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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Maiores empresas do mundo e a mídia social

Saiu o Global Social Media Check-up 2012, estudo da Burson Masteller sobre o uso de mídias sociais das 100 principais empresas da lista da Fortune. O estudo confirma que as empresas estão entrando mais fundo nas mídias sociais. Foram 29 empresas americanas,: 45 europeias, 23 asiáticas e 3 latino americanas.

87% delas usam pelo menos uma plataforma de mídia social.

10,1 contas no Twitter; 10,4 contas no Facebook; 8,1 contas no YouTube; 2,6 no Google Plus e 2,0 no Pinterest;

74% das empresas pesquisas têm, pelo menos, uma página no Facebook;

93% das páginas corporativas no Facebook são atualizadas diariamente;

48% das empresas já tem contas no Google… e 25% têm contas no Pinterest;Cada página corporativa no Facebook tem 6.101 pessoas;

79% das empresas pesquisadas tem canais no YouTube. É um crescimento vertiginoso, já quem em 2011 esse índice era 57%;

82% das 100 companhias têm, pelo menos, uma conta no Twitter. Cada empresa foi mencionada, em média, 55.970 vezes no Twitter em 1 único mês.

O estudo confirmou 4 tendências:
As empresas investiram muito nas mídias sociais;

Valorização do conteúdo

Uso do meio para construir diálogo e relacionamento.

Cada canal de mídia social tem papel único e devem coexistir e se somar.

Os consumidores, clientes e cidadãos já sabem disso. Desde 2011, o número médio de seguidores por conta no Twitter quase triplicou. Pulou de 6.076 para 14.709. No Facebook, o número médio de “Likes” por empresa aumentou 275% desde 2010, pulando para 152.646 “Likes” em 2012. Tudo isso num único mês.

Além do PDF (primeiro link do texto) também há uma apresentação das descobertas no SlideShare. Ambos estão em inglês.

Via A quinta onda. Crédito da imagem: Shazeen Samad via Compfight.

FONTE: Blog PagSeguro.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

6 itens que faltaram no aplicativo do Facebook

O Facebook melhorou seu novo app, mas algumas ferramentas da versão para desktop ainda fazem falta. O Facebook lançou na última quinta-feira (23/08) a quinta versão de seu aplicativo para Android e iOS. Segundo Mick Johnson, gerente de produtos da rede social, o app ficou duas vezes mais rápido que o modelo anterior.

Apesar de as atualizações no geral terem sido positivas, o Facebook ficou devendo alguns recursos que a rede social tem na versão para desktop. Pedimos para nossos leitores nos dizerem o que eles sentiram falta na nova versão do app. Filtramos as respostas e chegamos a seis itens que poderiam estar no aplicativo. Veja:


Botão Compartilhar – Esse foi um dos que mais apareceram na lista. Afinal de contas, a ausência do botão elimina um dos principais aspectos do Facebook. “A ideia da rede é compartilhar conteúdo e trocar informações. É um inferno não ter isso ainda!”, escreveu o leitor Pedro Pellicano.

Marcar amigos nos comentários – Essa é uma ferramenta muito útil na versão para desktop do Facebook. Com ela você pode chamar a atenção de alguma pessoa em especial ao aparecer nas notificações dela.

Orientação paisagem – Por algum motivo, o Facebook excluiu a possibilidade de visualizar a tela da rede social em forma de paisagem como era possível fazer na última versão do aplicativo.

Criar eventos – Se você estiver longe de seu computador e quiser criar um evento para convidar seus amigos no Facebook, terá de ir até uma máquina. Afinal de contas, a ferramenta continua limitada à versão para desktops.

Editar documento – Outra ferramenta muito popular e muito utilizada no Facebook, que permite criar mini-documentos na área de arquivos dos grupos.

Editar seus comentários – Essa é uma das opções mais recentes na versão do Facebook para desktop. A ferramenta que permite o usuário voltar atrás e editar o que ele comentou em determinada publicação ficou de fora.

Ao Olhar Digital, o Facebook diz que "fez uma atualização no aplicativo iOS para que os usuários tivessem acesso às mensagens e câmera mais rapidamente porque essas ações são as mais utilizadas no Facebook pelo celular”.

E você? O que mais sentiu falta nesse novo app?

