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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Google favorece sites com páginas no Google+ e cliques +1, revela pesquisa

Estudo de empresa de marketing digital mostra que presença ativa na rede da empresa e cliques no botão +1 são os que têm maior impacto no ranking do buscado. A Tasty Placement, empresa americana especializada em marketing digital, divulgou uma pesquisa sobre como a presença em mídias sociais altera o posicionamento da marca no ranking de buscas do Google - fundamental para qualquer site.

Para realizar o estudo, a Placement criou seis sites semelhantes - um ficou como controle, e os outros cincos utilizaram como meio de divulgação apenas uma rede social. Dez meses depois, foi analisado o impacto que cada mídia teve sobre o ranking do Google.

Como era de se esperar, a mais relevante foi o Google+. O site que utilizou somente a rede da empresa de buscas para divulgação teve aumento médio de 14,6 posições no disputado ranking.

Na sequência, o que mais pessou foram votos no botão +1, com aumento de 9,44 posições em média. Depois, o Facebook (6,9), Twitter (tuítes e retuites), com 2,88 posições. O pior resultado foi o do site cujo único foco foi aumento de seguidores no Twitter, que caiu 1,2 posição, em média.

Curiosamente, o site-controle, que não fez qualquer atividade social, manteve-se inalterado no ranking.

De acordo com a empresa, o estudo revela a importância crescente que o Google está dando a sua própria rede e às interações via botão +1, o que pode ser um fator importante na batalha da empresa contra o poder crescente do Facebook na Internet.

Veja o infográfico detalhando a pesquisa:


FONTE: IDG Now!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

AIDA: A fórmula mágica do Marketing

AIDA. Uma das mais antigas fórmulas no mundo de direitos autorais (início do século passado).Alguns acreditam que está obsoleta. Eu não. É a pedra angular de todas as fórmulas que têm surgido, até hoje.

Não estou a exagerar quando digo que esta fórmula simples gerou bilhões de dólares em vendas. A coisa é seria.

Durante gerações, redatores, publicitários e profissionais de marketing em todo o mundo têm confiado nela. Agora você vai descobrir o que é e como você pode se beneficiar de seu uso.

O QUE É AIDA?

A missão de um anúncio é atrair o leitor, de modo que ele vai olhar para a propaganda e começar a lê-la e, depois, interessá-lo, de modo que ele vai continuar a lê-la e, depois, para convencê-lo, de modo que quando ele leu ele vai acreditar. Se um anúncio contém estas três qualidades de sucesso, é um anúncio de sucesso. (Elias St. Elmo Lewis)

A – Atenção: captar a atenção dos seus clientes potenciais.

I – Interesse: interesse despertado neles a partir da solução que você propõe.

D – Desejo: intensifica o desejo de ter a sua solução.

A – Ação: pedir-lhes para agir de uma determinada maneira.


Si em qualquer conteúdo que você postar ou qualquer carta de vendas ou vídeo que chegue aos prospect por este processo os resultados são garantidos. Simples? Verdade? Mas não é fácil. A verdadeira chave está nos detalhes, em como fazê-los de forma eficaz e credível.

Vamos ver um por um em que esses elementos são especificados:

1. CAPTAR SUA ATENÇÃO

Este é o passo-chave. Você deve capturar a atenção do visitante e que este queira continuar a ler (ou ouvir ou ver como o meio escolhido). Se isto falhar todo o resto será inútil.

Normalmente, para obter a atenção fazemos mediante a uma promessa ou alguma pergunta que está ligada com algum sofrimento/frustração / ou um desejo do nosso prospect. Estas são as primeiras linhas do texto a serem lidas. Ou, os primeiros segundos de seu vídeo ou áudio.

A chave para capturar a atenção é conhecer bem seus prospects. Descubra qual é o diálogo que está acontecendo em suas cabeças e saberá como chamar sua atenção. Que coisas os preocupam? Quais são seus objetivos? O que desejam acima de tudo?

Normalmente usamos os títulos e manchetes para chamar a atenção. Veja os 10 melhores blogs de mídias sociais no Brasil. Adicionar elementos que despertam curiosidade, controvérsia ou algo do tipo, assim você terá uma fórmula vencedora para chamar a atenção de seus clientes potenciais.

Dica: Comece o texto abordando suas perspectivas e seja especifico na identificação de tais. Isso irá atrair potenciais clientes, nós só queremos que as pessoas se interessem por nossa oferta ou conteúdo.

2. DESPERTAR SEU INTERESSE

Temos atraído a sua atenção. Agora queremos que você se interesse pelo o que temos a lhe oferecer.

Nos parágrafos seguintes, vamos criar o interesse simplesmente aprofundando essa promessa que eu fiz. Sabemos qual é seu problema e nós temos uma solução. Aqui começamos a introduzir a solução certa para ele ou ela.

Uma boa maneira de criar o interesse é destacando questões/frustração que você tem. Por exemplo, “Você quer continuar desperdiçando anos de sua vida (e dinheiro) em estratégias de aprendizagem para atrair clientes para o seu negócio que simplesmente não funcionam.” Então, o que você tem agora é uma mensagem que faz seu prospect tomar consciência do problema que enfrenta.

Existem muitas outras maneiras. Por exemplo, contando uma história que ilustra o sofrimento suportado por seu cliente e como o protagonista da história finalmente conseguiu o resultado que queria, graças a sua solução.

3. GERAR UM DESEJO GENUÍNO

O simples interesse não é suficiente para que alguém compre, leia ou faça qualquer outra coisa que você pedir em sua oferta/conteúdo. Isto requer que você esteja disposto a possuir o que você tem a oferecer: a solução para o seu problema.

Para criar esse desejo, podemos começar enumerando e testando os benefícios que estão associados com a promessa que nós usamos para chamar sua atenção. Nós também podemos relacionar o conteúdo das características do produto ou serviço com benefícios específicos que você terá.

Que transformação vai finalmente conseguir o prospect se aceitar a sua oferta? É uma mudança em sua vida que ele busca há tempos. Transformação é o último passo para gerar esse desejo no prospecto. Consiste em envolvê-lo (e que o imagine em sua cabeça) que a sua solução é passar de ponto A (frustração / problema) para o ponto B (situação desejada). Mas, acima de tudo, você precisa criar o desejo que sua oferta é irresistível. 

4. SOLICITAR AÇÃO AGORA

Depois de capturar a atenção do visitante, despertar o interesse nele o que você tem a oferecer e gerar um desejo genuíno de dizer o que você quer fazer em seguida.

