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terça-feira, 11 de setembro de 2012

O Twitter despenca; e despenca porque merece

No ambiente árido do jornalismo sem pautas, o Twitter viveu seu período de demiurgo eletrônico no Brasil.

Para parte expressiva da mídia hegemônica, o microblog atestava a veracidade de fatos, reproduzia a opinião popular e definia se fulano era ou não uma celebridade.

Enfim, começam a escassear os textos jornalísticos abertos com a referência aos trending topics, espécie de ranking de expressões evocado para validar qualquer tendência de opinião.

Interessados em redimensionar os fatos, esquerdas colegiais e direitas profissionais empenham-se, ainda hoje, em reproduzir hashtags, replicando verdades, boatos ou qualquer asneira conveniente.

A esperança é ver o mote celebrizado em reportagens do UOL, do G1 ou do Estadão, entre outros portais jornalísticos.

Foi realizando esse job, por exemplo, que profissionais experientes garantiram lugar nos quartéis de trollagem e guerrilha virtual do eterno candidato do conservadorismo bandeirante.

Não à toa, José Saramago convenceu-se de que tuitar não tinha notória relação com a síntese de ideias, mas com a erosão da linguagem e do próprio pensamento.

“Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação”, sentenciou. “De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.”

“Revolução manipulada”

E houve, sim, quem grunhisse horrorosamente nas páginas nervosas do passarinho azul.

Foi o caso da estudante de Direito que surtou depois da vitória de Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010.

Utilizando a rede social da instantaneidade, mal digitou: “Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a Sp: mate um nordestino afogado!”.

Naquele momento, o Twitter funcionava como efetivo instrumento de multiplicação e replicação da propaganda política, sobretudo da oposicionista. Assim, outros 1037 internautas incautos embarcaram na “vibe” e postaram textos preconceituosos semelhantes.

Desde que o sistema de mensagens foi criado, em 2006, diversos grupos e movimentos trocaram o sentido pelo volume, pelo número e pelo alarido.

A rigor, a rede da concisão não foi desenhada para educar, esclarecer ou estimular a reflexão. A proposta é gerar alertas numa cultura de informação cada vez mais fragmentada e sem autoria conhecida.

Em várias ocasiões, mundo afora, o Twitter potencializou levantes justos, especialmente de jovens, como no caso dos estudantes chilenos que pugnam em defesa da educação pública e gratuita.

Nesse caso, o Twitter funcionou eficazmente como uma ferramenta tática de aglutinação. As reivindicações do movimento, como se sabe, têm sido debatidas profundamente em outros canais virtuais e, principalmente, nas reuniões realizadas nas escolas, com microfone ou megafone, no velho estilo do movimento estudantil.

Quando alçado à posição de doutrinador expresso, o Twitter mostra-se um canal impróprio e potencialmente nocivo. Na chamada “Primavera Árabe”, o microblog arregimentou, mas também confundiu e contribuiu para gerar violência.

A chamada “Revolução do Twitter”, ocorrida em 2009, na Moldávia, produziu um legado de dúvidas e de ressentimentos entre muitos dos participantes, que hoje julgam ter sido manipulados pelas forças políticas em conflito no país.

Naquele ano, a articulista Anne Applebaum, do Washington Post, escreveu sobre a presença de membros do serviço de segurança entre os manifestantes mais violentos.

Applebaum referiu-se a “um novo tipo de revolução manipulada” e afirmou que tinha sido relativamente fácil enraivecer as pessoas e levá-las a queimar prédios do governo.

Desde o ano anterior, o país era citado pela imprensa internacional como um dos mais infelizes do mundo, após a divulgação de uma pesquisa da Universidade de Michigan.

Queda nos acessos

Servindo como ferramenta para estimular revoluções com causas duvidosas, o Twitter apenas ocupou o lugar de outros canais digitais, utilizados desde meados da década de 1990.

Muitos dos líderes dos movimentos “revolucionários” desse período, como o Otpor! (Sérvia), Kmara (Geórgia) e Pora (Ucrânia), foram treinados e financiados por agências governamentais e entidades identificadas com os ideais liberais e conservadores.

O jornal britânico The Guardian, por exemplo, apontou como incentivadores dessas ações o Departamento de Estado norte-americano, o Instituto Republicano Internacional (fundado por inspiração do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan) e o Open Society Institute, do empresário George Soros.

Em um artigo da New York Times Magazine, de novembro de 2000, o jornalista Roger Cohen inquiriu diretores de várias dessas organizações sobre o suposto apoio ao Otpor.

Paul B. McCarthy, do National Endowment for Democracy, confirmou ter ministrado palestras de formação para os jovens e admitiu que boa parte dos US$ 3 milhões gastos pela entidade na Sérvia, entre 1998 e 2000, tinham sido destinados ao grupo insurgente.

Pode-se perfeitamente considerar como delírio a teoria de que o Twitter foi criado por uma conspiração da direita internacional para derrubar governos contrários aos interesses norte-americanos.

No entanto, é certo que os experts em sabotagem política se utilizam de todas as ferramentas disponíveis, até aquelas de natureza puramente comercial, com o objetivo de fortalecer suas organizações.

Nunca um meio definiu tanto a qualidade de uma mensagem, numa escala que espantaria o teórico da comunicação Marshall McLuhan.

No Brasil, agentes midiáticos do neoconservadorismo, como o piadista Rafinha Bastos, com milhões de seguidores no microblog, exibem a forte penetração desse canal entre os jovens.

De repente, porém, o oráculo passarinho parece que já não alça voos tão altos no país. Segundo a consultoria comScore, especializada no mundo digital, entre julho de 2011 e julho de 2012, a queda no número de acessos únicos no Twitter foi de 24%. Expressiva!

No total, 25% dos usuários não acessaram o microblog uma única vez nesse período.

Conector de massas

Há limitações técnicas que podem explicar esse crescente desinteresse do brasileiro pelo sistema. Se ainda nos agrada a conversa, a dinâmica interativa das turmas e a imagem do outro, o Twitter se nos afigura pobre.

Simultaneamente, há quem já perceba o quanto o microblog é avesso ao aprofundamento de debates e o quanto serve à manipulação de vastos contingentes de pessoas, seja na condição de cidadãos ou de consumidores.

