quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Google favorece sites com páginas no Google+ e cliques +1, revela pesquisa

Estudo de empresa de marketing digital mostra que presença ativa na rede da empresa e cliques no botão +1 são os que têm maior impacto no ranking do buscado. A Tasty Placement, empresa americana especializada em marketing digital, divulgou uma pesquisa sobre como a presença em mídias sociais altera o posicionamento da marca no ranking de buscas do Google - fundamental para qualquer site.

Para realizar o estudo, a Placement criou seis sites semelhantes - um ficou como controle, e os outros cincos utilizaram como meio de divulgação apenas uma rede social. Dez meses depois, foi analisado o impacto que cada mídia teve sobre o ranking do Google.

Como era de se esperar, a mais relevante foi o Google+. O site que utilizou somente a rede da empresa de buscas para divulgação teve aumento médio de 14,6 posições no disputado ranking.

Na sequência, o que mais pessou foram votos no botão +1, com aumento de 9,44 posições em média. Depois, o Facebook (6,9), Twitter (tuítes e retuites), com 2,88 posições. O pior resultado foi o do site cujo único foco foi aumento de seguidores no Twitter, que caiu 1,2 posição, em média.

Curiosamente, o site-controle, que não fez qualquer atividade social, manteve-se inalterado no ranking.

De acordo com a empresa, o estudo revela a importância crescente que o Google está dando a sua própria rede e às interações via botão +1, o que pode ser um fator importante na batalha da empresa contra o poder crescente do Facebook na Internet.

Veja o infográfico detalhando a pesquisa:


FONTE: IDG Now!

5,6 milhões de crianças estão cadastradas ilegalmente no Facebook

Apesar de ser proibido para menores de 13 anos, estima-se que o Facebook tenha 5,6 milhões de usuários abaixo dessa faixa etária. A quantidade, revelada por um estudo da June Consumer Reports, equivale a 3.5% da quantidade de pessoas que usam o site nos Estados Unidos.

De acordo com o levantamento, o Facebook chega a excluir até 800 mil contas por ano por pertencerem a internautas com menos de 13 anos. E a rede social não costuma explicar como faz para encontrar os infratores.

Especialista ouvidos pela Reuters acreditam que boa parte dessas crianças e pré-adolescentes é ajudada pelos próprios pais para criarem seus perfis.

O limite etário é instituído por muitos sites porque o Ato de Proteção à Privacidade Online de Crianças (COPPA, na sigla em inglês) determina que haja tratamento diferenciado para quem tem até 12 anos. A ideia é evitar que esse público se torne alvo de publicidade dirigida.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O Twitter despenca; e despenca porque merece

No ambiente árido do jornalismo sem pautas, o Twitter viveu seu período de demiurgo eletrônico no Brasil.

Para parte expressiva da mídia hegemônica, o microblog atestava a veracidade de fatos, reproduzia a opinião popular e definia se fulano era ou não uma celebridade.

Enfim, começam a escassear os textos jornalísticos abertos com a referência aos trending topics, espécie de ranking de expressões evocado para validar qualquer tendência de opinião.

Interessados em redimensionar os fatos, esquerdas colegiais e direitas profissionais empenham-se, ainda hoje, em reproduzir hashtags, replicando verdades, boatos ou qualquer asneira conveniente.

A esperança é ver o mote celebrizado em reportagens do UOL, do G1 ou do Estadão, entre outros portais jornalísticos.

Foi realizando esse job, por exemplo, que profissionais experientes garantiram lugar nos quartéis de trollagem e guerrilha virtual do eterno candidato do conservadorismo bandeirante.

Não à toa, José Saramago convenceu-se de que tuitar não tinha notória relação com a síntese de ideias, mas com a erosão da linguagem e do próprio pensamento.

“Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação”, sentenciou. “De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.”

“Revolução manipulada”

E houve, sim, quem grunhisse horrorosamente nas páginas nervosas do passarinho azul.

Foi o caso da estudante de Direito que surtou depois da vitória de Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010.

Utilizando a rede social da instantaneidade, mal digitou: “Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a Sp: mate um nordestino afogado!”.

Naquele momento, o Twitter funcionava como efetivo instrumento de multiplicação e replicação da propaganda política, sobretudo da oposicionista. Assim, outros 1037 internautas incautos embarcaram na “vibe” e postaram textos preconceituosos semelhantes.