Você tem que pedir ao perspect que atue na direção que você deseja. É decidir, que se converta em cliente contratando seus serviços, que compre o seu produto, que deixe sua informação de contato, etc, segundo o objetivo de sua oferta.

Algumas recomendações:
Adicionar no último momento um bônus (produto adicionado ou serviço) a sua oferta final.
Facilitar o processo de compra. Opções diferentes, com faixas de preço diferentes. Diferentes modos de pagamento (mensal e anual).
Citação de um impacto negativo, se você não comprar o produto agora.
Adicionar um elemento de urgência. Por exemplo, oferecer um desconto ou um bônus por um tempo limitado.
Mencionar que não há risco em comprá-lo se você não está satisfeito, vamos devolver o dinheiro.

E muito mais. Você tem várias opções para aumentar a “pressão” sobre o prospect e o converter em cliente.

CREDIBILIDADE: O ÚLTIMO INGREDIENTE

Há um último item que você precisa adicionar à fórmula para torná-la realmente eficaz: a credibilidade.

A credibilidade é o elemento que faz tudo possível. Se seu prospect não acredita no que você prometeu, seus esforços nunca se materializam em venda. Seja realista e mostre que a sua promessa é verdadeira e que merece a sua confiança.

Use a fórmula AIDA como um guia para suas cartas de vendas, anúncios e, em última instância, por qualquer conteúdo em uma determinada ação que necessita do seu leitor (ouvinte ou telespectador).

Um exercício: analise as letras das vendas e outras promoções e veja se está em conformidade com as fases da fórmula. Esta é uma boa forma de aprender a usá-la.

Conhecia? Você já usou? Compartilhe sua experiência com a AIDA deixe o seu comentário.

FONTE: Marketing Digital 2.0, por Bruno.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A diferença entre o Marketing Digital B2B e B2C

Uma das ótimas indicações que já recebi do Eric Santos, CEO aqui na Resultados Digitais, foi o livro The Ultimate Sales Machine, do autor Chet Holmes. No capítulo 4 (disponível gratuitamente em inglês) é apresentado o conceito do Stadium Pitch, umas das sacadas mais geniais que já vi sobre vendas e marketing.

O autor identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão. Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. O restante é apresentado na pirâmide abaixo:


Na maioria dos eventos e publicações sobre Marketing Digital, o que costumamos ver são cases e dicas de grandes empresas que vendem para consumidor final (B2C). O problema é que essas técnicas são replicadas – normalmente sem sucesso – para empresas B2B. A pirâmide acima vai nos ajudar a entender a principal razão para esse fracasso.

O Marketing Digital B2C

Muita gente já deve ter ouvido falar de como a Dell vendeu mais de US$ 3 mi em notebooks nos EUA através seu perfil no Twitter e então tirou a conclusão que vender em 140 caracteres era a solução de todos os problemas.

O problema é que essa abordagem direta funciona apenas para o topo da pirâmide, ou seja, para os 10% que já estão comprando ou dispostos a ouvir. No exemplo acima, essa abordagem direta faz sentido em termos de números somente porque o mercado de interessados em notebooks é gigante e cíclico. Os 10% comprando agora ou dispostos a ouvir são um número mais do que suficiente para gerar um volume imenso de vendas.

Ainda, para muitos produtos B2C a demanda já é latente. As pessoas já sentem a necessidade do produto e basta um estímulo (ex. promoção) para que elas tomem a ação da compra. Cabe às empresas B2C criarem awareness e desejo dos consumidores pela sua marca, e depois garantirem que suas ofertas sejam “encontráveis” pelas pessoas que já estão neste estágio da compra. Claro, tudo isso sempre acompanhado de uma oferta competitiva.

Para marcas como a Dell, oferecer um atrativo (no caso, preço) é o suficiente para que a oferta se torne famosa e um percentual relevante de pessoas acabe comprando. Outro exemplo é o sucesso das compras coletivas, que reúnem boas ofertas em um único local e aceleram a compra por impulso.

Outro ótimo exemplo de Marketing Digital B2C no varejo brasileiro é a Netshoes. Seus links patrocinados e banners personalizados em sites de esportes são extremamente efetivos para gerar e capturar demanda.

Reparem que nos exemplos acima as empresas possuem canais de venda direta pela própria Internet. Há ainda uma infinidade de outras empresas B2C que estão longe disso e usam o Marketing Digital basicamente da mesma forma que no marketing tradicional (em TV, rádio, etc.): para gerar afinidade com a marca e demanda no ponto de venda.
Por isso vemos cases como o da página no Facebook do Guaraná Antártica ou histórias emocionantes como Eduardo e Mônica, da Vivo. Nesse caso, é tudo uma grande aposta, já que há pouca mensuração de quanto uma ação desse tipo de fato contribui para vendas.

Cabe aqui uma observação importante: vendas B2C mais complexas, como por exemplo apartamentos, carros e investimentos financeiros, tendem a ser mais racionais e podem ser tratadas da mesma forma que o Marketing B2B, que vemos a seguir.

O Marketing Digital B2B

Em B2B geralmente acontece o contrário. Os produtos têm uma venda complexa e ciclo mais longo. Como a demanda concreta e um mercado consolidado muitas vezes nem existe, cabe às empresas vendedoras atuarem como evangelistas da solução.

Voltando à pirâmide, também podemos pensar no seguinte: o número de pessoas querendo tomar refrigerante ou comprar computador é incomparavelmente maior que o número de empresas contratando uma consultoria ou um software de CRM, por exemplo. Assim, focar na venda direta para o topo da pirâmide já não alcança um número muito alto de clientes.

A situação é ainda pior se lembrarmos que as vendas B2B não são levadas pela emoção, diferentemente de B2C. Há muito mais risco, pessoas, pesquisas e análises envolvidas no processo, o que torna a confiança no fornecedor essencial.

Como alcançar então um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilide? É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta: imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% da pirâmide se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, Twitter e Facebook, etc. – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja. É preciso falar algo interessante para a pirâmide toda continuar ouvindo.

Não é à toa que você vai ler em nosso blog, por exemplo, posts sobre como aumentar a geração de Leads e vendas através do marketing digital, mas não vai encontrar um post sobre as funcionalidades e benefícios do nosso software. Esse conteúdo educativo, relevante e capaz de ajudar as empresas de nossos leitores tem um potencial muito maior de atrair e reter pessoas em todos estágios da pirâmide.

Também é importante usar o Marketing Digital para relacionamento com os potenciais clientes. Assim é possível criar credibilidade ao longo do tempo e ser lembrado como referência quando chegar o momento da compra pelo cliente.

