Mostrando postagens com marcador usuários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador usuários. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O Twitter despenca; e despenca porque merece

No ambiente árido do jornalismo sem pautas, o Twitter viveu seu período de demiurgo eletrônico no Brasil.

Para parte expressiva da mídia hegemônica, o microblog atestava a veracidade de fatos, reproduzia a opinião popular e definia se fulano era ou não uma celebridade.

Enfim, começam a escassear os textos jornalísticos abertos com a referência aos trending topics, espécie de ranking de expressões evocado para validar qualquer tendência de opinião.

Interessados em redimensionar os fatos, esquerdas colegiais e direitas profissionais empenham-se, ainda hoje, em reproduzir hashtags, replicando verdades, boatos ou qualquer asneira conveniente.

A esperança é ver o mote celebrizado em reportagens do UOL, do G1 ou do Estadão, entre outros portais jornalísticos.

Foi realizando esse job, por exemplo, que profissionais experientes garantiram lugar nos quartéis de trollagem e guerrilha virtual do eterno candidato do conservadorismo bandeirante.

Não à toa, José Saramago convenceu-se de que tuitar não tinha notória relação com a síntese de ideias, mas com a erosão da linguagem e do próprio pensamento.

“Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação”, sentenciou. “De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.”

“Revolução manipulada”

E houve, sim, quem grunhisse horrorosamente nas páginas nervosas do passarinho azul.

Foi o caso da estudante de Direito que surtou depois da vitória de Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010.

Utilizando a rede social da instantaneidade, mal digitou: “Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a Sp: mate um nordestino afogado!”.

Naquele momento, o Twitter funcionava como efetivo instrumento de multiplicação e replicação da propaganda política, sobretudo da oposicionista. Assim, outros 1037 internautas incautos embarcaram na “vibe” e postaram textos preconceituosos semelhantes.

Desde que o sistema de mensagens foi criado, em 2006, diversos grupos e movimentos trocaram o sentido pelo volume, pelo número e pelo alarido.

A rigor, a rede da concisão não foi desenhada para educar, esclarecer ou estimular a reflexão. A proposta é gerar alertas numa cultura de informação cada vez mais fragmentada e sem autoria conhecida.

Em várias ocasiões, mundo afora, o Twitter potencializou levantes justos, especialmente de jovens, como no caso dos estudantes chilenos que pugnam em defesa da educação pública e gratuita.

Nesse caso, o Twitter funcionou eficazmente como uma ferramenta tática de aglutinação. As reivindicações do movimento, como se sabe, têm sido debatidas profundamente em outros canais virtuais e, principalmente, nas reuniões realizadas nas escolas, com microfone ou megafone, no velho estilo do movimento estudantil.

Quando alçado à posição de doutrinador expresso, o Twitter mostra-se um canal impróprio e potencialmente nocivo. Na chamada “Primavera Árabe”, o microblog arregimentou, mas também confundiu e contribuiu para gerar violência.

A chamada “Revolução do Twitter”, ocorrida em 2009, na Moldávia, produziu um legado de dúvidas e de ressentimentos entre muitos dos participantes, que hoje julgam ter sido manipulados pelas forças políticas em conflito no país.

Naquele ano, a articulista Anne Applebaum, do Washington Post, escreveu sobre a presença de membros do serviço de segurança entre os manifestantes mais violentos.

Applebaum referiu-se a “um novo tipo de revolução manipulada” e afirmou que tinha sido relativamente fácil enraivecer as pessoas e levá-las a queimar prédios do governo.

Desde o ano anterior, o país era citado pela imprensa internacional como um dos mais infelizes do mundo, após a divulgação de uma pesquisa da Universidade de Michigan.

Queda nos acessos

Servindo como ferramenta para estimular revoluções com causas duvidosas, o Twitter apenas ocupou o lugar de outros canais digitais, utilizados desde meados da década de 1990.

Muitos dos líderes dos movimentos “revolucionários” desse período, como o Otpor! (Sérvia), Kmara (Geórgia) e Pora (Ucrânia), foram treinados e financiados por agências governamentais e entidades identificadas com os ideais liberais e conservadores.

O jornal britânico The Guardian, por exemplo, apontou como incentivadores dessas ações o Departamento de Estado norte-americano, o Instituto Republicano Internacional (fundado por inspiração do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan) e o Open Society Institute, do empresário George Soros.

Em um artigo da New York Times Magazine, de novembro de 2000, o jornalista Roger Cohen inquiriu diretores de várias dessas organizações sobre o suposto apoio ao Otpor.

Paul B. McCarthy, do National Endowment for Democracy, confirmou ter ministrado palestras de formação para os jovens e admitiu que boa parte dos US$ 3 milhões gastos pela entidade na Sérvia, entre 1998 e 2000, tinham sido destinados ao grupo insurgente.

Pode-se perfeitamente considerar como delírio a teoria de que o Twitter foi criado por uma conspiração da direita internacional para derrubar governos contrários aos interesses norte-americanos.

No entanto, é certo que os experts em sabotagem política se utilizam de todas as ferramentas disponíveis, até aquelas de natureza puramente comercial, com o objetivo de fortalecer suas organizações.

Nunca um meio definiu tanto a qualidade de uma mensagem, numa escala que espantaria o teórico da comunicação Marshall McLuhan.

No Brasil, agentes midiáticos do neoconservadorismo, como o piadista Rafinha Bastos, com milhões de seguidores no microblog, exibem a forte penetração desse canal entre os jovens.

De repente, porém, o oráculo passarinho parece que já não alça voos tão altos no país. Segundo a consultoria comScore, especializada no mundo digital, entre julho de 2011 e julho de 2012, a queda no número de acessos únicos no Twitter foi de 24%. Expressiva!

No total, 25% dos usuários não acessaram o microblog uma única vez nesse período.

Conector de massas

Há limitações técnicas que podem explicar esse crescente desinteresse do brasileiro pelo sistema. Se ainda nos agrada a conversa, a dinâmica interativa das turmas e a imagem do outro, o Twitter se nos afigura pobre.

Simultaneamente, há quem já perceba o quanto o microblog é avesso ao aprofundamento de debates e o quanto serve à manipulação de vastos contingentes de pessoas, seja na condição de cidadãos ou de consumidores.

Em parte considerável dos usuários, o Twitter gera comportamentos de reação, muitos deles automatizados. Utilizado como função fática ou como equipamento de aceleração da realidade, configura-se como um sistema redutor do pensamento.

Nesse programa mental condicionado, etapas do processo de cognição são queimadas. Os signos adquirem vida própria, trafegando através das pessoas, escamoteadas do processo de filtragem de conteúdos e elaboração de signficados.

Quando assim configurado, o microblog é daqueles engenhos de comunicação que Paul Virilio possivelmente encontraria no coração da “bomba informática”, que engana, confunde e deseduca.

Talvez os brasileiros estejam percebendo, antes dos norte-americanos, as armadilhas desse conector de massas agregado à revolução tecnológica. Talvez estejam, simplesmente, empreendendo um ajuizado plano de fuga.

FONTE: AdNews, texto de Walter Falceta Jr tirado do Observatório da Imprensa.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

55% dos brasileiros usam web para comprar itens para a casa

Mais da metade dos brasileiros usam a internet para a compra de produtos para a casa. As informações são da pesquisa Global Shopper Marketing E-Commerce, realizada pela Nielsen. Segundo a análise, 55% da população usam as lojas virtuais, média acima do restante da América Latina, que é de 42%.