Em parte considerável dos usuários, o Twitter gera comportamentos de reação, muitos deles automatizados. Utilizado como função fática ou como equipamento de aceleração da realidade, configura-se como um sistema redutor do pensamento.

Nesse programa mental condicionado, etapas do processo de cognição são queimadas. Os signos adquirem vida própria, trafegando através das pessoas, escamoteadas do processo de filtragem de conteúdos e elaboração de signficados.

Quando assim configurado, o microblog é daqueles engenhos de comunicação que Paul Virilio possivelmente encontraria no coração da “bomba informática”, que engana, confunde e deseduca.

Talvez os brasileiros estejam percebendo, antes dos norte-americanos, as armadilhas desse conector de massas agregado à revolução tecnológica. Talvez estejam, simplesmente, empreendendo um ajuizado plano de fuga.

FONTE: AdNews, texto de Walter Falceta Jr tirado do Observatório da Imprensa.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Facebook é a melhor rede social para discutir política, diz pesquisa

A pesquisa online "Rede social é lugar para política?" realizada no mês de agosto com 332 pessoas de todo o País pela empresa eCRM123, especializada no assunto, apontou que o Facebook é a melhor ferramenta para discutir política.

A empresa criada por Mark Zuckerberg é apontada como o lugar preferido para falar sobre o tema. 85% afirmam que a as redes sociais são meios de comunicação adequados para discutir política. Falar sobre política no Facebook é aceito por 40% dos entrevistados, 37% acreditam que todas as redes sociais são eficientes para a discussão, enquanto 11% preferem ver o tema no Twitter.

Com o levantamento dos dados, a pesquisa concluiu que 86% dos eleitores gostariam de continuar interagindo com os seus candidatos nas redes sociais mesmo após as eleições e 89% acreditam que prefeituras e governos estaduais deveriam utilizar mais as ferramentas interativas para discutir política com a população.

O CEO da eCRM123, José Jarbaas, responsável pela pesquisa, explicou que a interatividade entre a população e os candidatos mídias sociais é um grande desafio. “Existe uma perda grande de seguidores (eleitores) em virtude do mau uso das redes”, afirmou. Para o executivo, o conteúdo postado pelos candidatos é geralmente "fraco e frustrante”.


FONTE: Portal Comunique-se, por Redação.

Dez maneiras como Twitter é valioso para jornalistas

Veja como o Twitter pode ser útil a jornalistas.

1. Notícias urgentes

Quando uma notícia de última hora surge na sua comunidade, seja um acidente aéreo, ataque terrorista, terremoto, inundação, assassinato em massa ou tempestade de neve, as pessoas que assistem ao evento e passam pela experiência tuitam sobre ele. O desafio do repórter na cobertura de notícias sempre foi o de tentar encontrar pessoas que testemunharam o evento ou foram afetadas por ele. Usando a pesquisa avançada do Twitter, você pode rapidamente encontrar e se conectar com essas pessoas para entrevistá-las e/ou para citar ou incorporar seus tuites em suas matérias.

2. Seguir pessoas e organizações de valor noticioso

Pessoas públicas e organizações em sua comunidade usam o Twitter para anunciar notícias, expressar opiniões, responder a pessoas da comunidade. Qualquer uma destas mensagens pode ser notícia. Se você não segue as pessoas e organizações em sua editoria, vai perder notícias certamente como se ignorasse seus releases, conferências de imprensa e declarações confusas que fazem em seus discursos públicos...

3. Crowdsource

Especialmente se você reuniu um número considerável de seguidores que compartilham seus interesses e se consegue envolvê-los efetivamente em conversa, seus seguidores podem fornecer respostas rápidas às suas perguntas e ajudar a encontrar rapidamente fontes para matérias. Encontrar as fontes certas pode ser um exercício demorado para um repórter tradicional. Para um usuário eficiente do Twitter, as respostas podem vir em segundo. Você poderá ter de verificar essas respostas, mas tem que fazer isso na reportagem tradicional também.

Crowdsource (usar informações do público através da rede social) com Twitter nem sempre funciona, mas só gasta um ou dois minutos para criar um tuite eficaz. Se isso não funcionar, você sempre pode recorrer a cair ao desenvolvimento de fonte tradicional. Mais provavelmente, vai encontrar algumas fontes úteis no Twitter, economizando algum tempo, e pode concentrar seus esforços em encontrar as últimas fontes que precisa.

Andy Carvin da emissora NPR dos EUA é mestre em crowdsource com o Twitter. Leia seus relatos de como seus seguidores no Twitter ajudaram a desmascarar a especulação de que os israelenses estavam armando rebeldes líbios e ajudou a desmascarar a notícia sobre a garota gay em Damasco teria sido presae que ela era realmente um homem heterossexual na Geórgia.

4. Buscar fontes

Se você não tem muitos seguidores ou se seus seguidores não sabem as respostas que você está procurando, o Twitter ainda pode ajudá-lo a encontrar as fontes. Use a pesquisa avançada para procurar pessoas em sua comunidade usando palavras-chave que possam indicar interesse ou experiência no assunto que você está relatando. Ou verifique a hashtag relacionada ao tema que está trabalhando e veja se algumas das pessoas tuitando sobre o assunto podem ser fontes úteis. Ou você pode procurar por nomes ou palavras-chave nos perfis dos usuários do Twitter, buscando pessoas que trabalham para a empresa sobre a qual está escrevendo ou uma pessoa específica que você pode não conseguir alcançar por telefone mas que tuita sobre o assunto do seu interesse.

5. Reunir declarações da comunidade

A matéria com um homem na rua é um clichê (machista) do jornalismo. Se você está parado nesta reportagem, o melhor é fazê-la rapidamente e passar para algo que seja uma maneira melhor de gastar o seu tempo. Se você está realmente na rua ou em um shopping center ou um evento da comunidade, muitas vezes aborda várias pessoas que não querem falar com você; mais pessoas que não sabem nada sobre o problema sobre o qual você está perguntando; e ainda mais pessoas que não têm nada de interessante a dizer. Obter uma resposta útil de cada cinco tentativas é um resultado bom; uma em cada 10 não é incomum.

Faça sua pergunta no Twitter (se você construiu uma substancial comunidade engajada) e você obterá respostas rápidas, todas de pessoas que têm algo a dizer sobre o assunto (algumas ainda não tão interessantes). Você pode querer usar uma mistura de Twitter, Facebook e a tradicional reportagem na rua.