Por fim, outro efeito benéfico dessa estratégia é acelerar o processo da venda. Ao fazer esse trabalho de educação e evangelização, os clientes movem mais rápido da parte de baixo para a parte de cima da pirâmide.

Obs.: O livro citado apresenta apenas a pirâmide e a abordagem indireta de vendas. A implicação disso nas diferenças entre B2B e B2C é uma adição minha.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Receita das mídias sociais vai alcançar US$ 16,9 bilhões

Gartner indica que publicidade continuará sendo a maior fonte de receita, alcançando um total de US$ 8,8 bilhões. A Gartner avalia que a receita global de mídias sociais alcance US$ 16,9 bilhões neste ano. Isso representa aumento de 43,1% com relação ao ano passado, afirmou a consultoria. O relatório revela que a publicidade continuará sendo a maior fonte de receita, alcançando um total de US$ 8,8 bilhões.

"O uso de mídiais sociais online amadureceu, e mais de 1 bilhão de pessoas em todo mundo vão usar redes sociais neste ano. Embora o número de usuários de mídias sociais seja grande e, em alguns casos cada vez mais maduros em seus padrões de uso, o mercado ainda está em seus estágios iniciais de uma perspectiva de receita", afirmou em nota Neha Gupta, analista-sênio de pesquisa da Gartner.

FONTE: Proxxima.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Email: barreira ou aliado para o crescimento

O e-commerce brasileiro atravessa um período de forte crescimento. De acordo com a e-bit, empresa de análise de informações do varejo on-line, o setor atingiu um faturamento de R$ 18,7 bilhões em 2011, valor 26% maior que em 2010, e agregou durante o ano nada menos que 9 milhões de novos e-consumidores, 61% deles integrantes da classe C, que chegaram com sede nas lojas virtuais por conta do aumento do acesso à banda larga e o incremento do poder aquisitivo. De olho nas boas ofertas e com maior poder de negociação, estes consumidores emergentes descobriram a facilidade, o conforto e as vantagens, incluindo os preços mais baixos, de comprar pela Web. Porém esta rápida evolução do comércio eletrônico e de novos modelos de negócios, como as compras coletivas, que somaram no ano passado 20,49 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 1,6 bilhão, poderão ser travados por uma ferramenta que inaugurou a indústria da Internet em seus primórdios no ano 2000: o email.

A expectativa da e-bit de um crescimento de 25% este ano no e-commerce brasileiro, o que representará um faturamento de R$ 23,4 bilhões, poderia até mesmo ser superada se os e-varejistas dedicassem a merecida atenção aos seus programas de email marketing, que, sem sombra de dúvida, são fundamentais na estratégia de geração de leads e engajamento com os consumidores. Mas ao que tudo indica os lojistas virtuais brasileiros ainda terão que empreender sérios esforços para transformar o email em uma poderosa ferramenta para promoção de seus produtos e serviços. Segundo o “Estudo Global de Entregabilidade de Email – 2º Semestre 2011″ – realizado pela Return Path, apenas 64,5% dos emails comerciais foram entregues nas caixas de entrada dos brasileiros na segunda metade de 2011.

Mais ainda, do total dos emails trafegados no País, 22,4% foram encaminhados para pasta de spam ou para o lixo, e 13,1% foram simplesmente bloqueados pelos provedores (ISPs) no período. O estudo concluiu que a média mundial de entrega de mensagens foi de 76,5%, posicionando o Brasil entre os países com os índices mais baixos de entregabilidade. O Brasil ficou abaixo, por exemplo, da Ásia-Pacífico, região com o pior índice, que registrou 66,5% de emails ingressando nas caixas de entrada.

Em uma análise por setores da economia, a indústria de games foi a que registrou o pior índice de entrega de emails no Brasil (apenas 40,1%), seguida por Saúde (68,6%), Telecomunicações (76,9%), Varejo (79,4%), Redes Sociais (87,4%), e Bancos (94,8%). O levantamento mostra que o cenário mundial também não apresentou resultados positivos. Historicamente, as taxas globais de entrega das mensagens foram de cerca de 80%, com um em cada cinco emails sendo direcionados para pasta de spam ou bloqueados. O estudo mostra que, pela primeira vez em três anos, houve uma sensível queda de 6% no segundo semestre do ano passado, trazendo a média global para 76,5% contra 81% no primeiro semestre de 2011, a pior já registrada desde que o estudo começou a ser feito pela companhia.

O volume de emails encaminhados para pasta de spam foi recorde no segundo semestre, chegando a 8,4%, e as mensagens não entregues ou bloqueadas pelos filtros dos provedores alcançou 15,1%, um índice 20% inferior ao dos seis primeiros meses do ano. As dificuldades enfrentadas pelos profissionais de marketing em melhorar as performances de suas campanhas de email marketing estão diretamente relacionadas com a não adoção das melhores práticas para envio das mensagens, o que ajudaria a melhorar consideravelmente a reputação dos remetentes e, consequentemente, a incrementar as taxas de entrega.

O avanço do comércio eletrônico está sendo acompanhado por uma eclosão no número de mensagens eletrônicas, o que leva os provedores a se tornarem cada vez mais exigentes para liberar suas barreiras e entregá-las nas caixas de email dos consumidores. Neste cenário, quem quiser vencer a batalha do varejo virtual terá que cuidar com atenção da sua reputação. É isso ou baixar as portas e perder clientes para concorrência.

E então? Vai continuar mandando suas mensagens pro lixo?

FONTE: Mundo do Marketing, por Experian Virtual Target via Louis Bucciarelli – Country Manager Return Path Brasil

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Redes sociais promovem novos campos de trabalho.

O EPTV na Escola desde ano é sobre as Redes Sociais, uma das matérias sobre o assunto que foi exibida no dia 21 de julho fala sobre a frente de empregos que estão se abrindo neste ramo. Isso mostra que marketing nas redes sociais não é brincadeira. Entendam melhor clicando no link abaixo:

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-regional/videos/t/edicoes/v/redes-sociais-promovem-novos-campos-de-trabalho-em-campinas/2052475/#

Porque as agencias digitais estão bombando?

O site de notícias Search Engine Watch publicou uma reportagem sobre as cinco razões pelas quais o número agências de marketing digital está crescendo tanto.

A expressão usada pelo SEW para descrever o crescimento: “nearly light speed” (quase na velocidade da luz) traduz um exagero até explicável.

A reportagem faz uma comparação com o cenário digital de pouco tempo atrás. No ano de 2009, por exemplo, havia somente duas mídias sociais expressivas: o Facebook e Twitter. Hoje, contamos comYouTube, Google+, Linkedin e a mais nova Pinterest.