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

7 Maneiras de aproveitar melhor o conteúdo que sua empresa já possui

Quem trabalha com criação de conteúdo sabe como esse processo – além de trazer resultados excelentes – é custoso: levantar assuntos a serem tratados em posts, fazer pesquisas, escrever o artigo, revisar, publicar, divulgar…

É bastante comum que dias após o lançamento de um novo post ele já não tenha tantos acesso quanto nos dois ou três primeiros dias, pois, dentre outros motivos, a divulgação inicial nas mídias sociais já foi feita, os assinantes do blog já viram o conteúdo e seus novos posts já “abafaram” os antigos.

Nem por isso seus posts antigos deixam de ser importantes. Existem diversas dicas para continuar extraindo valor do ativo que sua empresa já produziu. Listamos abaixo 7 maneiras para atingir esse objetivo.

Republicar os posts nas mídias sociais

Se sua empresa está presente nas mídias sociais, é normal utilizá-las para publicar seus novos conteúdos e, esporadicamente, alguns posts mais antigos. É bem interessante, ainda, que esses posts mais antigos tenham sido populares na época em que foram publicados, pois a chance de conseguir mais acessos utilizando-os são maiores.

Dito isso, reforçamos algo que já mostramos aqui no blog: a importância de repetir os tweets ao longo do tempo. Desde que seus melhores posts sejam divulgados nas mídias sociais de forma intercalada com posts mais recentes, não é problema algum repetí-los para seus seguidores. Muitas pessoas vêem as mídias sociais como um rio: enxergam o que está passando no momento e não acompanham o que já ficou para trás. Por isso republicar seus posts é uma forma de alcançar pessoas que não tinham visto o conteúdo na primeira vez em que ele foi lançado.

Recomendar conteúdo relacionado em sua Página de Agradecimento

Em nosso post sobre Thank you Pages falamos que, dentre outros elementos que possam constar nesta página, como botões de compartilhamento em redes sociais, espaço para feedback, etc., está também uma forma bastante eficaz para “requentar” conteúdo antigo: a recomendação de conteúdo relacionado.

Se fôssemos recomendar conteúdo relacionado em nossa página de agradecimento doeBook sobre Emails Promocionais, por exemplo, poderíamos indicar a leitura de alguns posts do blog relacionados ao assunto: email marketing, newsletters, etc.

Utilizar Links Internos em seus novos posts

O uso de Links Internos possui diversos benefícios. Além de ser bom para SEO, por permitir o uso de palavras chave dentro de textos âncora (como o “Links Internos” que colocamos na frase anterior), dá ainda a possibilidade de linkar seus posts mais antigos a partir dos mais recentes.

Uma vez que seus posts mais novos estejam referenciando os mais antigos, aquelas pessoas que chegarem pela primeira vez ao blog de sua empresa terão acesso mais fácil à leitura dos seus posts menos recentes.

Recomendar os posts mais populares

Na barra lateral do nosso blog, na seção Posts em Destaque, utilizamos um widget que mostra quais são os posts mais recentes do blog, quais são os mais acessados e mais comentados.

Existem ainda outras formas de apresentar esses posts relacionados e o plugin de recomendação de posts do Facebook também está entre as mais conhecidas.

Criar posts que se complementem

Uma forma eficaz de gerar tráfego para um post antigo é escrever um novo post que o complemente.

Como exemplo, podemos citar o Granatum, que é um sistema de controle financeiro para micro e pequenas empresas. Em seu blog, eles fizeram um post introdutório sobre fluxo de caixa. Dias depois, entraram um pouco mais a fundo no assunto, dando dicas para controlar o fluxo de caixa e referenciando o post que deu origem ao assunto.

Recomendar a leitura de posts relacionados

Uma prática bastante comum de se ver em blogs é a utilização do espaço de “Posts Relacionados”. O blog Saia do Lugar, por exemplo, escreveu um post sobre o que todo empreendedor precisa saber. Eis os artigos relacionados que foram recomendados ao final do post:


A lógica é simples: se um visitante leu determinado post de sua empresa, é porque estava interessado no assunto, correto? Quando esse leitor chega ao final do texto e se depara com uma lista de posts relacionados, é normal que ele clique em algum que seja do seu interesse para saber do que se trata, e assim aumentar seu conhecimento sobre o tema.

Criar um conteúdo rico

Por último, porém não menos importante, existe a opção de criar um conteúdo rico (eBook, whitepaper, webinar) a partir de posts já existentes. Se sua empresa já possui uma certa quantidade de posts sobre o mesmo assunto, basta juntá-los e organizá-los de uma maneira que se encaixe em um formato de material rico.