O percentual aumenta quando o assunto é a pesquisa para a compra de mantimentos (78%) e a busca pelas ofertas online (73%). Ainda segundo o estudo, 63% dos brasileiros utilizam a internet para comparar preços de alimentos, 60% para buscar informações, 43% para ler tablóides de lojas de alimentos, 36% para buscar cupons, 32% para pesquisas, 15% para dar feedback sobre um mantimento em mídias sociais e 10% para a utilização de listas de compras online.

Quando questionados sobre os produtos que pretendem comprar nos próximos três a seis meses, em primeiro lugar aparecem os eletrodomésticos (38%), seguidos por telefonia e acessórios (34%), ingressos para entretenimento (30%), livros, jornais e revistas (29%), serviços de reserva de viagem (25%), roupas e acessórios (25%), aplicativos para computador (23%), câmera digital (23%), mobília e decoração (18%), equipamentos de informática (17%), flores, presentes e brinquedos (15%), alimentos e bebidas (15%), livros eletrônicos (11%), automóveis, motocicletas e acessórios (11%), produtos para a saúde (10%), artigos relacionados a animais de estimação (9%) e suprimentos de limpeza (8%).

FONTE: Mundo do Marketing, por Leticia Muniz

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Twitter é a rede que mais estimula o compartilhamento

Pesquisa revela que o site é 33 vezes mais eficiente que o Google+. O Facebook pode ter (muito) mais usuários que o Twitter, mas no quesito compartilhamento a rede de microblogs deixa a de Mark Zuckerberg para trás. Um estudo da empresa de análises Umpf revelou que entre as quatro principais do mercado - Facebook, Twitter,LinkedIn e Google+ -, é oTwitter que se destaca.

A Umpf estudou 100 sites de entretenimento, saúde, tecnologia, negócios e conteúdo geral; entraram The Independent, Telegraph, Forbes, CBS News, Mashable, TechCrunch, entre outros. A consultoria queria saber quantas vezes cada notícia era compartilhada por cada uma das quatro redes.

O resultado mostrou que a cada 100 milhões de usuários, 197,3 preferem espalhar conteúdo pelo Twitter. O Facebook apresenta média de 41,8 a cada 100 mi, o LinkedIn, 15,2 por 100 mi, e o Google+, seis por 100 mi. Isso significa que o LinkedIn é 2,5 vezes mais eficiente que o G+, o Facebook, sete vezes, e o Twitter, 33 vezes.

Oficialmente dono de um banco de 170 milhões de usuários, o Google+ está atrás em todos os segmentos e, separadamente, o Facebook aparece sempre na frente.

E você, costuma compartilhar conteúdo por qual rede?


FONTE: Olhar Digital.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Internautas gastam mais de 4 bilhões de horas no YouTube por mês

Número equivale a 456 mil anos de conteúdo. É como assistir ao Nyan Cat 66 bilhões de vezes. A cada mês, internautas gastam mais de 4 bilhões de horas com vídeos do YouTube. Isso equivale a 456 mil anos de conteúdo ou, exemplifica Sam Laird, do Mashable, é como assistir ao vídeo original do Nyan Cat cerca de 66 bilhões de vezes (você pode começar agora).

Os dados mostram a rapidez com que o YouTube tem crescido, pois em maio deste ano a empresa anunciou que eram consumidos mais de 3 bilhões de horas por mês. São os números presentes até agora na seção de imprensa do site, mas que foram atualizados por um porta-voz ao Mashable depois que uma discreta citação sobre o assunto apareceu no Wall Street Journal.

A mesma página diz que são jogadas 72 horas de conteúdo por minuto no YouTube, sendo que, em 2008, eram apenas 10 horas.

FONTE: Olhar Digital

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As mídias sociais e o governo 2.0

O poder público já iniciou uma movimentação – ainda tímida – para criar projetos para as redes sociais devido à pressão da sociedade. É um primeiro passo de um caminho muito longo.

Já há certa demanda dos gestores da área governamental para saber, afinal de contas, como começar a implantar projetos de redes sociais.

Mais do que isso. Começa-se a temporada de investimento generalizado nesse campo, pois a pressão é grande, mas os resultados até aqui são pífios.

As dúvidas abrangem duas frentes:
Comunicação interna – ou intranets 2.0, colaborativas – como fazer isso?
Comunicação externa – presença nas mídias sociais: Facebook, Twitter, etc. – como fazer isso?

De maneira geral, depois de longa discussão que tive com dezenas de instituições (nos eventos que tenho coordenado) posso dizer: o senso comum que está hoje no mercado passa por pensar tais projetos da seguinte maneira: “implantar redes sociais (internas e externas) são basicamente projetos tecnológicos, operacionais, dentro de uma área fim da organização”.

Estamos repetindo o mesmo modelo de implantação das “redes sociais” que tivemos com a chegada da internet/intranet, tendo como setores responsáveis a TI e/ou comunicação e/ou marketing (mais raro) e/ou gestão de conhecimento.

De maneira geral, os projetos começam a aparecer nas organizações e os primeiros reais começam a ser gastos, através, geralmente, da contratação de agências digitais de comunicação na parte externa. E na contratação de empresas de tecnologias para colocar algo parecido com o Facebook interno.

Tal como nas organizações privadas, os projetos não estão funcionando.

Não, não é, como muitos acham, um problema do setor público, mas um problema das organizações piramidais, filhas de um ambiente cognitivo específico, que criou uma cultura de gestão, que não é mais compatível com o novo ambiente digital, que cria uma nova cultura de gestão!

O problema principal, a meu ver, é de visão.

Não há um entendimento claro do que, de fato, está acontecendo no macrocenário da informação e as medidas que estamos tomando estão baseadas em um paradigma pré-ambiente colaborativo.

Vivemos uma macromudança civilizacional e estamos completamente sem ferramentas teóricas e práticas para lidar com ela.

Assim, é bom ter calma, pois é um problema geral, mas que cada um tem que assumir a sua responsabilidade no processo.

Diferente do que o mercado tem apontado, tenho sugerido outra via para implantação de projetos de redes sociais em organizações públicas (e privadas):
Os projetos devem ter caráter estratégico, pois trazem uma forte mudança cultural;
Devem ser tratados por diversos setores e não apenas um só;
E não podem começar e terminar dentro da cultura atual, precisam ter espaços novos para um teste efetivo de conceito – em o que vou chamar “zona de inovação 2.0″.

Explico mais adiante.

Antes de tudo, é preciso, como tenho feito em algumas organizações públicas, criar um espaço de reflexão para compreender a dimensão do que de fato está acontecendo, através de um grupo estratégico para se situar, de forma racional, diante dos fatos.

De maneira geral e resumida, podemos dizer que Governo 2.0 significa:
A passagem de uma gestão piramidal para uma mais horizontal;
Uma democratização das decisões;
O reestabelecimento do diálogo perdido com o cidadão.

Vocês dirão.

“Não, não é assim que fazemos mudanças por aqui.”

Sim, sabemos que tudo é emocional, sem estratégia, sem discussão, coisas que vêm de cima para baixo, de supetão.

Porém, estamos falando da melhor forma de se fazer o processo e é essa que as pessoas que querem fazer a coisa funcionar devem procurar defender.

Conseguir é a segunda etapa do processo, mas nada vai ocorrer se os próprios agentes de mudança 2.0 já começam o processo com uma visão derrotista.

Certo?

Quando, por discussões lógicas, chegamos à compreensão dessa passagem, a maioria das pessoas avalia que não será possível fazer essa migração na minha organização.

E, depois de muita discussão e prática, acabei tendo a concordar com eles.

Não, não será possível colocar novas tecnologias colaborativas, criando uma nova cultura em um ambiente não colaborativo.

Sabe por quê?

Uma cultura antiga é mais forte do que a nova. Qualquer iniciativa nova dentro da velha, tende a ser rejeitada.

Assim, é preciso inverter o processo.

