muito bem para geração de Leads:

eBooks

É o tipo de conteúdo rico que mais usamos aqui na Resultados Digitais e funciona incrivelmente bem. Não existe uma diferença conceitual muito clara entre um eBook e um whitepaper (próximo item), mas aqui tratamos da seguinte forma: eBooks são conteúdos mais densos e completos enquanto whitepapers são mais curtos e focados em algum aspecto específico do tema.

Já escrevemos no Saia do Lugar sobre os eBooks como ferramenta de marketing. Além de servirem como isca para geração de Leads, funcionam muito bem para promover sua empresa como referência e tem uma ótima viralização nas mídias sociais.
Whitepapers

O whitepaper, por outro lado, apesar de não apresentar exatamente os mesmos benefícios, é produzido com muito menos esforços e já é o suficiente para as pessoas aceitarem trocar seu contato pelo conteúdo.

Pense nos whitepapers como posts um pouco mais extensos. Uma boa dica é construir conteúdo na linha do “as 10 coisas que você precisa saber sobre …..”.

Vale ressaltar que, caso sua empresa invista em Google Adwords e hoje só possua ofertas de conversão direta (ex. pedido de orçamento, saiba mais, etc.), criar um whitepaper e direcionar parte do tráfego para lá é provavelmente é a coisa mais rápida que você pode fazer para aumentar a geração de Leads mantendo o mesmo investimento.

(Lembre que, especialmente em negócios B2B, muitas vezes os clientes ainda não estão no momento certo da compra quando caem no seu site)
Webinars

Por enquanto fizemos um único Webinar na Resultados Digitais e também tivemos um retorno excelente. Podem esperar por diversos outros. ;)

Seja usando slides ou a filmagem de uma palestra, o Webinar tem benefícios interessantes. Pelo uso da voz (e ocasionalmente até da imagem), os webinars acabam tendo um toque mais pessoal que aproxima mais o potencial cliente da empresa.

Além disso, é muito mais rápido preparar alguns slides e falar por cima deles do que escrever todo o conteúdo de um eBook. Falamos um pouco mais sobre esse ponto no post Por que fazer conteúdo em vídeo.
Templates

Se sua empresa tem algum modelo de documento – apresentação, planilha, etc. – que esteja relacionado ao seu negócio e pode auxiliar no dia-a-dia do seu cliente, fornecê-lo para download também é uma boa oportunidade para geração de Leads.

Um bom exemplo disso é esse template de PPT gratuito da SOAP para venda de soluções.
Ferramentas

Essa isca é mais útil (ou viável) para empresas de tecnologia, que podem criar alguma ferramenta específica e oferecê-la de forma gratuita para seus potenciais clientes. Essa ferramenta pode ser algo novo ou então uma sub-parte do produto pago da empresa.

Inclusive, isso pode servir não só para geração de Leads, mas também para ajudar no processo de conversão e venda para a ferramenta paga, já que ajuda o usuário a ter um “gostinho” de como será a experiência com o produto completo. Um exemplo disso é oTa-da List da 37Signals.
Observações importantes

As iscas já ajudam muito, mas para maximizar os resultados é importante lembrar de três coisas:

O primeiro é que é preciso criar boas Landing Pages: transmitir segurança para o visitante de que os dados não serão utilizados indevidamente e mostrar que o conteúdo de fato vale a pena são essenciais para que a taxa de conversão seja alta.

O outro item que deve ser lembrado é que não basta apenas gerar os Leads. É preciso manter o relacionamento com o potencial cliente até que ele esteja pronto para compra.

Por fim, e esse é um assunto que devemos explorar em breve, é necessário um alinhamento entre as áreas de Marketing e Vendas. Assim como Vendas precisa que os Leads sejam gerados na maior quantidade e qualidade possível, Marketing precisa que os Leads não sejam “spameados” ou abordados de forma indevida.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.