A grande vantagem de se criar um conteúdo rico a partir desses posts é que sua empresa terá uma arma bastante poderosa para a geração de Leads pois, ao fazer isso, é possível disponibilizá-lo para download mediante o preenchimento de um formulário de conversão em uma Landing Page.

FONTE: Resultados Digitais, por Ricardo Palma.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Social media é para profissionais, não para o sobrinho

É trabalho sério e importante; não é para amadores. “Isso mostra que você não entende nada de social media e nem de Facebook”, me disse há pouco tempo um leitor aqui no Webinsider, após eu comentar que determinado artigo era uma das maiores bobagens que li nos últimos tempos.

Não. Não, entendo mesmo.

O fato de eu ter algumas centenas de amigos no Facebook, o mesmo volume de contatos no LinkedIn e pouco mais de mil seguidores no Twitter não me faz um especialista no assunto. Assim como o fato do Tarcísio Meira ter feito dezenas de novelas não o faz um especialista em televisão.

Eu sou apenas uma pessoa que usa bastante as redes sociais para fins pessoais e profissionais. Não me julgo, não pretendo, nem nunca disse que sou um especialista no assunto.

Mas isso não me impede de emitir uma opinião, baseada em meus mais de 20 anos de carreira em publicidade, 16 deles na publicidade online: o mercado de social media no Brasil precisa mais do que nunca de profissionais e não de sobrinhos.

Sim, sobrinhos, este personagem que assola o mercado de internet desde os seus primórdios.

- Precisamos fazer um site!
- Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet.

Lembrou?

- Nosso site não aparece no Google!
- Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet.

Conhece esse?

- Precisamos de uma página no Facebook e de um perfil no Twitter!
- Chefe, tenho…

Entra ano, sai ano e os sobrinhos continuam por aí, assombrando o mercado.

Sobrinho, caia na real: o fato de você ter entre 18 a 25 anos e muitos amigos no Facebook e Twitter não faz de você um especialista em redes sociais. Muito menos um consultor.

Aliás, quem tem de cair na real são as empresas que, em sua maioria, ainda estão contratando sobrinhos, netos, primos e similares para cuidar de sua imagem e comunicação nestes ambientes. Quando na verdade deveriam estar buscando profissionais de comunicação, publicidade, relações públicas e afins.

Durante alguns meses tive entre meus clientes uma empresa norte-americana da área de social media. Ela recentemente foi vendida por estimados 300 milhões de dólares a uma grande corporação. O serviço que eles prestam é algo que as empresas brasileiras com mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter ainda não adotaram.

Aqui só se fala em comprar campanhas no Facebook e acompanhar o que estão dizendo sobre você no Twitter. Mas a gestão do conteúdo ainda é feita de forma manual e arcaica, sem uniformidade na estratégia, o que proporcionaria métricas mais eficientes.

Poucas semanas depois deste meu cliente ter sido vendido, seu maior concorrente foi adquirido por outra empresa por 689 milhões de dólares. Ambas transações saíram no AdAge, no Business Insider e em diversos sites especializados, tanto de publicidade como de tecnologia. Mas nem uma linha em nossos grandes veículos.

Enquanto o brasileiro ainda se preocupa em oferecer desconto para conseguir mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter, isso já deixou de ser prioridade em mercados mais avançados.

Por aqui o gerenciamento ainda é feito de forma manual, site a site; nos EUA e Europa, a estratégia é pensar todas as redes sociais de forma coordenada e com a garantia de que o acesso ao conteúdo será perfeito via qualquer plataforma.

No Brasil, a presença das empresas em redes sociais ainda é vista como novidade e os veículos do trade colaboram, ao noticiar que tal empresa agora tem página no Facebook (desde quando isso é notícia?). Lá fora, as empresas já pensam em ROI, pois presença nas redes sociais é obrigatória e deixou de ser novidade faz tempo.

Enquanto lá eles usam uma plataforma para o gerenciamento eficiente, aqui a maioria ainda usa sobrinhos.

Claro, há exceções e uma preocupação real de agências em anunciantes em busca da profissionalização. O Meio & Mensagem publicou um artigo com um quadro interessante, que mostra como o mercado publicitário está se movimentando e se estruturando para atender a crescente demanda do setor.

Não se enganem: sobrinho é um estado de espírito e independe da idade; conheço muitos na faixa dos seus 40-50 anos. Assim como há grandes e talentosos profissionais com seus vinte e poucos anos.

Biz Stone disse em um evento: “Eu criei o Twitter, mas não sou especialista em social media”.