Criar um espaço novo, no qual a cultura nova é mais forte e ir trazendo problemas para lá, no qual o velho será mais fraco do que o novo.

O que tenho amadurecido – com ajuda das centenas de interlocutores da área pública – é que o projeto de implantação da nova cultura digital deve contemplar três ambientes separados na organização:
O atual que continua a funcionar do mesmo jeito;
Alguns testes e projetos no ambiente atual, colocando pontualmente algumas tecnologias;
E um novo ambiente, um grupo em separado, quase uma startup, que deverá receber problemas para serem resolvidos com a colaboração.

Note bem que não estamos falando de passagem de processos, mas de problemas.

A vantagem do trabalho nestas três dimensões são as seguintes do ponto de vista operacional:
Não se cria a ilusão de que os projetos 1 e 2 são os projetos que vão transformar a empresa, sendo este o 3, que será a ponta do futuro que está por vir;
A possibilidade no ambiente 3 de teste integral do novo conceito para que possa se analisar os problemas de choque cultura e resolvê-los;
Criar um novo ambiente de cultura que o digital seja mais forte do que o analógico, invertendo o espaço 1 e 2, no qual o analógico é mais forte que o digital.

A princípio, as pessoas estranham tal proposta metodológica, pois não acreditam que estamos diante de algo tão diferente assim e que não são duas culturas diferentes, sendo possível colocar uma dentro da outra.

Isso é uma discussão que leva tempo, exige muita conversa e exemplos, principalmente nos setores de ponta que estão no futuro – hoje se vê claramente que empresas de tecnologia estão usando startups para inovar – fora do ambiente tradicional.

Podemos ainda citar os exemplos da implantação das urnas eletrônicas, que foi assim, protótipo a protótipo, das delegacias legais no Rio de Janeiro, ou mais recentemente o combate ao mosquito da Dengue, experimentando soltar mosquitos machos eunucos em uma cidade do Nordeste para testes.

Do ponto de vista do resultado, essa proposta ainda nos leva:
Para uma aprovação mais fácil, pois é algo muito mais fácil de gerenciar do que colocar algo novo na produção do dia a dia;
Pode se separar a nova cultura e poder ir passando gradualmente os novos problemas para ela;
Por fim, há uma redução de custos grande, pois não se tentará mudar algo que não é possível de mudar. Todo dinheiro em 1 e 2 que quiser implantar a nova cultura, ouçam bem, é dinheiro jogado no ralo se guardar a ilusão de que a empresa vai mudar.

Por fim, muitos duvidam que o governo vá mudar por agora e se mudar será algo tão distante que não vale o esforço.

Tais argumentos não se sustentam, pois:
Já se está gastando dinheiro, a discussão agora não é essa, mas é como está se gastando e qual o resultado que vai se ter;
Propõe-se aqui, apenas, que esse gasto seja mais racional, do que emocional para se parecer “moderno”;
Por fim, já estamos aprendendo com o projeto do Governo Aberto e Transparente de que as mudanças no âmbito do Governo não são graduais, mas intempestivas, geralmente motivadas por mudanças externas, o que chamei de mudança por vergonha internacional.

Assim, essas ilhas de inovação 2.0 internas são um momento de preparação para que, quando vier a ordem de migrar de Governo Aberto (atual) para Colaborativo (futuro), já se tenha alguma experiência para se implantar algo que me parece inevitável.

É o caminho mais difícil de começar, mas o mais barato, rápido e eficaz para migrar.

Que dizes?

terça-feira, 24 de julho de 2012

Brasileiros acham que redes sociais podem interferir no futuro profissional

66% dos usuários de Facebook acreditam que conteúdo postado pode ser mal interpretado na empresa. Sessenta e três por cento dos usuários do Facebook do Brasil acreditam que o conteúdo postado na rede social pode interferir na sua vida profissional. Isso porque eles revelam que têm chefe e colegas de trabalho como amigos nas redes sociais e temem a má interpretação do comentário ou post publicado.

A mesma fatia de entrevistados, 66%, tem cuidado com o que escreve e compartilha, o que pode justificar o percentual de apenas 23% que já se arrependeram de algum conteúdo postado. Além disso, 75% dos profissionais entrevistados acham que é correto uma empresa monitorar seus funcionários sempre ou em algumas situações específicas, como o acesso à redes sociais durante o horário de trabalho.

Os dados fazem parte da pesquisa sobre segurança e privacidade na internet e redes sociais realizada pela Hi-Midia, empresa especializada em segmentação e performance em midia online, e pela M.Sense, especializada em pesquisa de mercado digital, que ouviu 784 pessoas das cinco regiões brasileiras, entre os dias 1 e 7 de junho.

Brasil x EUA - O levantamento revelou também que 45% dos entrevistados brasileiros possuem perfil privado no Facebook, visível apenas para amigos – número menor que os apontados em pesquisas de comportamento nos Estados Unidos, onde 59% dos usuários têm perfis privados (fonte: Pew Research Center; dezembro de 2011). No entanto, os cuidados são negligenciados com os elevados percentuais de compartilhamento de fotos (63%), vídeos (29%), informações pessoais (35%) e de localização (14%).

Ainda de acordo com a pesquisa, há entre os internautas o cuidado com a reputação nas redes sociais, ainda que com percentuais inferiores aos encontrados em estudos realizados com público americano. No Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos. Retirar alguém da lista de amigos foi uma ação feita por 38% de brasileiros, contra 63% de americanos. Quarenta e quatro por cento de usuários já apagaram comentários postados, número que se repete nos EUA.

Entre os cuidados tomados pelos usuários do Facebook, 73% deles afirmaram recusar a convites de amizade feitos por desconhecidos, 71% estão atentos aos arquivos que recebem e 57% só instalam ou acessam aplicativos considerados seguros. Considerando as normas de segurança e privacidade, 41% dos internautas não confiam no Facebook no que se refere à privacidade de seus dados pessoais.

FONTE: Click Carreira, Fernanda Bottoni.

OS 4 C’S DE UMA ESTRATÉGIA DE BRANDED CONTENT

O Branded Content (Conteúdo vinculado à marca) é qualquer conteúdo de entretenimento, informação ou educativo pago por um anunciante com o propósito de refletir dentro do conteúdo os valores da marca ou empresa. Os conteúdos utilizados com extrema sutileza têm o propósito de construir e fortalecer os laços entre produtos e consumidores, saindo da linguagem agressiva da publicidade convencional.

Não há formas únicas para fazer Branded Content e algumas de suas ações se destacam em product placement, infocomerciais, coproduções, ações na internet, artigos patrocinados etc.

A interrupção do conteúdo que o consumidor quer ver, ler ou escutar é o principal problema que a publicidade convencional enfrenta. Para evitar esta situação, o Branded Content mescla informações comerciais com artigos no âmbito educacional. Como consequência é necessário que trabalhem unidos os criadores de conteúdo e os anunciantes, as produtoras de TV,… Unidos em uma “produção conjunta”. Um território onde os grandes grupos publicitários irão definir sua verdadeira liderança.

imagem: parachutedigitalmarketing.com.au

Mercados consistem em seres humanos. E os consumidores mudaram. A oferta também mudou: ela se multiplicou e as prateleiras estão cheias de produtos indiferenciados. Escolher o que comprar é uma verdadeira dor de cabeça e o bombardeio publicitário complica ainda mais.
O QUE DEVO SABER PARA FAZER UMA ESTRATÉGIA DE BRANDED CONTENT?

Sua marca é menos importante, os consumidores querem saber o que você vai fazer que proporcione benefícios a eles. Vender a sua marca fica em segundo plano.

Pense sobre os valores que estão associados à sua marca.
Identifique o seu público: o que eles gostariam?