Uma ressalva: Se você usar esta técnica várias vezes, precisa se ​​proteger contra usar as mesmas pessoas que podem responder a cada vez que você faz uma pergunta. Mas jornalistas demais "usam os suspeitos de sempre" em suas editorias, de modo que não é um problema exclusivo do Twitter...

6. Ideias de pauta

Você pode obter ideias de pauta no Twitter de pelo menos duas maneiras diferentes:

Ouça a conversa da comunidade. Um único tuite pode apresentar uma boa ideia de pauta. Ou tuites múltiplos sobre o mesmo tema que podem lher dar uma ideia sobre que algo está se tornando um tema quente que você deve cobrir.

Utilize ideias do público. Quando eu era editor do Cedar Rapids Gazette, Molly Rossiter era nossa repórter de religião. Ela desenvolveu um relacionamento forte com muitas pessoas da comunidade no Twitter envolvidas em diversas organizações religiosas. Quando um feriado ou grande evento estava chegando, Molly perguntava por ideias a sua comunidade no Twitter para matérias relacionadas com a Quaresma ou a Páscoa, por exemplo, e muitas vezes obtinha respostas úteis.

7. Economizar tempo

Eu não vou fingir que o Twitter não pode ser um desperdício de tempo. Você pode certamente perder tempo enquanto lê tuites, responde e segue links se não tem disciplina no uso do Twitter. (Em breve vou atualizar minhas dicas 2010 de gestão de tempo no Twitter como parte desta série.) Mas você também deve saber que o uso inteligente do Twitter pode economizar tempo.

Observe nos pontos acima as maneiras como o Twitter economiza tempo na cobertura de notícias urgentes, para encontrar fontes, obter respostas às suas perguntas e desenvolver ideias de pauta. Eu não sou um repórter, mas escrevo muito sobre jornalismo digital e a indústria de notícias, por isso sou muito como um repórter nesse sentido. O Twitter me ajuda a encontrar a notícia e o comentário que preciso ler sobre a minha editoria mais rapidamente do que as outras fontes que tenho usado para me manter informado...

8. Distribuir conteúdo

Esta é a primeira maneira como muitos jornalistas e organizações de notícias reconhecem o valor do Twitter. Quando você publica uma matéria ou post de blog, compartilhe um link ao artigo com uma comunidade engajada no Twitter e você verá um aumento imediato no tráfego. Praticamente todos os dias quando eu publico algo novo no meu blog, o Twitter é a principal fonte de tráfego para o blog. Isso não significa que o Twitter é a melhor fonte. Muitas redações obtêm melhores resultados com o Facebook. Mas você dever usar ambos...

Quando seus seguidores retuitam seus links, gera mais tráfego. Se alguém com muitos seguidores, como Jay Rosen, Jeff Jarvis ou Carvin Andy, retuita um link para meu blog, eu noto um aumento quase imediato no trânsito. (Jay, Jeff, Andy, Jim, se quiser me ajudar a demonstrar isso hoje...)

9. Continuar a conversa

Depois de postar um link para o sua matéria, vídeo galeria de fotos, ou blog mais recente, convide seus seguidores em um tuite (ou alguns tuites) a discutir o assunto ou evento. Faça algumas perguntas e responda às respostas. Podem lhe dar algumas ideias de seguimento. Seus tuites podem fazer uma atualização para acrescentar à matéria. Podem lhe dar algum feedback útil. Eles vão apreciar a conversa.

10. Responder às críticas e perguntas

Jornalistas que se envolvem no Twitter invariavelmente leem algumas críticas e perguntas sobre seu trabalho (ou sobre notícias que perderam ou escolheram não seguir). Algumas críticas serão úteis; algumas serão absurdas.

A crítica útil faz de você um melhor jornalista (e sua resposta grata constrói uma conexão valiosa, não só com quem lhe criticou, mas com outros que poderão notar e apreciar sua resposta).

Algumas das perguntas ou críticas podem fornecer ideias de pauta ou ângulos de seguimento. Você pode ser capaz de responder a outras olhando seu bloco de anotações, algo que deixou de fora, porque pensou erroneamente que leitores não gostariam (ou porque você se sentiu limitado pelo espaço ou restrição de tempo).

Eu até incentivo engajar com os leitores cuja crítica é hostil ou desrespeitosa. Alguns deles podem pensar que você não está ouvindo e você pode mudar a opinião respondendo respeitosamente. Em mais de uma ocasião, respondi amavelmente a um tuite sarcástico que tinha uma questão válida, e tornei esse tuite sarcástico em uma conversa amigável que terminou com um pedido de desculpas ou um tuite de agradecimento.

FONTE: IjNet, por Steve Buttry, Digital First Media.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Em um ano, Facebook cresce mais de 60% e vê Twitter encolher no Brasil

Maior rede social do mundo alcançou 43 mi de acessos e viu microblog cair 24%. Orkut despenca de vez e serviços menores como Tumblr despontam. O Twitter teve um ano ruim e registrou uma queda de pouco mais de 24% no número de usuários brasileiros, informa um levantamento anual da consultoria comScore sobre os acessos a redes sociais no país entre julho de 2011 e o mesmo mês desse ano.

Em julho do ano passado, o serviço de microblogging registrou 12,9 milhões de acessos únicos contra apenas 9,7 milhões no mesmo período de 2012. Além disso, também caíram as médias de visitas por visitante único, de 10,7 para 8,8. Calcula-se que a rede social tenha cerca de 40 milhões de contas no país.

Já o Facebook continua muito bem no Brasil, apesar dos resultados ruins obtidos em sua abertura de capital no mercado. Nos últimos 12 meses, a maior rede social do mundo viu seu número de acessos por aqui disparar de 25,7 milhões para 43,4 milhões. A média de acessos por visitante quase dobrou: foi de 19,2 para 35,4.

Orkut cai e redes menores sobem

Como outras pesquisas mostraram, o Orkut, antigo dono do posto de maior rede do país, registrou uma queda de mais de 40% no número de acessos, indo de 36,4 milhões para 20,6 milhões.

Enquanto isso, serviços sociais mais específicos seguiram tendência mundial e já ocupam espaço de destaque no país, atuando como possíveis “vilões” do Twitter.