Desde que o sistema de mensagens foi criado, em 2006, diversos grupos e movimentos trocaram o sentido pelo volume, pelo número e pelo alarido.

A rigor, a rede da concisão não foi desenhada para educar, esclarecer ou estimular a reflexão. A proposta é gerar alertas numa cultura de informação cada vez mais fragmentada e sem autoria conhecida.

Em várias ocasiões, mundo afora, o Twitter potencializou levantes justos, especialmente de jovens, como no caso dos estudantes chilenos que pugnam em defesa da educação pública e gratuita.

Nesse caso, o Twitter funcionou eficazmente como uma ferramenta tática de aglutinação. As reivindicações do movimento, como se sabe, têm sido debatidas profundamente em outros canais virtuais e, principalmente, nas reuniões realizadas nas escolas, com microfone ou megafone, no velho estilo do movimento estudantil.

Quando alçado à posição de doutrinador expresso, o Twitter mostra-se um canal impróprio e potencialmente nocivo. Na chamada “Primavera Árabe”, o microblog arregimentou, mas também confundiu e contribuiu para gerar violência.

A chamada “Revolução do Twitter”, ocorrida em 2009, na Moldávia, produziu um legado de dúvidas e de ressentimentos entre muitos dos participantes, que hoje julgam ter sido manipulados pelas forças políticas em conflito no país.

Naquele ano, a articulista Anne Applebaum, do Washington Post, escreveu sobre a presença de membros do serviço de segurança entre os manifestantes mais violentos.

Applebaum referiu-se a “um novo tipo de revolução manipulada” e afirmou que tinha sido relativamente fácil enraivecer as pessoas e levá-las a queimar prédios do governo.

Desde o ano anterior, o país era citado pela imprensa internacional como um dos mais infelizes do mundo, após a divulgação de uma pesquisa da Universidade de Michigan.

Queda nos acessos

Servindo como ferramenta para estimular revoluções com causas duvidosas, o Twitter apenas ocupou o lugar de outros canais digitais, utilizados desde meados da década de 1990.

Muitos dos líderes dos movimentos “revolucionários” desse período, como o Otpor! (Sérvia), Kmara (Geórgia) e Pora (Ucrânia), foram treinados e financiados por agências governamentais e entidades identificadas com os ideais liberais e conservadores.

O jornal britânico The Guardian, por exemplo, apontou como incentivadores dessas ações o Departamento de Estado norte-americano, o Instituto Republicano Internacional (fundado por inspiração do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan) e o Open Society Institute, do empresário George Soros.

Em um artigo da New York Times Magazine, de novembro de 2000, o jornalista Roger Cohen inquiriu diretores de várias dessas organizações sobre o suposto apoio ao Otpor.

Paul B. McCarthy, do National Endowment for Democracy, confirmou ter ministrado palestras de formação para os jovens e admitiu que boa parte dos US$ 3 milhões gastos pela entidade na Sérvia, entre 1998 e 2000, tinham sido destinados ao grupo insurgente.

Pode-se perfeitamente considerar como delírio a teoria de que o Twitter foi criado por uma conspiração da direita internacional para derrubar governos contrários aos interesses norte-americanos.

No entanto, é certo que os experts em sabotagem política se utilizam de todas as ferramentas disponíveis, até aquelas de natureza puramente comercial, com o objetivo de fortalecer suas organizações.

Nunca um meio definiu tanto a qualidade de uma mensagem, numa escala que espantaria o teórico da comunicação Marshall McLuhan.

No Brasil, agentes midiáticos do neoconservadorismo, como o piadista Rafinha Bastos, com milhões de seguidores no microblog, exibem a forte penetração desse canal entre os jovens.

De repente, porém, o oráculo passarinho parece que já não alça voos tão altos no país. Segundo a consultoria comScore, especializada no mundo digital, entre julho de 2011 e julho de 2012, a queda no número de acessos únicos no Twitter foi de 24%. Expressiva!

No total, 25% dos usuários não acessaram o microblog uma única vez nesse período.

Conector de massas

Há limitações técnicas que podem explicar esse crescente desinteresse do brasileiro pelo sistema. Se ainda nos agrada a conversa, a dinâmica interativa das turmas e a imagem do outro, o Twitter se nos afigura pobre.

Simultaneamente, há quem já perceba o quanto o microblog é avesso ao aprofundamento de debates e o quanto serve à manipulação de vastos contingentes de pessoas, seja na condição de cidadãos ou de consumidores.