Olhe para o formato, tempo e design uma ação.

Criar um plano de conteúdo associado

É importante que você considere onde e como sua marca irá aparecer (não falando de um local físico, pode ser um título). Essa ação deve ser sutil e implícita. Não faça coisas cruas, o foco é surpreender as pessoas.

O conteúdo ainda é rei e cada vez mais está ganhando mais importância aos trancos e barrancos. Com a chegada do novo algoritmo do Google percebemos uma realidade que não podemos virar as costas: a crescente importância dos conteúdos, foi o canal que criou as relações entre clientes e marcas.

A partir deste momento, a importância do volume de conteúdo. O importante é criar uma reação no “leitor” para alcançá-lo através do caminho emocional e gerar experiências que faça com eles se sintam envolvidos.

Se a publicidade tem os 4 c’s, o marketing de conteúdo também tem os seus, o pessoal do puro marketing fez uma complicação desses 4 C’s:

CONTEXTO

Na fusão dos elementos da marca, a história é construída para ser o ponto de conexão com seu público-alvo e escolher o canal de distribuição adequado e estratégia de marketing individual que necessitará para sua promoção.

CANAIS

Também mudaram. Cada vez mais encontramos multiplataformas e multicanais. Temos que saber onde os nossos consumidores estão e olhar para a afinidade entre ele e nossa marca.

CONEXÃO

Uma vez que não consiga captar a atenção do consumidor e iniciar uma conversa. Temos de ser mais ambiciosos e alcançar evangelistas da marca. Os eixos centrais dos relacionamentos de longo prazo são a atração e interação.

COMÉRCIO

É verdade que o que nós queremos é estabelecer um vínculo com o consumidor, mas não podemos esquecer que assim, também, nós queremos vender.

O Branded content é o foco da conversa ou a informação do grupo-alvo, não a publicidade de uma marca. A marca é representada no conteúdo apenas como um artista ou pessoa chave. Branded Content, contribuindo significativamente para a construção da imagem positiva das marcas B2C. O conteúdo da empresa B2B serve principalmente a reputação de uma gestão da marca.

FONTE: Marketing Digital 2.0, por Bruno.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

5 FORMAS QUE FUNCIONAM PARA CONSEGUIR TRÁFEGO NA WEB

Nós todos queremos mais tráfego da web. Isto é evidente. Queremos visitas qualificadas, ou seja, aqueles que estão realmente interessados em compartilhar (a nossa mensagem, nosso conteúdo, nossos produtos e serviços, etc.) Além de podermos manter um relacionamento benéfico a longo prazo.

Estas são as visitas que queremos para o nosso blog e devemos sempre aspirar a obter o tráfego qualificado para este tipo.

Este tipo de perfil de interessados irá saber apreciar o valor do que você compartilha e você será recompensado por seus esforços, através do compartilhamento que eles farão do seu conteúdo com seu círculo de influência, deixando comentários em seus artigos, e comprando seus produtos e serviços.

Em suma, estas são as pessoas que irão ajudá-lo a espalhar a sua mensagem, para melhorar a visibilidade e posicionamento da sua marca e, finalmente, para manter sua carreira e negócios em um crescimento gradual e constante.
Como obter tráfego social qualificado

Vamos agora 5 maneiras de obter tráfego mais qualificado:

1 – CRIAR CONTEÚDO QUE MEREÇA SER COMPARTILHADO

Nada substitui um bom conteúdo.

Esta é a chave. O conteúdo que você produz deve merecer ser compartilhado, já que você é o maior interessado em que fazer com que ele chegue a o maior número de pessoas. Por isso, é importante descobrir o que as pessoas gostariam de ler.

Que interesses tens em que um conteúdo pobre chegue a muita gente?Nenhum. Então, ao invés de ficar obcecado sobre o uso de redes sociais e marketing no seu conteúdo, primeiro pesquise sobre o melhor conteúdo a ser publicado. Lembre-se que o que você posta hoje estará falando sobre sua marca durante 24 horas, 365 dias por ano sem interrupção.

O principal fator que determina se o conteúdo merece ser compartilhado ou não é sempre a mesma coisa: a qualidade. Sim, a qualidade em termos de valor real que o seu conteúdo traz para seu público-alvo e qualidade na forma como você expressa a sua mensagem.

Assim, antes de começar a escrever um post, quando você está escolhendo o tema, como pela sua escrita, pergunte a si mesmo: Isso será realmente compartilhável? Será que eu compartilhá-lo? Adapte o seu trabalho de acordo com a resposta que obtém.

Se você fizer isso você vai desenvolver um espírito crítico sobre o seu próprio trabalho e motivação pessoal para a excelência em tudo que faz. Você deve melhorar a cada dia. Só então começará a tomar o lugar do esperado efeito “boca a boca”, o que joga a nosso favor.

Não é necessário que o artigo seja longo e perfeito, mas precisa apontar um valor real para o usuário. O mesmo se aplica a todos os tipos de conteúdo (escrito, áudio, vídeo) e, independentemente da plataforma em que são publicados (o seu blog, outros blogs, YouTube, redes sociais, iTunes, etc.).
2. USE TÍTULOS QUE DESPERTE INTERESSE

O título é talvez o elemento mais importante do seu conteúdo, pelo menos em termos de matérias de divulgação.

Um artigo pode passar despercebido ou se tornar viral com o título que ele tem. Isto é especialmente certo se o seu blog não tem um público fiel para acompanhar e ler quando publicas (e compartilhar). Embora menos pronunciado, o mesmo sucede com qualquer blog, seja quão grande ele é.

Como é que eu faço? Com títulos.
PLANO DE AÇÃO PARA MELHORAR DE UMA VEZ POR TODOS OS SEUS TÍTULOS:

1. Gastar tempo e esforço com seus títulos. Se você tem que gastar vinte minutos ou mais, enquanto desenvolve um bom título, então que assim seja.

2. Observar outros blogs que se dão bem com seus títulos. Aprenda com eles, uma série de lições e boas práticas para o seu blog e obtenha ideias para futuros títulos. Você vê quantas fórmulas são repetidas. Não é por acaso. Funcionam.

3. Aprenda Copywriting. Leia tudo o que puder sobre o assunto e coloque em prática. Você vai encontrar, entre outras coisas, que fórmulas e palavras usar para fazer os seus títulos irresistíveis. Há muitos livros e materiais on-line com o qual você pode começar a sua introdução no mundo dos direitos autorais. Um bom livro para começar é “ O Copywriter Handbook ”, de Bob Bly.

4. Execute suas próprias experiências com os títulos em seu blog. Identifique as fórmulas e as palavras que lhe dão melhores resultados e faça uso em futuros artigos. Eu faço isso constantemente.

3. CONTEÚDO PUBLICADO COM FREQUÊNCIA E REGULARIDADE

O Google aprecia a frequência e a regularidade de publicação de conteúdo e seus leitores também. Isso não significa que você tem que publicar artigos todos os dias. (a menos que seja um blog de muitos editores, Mashable ou tipo TechCrunch).

Procure uma frequência de postagem com o qual você se sinta confortável e que lhe dê bons resultados e tenha compromisso em cumprir.

Esta necessidade semanal não ser gravada na pedra. Com o tempo, à medida que avança em seu caminho como um blogueiro, de acordo com seus objetivos e tempo você pode e está disposto a investir, aumentar ou diminuir a frequência.

Por exemplo, quando eu comecei este blog eu estava postando todos os dias nos primeiros seis meses, depois reduzi para 3-4 por semana. Essa frequência de postagens atualmente é a que melhor se adapta minha situação e os objetivos do momento. Portanto, nada impede que mais tarde, novamente, possa alterar a frequência de postagem, seja aumentando ou até mesmo diminuindo. Tudo depende de quanto tempo você está disposto a investir e do tempo dos meus objetivos.