O Tumblr, por exemplo, registrou 4,7 milhões de acessos em julho deste ano. Atualmente, o Brasil é o maior mercado fora dos Estados Unidos para o serviço de publicação, que é uma mistura de blog e rede social.

FONTE: IDGNOW!, por Redação.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Site do Twitter vai deixar de exibir qual ferramenta foi usada para tuitar

O gigante dos 140 caracteres tornou a vida do Hootsuite, Tweetbot, Ecofon e outra série de aplicativos de postagem mais difícil após deixar de exibir a procedência dos tuítes em seu site. As restrições levaram a criação da hashtag #OccupyTwitter, que acabou servindo de publicidade gratuita para o App.net - rival em potencial do Twitter.

Twitter vai deixar de mostrar a origem dos tuítes (Foto: Reprodução)

A mudança já tinha acontecido no aplicativo do Twitter para celular e, ao que tudo indica, apps de postagem no microblog vão perder pelo menos um pouco mais de publicidade grátis na rede.Com a ferramenta, antes era possível ver, por exemplo, que uma celebridade postava seus tuítes por TweetDeck (famoso serviço de publicação que foi comprado pelo Twitter no ano passado). Por outro lado, a mesma ferramenta deu chance para o surgimento de vários aplicativos que agendavam tuítes.

Agora todas as postagens no site parecem mais homogêneas e a privacidade do usuário está mais protegida, mas o Twitter continua de olho no surgimento de novos aplicativos para continuar no controle de como seu conteúdo é mostrado e, principalmente, como ele é monetizado.

FONTE: Techtudo, por Aline Carvalhal.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Twitter perde 24% de acessos no Brasil

Segundo pesquisa da consultoria comScore, o Twitter perdeu 24% de acessos no Brasil em um ano. Em julho de 2011, os ingressos eram de 12,9 milhões. No mesmo mês de 2012, eles caíram para 9,7 milhões.

Nos Estados Unidos, ao contrário do que ocorre no Brasil, o microblog vai bem. O número de acessos únicos subiu de 32,7 milhões, em julho de 2011, para 40,2 milhões em julho de 2012, avanço de 22%.

Segundo reportagem do jornal O Globo, o “Efeito Orkut” pode ser o motivo dos números ruins do microblog. Os usuários brasileiros gostam de ver fotos, conversar e interagir com outros internautas, atividades facilitadas em redes socais como o Facebook que, aliás, registrou aumento de 64%, chegando a 42,4 milhões de usuários brasileiros.

Fonte: AdNews!, por redação.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O futuro incerto do Twitter e a sua API

O Twitter é definitivamente um marco para a internet recente. Não apenas o serviço, mas toda uma cultura de compartilhamento rápido e mensagens em 140 caracteres. Infelizmente esse futuro aparece com nuvens escuras que podem trazer problemas em um futuro próximo.

Essa nuvem escura tem nome e sobrenome, podemos a chamar de “nuvem do fechamento de API” que surgiu graças à proteção de interesses financeiros da empresa nos últimos tempos. Para quem não esta por dentro, o Twitter divulgou recentemente que iria impor algumas novas regras para o uso de sua API, regras que definitivamente complicam uma parcela considerável de aplicações de terceiros.

Confira também: Google+ começa a liberar a sua API, mas tudo controlado por enquanto.

Este era um problema já enunciado, afinal, já faz algum tempo que a empresa demonstrou forte interesse em evoluir as suas plataformas próprias e fortalecer o uso de seu serviço através de suas próprias soluções. Alguns podem achar interessante, mas isto representa um perigo para os vários aplicativos e serviços que se baseiam em oferecer uma experiência diferenciada de acesso ao Twitter.

Para falar bem a verdade, o começo do Twitter foi muito impulsionado por sua API aberta e acessível, consolidando diversos aplicativos como as melhores formas de acessar o microblog. Entre esses podemos citar o Tweetdeck, que inclusive foi comprado pelo Twitter posteriormente. Mas também há o Seesmic, Hootsuite, Tweetbot, entre outros.

Mas a recente decisão do Twitter acaba sendo um problema que vai além dos desenvolveres, atinge diretamente os usuários. Além da falta de opções e de ser obrigado a usar um aplicativo único, podemos perder muitas oportunidades de descobrir novos usos para essa mídia social.


Por que o Twitter tomou essa decisão?

O mais obvio é que tem ligação direta com a tentativa de monetizar o serviço. Desde que o microblog começou a fazer muito sucesso, acredito que isto tenha ficado mais claro em 2009, ele sempre foi questionado quanto a sua sobrevivência financeira. Fazer um serviço gratuito é interessante, mas como vão pagar os servidores e funcionários? Ninguém vive de ar. Tudo isso também tem uma relação com diversos comentários dos CEOs da empresa, que afirmaram diversas vezes que não iria utilizar meios tradicionais (como banner) para conseguir dinheiro para o seu serviço. Você pode ver um retrospecto da publicidade no Twitter neste post.

Mas será que “proibir” os aplicativos de terceiros é melhor que ter banners? É uma questão bem complicada. Os aplicativos de terceiros são essenciais, mas apenas em uma época onde as aplicações oficiais do Twitter eram extremamente falhas. Agora o cenário mudou, mas ainda esta longe de ser ideal. Muitos apontam a falta de um bom aplicativo para Windows, o principal sistema operacional do mundo.

Não podemos nos esquecer de que diversos grandes desenvolvedores de aplicativos para Twitter se mostraram frustrados. Muitos deles, inclusive, entraram oficialmente com uma ação na FTC (Câmara Federal de Comércio dos Estados Unidos) alegando que a empresa está tomando ações que limitem a opção de escolha do usuário.

Como será o futuro?

Vai ser complicado. Evitar aplicações de terceiros é uma jogada interessante para a empresa, mas ao mesmo tempo muito arriscada. Pode custar muito usuários.

Ok, grande parte dos usuários nem sempre usam aplicações de terceiros mesmo. Mas quem mais os usa, são os “power users“, aqueles usuários que usam o serviço ao extremo, usando durante todo o dia, de diversas formas, exigem melhores ferramentas. Perder estes usuários pode ser um grande problema. São estes usuários que trazem mais, que convencem outras pessoas de que o serviço é bom, etc.

