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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Facebook é a melhor rede social para discutir política, diz pesquisa

A pesquisa online "Rede social é lugar para política?" realizada no mês de agosto com 332 pessoas de todo o País pela empresa eCRM123, especializada no assunto, apontou que o Facebook é a melhor ferramenta para discutir política.

A empresa criada por Mark Zuckerberg é apontada como o lugar preferido para falar sobre o tema. 85% afirmam que a as redes sociais são meios de comunicação adequados para discutir política. Falar sobre política no Facebook é aceito por 40% dos entrevistados, 37% acreditam que todas as redes sociais são eficientes para a discussão, enquanto 11% preferem ver o tema no Twitter.

Com o levantamento dos dados, a pesquisa concluiu que 86% dos eleitores gostariam de continuar interagindo com os seus candidatos nas redes sociais mesmo após as eleições e 89% acreditam que prefeituras e governos estaduais deveriam utilizar mais as ferramentas interativas para discutir política com a população.

O CEO da eCRM123, José Jarbaas, responsável pela pesquisa, explicou que a interatividade entre a população e os candidatos mídias sociais é um grande desafio. “Existe uma perda grande de seguidores (eleitores) em virtude do mau uso das redes”, afirmou. Para o executivo, o conteúdo postado pelos candidatos é geralmente "fraco e frustrante”.


FONTE: Portal Comunique-se, por Redação.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pesquisa mostra como se comportam os internautas brasileiros

IBOPE Nielsen Online mapeia dias e horários de maior atividade online na web em julho. O Brasil possui cerca de 48,3 milhões de usuários ativos na internet. Os dados são do IBOPE Nielsen Online e têm como base o comportamento do internauta brasileiro em julho deste ano.
De acordo com a pesquisa realizada, os homens representam 53% dos usuários que acessam à rede de casa ou do ambiente de trabalho, restando às mulheres 47% da audiência.

Já sobre os hábitos do internauta brasileiro em julho, registrou-se maior atividade online nas segundas e terças-feiras, dias em que 75% dos usuários se conectaram à internet. Assim como o horário médio de picos de acesso foi entre 17 e 18 horas.

Durante o mês analisado, os usuários que acessaram comunidades e redes sociais permaneceram em média nove horas e 40 minutos conectados a esse tipo de site, assim como outros usuários permaneceram duas horas e nove minutos assistindo a vídeos e 43 minutos visitando lojas de comércio online.

FONTE: IBOPE

Twitter perde 24% de acessos no Brasil

Segundo pesquisa da consultoria comScore, o Twitter perdeu 24% de acessos no Brasil em um ano. Em julho de 2011, os ingressos eram de 12,9 milhões. No mesmo mês de 2012, eles caíram para 9,7 milhões.

Nos Estados Unidos, ao contrário do que ocorre no Brasil, o microblog vai bem. O número de acessos únicos subiu de 32,7 milhões, em julho de 2011, para 40,2 milhões em julho de 2012, avanço de 22%.

Segundo reportagem do jornal O Globo, o “Efeito Orkut” pode ser o motivo dos números ruins do microblog. Os usuários brasileiros gostam de ver fotos, conversar e interagir com outros internautas, atividades facilitadas em redes socais como o Facebook que, aliás, registrou aumento de 64%, chegando a 42,4 milhões de usuários brasileiros.

Fonte: AdNews!, por redação.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

55% dos brasileiros usam web para comprar itens para a casa

Mais da metade dos brasileiros usam a internet para a compra de produtos para a casa. As informações são da pesquisa Global Shopper Marketing E-Commerce, realizada pela Nielsen. Segundo a análise, 55% da população usam as lojas virtuais, média acima do restante da América Latina, que é de 42%.

O percentual aumenta quando o assunto é a pesquisa para a compra de mantimentos (78%) e a busca pelas ofertas online (73%). Ainda segundo o estudo, 63% dos brasileiros utilizam a internet para comparar preços de alimentos, 60% para buscar informações, 43% para ler tablóides de lojas de alimentos, 36% para buscar cupons, 32% para pesquisas, 15% para dar feedback sobre um mantimento em mídias sociais e 10% para a utilização de listas de compras online.

Quando questionados sobre os produtos que pretendem comprar nos próximos três a seis meses, em primeiro lugar aparecem os eletrodomésticos (38%), seguidos por telefonia e acessórios (34%), ingressos para entretenimento (30%), livros, jornais e revistas (29%), serviços de reserva de viagem (25%), roupas e acessórios (25%), aplicativos para computador (23%), câmera digital (23%), mobília e decoração (18%), equipamentos de informática (17%), flores, presentes e brinquedos (15%), alimentos e bebidas (15%), livros eletrônicos (11%), automóveis, motocicletas e acessórios (11%), produtos para a saúde (10%), artigos relacionados a animais de estimação (9%) e suprimentos de limpeza (8%).

FONTE: Mundo do Marketing, por Leticia Muniz

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Google vai colocar mensagens do Gmail na busca principal

Mecanismo de pesquisa promete resultados mais completos e interessantes. Em um artigo com futuras novidades, o Google mostrou que o próximo passo para o buscador é apresentar também informações provenientes do Gmail, o serviço de email mais usado do mundo segundo dados da ComScore. A pesquisa na página inicial ou na barra do Chrome vai apresentar também mensagens armazenadas no email sem que o usuário precise adicionar comandos especiais para que a mágica aconteça.

“Às vezes a melhor resposta para a sua pergunta não está disponível publicamente na web.” Aí entra a pesquisa integrada com o Gmail. De acordo com o Google, um buscador deve apresentar resultados universais que respondam questões levantadas pelo internauta. Por isso que mensagens do Gmail vão aparecer na barra lateral à direita, na primeira página de pesquisa do buscador. O usuário tem que estar logado com a conta Google.


A companhia dá como exemplo o planejamento de uma viagem de bicicleta até Tahoe. Na pesquisa apareceriam mensagens de amigos que recomendam as melhores rotas para chegar a este destino. O buscador também apresentaria bons lugares para comer na barra à direta – o Google não deixa claro se o recurso utiliza informações do Gmail ou de outros produtos da empresa, como o diretório de lugares do Google+.

Quem disse que a bruxaria para aqui? Inteligente que é, o algoritmo lê as mensagens do usuário e sabe quando ele recebeu um email de companhia aérea confirmando um voo. Portanto, a pesquisa por “my flights” apresentará os últimos voos que pipocaram no email da pessoa. Já estou esperando o grito enfurecido dos defensores da privacidade. Eles com certeza vão reclamar de mais uma integração que depende de informações do usuário presentes em outros serviços do Google.

Outra implementação interessante diz respeito à pesquisa com uma palavra-chave “Gmail”. O Google diz que o usuário coloca “Gmail” combinado com outras palavras porque quer saber de informações vindas do serviço de email. Resolveram adicionar ao algoritmo o comportamento de mostrar as mensagens na coluna maior da pesquisa quando o nome do Gmail aparecer na caixa de pesquisa, em vez de dedicar uma caixa menor na barra à direita.

O Google afirma que quer colocar a pesquisa integrada ao Gmail também nos celulares, mas o recurso fica complicado de implementar porque depende de criptografia por SSL. Por enquanto ele marca presença somente nos computadores convencionais para quem tem Gmail em inglês e topa participar do programa de testes. Não funciona com endereços gerados pelo Google Apps, espécie de Gmail para empresas.

FONTE: Tecnoblog, por Thássius Veloso.