Em parte considerável dos usuários, o Twitter gera comportamentos de reação, muitos deles automatizados. Utilizado como função fática ou como equipamento de aceleração da realidade, configura-se como um sistema redutor do pensamento.

Nesse programa mental condicionado, etapas do processo de cognição são queimadas. Os signos adquirem vida própria, trafegando através das pessoas, escamoteadas do processo de filtragem de conteúdos e elaboração de signficados.

Quando assim configurado, o microblog é daqueles engenhos de comunicação que Paul Virilio possivelmente encontraria no coração da “bomba informática”, que engana, confunde e deseduca.

Talvez os brasileiros estejam percebendo, antes dos norte-americanos, as armadilhas desse conector de massas agregado à revolução tecnológica. Talvez estejam, simplesmente, empreendendo um ajuizado plano de fuga.

FONTE: AdNews, texto de Walter Falceta Jr tirado do Observatório da Imprensa.

Facebook cria mapa que mostra amizades internacionais

Visualização interativa identifica conexões entre usuários de diferentes países. O Facebook disponibilizou nesta segunda-feira (10/9) um mapa interativo que mostra as conexões de usuários da rede social com pessoas de outras nações. A iniciativa faz parte do projetoFacebook Stories, que busca divulgar as pessoas que usam a plataforma de formas extraordinárias.

Os gráficos são baseados no número de amizades que há entre dois países diferentes, levando em consideração o número total de amizades dentro de um país. De acordo com a ferramenta, os brasileiros no Facebook teriam mais ligações com usuários de Portugal, República Democrática do Congo, Espanha, Argentina e Japão, respectivamente.

Através de pequenos textos, o Facebook Stories busca explicar as relações de brasileiros com japoneses e congoleses. "Entre 2003 e 2010, as negociações entre Brasil e Congo foram multiplicadas por quinze, passando de US$ 22 milhões a US$ 324 milhões anuais", diz o site, que cita a visita ao país africano que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez em 2007.

Já na explicação sobre a conexão Brasil/Japão, o Facebook frisa a imigração de nipo-brasileiros de segunda ou terceira geração para o país asiático. No entanto, a rede social comete o erro de dizer que a vinda de japoneses para cá se iniciou no final dos anos 70, enquanto se trata de um movimento centenário.

O mapa pode ser acessado aqui.

FONTE: Olhar Digital

O verdadeiro poder do Pinterest

Muito se fala no Pinterest, mas as vezes fica difícil entender porque uma rede social baseada no simples compartilhamento de imagens é tão influente - especialmente entre as mulheres. Seu grande atrativo é comercial, já que boa parte do conteúdo é ligada ao e-commerce.

O infográfico da Fast Company traça um bom panorama do que acontece entre uma "pinada" e outra:


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Facebook é a melhor rede social para discutir política, diz pesquisa

A pesquisa online "Rede social é lugar para política?" realizada no mês de agosto com 332 pessoas de todo o País pela empresa eCRM123, especializada no assunto, apontou que o Facebook é a melhor ferramenta para discutir política.

A empresa criada por Mark Zuckerberg é apontada como o lugar preferido para falar sobre o tema. 85% afirmam que a as redes sociais são meios de comunicação adequados para discutir política. Falar sobre política no Facebook é aceito por 40% dos entrevistados, 37% acreditam que todas as redes sociais são eficientes para a discussão, enquanto 11% preferem ver o tema no Twitter.

Com o levantamento dos dados, a pesquisa concluiu que 86% dos eleitores gostariam de continuar interagindo com os seus candidatos nas redes sociais mesmo após as eleições e 89% acreditam que prefeituras e governos estaduais deveriam utilizar mais as ferramentas interativas para discutir política com a população.

O CEO da eCRM123, José Jarbaas, responsável pela pesquisa, explicou que a interatividade entre a população e os candidatos mídias sociais é um grande desafio. “Existe uma perda grande de seguidores (eleitores) em virtude do mau uso das redes”, afirmou. Para o executivo, o conteúdo postado pelos candidatos é geralmente "fraco e frustrante”.


FONTE: Portal Comunique-se, por Redação.

Dez maneiras como Twitter é valioso para jornalistas

Veja como o Twitter pode ser útil a jornalistas.