A única chance do Twitter é encontrar uma forma de continuar trabalhado bem com os seus principais desenvolvedores, mas também conseguir monetizar a sua plataforma (independente de como as pessoas usem).

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Facebook é a rede social preferida por 55% dos brasileiros

O Facebook já é a rede social mais popular do Brasil com bastante vantagem para o segundo colocado, que não é mais o Orkut, e sim o YouTube. Isso é o que mostra dados da Experian Hitwise sobre o acesso aredes sociais no Brasil durante o mês de julho de 2012.

A rede social mais acessada, o Facebook, já tem 55% da preferência dos usuários brasileiros. No mesmo mês de 2011 a participação do Facebook era de 18,2%.

Enquanto isso, o Orkut, que tinha 46% da preferência há um ano, agora aparece com apenas 12,42%. A rede do Google foi superada no período pelo YouTube, que tem 17,9% da preferência.

Entre outras redes, o Windows Live Home tem 2,4%, seguido pelo Twitter (2,3%) e Yahoo! Respostas (1,7%). O Google+ aparece com apenas 1,17% de preferência.

FONTE: Olhar Digital

terça-feira, 21 de agosto de 2012

As regras e dicas para você aprender como fazer promoções no Twitter

Apesar de muitos questionarem a eficácia de promoções no Twitter, essa ainda é uma das formas mais interessantes de divulgar o seu perfil e ajudar a ganhar alguns seguidores. Lembre-se que a promoção não deve sortear qualquer coisa, pois desta forma você estará atraindo seguidores que te abandonaram depois.

As promoções no Twitter já tiveram o seu auge, onde haviam inclusive perfis apenas para espalhar eretweetar promoções. Elas existem ainda, mas é um pouco mais incomum de se ver. Acho que podemos atribuir isso a falta de expectativa das pessoas em participar destas promoções e também das empresas que estão preferindo voltar os seus esforços ao Facebook. Falando nisso, se você quiser fazer promoções no Facebook, recomendo este nosso outro post.

Confira também: ‘Facebook Page Manager’, aplicativo oficial para gerenciar fan pages pelo smartphone. [Agora no Brasil também]

Então como eu faço uma promoção que realmente vale a pena?

Em geral, o objetivo de uma promoção é puramente para arrecadar seguidores, então o melhor é que você aproveite esta característica para encontrar bons seguidores. Não pense nos números, pense em seguidores qualificados e no número de interações.

E como eu faço para ter apenas “seguidores de qualidade”? Sorteie algo que o seu público-alvo realmente estime, algo que com certeza vai agradar quem for do ramo que você quer atingir. Produtos muito genéricos ou de pouco valor não chamam mais atenção. Sortear xícaras e canetas não vai funcionar.

Uma promoção pode ser muito mais interessante se envolver interação com os participantes, ou seja, não vai ser apenas um “tweete/retweete“, pode ser algo muito mais interativo. Você pode, por exemplo, fazer um quiz de alguns dias, cada resposta vale X pontos e quem tiver mais pontos ganha. As possibilidades são infinitas, basta usar a sua criatividade.


Uma promoção boa tem os seguintes elementos:
Busca seguidores de qualidade;

Sorteia produtos que tem valor para o público-alvo;

O valor do prêmio não deve ser baixo. Não falo em valor financeiro, mas o valor para aquele grupo de pessoas;

Busque interações com a promoção, não apenas números;

Quais são as regras do Twitter para fazer promoções e sorteios?

Segundo as diretrizes para sorteios e concursos do Twitter, as regras são as seguintes:
Desestimular a criação de várias contas;

Um dos maiores problemas do Twitter e qualquer promoção nele é que as pessoas gostam da ideia de criar vários usuários falsos para ter mais chance. Por respeito ao Twitter e até mesmo a sua marca, deixe claro que perfis suspeitos não podem levar o prêmio e o vencedor pode ser desqualificado se for comprovado que o mesmo participou com mais de um usuários.

Desestimular o envio repetido de um mesmo tweet;

Normalmente nestes sorteios alguns usuários ainda acreditam que enviar tweets iguais várias vezes ao dia irá aumentar as chances deles ganharem. Você não deve apenas desencorajar, mas também fazer o máximo para evitar que isto aconteça. Se o seu sorteio servir apenas para gerarspam para os outros, não será muito interessante.

Sugira aos usuários que incluam no tweet uma @resposta ou @menção para facilitar a visualização dos competidores;

Todos os participantes ao enviarem um tweet/retweetarem uma mensagem devem colocar um @~~ direcionado para o seu perfil, deste modo você consegue controlar melhor as participações.
Incentive o uso de temas relevantes no seu concurso;

Não apenas pela regra, mas até pelo sucesso de sua promoção é interessante que você crie uma #hashtag única para ela. Procure não usar uma hashtag que já esteja sendo usada, pois poderá gerar confusão entre os participantes e mensuração de resultados. O Twitter avisa que incentivar uso de tags que não estejam relacionadas ao tweet violam as regras do serviço.

Sigas as regras do Twitter;

O Twitter não tem muitas regras e elas são bem fáceis de entender, portanto, antes de fazer qualquer sorteio ou promoção, acesse este link e entenda um pouco melhor delas.

Fonte: Midiatismo, por Dennis Altermann.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Confira como as mídias sociais são usadas no ambiente de trabalho

Você pode acessar as mídias sociais em seu horário de trabalho? Se sim, elas atrapalham o seu rendimento ou geram mais produtividade? Confira o infográfico de uma pesquisa que contou com a participação de 1.709 profissionais, de presidentes a estagiários, mostrando se as mídias sociais geram produtividade ou distração no ambiente de trabalho.


Fonte: Você S/A

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Twitter é a rede que mais estimula o compartilhamento

Pesquisa revela que o site é 33 vezes mais eficiente que o Google+. O Facebook pode ter (muito) mais usuários que o Twitter, mas no quesito compartilhamento a rede de microblogs deixa a de Mark Zuckerberg para trás. Um estudo da empresa de análises Umpf revelou que entre as quatro principais do mercado - Facebook, Twitter,LinkedIn e Google+ -, é oTwitter que se destaca.

A Umpf estudou 100 sites de entretenimento, saúde, tecnologia, negócios e conteúdo geral; entraram The Independent, Telegraph, Forbes, CBS News, Mashable, TechCrunch, entre outros. A consultoria queria saber quantas vezes cada notícia era compartilhada por cada uma das quatro redes.