Nesse ritmo também cresceu o número de agências digitais, que estão cada vez mais disponíveis parapequenas e médias empresas.

A cada dia o número de razões pelas quais as agências digitais estão aumentando e poderia ser facilmente estendido, mas vamos às cinco:

Priorização

Com o aumento de mídias sociais, cresce também as dúvidas das empresas em compreender qual canal é mais eficaz para o seu caso.

Este é o momento em que as agências digitais podem ajudar especificando os objetivos e priorizando o foco em cada um dos canais disponíveis.

Especialização
Segundo a SEW, o marketing digital se tornou como a medicina: poucos clínicos gerais e muitos especialistas.

O marketing antes da era 2.0 era (relativamente) fácil, os tipos de campanhas eram mais simples e as empresas que tinham algum orçamento para investir na área, escolhiam o rádio ou a televisão para suas campanhas de marketing.

Hoje em dias, as empresas buscam aprofundamento em recursos como SEO, PPC, SEM. Com tantas tecnologias surgindo, é impossível que uma só pessoa seja especialista em todas estas áreas. Por isso, a especialização das agências se torna imprescindível, já que elas podem oferecer experts específicos em cada área.

Globalização/Localização

Há um tempo, você só se sentia ameaçado com concorrentes que estavam do outro lado da rua. Agora, com a globalização, a concorrência vem de todo mundo. E, com o crescente aumento dos e-commerces, a distância entre clientes e vendedores está cada vez menor.

As agências, que trabalham com vários clientes, tem a vantagem de manter seu conhecimento sempre atualizado e conhecer as táticas de concorrência. Estas habilidades se tornaram essenciais porque no cenário corporativo atual, visto que, ou a empresa se torna o predador ou a presa.

CaudaLonga


Conhecendo as ferramentas grátis, como as do Google, por exemplo, é possível entender por que várias agências digitais fazem o trabalho com custo abaixo do marketing convencional.

Isso se deve a facilidade do trabalho na internet e de seu pequeno custo com suas ferramentas. O termo “agência de marketing digital” não é mais usado somente para se referir às grandes empresas. Atualmente, muitas agências locais trabalham para pequenas e médias empresas com orçamentos variados.


Métrica

Com o aumento de serviços contratados, cresce também o número de valores investidos em marketing digital.

As agências digitais, diferentemente dos departamentos internos de marketing, possuem um mecanismo mais efetivo de resultados.

“Como resultado, eles geralmente têm as métricas mais consistentes e relatam paradigmas para mensurar os programas e justificar autorizações orçamentais.” Isto é altamente valioso para empresas que precisam de campanhas e resultados eficazes.

Contando com as facilidades e, principalmente, com a abrangência do marketing digital, é fato que sua empresa deverá contar com os serviços da web para continuar progredindo.

Porém, independentemente de você decidir contratar uma agência digital agora ou no futuro, é melhor se acostumar com elas; considerando o acelerado ritmo de mudança no marketing online, o número de agências irá aumentar tanto quanto os serviços por eles prestados.

FONTE: W/BUZZ MD, por Cyndi Lemos.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Porque sua empresa tem que estar no Facebook?

Muitas pessoas ainda acham que as rede sociais foram feitas apenas para aumentar nosso Network, mas isso é coisa do passado. Estudos apontam, principalmente no Brasil o quanto as redes sociais são papéis fundamentais hoje na escolha de um produto ou na relevância de uma marca. Sabendo disso gostaríamos de mostrar a você 7 motivos pelos quais você deve se preocupar com o Marketing Digital de sua empresa, seja ela pequena ou grande. Você mesmo sabendo mexer nas redes sociais nem sempre tem certos artifícios que um profissional especializado na área tem. Não estamos dizendo que você não possa fazer, mas queremos que você faça o melhor para que sua empresa cresça, já que ninguém quem ser lembrando por um marketing negativo, certo?


Se mesmo assim você ainda não se convenceu, a Experian Marketing Services elaborou uma lista que ajudam a mostrar o alcance do Facebook. E de que maneira isso pode ajudar o seu empreendimento.

1. O Facebook é a principal rede social em países como EUA, Canadá, Brasil, França, Austrália.

2. O Facebook é o site mais acessado nos Estados Unidos e o segundo mais acessado no Brasil, França e Reino Unido.

3. No Brasil, em abril deste ano, o Facebook recebeu quase 10% de todas as visitas da internet.

4. No País, também no mês de abril, uma em cada quatro páginas vistas pelos usuários de internet pertenciam à rede social.

5. A rede social criada por Mark Zuckerberg recebeu 27,08% de page views no Brasil. Nos Estados Unidos, foram mais de 400 bilhões de page views.

6. No Brasil, o tempo médio de visitas no Facebook é superior a 24 minutos.

7. O termo ‘facebook’ é o mais buscado nos Estados Unidos. No Brasil, ele foi o termo mais buscado durante o ano passado.

Se você ainda tem alguma dúvida, saiba que fazer sem entender como funciona o marketing em redes sociais  você pode estar prejudicando sim a imagem de sua empresa. Queremos ajudar você a ser o verdadeiro Expert de marketing social de sua empresa. Como?


terça-feira, 17 de julho de 2012

A importância das mídias sociais para as empresas

A internet vem movimentando a economia em todos os setores. O e-commerce, as mídias sociais, o SEO, o marketing digital em geral e diversas outras estratégias online já possuem altos índices de investimento. Entretanto, no Brasil, muitas empresas ainda deixam a desejar quando o assunto é a projeção no mercado online. Muitas corporações sequer possuem um site para se relacionarem com os clientes via web, e não entendem a importância de estar presente nesse nicho.


Uma matéria da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, fala sobre o crescimento das empresas através das mídias sociais:

“Dados de uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week com as 100 empresas mais valiosas ao redor do globo mostraram que os empreendimentos que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas finais mais recheadas. Em média, empresas que investiram em mídias sociais cresceram 18% em um ano, enquanto aquelas que investiram pouco nas redes tiveram queda de 6%, em média, em suas receitas no mesmo período.”

As mídias sociais não trazem somente benefícios em termos de fidelização do cliente. Através delas é possível conhecer, de maneira direta, quem são as pessoas que compram e utilizam a marca, e entender o que elas pensam. O trabalho de um social media, em uma corporação, é um trabalho de inteligência, capaz de trazer resultados muito expressivos para a organização.

