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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Como fazer sua empresa aparecer na Internet

Os empreendedores de hoje já não cogitam ficar longe da internet. Ter uma página do seu negócio, que seja apenas com contato e endereço, é prática quase obrigatória. O próximo passo, para muitos, é partir para as redes sociais. “Basicamente, o que acontece com uma pequena empresa é que ela não sabe por onde começar”, diz Gustavo Braun, fundador da agência de marketing João Digital.

Para evitar este problema, os especialistas no assunto definem regras claras que são antes de explorar a web. “Você precisa de um objetivo claro do que será feito. Sem isso, você não sabe o que falar, não tem estratégia e não sabe medir se está valendo a pena”, explica Braun. Com o seu objetivo em mente, é hora de fazer sua empresa aparecer e se destacar na web.

1. Organize-se

Navegar pelo Facebook ou Twitter o dia todo pode parecer interessante e até divertido. Mas isto só vale para sua página pessoal. Quem for responsável pelo perfil da empresa nas redes precisa agir com profissionalismo. “Não pode ser feito na bagunça, tem que ser programado. Existe uma melhor hora para postar e também o conteúdo correto. Tem que ter uma burocracia para se organizar”, sugere Braun.

Além disso, saiba coletar e interpretar os dados de sua atuação nas redes. “Saiba quais são as plataformas, como medir, prazos e senhas. Tenha tudo muito claro. Tem que ter uma burocracia para se organizar”, explica.

2. Não copie os outros

A cada semana, um novo fenômeno viral faz sucesso na internet. Quase todo mundo se pergunta por que não pensou naquilo antes. Depois da hora, no entanto, tudo que for muito parecido deixa de ter apelo com os usuários. “Se você fizer a mesma coisa que a concorrência, o consumidor não tem por que te seguir. Tem que ser diferente. Não repita fórmulas”, ensina Braun.

Sua estratégia deve ser real, relevante e diferente. “Os cara geniais do marketing seguem esse tripé. Tem que experimentar e tentar. Vai investindo devagar e de forma estável”, sugere.

3. Tenha paciência

A internet pode dar a falsa sensação de que tudo acontece muito rápido. De um dia para o outro, seu perfil pode ter milhares de seguidores. Mas isso vale a pena? “Esses resultados rápidos são furadas. É mais interessante ter 5 mil seguidores e que boa parte fale com você do que ter centenas de milhares que são inativos e não vão servir para nada”, afirma.

Por isso, construir uma presença online exige dedicação e paciência. “O mundo não foi feito de uma hora para a outra. Tudo pode dar errado muitas vezes até começar a dar certo. Aprenda com seus erros e siga em frente”, sugere.

FONTE: Info, por Priscila Zuini.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pesquisa mostra como se comportam os internautas brasileiros

IBOPE Nielsen Online mapeia dias e horários de maior atividade online na web em julho. O Brasil possui cerca de 48,3 milhões de usuários ativos na internet. Os dados são do IBOPE Nielsen Online e têm como base o comportamento do internauta brasileiro em julho deste ano.
De acordo com a pesquisa realizada, os homens representam 53% dos usuários que acessam à rede de casa ou do ambiente de trabalho, restando às mulheres 47% da audiência.

Já sobre os hábitos do internauta brasileiro em julho, registrou-se maior atividade online nas segundas e terças-feiras, dias em que 75% dos usuários se conectaram à internet. Assim como o horário médio de picos de acesso foi entre 17 e 18 horas.

Durante o mês analisado, os usuários que acessaram comunidades e redes sociais permaneceram em média nove horas e 40 minutos conectados a esse tipo de site, assim como outros usuários permaneceram duas horas e nove minutos assistindo a vídeos e 43 minutos visitando lojas de comércio online.

FONTE: IBOPE

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Brasileiros correm para a internet depois do expediente

Durante a durante a semana, o horário de maior acesso à web entre os brasileiros é das 19 às 22 horas. Já nos finais de semana, o período de pico é um pouco mais extenso, começando às 14 horas e indo até às 22 horas.

Os dados foram revelados pela pesquisa “Horário nobre da internet no Brasil”, das empresas Hi-Mídia e M.Sense, que monitoraram mais de mil pessoas durante as duas últimas semanas de junho de 2012.

O estudo também mostrou que a presença dos brasileiros na web ao longo dos dias está diretamente relacionada à portabilidade de seus aparelhos. Quem tem o hábito de acessar a internet através de tablets e smartphone, por exemplo, tende a se conectar com maior frequência durante todo o dia e à noite.