O resultado mostrou que a cada 100 milhões de usuários, 197,3 preferem espalhar conteúdo pelo Twitter. O Facebook apresenta média de 41,8 a cada 100 mi, o LinkedIn, 15,2 por 100 mi, e o Google+, seis por 100 mi. Isso significa que o LinkedIn é 2,5 vezes mais eficiente que o G+, o Facebook, sete vezes, e o Twitter, 33 vezes.

Oficialmente dono de um banco de 170 milhões de usuários, o Google+ está atrás em todos os segmentos e, separadamente, o Facebook aparece sempre na frente.

E você, costuma compartilhar conteúdo por qual rede?


FONTE: Olhar Digital.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Maiores empresas estão cada vez mais presentes nas mídias sociais

Estudo Global Social Media Check-up, da Burson-Masteller, analisa o comportamento das 100 companhias listadas no ranking mundial da Fortune em canais como Facebook e Twitter. As 100 maiores empresas do mundo estão utilizando cada vez mais as redes sociais. É o que indica a terceira edição do estudo Global Social Media Check-up, realizado pela Burson-Masteller. A pesquisa examinou como as companhias listadas no ranking global da Fortune utilizam as plataformas de mídias sociais mais populares (Twitter, Facebook, Youtube, Google Plus e Pinterest) e concluiu que 87% têm perfis em pelo menos um dos canais analisados, o que representa um aumento de 10% desde 2010.

Mais uma vez, o Twitter se destacou, sendo o mais popular, com 82% das citações. No total, em um único mês, as 100 maiores empresas globais juntas foram mencionadas 10.400.132 vezes nas redes sociais, especialmente no microblog. No período, o Youtube foi o que mais cresceu: aumentou em 79% o número de marcas com um canal oficial no site. Em média, cada brand channel tem mais de dois milhões de visualizações e 1.700 inscritos.

Os resultados mostram uma tendência de expansão da criação de conteúdo, engajamento e divulgação nas redes sociais, e acompanham o amadurecimento dos próprios canais. Em um ano, o número médio de seguidores por perfil corporativo no Twitter quase triplicou, passando de 5.076 para 14.709. No Facebook, a média de “curtir” por companhia aumentou 275% desde 2010.

As empresas também estão mais comprometidas com os consumidores na internet: 79% se relacionam no Twitter por meio de RTs (retweets) e menções e 70% respondem aos comentários recebidos no Facebook. A cada dia, as mídias sociais ganham mais importância na estratégia das marcas: 74% acreditam na importância de ter uma fan page; 93% atualizam sua página no Facebook semanalmente; 48% estão no Google Plus, e 25% possuem conta no Pinterest.


FONTE: Mundo do Marketing, por Sylvia de Sá.

Empresas preferem o Twitter

O Twitter é a rede social mais usada pelas maiores empresas mundiais, aponta o "Estudo Global Social Mídia Check-up". Conduzida pela Burson-Masteller, a pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 17.

Os dados indicam que 80% das 100 primeiras empresas da lista estão na rede de microblogging. Companhias como Telefônica, Santander e Repsol têm em média 15 mil seguidores no Twitter, quantidade triplicada desde 2011.

Youtube e Facebook são, respectivamente, as outras duas redes mais usadas no mercado corporativo. Segundo o relatório, 79% das empresas avaliadas têm canal próprio no site de vídeos, índice que era de 57% no ano passado. No Facebook, 74% das companhias possuem ao menos uma página na plataforma. Mesmo sendo recente, o Google+ armazena perfil de 48% das empresas.

Fonte: AdNews, por Redação via agência Efe

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cinco passos para fidelizar consumidores nas redes sociais

Pesquisa “Tribos Urbanas e As Marcas na Pós-Modernidade”, realizada pela Millward Brown, aponta os caminhos que as empresas devem seguir para manter o sucesso em meio à concorrência. Não é novidade que a internet transformou a forma de relacionamento entre as marcas e os consumidores, que se tornaram produtores de conteúdos exigentes. O imediatismo vem fazendo com que as empresas busquem novas formas de entregar aos seus clientes mais que produtos, mas também propósitos e experiências. A pesquisa “Tribos Urbanas e As Marcas na Pós-Modernidade”, realizada pela Millward Brown, aponta os cinco caminhos para que a marca mantenha essa fidelidade.

A utilização cada vez mais intensa das redes sociais é um dos fatores que vem propiciando um estreitamento de relações e demandando das empresas um esforço cada vez maior quando o assunto é gerar impacto nos consumidores. O primeiro passo do caminho apontado pela pesquisa é trabalhar a marca dentro do conceito de Branding, além de promover uma experiência envolvendo os cinco sentidos. “Marcas como a Natura fazem isso muito bem. Vemos propagandas onde ela não vende seus produtos, mas seus propósitos. Cada vez mais o consumidor exige isso. Vender simplesmente já não é mais um caminho de sucesso”, explica a pesquisadora e coordenadora do estudo Aurora Yasuda, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro ponto que deve ser observado é o relacionamento baseado no lazer, entretenimento e humor, já que estes são os assuntos mais buscados pelos consumidores quando se pensa em internet, especialmente nas redes sociais. “As pessoas buscam as redes como uma forma de entretenimento. Elas trazem uma extensão da infância”, completa a pesquisadora Lívia Bellato, que também coordenou o estudo.

Redes Sociais
Estimular o protagonismo do consumidor é outro fator primordial que deve ser observado pelas empresas na hora de se relacionar na internet, já que a multiplicidade de canais torna o internauta parte integrante do processo de comunicação. A pesquisa também aponta como importante a adaptação da marca aos valores locais como uma forma de se destacar em um mercado altamente competitivo. “Os valores locais facilitam a identificação do consumidor. É como um McDonald’s, por exemplo. Hoje eles já oferecem pães, saladas e café. Essa é uma forma de se adaptar aos costumes locais e conquistar o consumidor”, afirma Aurora.



A análise mostra ainda que as marcas precisam dar uma atenção especial à forma de se relacionar com seus consumidores por meio das redes sociais. Apesar de se tratarem de importantes ferramentas de comunicação, os dados apontam que muitas empresas ainda não sabem como lidar com as fan pages, ou as confundem com espaços somente para ações de Marketing.