O Brasil é o segundo país em número de usuários no Facebook, segundo dados do grupo Socialbakers, que acompanha o tráfego na rede social. Com isso, é importante saber qual a percepção da empresa pelos clientes. Não basta ter apenas uma interação alta com o produto, mas ter um número expressivo de pessoas que gostem e falem bem da marca, para que sua percepção gere engajamento e impacte positivamente as vendas da empresa.

Segue abaixo um vídeo em que Cátia Lassalvia, consultora de marketing digital e coordenadora do curso de pós-graduação do Senac fala sobre o impacto das redes sociais no ambiente corporativo.

FONTE: Blog da Lívia Lamblet.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

SoLoMo, o futuro é social, local e móvel.

Para quem gosta de novos termos, a internet é o local certo. Todos os dias na área da tecnologia surgem novos termos, hoje vamos entender um pouco melhor o que é SoLoMo, um termo que tem ganho mais destaque na área de ações em marketing digital nos últimos tempos.

SoLoMo, apesar de ser um nome meio engraçado, é a abreviação para social, local and mobile ou “social, local e móvel”. Este termo tenta explicar o que muitos acreditam ser o futuro da comunicação e principalmente das ações de marketing.


POR QUE SOCIAL?

As mídias sociais, redes sociais, ou chamem elas como quiser, são ferramentas inegavelmente importantes para a sociedade conectada em que estamos vivendo. Estas ferramenta são, acima de tudo, sociais. Tudo isto mostra que as pessoas está se conectando cada vez mais, e isso mostra também que as empresas também precisam ser mais sociais.

Não precisamos defender aqui a importância do social, não é mesmo? Sabemos que ele esta presente no nosso dia-a-dia já.

POR QUE LOCAL?

Local se refere ao espaço geográfico. A internet foi aclamada por conseguir conectar o mundo (claro que nem todos estão na internet ainda, mas você entendeu a questão) e faz isso muito bem, de fato. Você pode estar em praticamente qualquer lugar do mundo e, tendo conexão a internet, poderá conversar com pessoas que estão do outro lado do planeta, visitar sites da Ásia, Europa, América ou de onde for direto da sua casa.

Mas nos últimos anos a internet tem andado para o caminho inverso, conectando as pessoas próximas geograficamente. E isto que o “local” significa, é o poder que a comunicação tem de também conectar as pessoas próximas. Podemos colocar nessa categoria o sucesso do Foursquare, Google Maps e o crescimento dos serviços baseados em geolocalização.

POR QUE MOBILE?

O mobile é uma área praticamente inexplorada em relação a comunicação dentro do nosso país, não que não haja, mas há muito pouco em relação ao potencial. Em outros países os dispositivos móveis estão sendo explorados muito mais que aqui, mesmo o Brasil sendo um dos países onde há mais linhas telefônicas móveis do que pessoas.

Ser móvel não é apenas uma tendência de marketing ou comunicação, é uma tendência do ser humano que quer se sentir mais livre dos computadores, não quer ficar sentado em um computador o dia inteiro. Usar um smartphone ou um tablet é algo que torna o usuário mais livre, e automaticamente torna ele um consumidor diferente.

TEM ALGUM EXEMPLO?

Tem sim, o Foursquare. Essa rede social, que não é tão grande quanto um Facebook, mas já mostrou o seu valor, principalmente por estar no mercado a um certo tempo, mostrando que não é apenas uma febre.

O Foursquare é um dos melhores exemplos sobre o SoLoMo:

Local: Serviço é baseado em checkins, servindo para encontrar novos lugares dentro da sua localidade e através de recomendações de outras pessoas;

Social: Além dos checkins, o Foursquare é conhecido pelo seu relacionamento entre os usuários, sejam nas competições de pontuação (e prefeituras), mas também nas recomendações que os usuários deixam em todos os locais;

Mobile: Uma das principais características deste serviço talvez seja o seu foco em mobile. Sim, ele tem uma interface desktop, mas ela ganhou um “reforço” apenas nos últimos tempos e mesmo assim você ainda não pode fazer checkin através dela.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

Marketing de conteúdo e relações públicas na prevenção de crises

Um dos grandes erros das empresas é entrar no online e esquecer o offline − como se todos os problemas fossem ser resolvidos por esse meio −, ou não cuidar do offline primeiro para depois entrar bem na internet. Assim, as empresas ficam muito mais suscetíveis a crises.

Normalmente, as crises começam ou tem sua razão no offline. Agressões, reclamações e críticas não devem ser deixadas em segundo plano, devendo haver esforços imediatos para levantamento da situação e solução, sob pena de estourar uma crise, que pode ser pequena ou gigantesca, a depender da influência e esforços de quem a suscitou/iniciou.

E os conteúdos postados nas mídias sociais, nos blogs e em outros canais online devem ser um reflexo do que a empresa é e como ela age no mundo físico. Por quê? Porque atualmente muitas ações de marketing acontecem do online para o offline, e o maior suporte dessas ações são os conteúdos, por isso os clientes esperam que as boas experiências e lembranças que tiveram no online se afirmem também no offline − e vice-versa. E para que essas experiências e lembranças sejam boas, é preciso que o conteúdo seja informativo, educativo, que ajude, que entretenha, para gerar confiança, aproximação e respeito − e até lealdade − pela marca.

Principais erros cometidos por empresas ao produzir conteúdo para a internet:
:: O principal erro é não conhecer bem seu negócio e não ter um público-alvo definido ou não conhecê-lo, pois o processo deve começar com análise do mercado, como no início de qualquer estratégia.

:: Não determinar que função os conteúdos cumprirão e quais objetivos serão alcançados é um grande erro, isto é, produzir conteúdo por produzir, sem saber exatamente a que propósito está servindo – tem que ser estratégico.

Os demais de destaque são: não ter um plano editorial e periodicidade estabelecida; não respeitar as peculiaridades de organização de conteúdo e leitura na internet − muitas vezes apenas “colando” conteúdos de materiais impressos −; e não dar prioridade para a clareza e correção da linguagem, leia-se revisão de textos, o que pode ser muito negativo para a imagem e credibilidade da marca.

Vantagens da produção de conteúdo estratégico
A principal delas é ter um marco, um lugar na internet, dada sua importância na vida das pessoas. A seguir, vem a possibilidade de ser vista como referência na área em que atua, desde que mostre e compartilhe seus conhecimentos e experiências com a comunidade. Essa referência gera a confiança que pode se converter em oportunidades de negócios nos momentos de necessidade dos clientes e prospects.