E você aí se achando, né sobrinho?

FONTE: Webinsider, por Marcelo Sant'iago.

Internautas gastam mais de 4 bilhões de horas no YouTube por mês

Número equivale a 456 mil anos de conteúdo. É como assistir ao Nyan Cat 66 bilhões de vezes. A cada mês, internautas gastam mais de 4 bilhões de horas com vídeos do YouTube. Isso equivale a 456 mil anos de conteúdo ou, exemplifica Sam Laird, do Mashable, é como assistir ao vídeo original do Nyan Cat cerca de 66 bilhões de vezes (você pode começar agora).

Os dados mostram a rapidez com que o YouTube tem crescido, pois em maio deste ano a empresa anunciou que eram consumidos mais de 3 bilhões de horas por mês. São os números presentes até agora na seção de imprensa do site, mas que foram atualizados por um porta-voz ao Mashable depois que uma discreta citação sobre o assunto apareceu no Wall Street Journal.

A mesma página diz que são jogadas 72 horas de conteúdo por minuto no YouTube, sendo que, em 2008, eram apenas 10 horas.

FONTE: Olhar Digital

Artigo: mídias sociais e o mundo corporativo

Hellen Santos, analista de New Media da Iveco, comenta sobre o crescimento da marca nas redes sociais ao patrocinar o Corinthians. Inovar. Essa palavra faz parte não só do DNA da Iveco, mas, também, da sua visão de negócio. Não foi por acaso que, nos últimos anos, a montadora conquistou o status de pioneira no relacionamento online com seus clientes graças à estratégia contínua de inovação em produtos, processos e comunicação, seguindo a forte tendência da comunicação digital. A entrada da empresa no mundo virtual aumentou a sua visibilidade, aproximou a marca de seus públicos e admiradores, agilizou o relacionamento com o cliente, melhorou o atendimento com mais rapidez e eficiência, abriu possibilidades de interação e absorção de ideias como nunca antes visto, colocando a Iveco mais acessível ao cliente em qualquer lugar que ele esteja.

Dados de uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week com as 100 empresas mais valiosas ao redor do globo mostraram que as corporações que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas finais mais recheadas. Em média, empresas que investiram em mídias sociais cresceram 18% em um ano, enquanto aquelas que investiram pouco nas redes tiveram queda de 6%, em média, em suas receitas no mesmo período.

De olho neste cenário, um dos pontos fortes da nossa estratégia de comunicação digital é a presença em redes sociais com perfis em sites de relacionamento como Orkut, Facebook, Twitter e Linkedin, além do Youtube e de um blog. Esses canais possibilitam uma aproximação constante do cliente com a empresa e, por meio deles, atingimos cada vez mais usuários entre caminhoneiros, clientes, admiradores da marca e parceiros. Nos últimos cinco anos, a empresa, precursora nesta área entre as montadoras do setor, coleciona um leque de estratégias voltadas para as mídias sociais. Entre elas, o lançamento do primeiro blog de caminhão do Brasil e o lançamento do Iveco Tector Stradale 100% online através deste canal, além de campanhas inovadoras de divulgação das ações de marketing da empresa.

Recentemente, a Iveco ganhou notoriedade nesses canais ao patrocinar o Corinthians nos jogos da semifinal e final da Copa Libertadores da América. Para potencializar essa iniciativa e ampliar a visibilidade, foram realizadas diversas ações de massa e segmentadas envolvendo todos os públicos de relacionamento da montadora, principalmente, no que diz respeito às redes sociais. A repercussão desta ação, de uma forma geral, foi surpreendente para a montadora. O número de fãs da Iveco no Facebook passou de 2.200 para mais de 95 mil, foram realizados três concursos culturais pelo blog, o que aumentou significativamente o número de acessos à página. Essa estratégia, conjugadas com anúncios e ações diretas com os clientes, renderam frutos não só à Iveco, já que a audiência nos jogos superaram todas as expectativas. O título da Libertadores garantiu à montadora exposição intensa em todos os canais midiáticos nacionais e internacionais. Foi mais uma jogada de mestre que investiu em uma exposição de marca histórica para a montadora.

Esses resultados só vêm reforçar que a entrada da Iveco no mundo virtual foi um desafio, mas, ao mesmo tempo, contribuiu para que a montadora construisse uma participação cada vez mais crescente nas redes sociais, que vieram para humanizar o relacionamento da empresa com seus diversos públicos.

FONTE: Proxxima, por Hellen Santos, Analista de New Media da Iveco.