É essa regularidade permite criar uma base de leitores fiéis que regressam ao seu blog a cada semana em busca de um novo artigo.
Como conseguir ideias de novos artigos e aumentar as visitas
Como escrever mais, preocupar-se menos e criar um grande conteúdo

4. OTIMIZE PARA MECANISMOS DE BUSCA

Esta é a chave. Seus artigos devem ser otimizados para os mecanismos de busca. Caso contrário, você escreverá centenas de artigos e só receberá parte das visitas. Cada item deve apontar para uma determinada palavra ou frase-chave para quando uma pesquisa acontecer no Google.

COMO EU SEI QUAIS PALAVRAS-CHAVE DIRECIONAR?

Pergunte a si mesmo esta pergunta: Que busca é mais provável que alguém faça no Google para encontrar informações sobre o assunto do artigo? O que você buscaria se você quisesse encontrar seu próprio artigo? Esta combinação de 2, 3 ou 4 palavras-chave que aparecem em sua cabeça é provavelmente correta. Você sempre pode ir mais fundo em sua busca para as palavras, o uso de ferramentas como o Google Keyword Tool ou SECockpit.

Se você for pescar na zona marítima em que não há peixes, não importa como você usa a vara de pescar, não apanhará nada. No entanto, se você sabe onde o peixe está você poderá pega-lo com as mãos. O mesmo se aplica aqui.

OUTRAS DICAS:
Se você não tem um tema otimizado para os mecanismos de busca, considere a possibilidade de usar o plugins como All in One SEO Pack ou SEO WordPress de Yoast(apenas um, não todos .)
Se você não tiver feito, vincule o seu perfil do Google + com o seu blog. Com ele, você está dizendo ao Google que os artigos publicados são de sua autoria. Google vai incluir uma foto de si mesmo (a que você tem no seu perfil G +) sobre os resultados do seu blog que aparecem nas páginas do Google, ganhando visibilidade e um maior CTR (taxa de cliques), portanto, mais visitas.



À medida que seu blog ganha popularidade, será fácil ter seus artigos bem posicionados em mecanismos de busca, especialmente se eles estão bem otimizados.

Esta é a razão que desde o primeiro artigo tenho buscado aprender sobre otimização. Como resultado, hoje grande parte dos meus artigos são posicionados entre a primeira e a quinta página de resultados do Google para palavra-chave específica. Isto significa que grande parte dos artigos publicados recebem mais tráfego do Google.

Artigos relacionados:
Pontos chave para uma estratégia vencedora no Google
Marketing de artigos a isca perfeita para o Google
5 – CRIE UM MINI-CURSO OU SÉRIE DE ARTIGOS

Está técnica anima os visitantes a seguir vendo o seu blog. Publique um mini-curso ou uma série de artigos, curtos ou longos por e-mail. Proporcione conteúdo genuinamente útil. Comece gradualmente, depois de ter ganhado a confiança de sues leitores.

Com a quantidade de informação e o pouco tempo disponível é muito difícil convencer o leitor a gastar mais do que 10 segundos em nosso blog. Na verdade, a decisão de ficar em um site ou não tomadas em menos de 1 segundo.

Que vantagens à criação de uma série de blog?

Publicar artigos que fazem você querer ler mais é uma maneira benéfica para aumentar o sucesso de seu blog. Existem pelo menos 4 vantagens:
Fidelidade dos leitores. Porque se eles estão interessados no tema geral, certamente vão voltar para ler todos os posts que tratam de diferentes ângulos.
Aumento do número de assinantes RSS por e-mail é porque as pessoas não perder o próximo artigo.
Gerar mais page views por usuário, visto que em uma série é geralmente lido todos os artigos e não apenas 1.
Novos seguidores no Twitter (ou fãs no Facebook). Criam-se expectativas positivas sobre artigos no futuro, criando uma confiança em seu conteúdo e mensagens.

Bem, Estas são para hoje as estratégias para obter mais tráfego da web. Espero que você faça bom uso. Use-os e quando os resultados começarem a aparecer, diga-me.

FONTE: Marketing Digital 2.0, por Bruno.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Ficou mais caro anunciar no Facebook

No dia 26 de julho, o Facebook vai revelar seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2012, e a situação parece estar melhorando apesar das ações em queda na Bolsa. Uma análise conduzida pela TBG Digital revela que o preço dos anúncios aumentou 58% em um ano.

A melhora se deve à criação de uma plataforma de propagandas para a versão mobile, os chamados "Sponsored Stories", destaques que aparecem no feed de notícias quando um amigo curte uma marca ou empresa. A pesquisa revelou também que os usuários clicam 4 vezes mais nos anúncios mobile do Facebook do que nos divulgados pelo Twitter.

"A introdução das propagandas via celular fez toda a diferença. O número de cliques em anúncios vem crescendo, assim como o uso do CPC (custo por clique) e o CPM (custo por visualização), o que significa que existe uma demanda maior", explicou Simon Mansel, CEO da TBG Digital.

Ainda de acordo com a pesquisa, os usuários se disseram mais atraídos pelos "Sponsored Stories" que pelos anúncios tradicionais divulgados no desktop, o que explica o aumento de 11% nos cliques.

As informações são do TechCrunch.

FONTE: AdNews, por Redação Adnews

Maiores empresas estão cada vez mais presentes nas mídias sociais

Estudo Global Social Media Check-up, da Burson-Masteller, analisa o comportamento das 100 companhias listadas no ranking mundial da Fortune em canais como Facebook e Twitter. As 100 maiores empresas do mundo estão utilizando cada vez mais as redes sociais. É o que indica a terceira edição do estudo Global Social Media Check-up, realizado pela Burson-Masteller. A pesquisa examinou como as companhias listadas no ranking global da Fortune utilizam as plataformas de mídias sociais mais populares (Twitter, Facebook, Youtube, Google Plus e Pinterest) e concluiu que 87% têm perfis em pelo menos um dos canais analisados, o que representa um aumento de 10% desde 2010.

Mais uma vez, o Twitter se destacou, sendo o mais popular, com 82% das citações. No total, em um único mês, as 100 maiores empresas globais juntas foram mencionadas 10.400.132 vezes nas redes sociais, especialmente no microblog. No período, o Youtube foi o que mais cresceu: aumentou em 79% o número de marcas com um canal oficial no site. Em média, cada brand channel tem mais de dois milhões de visualizações e 1.700 inscritos.

Os resultados mostram uma tendência de expansão da criação de conteúdo, engajamento e divulgação nas redes sociais, e acompanham o amadurecimento dos próprios canais. Em um ano, o número médio de seguidores por perfil corporativo no Twitter quase triplicou, passando de 5.076 para 14.709. No Facebook, a média de “curtir” por companhia aumentou 275% desde 2010.

As empresas também estão mais comprometidas com os consumidores na internet: 79% se relacionam no Twitter por meio de RTs (retweets) e menções e 70% respondem aos comentários recebidos no Facebook. A cada dia, as mídias sociais ganham mais importância na estratégia das marcas: 74% acreditam na importância de ter uma fan page; 93% atualizam sua página no Facebook semanalmente; 48% estão no Google Plus, e 25% possuem conta no Pinterest.


FONTE: Mundo do Marketing, por Sylvia de Sá.

Empresas preferem o Twitter

O Twitter é a rede social mais usada pelas maiores empresas mundiais, aponta o "Estudo Global Social Mídia Check-up". Conduzida pela Burson-Masteller, a pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 17.