Evitando crises com produção de conteúdo
É plenamente possível, por meio da produção de conteúdo estratégico, evitar danos, pois a partir do momento que as empresas começam a se mostrar, a dialogar e a ter uma relação de fato com os consumidores e outros públicos , cria-se uma espécie de blindagem por antecipação, porque o conteúdo gerou admiradores e advogados da marca, e, mesmo que ela pise na bola, esses defensores lembrarão das atitudes passadas.

Ter um histórico de bons antecedentes é fundamental nos momentos de crise e, quando esta estoura, em conjunto com uma comunicação eficaz, é mais fácil controlar e neutralizar maiores propagações e danos. Ou seja, o trabalho maior deve ser antes, e não depois das crises; deve-se atuar na prevenção, e não na “remediação” – e o maior suporte é o conteúdo informativo, educativo, evangelizador.

Cada crise tem sua especificidade, por isso deve haver sensatez e atitude imediata e responsável, sem ficar terceirizando a culpa, e então montar as estratégias de comunicação por conteúdos com a imprensa, em blogs próprios e parceiros, nas mídias sociais e nos demais ambientes alcançados.

Ter envolvimento com os usuários, investigando-os, conhecendo-os e falando de assuntos que cercam o negócio (e não apenas mirando no seu próprio umbigo) e ter políticas (não restritivas, mas inclusivas e participativas) de uso de redes sociais e planos de comunicação, seja antes ou depois das crises, são pontos fundamentais num trabalho de relações públicas centrado no conteúdo.

FONTE: Mundo do Marketing, por Newton Alexandria

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Segmentação é fundamental para sucesso das ações nas redes sociais

Pesquisa mostra que público pode ser classificado de acordo com as atividades que desempenham e esta diferenciação deve ser utilizada a favor das marcas que buscam divulgar seus produtos e serviços. O internauta presente nas redes sociais não é homogêneo. Ele pode – e deve – ser segmentado em categorias de acordo com as atividades que desempenha. Para categorizar estes consumidores, a pesquisa “Produção e difusão da mídia social entre Brasileiros”, realizada pela empresa AC Metrics, definiu três perfis: criadores, multiplicadores ou passivos. Estar atento a esta diferenciação é importante para que as marcas possam desenvolver ações específicas de acordo com os seus objetivos.

O estudo observou que a maior parte dos usuários das redes sociais no Brasil pode ser classificada como Passivos (72%), aqueles que não criam nem compartilham conteúdos sobre marcas, no entanto, leem, coletam e guardam as informações disponíveis nas páginas.

Os Multiplicadores respondem por 23% dos usuários e são aquelas pessoas que recebem as informações e as passam adiante. “Os multiplicadores comentam aquilo que veem e compartilham para os amigos. Eles são importantes para as marcas que pretendem divulgar seus conteúdos”, explica o pesquisador Iván Casas, que coordenou o estudo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Em menor índice aparecem os criadores, que respondem por 5% do total e são aquelas pessoas que produzem materiais sobre as marcas, empresas, produtos e serviços nas redes sociais. Estes usuários são importantes para as empresas que pretendem ter os seus produtos avaliados pelos consumidores e melhorados.

Criativos são parcela mais jovem

A pesquisa aponta que os usuários criativos e multiplicadores fazem parte da parcela mais jovem da população, de até 24 anos de idade. “Isso mostra que os jovens são um segmento interessante para as empresas que desejam fazer um trabalho de divulgação dos seus produtos em parceria com os consumidores”, completa Casas.

De acordo com a análise, atualmente 97% dos usuários de internet no Brasil possuem perfis nas redes sociais e utilizam os sites não apenas para contato com amigos e trocas de mensagens, mas para informação e para atividades criativas. Os dados também mostram um desejo maior de interação dos consumidores com as marcas: 90% deles se envolvem ou gostariam de se envolver produzindo, compartilhando ou comprando pelas redes sociais. Nove em cada 10 brasileiros já se relacionam com as empresas de alguma forma.

A pesquisa reforça que as redes sociais são um campo promissor para que as empresas trabalhem suas imagens e produtos. Sessenta e cinco por cento das pessoas seguem ou curtem empresas ou serviços pelo menos uma vez por semana, enquanto 83% o fazem ao menos uma vez por mês. “Os consumidores tendem a se engajar mais com as marcas por motivos emocionais. O desejo é mostrar uma relação com as marcas com as quais se identificam e compartilhar esses conceitos com os amigos. As pessoas querem compartilhar as suas experiências”, afirma o pesquisador ao portal.


Consumidores querem conhecer as marcas

A análise mostra que a subjetividade é a forma mais importante de engajar os consumidores, no entanto, aponta que o conteúdo disponibilizado pelas empresas ainda é pouco segmentado ou personalizado. Entre os fatores subjetivos que fazem com que os internautas sigam as marcas estão compartilhar a apreciação com outras pessoas (31%) e estar associados com algo que consideram legal (31%).

A busca de conhecimento também é um ponto importante para os internautas. A análise destaca que 29% buscam aprender mais a respeito das empresas e obter conhecimento sobre os produtos. Entre os fatores sociais e lúdicos, os entrevistados responderam que procuram fazer parte de uma comunidade com a mesma opinião (20%) e defender uma causa (18%). “As marcas precisam divulgar mais conhecimentos e informações e precisam personalizar os seus conteúdos, de acordo com a identificação de cada segmento e de como as pessoas querem compartilhar”, diz Casas.

FONTE: Mundo do Marketing, por Letícia Muniz.

Mídias sociais são o diferencial para o Social Consumer


O comércio eletrônico nunca esteve tão promissor como nesses últimos anos. No entanto, nunca foi tão importante ter domínio sobre o comportamento de compra do consumidor, especialmente na era das mídias sociais.

Na tentativa de cativar e, principalmente, identificar o perfil de consumo de cada cliente, tem se tornado imprescindível recorrer a ferramentas de inteligência que sejam capazes de mensurar resultados, como clicks, ROI e ações da web. A partir destes recursos, é possível aprofunfar dados, adequar ofertas de produtos e traçar a melhor oferta e demanda dos desejos da clientela.

As plataformas digitais permitiram reconhecer, com facilidade, as necessidades, desejos e caprichos dos consumidores. Isso porque há recursos, como as ferramentas de métrica social, que traçam estratégias objetivas. Além disso, auxiliar o consumidor nas compras por meio de experiências anteriores é uma maneira bem simples e efetiva de ter sucesso nesse quesito.