“As marcas e os fãs ainda fazem um pouco de confusão sobre esse trabalho. Falta entender que a rede social é um local para relacionamento e não para Marketing apenas. As empresas não trabalham muito bem isso. As fan pages não são muito bem exploradas em todas as suas potencialidades. O consumidor é 2.0, mas as marcas ainda estão no analógico”, completa Aurora.

A análise aponta a importância de um trabalho correto nas redes sociais para se aproximar dos consumidores e conquistar um lugar prestigiado no dia a dia dos fãs. Segundo os dados, em relação ao conceito de vantagem, as marcas aparecem com um índice de 62% entre os consumidores que são fãs contra 19% entre os que não são. O percentual é de 67% para os fãs em performance contra 19% para os não fãs. No quesito relevância da marca, o índice é de 83% entre os consumidores fãs, contra 37% entre os que não são. A presença da marca surge em 100% dos fãs, enquanto entre os não fãs esse percentual é de 50%. Já o share of wallet é de 13,3% entre os fãs, contra 2,8% entre os não fãs.

O trabalho “Tribos Urbanas e As Marcas na Pós-Modernidade” foi realizado em dezembro de 2011 a partir de um fórum qualitativo online com 30 jovens entre 18 e 25 anos de idade e analisou dados secundários de materiais publicados na internet e comunicações, que vêm sendo utilizadas pelas marcas para apoiar a enumeração de tendências que emergem dos comportamentos.

FONTE: Mundo do Marketing, por Letícia Muniz

Twitter é a rede social mais acessada no trabalho, de acordo com pesquisa

Estudo sobre hábitos dos internautas também descobriu que o Facebook é mais acessado de casa e o Orkut a partir de lan houses. A E.life, empresa de gestão de redes sociais, realizou um estudo sobre os hábitos e comportamentos dos internautas brasileiros nas mídias sociais, com o objetivo de mostrar como os usuários avaliam e utilizam as redes que acessam. No total, foram 1316 entrevistados no período de novembro de 2011 a fevereiro de 2012.

O resultado revelou, entre outros dados, que 28,3% dos entrevistados dedicam 40 horas ou mais à internet por semana, o que significa quase 6 horas por dia. Também foram identificadas as redes mais usadas pelos brasileiros: Facebook, com 88,9%; o Twitter, com 41%; o MSN, com 34,3%; o Orkut, com 31,7% e o YouTube, com 21,7%.

Quando questionados sobre que atividades praticam na internet, 84,8% disseram que utilizam seu tempo online para acessar as redes sociais e ter conversas virtuais em tempo real. De acordo com 43,1% dos usuários, o principal objetivo deles nas redes, é manter contato com amigos, colegas e parentes.

Também são hábitos comuns dos internautas obter informações de interesse; ler notícias; conhecer pessoas; acessar dados sobre lazer e entretenimento; divulgar conteúdo próprio; pesquisar sobre empresas, produtos e serviços; além de jogos online e fins profissionais.

Perfis

A pesquisa descobriu que existem distinções entre os tipos de usuários das principais redes sociais mais utilizadas, o que resultou em dados curiosos.

No Facebook, a maioria dos usuários acessam a rede de casa (92%) e do desktop (70,2%). Já o Twitter é a rede mais acessada no trabalho (49%), enquanto o Orkut é a plataforma menos acessada via smartphone e notebooks, mas é o site mais visto em lan houses. Por fim, o YouTube é a segunda rede mais acessada no trabalho (40,2%), porém, o uso nas escolas e faculdades é baixo (24,5%).

Se você ficou curioso para ver o estudo completo, clique aqui.

FONTE: Olhar Digital

quinta-feira, 5 de julho de 2012

5 dicas das MARCAS que mais engajam fãs nas redes sociais

Veja o que Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat têm a dizer sobre como gerenciam seus perfis na rede. Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat, nesta ordem, foram os perfis de marcas que mais fizeram barulho com fãs nas redes sociais no mês de maio, de acordo com o ranking do indexSocial.

Para medir o nível de engajamento de cada marca, foram levados em conta interações como comentários, curtidas, votos, menções e retuítes no Facebook, noTwitter e no YouTube.

Além de aumentar a base de fãs em ambientes interativos, essas marcas estão conseguindo construir discussões, compartilhamentos, identificação e diversão em suas páginas.

A seguir, você vai ver: para gerar engajamento, até postar conteúdos durante a madrugada está fazendo a diferença.

Veja as dicas das cinco campeãs sociais:

1 Publique conteúdos relevantes

"Administramos as nossas páginas com diversos tipos de conteúdo, desde narrações de jogos, com posts de um em um minuto, até informativos sobre o clube, a hora do jogo,contratações, escalações, promoções com camisas ou bola autografada e ingressos", disse Rafael Neves, Gerente de Esportes da Brahma

"Vídeos exclusivos para as redes também têm um potencial gigante".

De acordo com Rafael, os 18 perfis de Brahma Futebol - um de Brahma Seleção e 17 dos clubes - são administrados pela Esporte Interativo e envolvem cerca de 25 pessoas.

"Um dos principais motivos do sucesso é que cada torcedor tem o seu ambiente, com conteúdos individuais para cada clube. Criamos um ponto de encontro dos torcedores e falamos na língua deles".

2 Esteja atento às métricas

De acordo com Bruna Buás, gerente de marketing digital de Guaraná Antarctica, um dos segredos é monitorar as atividades das páginas. "Temos métricas muito bem definidas e formas de mensurar o que efetivamente é importante para o nosso consumidor", explica.

A marca possui três pessoas na AmBev voltadas para a administração das redes sociais, além das agências DM9DDB, que faz a comunicação da marca, e Espalhe, responsável pelo conteúdo digital.

"Geralmente, qualquer tipo de conteúdo que incentive a interação e a participação dos fãs, que tenha um "call to action", gera resultado", conta Bruna.

Embora a marca atualize os perfis em qualquer horário do dia, inclusive durante a madrugada, foi possível ver por meio de métricas que a movimentação aumentava nos intervalos para refeições.

"Na hora das refeições, por exemplo, sempre postamos fotos de comidas que combinem com Guaraná Antarctica. Depois de um certo tempo, começamos a incentivar os consumidore a mandar suas próprias fotos. Essa possibilidade de fazer parte do nosso conteúdo aumentou o engajamaneto."