Os dados indicam que 80% das 100 primeiras empresas da lista estão na rede de microblogging. Companhias como Telefônica, Santander e Repsol têm em média 15 mil seguidores no Twitter, quantidade triplicada desde 2011.

Youtube e Facebook são, respectivamente, as outras duas redes mais usadas no mercado corporativo. Segundo o relatório, 79% das empresas avaliadas têm canal próprio no site de vídeos, índice que era de 57% no ano passado. No Facebook, 74% das companhias possuem ao menos uma página na plataforma. Mesmo sendo recente, o Google+ armazena perfil de 48% das empresas.

Fonte: AdNews, por Redação via agência Efe

Porque sua empresa tem que estar no Facebook?

Muitas pessoas ainda acham que as rede sociais foram feitas apenas para aumentar nosso Network, mas isso é coisa do passado. Estudos apontam, principalmente no Brasil o quanto as redes sociais são papéis fundamentais hoje na escolha de um produto ou na relevância de uma marca. Sabendo disso gostaríamos de mostrar a você 7 motivos pelos quais você deve se preocupar com o Marketing Digital de sua empresa, seja ela pequena ou grande. Você mesmo sabendo mexer nas redes sociais nem sempre tem certos artifícios que um profissional especializado na área tem. Não estamos dizendo que você não possa fazer, mas queremos que você faça o melhor para que sua empresa cresça, já que ninguém quem ser lembrando por um marketing negativo, certo?


Se mesmo assim você ainda não se convenceu, a Experian Marketing Services elaborou uma lista que ajudam a mostrar o alcance do Facebook. E de que maneira isso pode ajudar o seu empreendimento.

1. O Facebook é a principal rede social em países como EUA, Canadá, Brasil, França, Austrália.

2. O Facebook é o site mais acessado nos Estados Unidos e o segundo mais acessado no Brasil, França e Reino Unido.

3. No Brasil, em abril deste ano, o Facebook recebeu quase 10% de todas as visitas da internet.

4. No País, também no mês de abril, uma em cada quatro páginas vistas pelos usuários de internet pertenciam à rede social.

5. A rede social criada por Mark Zuckerberg recebeu 27,08% de page views no Brasil. Nos Estados Unidos, foram mais de 400 bilhões de page views.

6. No Brasil, o tempo médio de visitas no Facebook é superior a 24 minutos.

7. O termo ‘facebook’ é o mais buscado nos Estados Unidos. No Brasil, ele foi o termo mais buscado durante o ano passado.

Se você ainda tem alguma dúvida, saiba que fazer sem entender como funciona o marketing em redes sociais  você pode estar prejudicando sim a imagem de sua empresa. Queremos ajudar você a ser o verdadeiro Expert de marketing social de sua empresa. Como?


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sites lentos ou em manutenção são os que mais irritam os usuários

Frustrações com sites de empresas representaram mais de dois terços dos problemas que fizeram os entrevistados acessarem um concorrente. Uma pesquisa feita pela 1&1 Internet mostrou que as pessoas ainda ficam irritadas quando não conseguem acessar o site de alguma companhia porque ele está “em manutenção”.

Os consumidores esperam que os sites estejam disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, para fazer compras, pagar contas e navegar. O provedor de hospedagem de sites descobriu que quase 40% dos britânicos não utilizariam novamente uma empresa se seu site estivesse com problemas. Quase 45% são mais intolerantes com erros em sites hoje em dia do que eram cinco anos atrás.

Dos 1.500 entrevistados, surpreendentes 71% estão constantemente se deparando com sites com defeitos. Cerca de 60% disse que vê grandes variações na confiabilidade dos sites que visitam. Aqui está o top cinco de problemas mais comuns:

1 – Sites lentos (71%)

2 – Sites em manutenção (49%)

3 – Links quebrados (44%)

4 – Pedidos online congelados (44%)

5 – Páginas quebradas (42%)

Frustrações com sites de empresas representaram mais de dois terços dos problemas que fizeram os entrevistados acessarem um concorrente. As pessoas ficavam mais estressadas com dúvidas sobre se uma compra online foi concluída com sucesso: 44% disseram ter sido afetados.

Oliver Mauss, da 1&1, disse: “Sites não confiáveis continuam refletindo negativamente sobre negócios de todos os tipos e tamanhos. É óbvio que quando se deparam com sites fora do ar ou com problemas, os consumidores procuram outros caminhos”.

“Talvez o mais surpreendente seja a proporção dos que estarão dispostos a voltar. Com isto em mente, as empresas devem garantir que seus sites são bem desenhados e possuem funcionalidade robusta, bem como se beneficiam da infra-estrutura de hospedagem mais confiável e veloz o possível”, concluiu.

Claramente, a lição aqui é verificar constantemente se o site possui erros (o recursoWebmaster Tools, do Google, faz isso) e preencher formulários, carrinhos de compra e outros conteúdos de interação para se certificar de que estão funcionando corretamente.

Cada vez mais os consumidores visitam sites por meio de smartphones ou outros dispositivos móveis, então mesmo que você não possua uma versão móvel de seu site (deveria, aliás), ao menos verifique se tudo aparece apropriadamente em um iPhone ou um iPad, assim como em vários navegadores de desktops.

FONTE: IDGNow!, por IDG News Service.

Marketing de conteúdo e relações públicas na prevenção de crises

Um dos grandes erros das empresas é entrar no online e esquecer o offline − como se todos os problemas fossem ser resolvidos por esse meio −, ou não cuidar do offline primeiro para depois entrar bem na internet. Assim, as empresas ficam muito mais suscetíveis a crises.

Normalmente, as crises começam ou tem sua razão no offline. Agressões, reclamações e críticas não devem ser deixadas em segundo plano, devendo haver esforços imediatos para levantamento da situação e solução, sob pena de estourar uma crise, que pode ser pequena ou gigantesca, a depender da influência e esforços de quem a suscitou/iniciou.

E os conteúdos postados nas mídias sociais, nos blogs e em outros canais online devem ser um reflexo do que a empresa é e como ela age no mundo físico. Por quê? Porque atualmente muitas ações de marketing acontecem do online para o offline, e o maior suporte dessas ações são os conteúdos, por isso os clientes esperam que as boas experiências e lembranças que tiveram no online se afirmem também no offline − e vice-versa. E para que essas experiências e lembranças sejam boas, é preciso que o conteúdo seja informativo, educativo, que ajude, que entretenha, para gerar confiança, aproximação e respeito − e até lealdade − pela marca.

Principais erros cometidos por empresas ao produzir conteúdo para a internet:
:: O principal erro é não conhecer bem seu negócio e não ter um público-alvo definido ou não conhecê-lo, pois o processo deve começar com análise do mercado, como no início de qualquer estratégia.

:: Não determinar que função os conteúdos cumprirão e quais objetivos serão alcançados é um grande erro, isto é, produzir conteúdo por produzir, sem saber exatamente a que propósito está servindo – tem que ser estratégico.

Os demais de destaque são: não ter um plano editorial e periodicidade estabelecida; não respeitar as peculiaridades de organização de conteúdo e leitura na internet − muitas vezes apenas “colando” conteúdos de materiais impressos −; e não dar prioridade para a clareza e correção da linguagem, leia-se revisão de textos, o que pode ser muito negativo para a imagem e credibilidade da marca.

Vantagens da produção de conteúdo estratégico
A principal delas é ter um marco, um lugar na internet, dada sua importância na vida das pessoas. A seguir, vem a possibilidade de ser vista como referência na área em que atua, desde que mostre e compartilhe seus conhecimentos e experiências com a comunidade. Essa referência gera a confiança que pode se converter em oportunidades de negócios nos momentos de necessidade dos clientes e prospects.