A indicação de serviços por terceiros costuma ser eficiente, pois as pessoas colocam as recomendações em suas redes de contatos e estimulam os seus amigos. Dessa forma, podem contribuir, compartilhar e participar, efetivamente, de pesquisas de mercado, interesse e sugestões. Mas se a intenção for que os próprios consumidores debatam, analisem, tirem as suas impressões e façam suas considerações sobre determinado produto, é interessante investir no vídeo hauling, ou seja, vídeos com opiniões sobre os produtos. Pode parecer bobagem, mas canais do Youtube têm grande potencial de viralização nas redes sociais.

Na dúvida, recorra ao método mais simples e eficaz de se abordar o cliente: a comunicação direta. Perguntas lúdicas sobre alternativas e preferências podem ser bem úteis para o e-commerce.

FONTE: Media Factory, via Sandra Turchi

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Facebook irá mapear opinião de internautas nas eleições

A rede pretende recolher intenção de voto e opiniões dos eleitores nos Estados Unidos. Uma novidade está pintando no Facebook e pode influenciar indiretamente o comando de uma nação. Usuários da rede social poderão utilizar o site para declarar seu voto e compartilhar suas opiniões sobre os assuntos ligados à campanha presidencial.

A iniciativa será utilizada agora em 2012 nos Estados Unidos e medirá as intenções de voto da campanha presidencial dentro de cada estado. O app estará disponível em inglês e em espanhol e exibirá os votos das pessoas em um mapa interativo. Assim será possível acompanhar como regiões e grupos de eleitores respondem aos principais temas da disputa.

"Cada campanha presidencial traz novas tecnologias que melhoram a conexão entre os cidadãos e seus representantes", disse Joel Kaplan, vice-presidente de políticas públicas da rede. "O Facebook pode fazer com que a disseminação de informações sobre a campanha seja uma experiência mais social."

A iniciativa, chamada America's Choice 2012, é o resultado de uma parceria entre o Facebook e a rede de TV CNN, que pertence à empresa Time Warner.

FONTE: Administradores, por Redação.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

5 dicas das MARCAS que mais engajam fãs nas redes sociais

Veja o que Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat têm a dizer sobre como gerenciam seus perfis na rede. Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat, nesta ordem, foram os perfis de marcas que mais fizeram barulho com fãs nas redes sociais no mês de maio, de acordo com o ranking do indexSocial.

Para medir o nível de engajamento de cada marca, foram levados em conta interações como comentários, curtidas, votos, menções e retuítes no Facebook, noTwitter e no YouTube.

Além de aumentar a base de fãs em ambientes interativos, essas marcas estão conseguindo construir discussões, compartilhamentos, identificação e diversão em suas páginas.

A seguir, você vai ver: para gerar engajamento, até postar conteúdos durante a madrugada está fazendo a diferença.

Veja as dicas das cinco campeãs sociais:

1 Publique conteúdos relevantes

"Administramos as nossas páginas com diversos tipos de conteúdo, desde narrações de jogos, com posts de um em um minuto, até informativos sobre o clube, a hora do jogo,contratações, escalações, promoções com camisas ou bola autografada e ingressos", disse Rafael Neves, Gerente de Esportes da Brahma

"Vídeos exclusivos para as redes também têm um potencial gigante".

De acordo com Rafael, os 18 perfis de Brahma Futebol - um de Brahma Seleção e 17 dos clubes - são administrados pela Esporte Interativo e envolvem cerca de 25 pessoas.

"Um dos principais motivos do sucesso é que cada torcedor tem o seu ambiente, com conteúdos individuais para cada clube. Criamos um ponto de encontro dos torcedores e falamos na língua deles".

2 Esteja atento às métricas

De acordo com Bruna Buás, gerente de marketing digital de Guaraná Antarctica, um dos segredos é monitorar as atividades das páginas. "Temos métricas muito bem definidas e formas de mensurar o que efetivamente é importante para o nosso consumidor", explica.

A marca possui três pessoas na AmBev voltadas para a administração das redes sociais, além das agências DM9DDB, que faz a comunicação da marca, e Espalhe, responsável pelo conteúdo digital.

"Geralmente, qualquer tipo de conteúdo que incentive a interação e a participação dos fãs, que tenha um "call to action", gera resultado", conta Bruna.

Embora a marca atualize os perfis em qualquer horário do dia, inclusive durante a madrugada, foi possível ver por meio de métricas que a movimentação aumentava nos intervalos para refeições.

"Na hora das refeições, por exemplo, sempre postamos fotos de comidas que combinem com Guaraná Antarctica. Depois de um certo tempo, começamos a incentivar os consumidore a mandar suas próprias fotos. Essa possibilidade de fazer parte do nosso conteúdo aumentou o engajamaneto."

FONTE: EXAME, por Cris Simon.

Imagem Profissional nas Redes Sociais

Ninguém duvida da importância das redes sociais e do espaço que elas passaram a ocupar na vida das pessoas. Muita gente, entretanto, ainda está patinando no uso das redes, confundindo o que é público e particular — ou profissional e pessoal.

É Preciso Estar Presente

A ampliação do acesso à internet, e principalmente às mídias sociais via smartphones, foi decisiva para transformar a forma como as pessoas se comunicam e têm acesso à informação. Hoje qualquer pessoa que tenha um smartphone pode ser uma fonte, fazendo inclusive o registro fotográfico dos acontecimentos. Uma pesquisa realizada pela agência de comunicação PR Oriella Network revelou que muitos jornalistas brasileiros buscam mais informações nas mídias sociais do que nas assessorias de imprensa (66,67% dos entrevistados disseram utilizar o Twitter como fonte de informação, e 40% utilizam o Facebook).

Diante desse quadro, com mais de 800 milhões de pessoas e instituições no Facebook e a ampla presença de veículos de comunicação no Twitter — colunistas e fontes já referendadas no mundo off-line —, as organizações e os profissionais enfrentam o desafio de se fazerem presentes nas mídias sociais, favorecendo seu posicionamento no mercado e reforçando a rede de relacionamentos.

Como disse Philip Kotler, referência mundial em marketing: "Por favor, monitore o que falam de você na internet" — pelo menos isso. É como se estivesse acontecendo uma conversa nas mídias sociais, e quem não estiver lá não terá nem mesmo a chance de se defender caso seja necessário.

Nesse cenário, vale um alerta importante: cuidado com o que posta nas redes! O conteúdo divulgado (texto, imagem, vídeo) será imediatamente associado ao seu perfil, e, uma vez compartilhado por outros, perde-se totalmente o controle da informação. A pergunta básica pode ser, por exemplo: o que vai ser postado poderá ser visto pelo seu próximo contratante?