FONTE: EXAME, por Cris Simon.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Tuiteiros sugerem manipulação em enquete da Globo

A grande final da Taça Libertadores da América deixará uma lembrança desagradável para o personagem Louro José e a produção do "Mais Você", da Globo. O papagaio de Ana Maria Braga se tornou alvo de uma campanha no Twitter em razão do jogo de hoje, em que Corinthians enfrenta o Boca Juniors pelo título inédito ao clube brasileiro.

Corintiano declarado, o personagem pediu à apresentadora permissão para ir ao Pacaembu assistir à partida. Então foi promovida uma votação pelo site da Globo: "Ana Maria deve liberar o Louro para assistir à final?" E foi aí que a internet entrou em ação.

A tuiteira Bic Miller, criadora do blog de humor Morri de Sunga Branca, criou uma campanha contra a ida do papagaio. A enquete, que de acordo com Mauricio Stycer, do UOL, registrava mais de 90% de votos favoráveis, foi invertida e, nesta manhã, 75% não queriam ver Louro José no estádio.

Quando o programa começou, a própria Ana Maria se pronunciou, dizendo que muita gente estava votando. Uma hora depois, justificou a então vitória do "não" com a afirmação de que torcedores de outros times votavam contra.

Pelo Twitter, o papagaio se pronunciou: "Tem uma idiota de um site fuleiro, que eu nunca ouvi falar, um tal de sunga branca, que jura que é popular. Segundo ela, a votação virou porque ela pediu para as pessoas votarem ‘não’ no site. Tá se achando demais hein de tanga branca? E ainda disse que só a Ana gosta de mim, concordam?"

Depois, o perfil de Tom Veiga, que interpreta o personagem, soltou: “A Ana Maria não manda em mim, aliás, ninguém manda!” A esposa dele, Alessandra Veiga, usou a mesma conta para subir mais o tom: "Eu tô c@gando pra essa votação. O Tom vai ao jogo de mesmo jeito, só não vai passar no programa."

A votação foi encerrada com o placar apertadíssimo de 50.75% para o "sim" e 49.25% para o "não", o que revoltou os tuiteiros. A hashtag #LouroJoseDeSungabranca foi parar nos trending topics e gerou questionamento dos usuários quanto a uma possível manipulação dos dados.

Bic Miller, que conversa com os revoltosos, disse que "se serviu pra alguma coisa essa brinks com o louro josé, foi que vimos pela primeira vez com parciais uma enquete manipulada pela globo (sic)".

A reportagem tentou contatar a assessoria do Mais Você, mas não obteve retorno até a publicação.

FONTE: AdNews, por Redação.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Os usuários nas redes sociais

A pesquisa realizada pelo pessoal da Hí-Mídia e da M Sense, aponta o comportamento dos usuários nas redes sociais.

Segundo a pesquisa mais de 20% dos usuários do Facebook sentem-se expostos na rede sociail. Além de apontar o Orkut como a segunda rede social. Acreditem, a maioria disse acessar pelo menos uma vez por dia.

Mas o mais interessante é o apontamento que apresenta uma “concorrência” entre o Facebook e o Twitter. Dividindo as redes sociais em grupos.

Para as empresas que ainda temem a entrada da marca na internet e nas redes sociais aí vai um número considerável: 95% dos usuários entrevistados diz acessar redes sociais frequentemente.

Confira:

FONTE: Dirigida Comunicação

Twitter barra publicação automática de posts no LinkedIn

Parceria, que já durava mais de 2 anos, acabou por decisão da rede de microblogues; agora é necessário postar manualmente tuítes na rede profissional. O Twitter anunciou nesta sexta (29) o fim de uma parceria de dois anos e meio com o LinkedIn, que permitia a postagem automática de tuítes no perfil da rede de contatos profissionais.

De acordo com um post no blog oficial do LinkedIn, a partir de hoje (29), os tuítes não serão mais exibidos automaticamente na rede social. O texto aponta que a decisão foi do Twitter, e faz parte de uma estratégia da rede de microblogues para "focar-se em na experiência do usuário por meio de um set de produtos e ferramentas".

Agora, para postar em ambas as plataformas, é preciso estar logado no Linkedin, escrever um post, clicar no ícone do Twitter e publicar. Postagens do Twitter agora precisam ser inseridas manualmente no LinkedIn.

Ao que tudo indica, a decisão faz parte da estratégia do Twitter de se concentrar conteúdo em suas plataformas, tanto web quanto mobile.

FONTE: IDGNow!, por redação.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Eleição começa a esquentar no Twitter

A E.life apresentou os resultados de um monitoramento realizado no Twitter, entre os dias 1º e 31 de maio, que reúne os principais comentários sobre os potenciais candidatos a prefeitos em São Paulo. José Serra foi mencionado em 35% dos posts, seguido por Fernando Haddad, com 26,5% das citações, e Gabriel Chalita, com 11,3%.

O estudo monitorou 19 potenciais candidatos a prefeito da cidade de São Paulo. São eles: Andrea Matarazzo (PSDB), Bruno Covas (PSDB), Carlos Giannazi (PSOL), Celso Russomanno (PRB), Eduardo Jorge (PV), Fernando Haddad (PT), Gabriel Chalita (PMDB), Guilherme Afif Domingos (PSD), Ivan Valente (PSOL), José Aníbal (PSDB), José Serra (PSDB), Luiz Flávio Borges D’Urso (PTB), Netinho de Paula (PCdoB), Paulinho da Força (PDT), Paulo Maluf (PP), Ricardo Tripoli (PSDB), Rodrigo Garcia (DEM), Soninha Francine (PPS) e Tiririca (PR).

A E.life contabilizou 4.598 tweets com menções a esses nomes. Os cinco mais citados foram, respectivamente, José Serra (PSDB), mencionado em 35% dos posts; Fernando Haddad (PT), com 26,5% das citações; Gabriel Chalita (PMDB), com 11,3%; Soninha Francine (PPS), com 10,2% e Celso Russomanno (PRB), que apareceu em 6,8% das mensagens.

Para o levantamento, foram considerados “pré-candidatos” que tiveram maior volume de posts, independentemente de pareceres positivos ou negativos. Seguem abaixo os resultados por ordem de volume de menções.



FONTE: Proxxima