Evitando crises com produção de conteúdo
É plenamente possível, por meio da produção de conteúdo estratégico, evitar danos, pois a partir do momento que as empresas começam a se mostrar, a dialogar e a ter uma relação de fato com os consumidores e outros públicos , cria-se uma espécie de blindagem por antecipação, porque o conteúdo gerou admiradores e advogados da marca, e, mesmo que ela pise na bola, esses defensores lembrarão das atitudes passadas.

Ter um histórico de bons antecedentes é fundamental nos momentos de crise e, quando esta estoura, em conjunto com uma comunicação eficaz, é mais fácil controlar e neutralizar maiores propagações e danos. Ou seja, o trabalho maior deve ser antes, e não depois das crises; deve-se atuar na prevenção, e não na “remediação” – e o maior suporte é o conteúdo informativo, educativo, evangelizador.

Cada crise tem sua especificidade, por isso deve haver sensatez e atitude imediata e responsável, sem ficar terceirizando a culpa, e então montar as estratégias de comunicação por conteúdos com a imprensa, em blogs próprios e parceiros, nas mídias sociais e nos demais ambientes alcançados.

Ter envolvimento com os usuários, investigando-os, conhecendo-os e falando de assuntos que cercam o negócio (e não apenas mirando no seu próprio umbigo) e ter políticas (não restritivas, mas inclusivas e participativas) de uso de redes sociais e planos de comunicação, seja antes ou depois das crises, são pontos fundamentais num trabalho de relações públicas centrado no conteúdo.

FONTE: Mundo do Marketing, por Newton Alexandria

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Reclamação pública na internet – Responder, ignorar ou outra coisa?

Algum tempo atrás eu vi um artigo do Marco Gomes, fundador da Boo-Box, uma das startups mais bem sucedidas do país. O artigo tinha um título que começava polêmico: “Marca não deve responder reclamações públicas nas redes sociais“.

Sabemos que o Brasil já está com a marca de 80 milhões de internautas, ainda estamos um pouco longe de ter todos os habitantes como internautas, mas estamos chegando próximos da metade. Uma quantidade tão grande de gente acessando a internet significa um número enorme de pessoas que procuram por marcas na internet.

As marcas são frágeis. Elas podem ter 1 funcionário ou terem milhares de funcionários espalhados pelo mundo, mas ainda assim são frágeis. Não estou nem falando no quesito econômico, onde as ações sobem e descem todos os dias, estou falando das marcas na cabeça de seus consumidores.

Por isto que tanto se defende a ideia de que as empresas devem ser boas com os seus seguidores e fãs, devem responder prontamente, buscar soluções rápidas, entregar uma Coca-Cola gelada com limão e gelo, sem falta! Eu sinceramente acho que temos que cuidar para não chegar a tanto, acho que muita gente compartilha da mesma ideia.


Mas agora entramos na questão tão polêmica trazida por Marco Gomes. Quando uma pessoa reclama de sua marca nas redes sociais, principalmente onde se tem muita visibilidade, como Facebook e Twitter, uma resposta mal dada pode significar um dor de cabeça maior ainda. Mas deixar que os seus consumidores usem o Twitter da sua empresa como um SAC 2.0 é complicado, você acostuma as pessoas a estarem sempre procurando você por ali. Pelo menos é o que Marco acredita.

Eu acredito que realmente é complicado fazer com que as publicações na linha do tempo se tornem um muro das lamentações, como ele mesmo chama, afinal, uma troca de mensagens dessas vai acabar atormentando os usuário que nada a ver tem como o problema. Claro, a situação pode ser ainda pior quando aquela troca de comentários abre espaço para que outras pessoas com o mesmo problema (ou outros) usam o canal aberto para “soltar os cachorros”.

"A principal questão sobre o SAC 2.0 é que este tipo de atendimento cresceu sem planejamento prévio. O cliente que se comunica pelos canais oficiais e não é atendido, recorre às redes sociais, expressando seu caso abertamente e consegue, na maioria das vezes, uma solução imediata, o que os condiciona a usar este canal. Uma opção é sempre que surgir uma reclamação aberta, incentivar que o cliente se manifeste através de canais oficiais, que sejam privados e seguros. Trecho do artigo que esta publicado no Proxxima"

Bom, eu concordo com Marco. Acho que nesses casos precisamos trazer “o reclamão” para um lugar privado, onde você pode entender melhor o contexto do problema e não ficar a merce de chantagens como “ou me responde ou vou xingar muito no Twitter”. Este lugar pode ser DM, mensagens privadas, email, telefone, onde for melhor, onde você consegue controlar melhor os efeitos.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Posts de sucesso: 5 detalhes que fazem toda a diferença

Escrever um post que faz sucesso costuma ser imprevisível. Já tivemos alguns textos que esperávamos que se tornassem grandes hits e que mal foram lidos. Outros, dos quais a expectativa era baixa, acabaram se espalhando e recebendo ótimos comentários.

Apesar desses contrapontos, é possível ver uma predominância de algumas técnicas nos posts que fizeram maior sucesso. Aqui listamos as 5 dicas práticas que sempre fazem a diferença:

Deixe o texto “em repouso” por pelo menos uma noite

Muitas vezes terminamos de escrever um post e ficamos em um estado de mini-euforia, acreditando que acabamos de finalizar uma verdadeira obra prima. Aí o post é publicado e…. bem, a repercussão não foi a esperada.

Parar e ficar um tempo sem olhar para o texto pode te fazer perceber erros óbvios que, pelo envolvimento no momento, não conseguimos identificar. Além disso, continuar com o tema do post martelando na cabeça por mais tempo acaba frequentemente te fazendo pensar em um novo comentário ou uma nova forma de explicar sua idéia. Vale a pena se programar para que sobre esse tempo.

Gaste mais tempo com o título do que o previsto

O título costuma ser a última coisa a ser feita, quando já estamos cansados de escrever. A reação natural é pensar em qualquer coisa e, rapidamente, mandar publicar.

O problema é que o título costuma ser o grande responsável por fazer alguém ler ou não o texto. É ele que é capaz de gerar interesse e fazer com que o post seja clicado e lido. Além de ser geralmente a chamada em um Tweet ou o assunto em um email.

Por isso, vale separar um tempo, pensar em diversas possibilidades e então escolher o título para o seu post.

Preocupe-se em deixar o texto escaneável

Não é preciso necessariamente criar um lista de coisas, mas é fundamental ao menos separar seu texto em algumas partes principais.

Na Internet costumamos ter diversos sites abertos, várias coisas a fazer e por isso escaneamos o texto, ao invés de ler com calma, palavra por palavra. Textos que facilitam esse trabalho tendem a fazer mais sucesso.

No começo do mês escrevi um texto com as 7 dicas para tornar seu conteúdo mais escaneável. Vale conferir.

Leia em voz alta

Por mais bobo que pareça, ler em voz alta pode ser muito importante para verificar a qualidade do seu texto.

Quando lemos em voz alta conseguimos nos atentar mais à fluência e ao ritmo do texto, que fazem muita diferença para quem está lendo pela primeira vez.

Peça pelo sucesso

Se você quer que as pessoas comentem, termine seu texto pedindo por isso. Se quer que elas divulguem, termine seu texto pedindo por isso.

Não que essas coisas vão acontecer só porque você pediu. É preciso que o conteúdo seja atrativo o suficiente. No entanto, se seu conteúdo é realmente atrativo, as pessoas podem acabar se rendendo ao pedido e melhorar seus resultados.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Twitter é a rede social mais acessada no trabalho, de acordo com pesquisa

Estudo sobre hábitos dos internautas também descobriu que o Facebook é mais acessado de casa e o Orkut a partir de lan houses. A E.life, empresa de gestão de redes sociais, realizou um estudo sobre os hábitos e comportamentos dos internautas brasileiros nas mídias sociais, com o objetivo de mostrar como os usuários avaliam e utilizam as redes que acessam. No total, foram 1316 entrevistados no período de novembro de 2011 a fevereiro de 2012.