1. Notícias urgentes

Quando uma notícia de última hora surge na sua comunidade, seja um acidente aéreo, ataque terrorista, terremoto, inundação, assassinato em massa ou tempestade de neve, as pessoas que assistem ao evento e passam pela experiência tuitam sobre ele. O desafio do repórter na cobertura de notícias sempre foi o de tentar encontrar pessoas que testemunharam o evento ou foram afetadas por ele. Usando a pesquisa avançada do Twitter, você pode rapidamente encontrar e se conectar com essas pessoas para entrevistá-las e/ou para citar ou incorporar seus tuites em suas matérias.

2. Seguir pessoas e organizações de valor noticioso

Pessoas públicas e organizações em sua comunidade usam o Twitter para anunciar notícias, expressar opiniões, responder a pessoas da comunidade. Qualquer uma destas mensagens pode ser notícia. Se você não segue as pessoas e organizações em sua editoria, vai perder notícias certamente como se ignorasse seus releases, conferências de imprensa e declarações confusas que fazem em seus discursos públicos...

3. Crowdsource

Especialmente se você reuniu um número considerável de seguidores que compartilham seus interesses e se consegue envolvê-los efetivamente em conversa, seus seguidores podem fornecer respostas rápidas às suas perguntas e ajudar a encontrar rapidamente fontes para matérias. Encontrar as fontes certas pode ser um exercício demorado para um repórter tradicional. Para um usuário eficiente do Twitter, as respostas podem vir em segundo. Você poderá ter de verificar essas respostas, mas tem que fazer isso na reportagem tradicional também.

Crowdsource (usar informações do público através da rede social) com Twitter nem sempre funciona, mas só gasta um ou dois minutos para criar um tuite eficaz. Se isso não funcionar, você sempre pode recorrer a cair ao desenvolvimento de fonte tradicional. Mais provavelmente, vai encontrar algumas fontes úteis no Twitter, economizando algum tempo, e pode concentrar seus esforços em encontrar as últimas fontes que precisa.

Andy Carvin da emissora NPR dos EUA é mestre em crowdsource com o Twitter. Leia seus relatos de como seus seguidores no Twitter ajudaram a desmascarar a especulação de que os israelenses estavam armando rebeldes líbios e ajudou a desmascarar a notícia sobre a garota gay em Damasco teria sido presae que ela era realmente um homem heterossexual na Geórgia.

4. Buscar fontes

Se você não tem muitos seguidores ou se seus seguidores não sabem as respostas que você está procurando, o Twitter ainda pode ajudá-lo a encontrar as fontes. Use a pesquisa avançada para procurar pessoas em sua comunidade usando palavras-chave que possam indicar interesse ou experiência no assunto que você está relatando. Ou verifique a hashtag relacionada ao tema que está trabalhando e veja se algumas das pessoas tuitando sobre o assunto podem ser fontes úteis. Ou você pode procurar por nomes ou palavras-chave nos perfis dos usuários do Twitter, buscando pessoas que trabalham para a empresa sobre a qual está escrevendo ou uma pessoa específica que você pode não conseguir alcançar por telefone mas que tuita sobre o assunto do seu interesse.

5. Reunir declarações da comunidade

A matéria com um homem na rua é um clichê (machista) do jornalismo. Se você está parado nesta reportagem, o melhor é fazê-la rapidamente e passar para algo que seja uma maneira melhor de gastar o seu tempo. Se você está realmente na rua ou em um shopping center ou um evento da comunidade, muitas vezes aborda várias pessoas que não querem falar com você; mais pessoas que não sabem nada sobre o problema sobre o qual você está perguntando; e ainda mais pessoas que não têm nada de interessante a dizer. Obter uma resposta útil de cada cinco tentativas é um resultado bom; uma em cada 10 não é incomum.

Faça sua pergunta no Twitter (se você construiu uma substancial comunidade engajada) e você obterá respostas rápidas, todas de pessoas que têm algo a dizer sobre o assunto (algumas ainda não tão interessantes). Você pode querer usar uma mistura de Twitter, Facebook e a tradicional reportagem na rua.

Uma ressalva: Se você usar esta técnica várias vezes, precisa se ​​proteger contra usar as mesmas pessoas que podem responder a cada vez que você faz uma pergunta. Mas jornalistas demais "usam os suspeitos de sempre" em suas editorias, de modo que não é um problema exclusivo do Twitter...