FONTE: Administradores, por Fábio Menezes

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O quê, Como e para Quem mostrar os resultados do Marketing Digital

As mídias sociais representam grande valor para ações de marketing digital, mas talvez a área de mensuração seja a mais importante e tangível delas. O problema é que o volume de métricas disponíveis sobre mídias sociais pode rapidamente tornar-se uma irresistível distração, mesmo para os interessados. Não tenho dúvida que a mensuração deve estar no centro das estratégias sociais em ambientes digitais, mas para manter a equipe focada é preciso criar modelos de relatórios padronizados e freqüências para diferentes tipos de stakeholders: comunicação frequente de métricas para diretores, gerentes, supervisores, equipe; ou por campanha; ou ainda relatórios sobre branding e de avaliação de desempenho do marketing; nunca esquecendo do retorno real em negócios, com indicadores financeiros relacionados a comunicação utilizada nas mídias sociais.

Diferentes necessidades exigem diferentes tipos de métricas das mídias sociais, tudo depende do seu papel na empresa.

Ações de marketing digital criam um volumes enormes de dados, centenas de métricas controladas por gerentes, agências, fornecedores, em muitos casos estas métricas são coletadas, avaliadas e distribuídas de forma indiscriminada em todas as organizações. No entanto, nem toda métrica realmente importa ao seu negócio, pois enquanto alguns precisam acompanhar e entender os benefícios de diferentes ações nas mídias sociais como um todo, outros precisam de uma análise de desempenho individual das ações.

Em uma pesquisa recente da Forrest foram identificados três grupos de stakeholders que regularmente exigem insights sobre o desempenho das ações de marketing digital:
1) os estrategistas de marketing digital e gestores, que analisam a implementação de novas ações de marketing digital no dia-a-dia;
2) os gerentes de marketing e executivos, que precisam saber se o marketing digital está realmente agregando valor para área de marketing, e
3) as principais unidades de negócio, que precisam tomar decisões sobre o impacto do marketing digital na empresa como um todo (figura 1).

Como o papel de cada uma destas áreas tem interesse muito diferentes, é natural que cada um concentre-se em diferentes tipos de métricas. O relatório “The ROI of social media marketing” do Forrester apresentou quatro perspectivas fundamentais ao qual as análises de performance das mídias sociais mais agregam valor: a perspectiva digital, a perspectiva da marca, a perspectiva financeira, e a pespectiva da gestão de riscos. Cada grupo interessadao deve se concentrar principalmente na perspectiva que pode ajudá-lo a atingir seus objetivos de forma mais eficiente.

O pessoal que cuida da área de marketing digital precisa dos dados em tempo real para alinhar o percurso da comunicação, tratar possíveis problemas ou ainda aproveitar oportunidades que venham a surgir, nesse caso, pela velocidade exigida e quantidade de dados envolvidas, obviamente que precisam de relatórios mais analíticos e com grande quantidade de informações específicas. Por outro lado, os executivos da empresa só podem verificar o resultado do impacto do investimento em marketing digital quando analisam o investimento dentro de um período específico de tempo, quando cruzados com resultados financeiros, sendo assim, obviamente, exigem relatório mais sintéticos e que atendam estas suas necessidades.

Stakeholders diferentes precisam de diferentes tipos de relatórios sobre mídias sociais, conforme pode ser verificado nesse quadro abaixo:


FONTE: HEAD OF DIGITAL STRATEGY, por Ricardo Cappra.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

A importância das redes sociais para as marcas

Os clientes agora são parte ativa no processo de consolidação de uma marca, as mídias sociais acabaram com qualquer dúvida que se podia ter sobre quem as constrói. Afinal, as marcas não são as propagandas, produtos ou empresas, as marcas são o sentimento das pessoas em relação a elas. Reportagem bem legal da Globo News sobre a relação das marcas com as mídias sociais.


FONTE: Mídias Sociais.net, por Ricardo de Paula

6 erros para se evitar nas mídias sociais

Grandes nomes do varejo online e offline nos servem de exemplo do que não fazer em mídias interativas como o Twitter e o Facebook. Não é de hoje que erros com marketing em mídias sociais são temas de discussão quando o assunto são as ações nessas redes. Grandes nomes do varejo online e offline nos servem de exemplo do que não fazer em mídias interativas como o Twitter e o Facebook.

Contudo, os erros sempre servem para um aprendizado. Nesse sentido, podemos destacar alguns tópicos para que sua empresa não caia na armadilha de apresentar uma imagem negativa aos e-consumidores através das redes. Analise e, se necessário, corrija-se:

Falta de planejamento

O primeiro erro grave que uma empresa comete no mercado virtual é estar fora das mídias sociais. O segundo é entrar nelas sem qualquer planejamento. Para planejar o que será publicado nas mídias, é preciso pensar em como este canal pode ajudar no crescimento de seu empreendimento: se em marketing, em divulgação, em atendimento, em um canal para tirar dúvidas, etc;

Falta de especificação

Outro erro muito comum cometido em mídias sociais é a mistura de um perfil pessoal com um profissional. Além de não ser ético, integrar as duas coisas em uma só conta é inútil, pois o consumidor está interessado em sua loja, não em suas observações pessoais. Por isso, não poste fotos e mensagens pessoais em seu perfil empresarial;

Falta de consideração

As mídias sociais se tornaram mais um canal que possibilita o contato entre empresa e consumidor. Dessa forma, é necessário estar atento às interações de seu público para não deixar o cliente sem resposta. Além disso, ignorar o cliente propositalmente não é uma atitude profissional, e pode pôr sua reputação em risco. Interaja com o cliente sempre, inclusive quando se tratar de críticas;

Falta de senso

Como visto no link acima, o grande erro das empresas virtuais está em seu conteúdo. Por isso, tenha em mente que seu consumidor deve ser atraído à sua loja através de informações relevantes, úteis, que lhe chamem a atenção. Trabalhe suas postagens de forma criativa, mas seja sempre ético;

Falta de profissionalismo

Um perfil empresarial, por mais que seja criticado, xingado ou insultado, nunca deve responder na mesma moeda. Isso porque, independente do que o consumidor exaltado lhe diga, sempre espera-se uma postura profissional da empresa. Ou seja, nunca revide as críticas de seus clientes, mas trate-os de maneira respeitosa e ética;

Falta de humildade

Errou diante de seu público nas mídias sociais? Tire a informação do ar e desculpe-se o mais rápido possível. Além de ser uma tentativa de se justificar é, sem dúvida, uma maneira eficaz de reorganizar sua imagem diante do mercado virtual e perante seus potenciais consumidores. Veja bem: só apagar o erro não é a solução, é necessário que haja uma retratação por parte do empreendimento.

FONTE: Administradores, por Felipe Martins.