O resultado revelou, entre outros dados, que 28,3% dos entrevistados dedicam 40 horas ou mais à internet por semana, o que significa quase 6 horas por dia. Também foram identificadas as redes mais usadas pelos brasileiros: Facebook, com 88,9%; o Twitter, com 41%; o MSN, com 34,3%; o Orkut, com 31,7% e o YouTube, com 21,7%.

Quando questionados sobre que atividades praticam na internet, 84,8% disseram que utilizam seu tempo online para acessar as redes sociais e ter conversas virtuais em tempo real. De acordo com 43,1% dos usuários, o principal objetivo deles nas redes, é manter contato com amigos, colegas e parentes.

Também são hábitos comuns dos internautas obter informações de interesse; ler notícias; conhecer pessoas; acessar dados sobre lazer e entretenimento; divulgar conteúdo próprio; pesquisar sobre empresas, produtos e serviços; além de jogos online e fins profissionais.

Perfis

A pesquisa descobriu que existem distinções entre os tipos de usuários das principais redes sociais mais utilizadas, o que resultou em dados curiosos.

No Facebook, a maioria dos usuários acessam a rede de casa (92%) e do desktop (70,2%). Já o Twitter é a rede mais acessada no trabalho (49%), enquanto o Orkut é a plataforma menos acessada via smartphone e notebooks, mas é o site mais visto em lan houses. Por fim, o YouTube é a segunda rede mais acessada no trabalho (40,2%), porém, o uso nas escolas e faculdades é baixo (24,5%).

Se você ficou curioso para ver o estudo completo, clique aqui.

FONTE: Olhar Digital

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Brasil é o país que mais acrescenta usuários ao Facebook

O Brasil não para de crescer no Facebook, prova disso é que o país se tornou o que mais cresce na rede social, em números absolutos. Nos últimos seis meses, 16 milhões de brasileiros aderiram ao site, de acordo com a Socialbakers.

Agora, o Facebook conta com 51,1 milhões de usuários daqui, uma alta de 45,55% durante esses seis meses.

Em termos de crescimento, o Brasil está à frente de Índia (que ganhou 8,4 milhões no período), México (4,6 mi), Japão (3,7 mi) e Indonésia (2 mi).


FONTE: AdNews, por Redação.

Por que continuamos usando o Facebook?

Pesquisa revela o motivo da rede social mais famosa do mundo ainda não ter “Orkutizado”. Você conhece a história do Orkut. Era a rede social mais usada no Brasil, todo mundo tinha seu perfil. Todo mundo mesmo. E essa popularidade toda cansou alguns usuários que abandonaram o Orkut em busca de um serviço mais exclusivo - acabaram migrando para o Facebook. O Orkut, como todos sabem, Orkutizou. Mas agora parece que todos tem um perfil no Facebook – seu antecessor, nos dias de glória. Por que a rede social mais popular do mundo também não “Orkutiza”?

Afinal, todos estão lá e, anos após sua ascensão, ainda acessamos a rede social todos os dias. Segundo uma pesquisa, publicada pelo Journal of Broadcasting & Electronic Media, isso acontece porque sua função foi mudando com o tempo – coisa que o Orkut, por exemplo, não fez.

Isso significa que os preceitos do Facebook de dar às pessoas “um mundo mais conectado e a habilidade de compartilhar” não são mais válidos, pelo menos não na prática. O motivo pelo qual entramos lá todos os dias, agora, é simplesmente nosso desejo de nos entreter.

Como assim? Em 2008, uma pesquisa mostrou que o motivo pelos quais as pessoas acessavam o Facebook era para fazer e manter amigos. Agora essa razão se desgastou e a maior parte dos usuários afirma que entra na rede para “passar o tempo” e para “se divertir”. Outro motivo apontado foi o desejo de expressar seus próprios sentimentos – não importando, exatamente, para quem.

A pesquisa não é perfeita – ela não aborda todos os motivos complexos individuais que podem levar a pessoa a acessar o facebook e que podem ser classificados como “passar tempo” (stalkear o ex namorado/a, saber quais colegas de faculdade não são tão sucedidos quanto você, etc.), mas já mostra que, atualmente, nossos motivos para nos engajar em uma rede social não são tão nobres quanto antigamente.

Tendo isso em vista, é óbvio que o Facebook procura se adaptar, para tornar mais fácil a vida dos usuários, mesmo que seus objetivos lá dentro mudem. Isso justificaria todas as mudanças drásticas na rede (perfis em formato de timeline, por exemplo), embora se ela tenha acertado ‘na mão’ na hora de fazê-las ainda seja questionável.

E você, concorda ou discorda com a pesquisa? Conte pra gente, nos comentários, se e por que você usa o Facebook.

FONTE: Galileu, por Redação

5 dicas das MARCAS que mais engajam fãs nas redes sociais

Veja o que Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat têm a dizer sobre como gerenciam seus perfis na rede. Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat, nesta ordem, foram os perfis de marcas que mais fizeram barulho com fãs nas redes sociais no mês de maio, de acordo com o ranking do indexSocial.

Para medir o nível de engajamento de cada marca, foram levados em conta interações como comentários, curtidas, votos, menções e retuítes no Facebook, noTwitter e no YouTube.

Além de aumentar a base de fãs em ambientes interativos, essas marcas estão conseguindo construir discussões, compartilhamentos, identificação e diversão em suas páginas.

A seguir, você vai ver: para gerar engajamento, até postar conteúdos durante a madrugada está fazendo a diferença.

Veja as dicas das cinco campeãs sociais:

1 Publique conteúdos relevantes

"Administramos as nossas páginas com diversos tipos de conteúdo, desde narrações de jogos, com posts de um em um minuto, até informativos sobre o clube, a hora do jogo,contratações, escalações, promoções com camisas ou bola autografada e ingressos", disse Rafael Neves, Gerente de Esportes da Brahma

"Vídeos exclusivos para as redes também têm um potencial gigante".

De acordo com Rafael, os 18 perfis de Brahma Futebol - um de Brahma Seleção e 17 dos clubes - são administrados pela Esporte Interativo e envolvem cerca de 25 pessoas.

"Um dos principais motivos do sucesso é que cada torcedor tem o seu ambiente, com conteúdos individuais para cada clube. Criamos um ponto de encontro dos torcedores e falamos na língua deles".

2 Esteja atento às métricas

De acordo com Bruna Buás, gerente de marketing digital de Guaraná Antarctica, um dos segredos é monitorar as atividades das páginas. "Temos métricas muito bem definidas e formas de mensurar o que efetivamente é importante para o nosso consumidor", explica.

A marca possui três pessoas na AmBev voltadas para a administração das redes sociais, além das agências DM9DDB, que faz a comunicação da marca, e Espalhe, responsável pelo conteúdo digital.

"Geralmente, qualquer tipo de conteúdo que incentive a interação e a participação dos fãs, que tenha um "call to action", gera resultado", conta Bruna.

Embora a marca atualize os perfis em qualquer horário do dia, inclusive durante a madrugada, foi possível ver por meio de métricas que a movimentação aumentava nos intervalos para refeições.

"Na hora das refeições, por exemplo, sempre postamos fotos de comidas que combinem com Guaraná Antarctica. Depois de um certo tempo, começamos a incentivar os consumidore a mandar suas próprias fotos. Essa possibilidade de fazer parte do nosso conteúdo aumentou o engajamaneto."

FONTE: EXAME, por Cris Simon.