6. Ideias de pauta

Você pode obter ideias de pauta no Twitter de pelo menos duas maneiras diferentes:

Ouça a conversa da comunidade. Um único tuite pode apresentar uma boa ideia de pauta. Ou tuites múltiplos sobre o mesmo tema que podem lher dar uma ideia sobre que algo está se tornando um tema quente que você deve cobrir.

Utilize ideias do público. Quando eu era editor do Cedar Rapids Gazette, Molly Rossiter era nossa repórter de religião. Ela desenvolveu um relacionamento forte com muitas pessoas da comunidade no Twitter envolvidas em diversas organizações religiosas. Quando um feriado ou grande evento estava chegando, Molly perguntava por ideias a sua comunidade no Twitter para matérias relacionadas com a Quaresma ou a Páscoa, por exemplo, e muitas vezes obtinha respostas úteis.

7. Economizar tempo

Eu não vou fingir que o Twitter não pode ser um desperdício de tempo. Você pode certamente perder tempo enquanto lê tuites, responde e segue links se não tem disciplina no uso do Twitter. (Em breve vou atualizar minhas dicas 2010 de gestão de tempo no Twitter como parte desta série.) Mas você também deve saber que o uso inteligente do Twitter pode economizar tempo.

Observe nos pontos acima as maneiras como o Twitter economiza tempo na cobertura de notícias urgentes, para encontrar fontes, obter respostas às suas perguntas e desenvolver ideias de pauta. Eu não sou um repórter, mas escrevo muito sobre jornalismo digital e a indústria de notícias, por isso sou muito como um repórter nesse sentido. O Twitter me ajuda a encontrar a notícia e o comentário que preciso ler sobre a minha editoria mais rapidamente do que as outras fontes que tenho usado para me manter informado...

8. Distribuir conteúdo

Esta é a primeira maneira como muitos jornalistas e organizações de notícias reconhecem o valor do Twitter. Quando você publica uma matéria ou post de blog, compartilhe um link ao artigo com uma comunidade engajada no Twitter e você verá um aumento imediato no tráfego. Praticamente todos os dias quando eu publico algo novo no meu blog, o Twitter é a principal fonte de tráfego para o blog. Isso não significa que o Twitter é a melhor fonte. Muitas redações obtêm melhores resultados com o Facebook. Mas você dever usar ambos...

Quando seus seguidores retuitam seus links, gera mais tráfego. Se alguém com muitos seguidores, como Jay Rosen, Jeff Jarvis ou Carvin Andy, retuita um link para meu blog, eu noto um aumento quase imediato no trânsito. (Jay, Jeff, Andy, Jim, se quiser me ajudar a demonstrar isso hoje...)

9. Continuar a conversa

Depois de postar um link para o sua matéria, vídeo galeria de fotos, ou blog mais recente, convide seus seguidores em um tuite (ou alguns tuites) a discutir o assunto ou evento. Faça algumas perguntas e responda às respostas. Podem lhe dar algumas ideias de seguimento. Seus tuites podem fazer uma atualização para acrescentar à matéria. Podem lhe dar algum feedback útil. Eles vão apreciar a conversa.

10. Responder às críticas e perguntas

Jornalistas que se envolvem no Twitter invariavelmente leem algumas críticas e perguntas sobre seu trabalho (ou sobre notícias que perderam ou escolheram não seguir). Algumas críticas serão úteis; algumas serão absurdas.

A crítica útil faz de você um melhor jornalista (e sua resposta grata constrói uma conexão valiosa, não só com quem lhe criticou, mas com outros que poderão notar e apreciar sua resposta).

Algumas das perguntas ou críticas podem fornecer ideias de pauta ou ângulos de seguimento. Você pode ser capaz de responder a outras olhando seu bloco de anotações, algo que deixou de fora, porque pensou erroneamente que leitores não gostariam (ou porque você se sentiu limitado pelo espaço ou restrição de tempo).

Eu até incentivo engajar com os leitores cuja crítica é hostil ou desrespeitosa. Alguns deles podem pensar que você não está ouvindo e você pode mudar a opinião respondendo respeitosamente. Em mais de uma ocasião, respondi amavelmente a um tuite sarcástico que tinha uma questão válida, e tornei esse tuite sarcástico em uma conversa amigável que terminou com um pedido de desculpas ou um tuite de agradecimento.

FONTE: IjNet, por Steve Buttry, Digital First Media.