Das 1.265 pessoas entrevistadas, 35% revelou acessar a internet através deste tipo de aparelho móvel. O horário de pico deste público no ambiente virtual é, portanto, durante grande parte da manhã (9hs às 12hs), tarde (principalmente logo depois do almoço) e também noite, começando a partir das 19 horas.

Se durante a semana o acesso via tablets e smartphones se dá durante praticamente todo o dia, nos finais de semana percebe-se um alastramento ainda maior nos horários. O acesso começa um pouco tímido a partir das 9 da manhã, ganha força entre as 14 e 17 horas e continua firme até depois das 22 horas.

Como era de se esperar, o cenário é bem diferente quando se fala em acesso à internet através de desktops. A maioria dos entrevistados, 65%, são usuários de PCs e esta parcela concentra sua atividade na web em horários bem específicos: entre as 19 e 22 horas durante a semana e, aos sábados e domingo, a partir das 14 horas e noite adentro.

FONTE: Exame, por Gabriela Ruic.

Profissional de mídias sociais: vocação ou uso excessivo?

 As duas coisas. É isso que exigem as vagas quando procuram por profissionais responsáveis pelas mídias sociais de uma empresa ou agência. Uma característica não elimina a outra. Não há como ter vocação sem saber explorá-las ao máximo, e não há como usá-las como oportunidade se não tiver vocação.

A questão não é discutir a formação desse profissional, que geralmente provém dos cursos de comunicação social: jornalismo, publicidade, relações públicas, marketing e afins. O grande tabu para os recrutadores é saber até que ponto o profissional está apto a exercer aquela função sendo apenas um usuário ativo das redes sociais, o que é muito comum entre os jovens e os novos profissionais do mercado.

Profissionais recém formados ou estagiários ativos nas mídias sociais têm sido uma estratégia eficaz (e de mão de obra barata) para atualização de contas das empresas que deveriam, inclusive, oferecer cursos aos interessados na área para que possam se profissionalizar e se tornarem seniores no assunto. Não é necessário um “dom” ou aptidão garantida no DNA desse profissional, entretanto, o profissional de mídias sociais é alguém com vocação para marketing e relacionamento. Não é vender sem saber se relacionar, nem se relacionar sem saber engajar.

As empresas precisam entender que são novas ferramentas, mas que o profissional precisa ser tão – se não mais – bem qualificado como um gerente de marketing. As marcas estão mais expostas, a reputação da empresa está mais “vendida” e o cuidado com a imagem cresceu sem limites. Mesmo que você não faça propaganda, os usuários estão fazendo por você ou estão queimando o seu filme nos canais.

Você faz o que você gosta?

Usar o Facebook para falar com os amigos, ser ativista em grupos sociais e líder de opinião não faz de você um social media. Se você trabalha com isso porque é bom em relacionamento apenas, está na hora de rever os seus conceitos.

O profissional de mídias sociais tem funções muito além do entretenimento nas redes sociais. Ele é quem lida com o lado “problemático” da coisa e, muitas vezes, é o responsável pelo gerenciamento de crises, monitoramento de comentários, engajamento de usuários, mapeamento de atores, mensurador de resultados, planejador de campanhas etc. Essas tarefas exigem experiência e um jogo de cintura que até mesmo um psicólogo social poderia resolver.

Reveja seus conceitos, veja se está pronto para os desafios e se você é bom em relacionamento e gerenciamento de crises. Não prometa ao seu chefe “bombar” no Facebook sem saber o que fazer se a estratégia der errado. Se tem vocação, profissionalize-se. Se ainda vê simplesmente como entretenimento, veja se está fazendo realmente o que você gosta.

FONTE: Blog Mídia 8, por Cinthia Demaria

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Como as mídias sociais ajudam você a conseguir um emprego

Segundo o estudo, erros de português atrapalham mais que imagens de bebidas alcoólicas. Sua vida online pode servir como vitrine para demonstrar como você é offline. Por isso, muitas empresas passaram a observar o comportamento de seus candidatos nasredes sociais antes de contratá-los.
A Jobvite, empresa norte-americana de recrutamento online, criou um infográfico para analisar o que os profissionais de RH procuram nas mídias sociais. O infográfico foi feito com base em uma pesquisa da mesma empresa com dados coletados de 800 entrevistados norte-americanos entre maio e junho de 2012.

Os resultados trazem descobertas interessantes. Elas mostram que 73% das empresas nos Estados Unidos contrataram por meio das mídias sociais. Destas, 89% utilizaram o LinkedIn, 26% o Facebook e 15% o Twitter para analisar os pretendentes às vagas.

O que mais incomodou os recrutadores nas redes sociais dos candidatos é quando algum deles fazia menções a drogas ilegais, atingindo 78% de reprovação. Em seguida, na escala de impressões negativas, estão os posts com conteúdos sexuais (66%); textos com profanidades (61%); erros de português (54%); e fotos consumindo bebidas alcoólicas (47%).

Já 88% dos recrutadores afirmaram que gostariam de ver nas redes sociaisdos candidatos fotos com empresas e organizações, enquanto 66% desejariam ver imagens de trabalhos voluntários.

E aí, você acha que está fazendo tudo certinho na internet?

FONTE: Olhar Digital

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Redes Sociais: uma oportunidade para o seu negócio


Que as redes sociais mudaram o comportamento do consumidor e forma do mesmo se relacionar com marcas e produtos todos nós já sabemos. Mas o que isso significa para os negócios?

No início, empreendedores enxergavam sites como Orkut e Facebook como uma ameaça. Era preciso “fiscalizar” o que se dizia e disputar com os concorrentes quem tinha o maior número de “fãs”.

Hoje, as mídias sociais são vistas como uma oportunidade para, além de monitorar o que falam sobre a sua empresa, ganhar dinheiro, inovar, vender.

Um estudo recente da consultoria Deloitte mostra que 52% dos executivos consideram as redes sociais importantes para o negócio. E 86% deles afirmam que essa importância crescerá nos próximos três anos.

Experiências bem-sucedidas nesses canais podem representar uma melhora no atendimento ao consumidor, criar novos canais de venda e ajuda até mesmo na concepção de novos produtos.

Fonte: Exame, via Exa Multimídia

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Maiores empresas do mundo e a mídia social

Saiu o Global Social Media Check-up 2012, estudo da Burson Masteller sobre o uso de mídias sociais das 100 principais empresas da lista da Fortune. O estudo confirma que as empresas estão entrando mais fundo nas mídias sociais. Foram 29 empresas americanas,: 45 europeias, 23 asiáticas e 3 latino americanas.

87% delas usam pelo menos uma plataforma de mídia social.

10,1 contas no Twitter; 10,4 contas no Facebook; 8,1 contas no YouTube; 2,6 no Google Plus e 2,0 no Pinterest;

74% das empresas pesquisas têm, pelo menos, uma página no Facebook;

93% das páginas corporativas no Facebook são atualizadas diariamente;

48% das empresas já tem contas no Google… e 25% têm contas no Pinterest;Cada página corporativa no Facebook tem 6.101 pessoas;

79% das empresas pesquisadas tem canais no YouTube. É um crescimento vertiginoso, já quem em 2011 esse índice era 57%;

82% das 100 companhias têm, pelo menos, uma conta no Twitter. Cada empresa foi mencionada, em média, 55.970 vezes no Twitter em 1 único mês.

O estudo confirmou 4 tendências:
As empresas investiram muito nas mídias sociais;

Valorização do conteúdo

Uso do meio para construir diálogo e relacionamento.

Cada canal de mídia social tem papel único e devem coexistir e se somar.

Os consumidores, clientes e cidadãos já sabem disso. Desde 2011, o número médio de seguidores por conta no Twitter quase triplicou. Pulou de 6.076 para 14.709. No Facebook, o número médio de “Likes” por empresa aumentou 275% desde 2010, pulando para 152.646 “Likes” em 2012. Tudo isso num único mês.

Além do PDF (primeiro link do texto) também há uma apresentação das descobertas no SlideShare. Ambos estão em inglês.

Via A quinta onda. Crédito da imagem: Shazeen Samad via Compfight.

FONTE: Blog PagSeguro.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Quanto as marcas mais famosas gastaram para criar seus logos

O site especializado em desenho de logotipos Stock Logos apurou quanto as principais empresas e eventos do mundo desembolsaram com o design dos seus famosos logotipos e levantou alguns fatos bem curiosos.

Enquanto marcas como a petrolífera BP pagam verdadeiras fortunas para formular a sua marca, imagens famosas como a da Coca-Cola ou do Google não custaram nada. Veja os destaques e acesse o post original se quiser ler todas as comparações:

Google
Preço do logotipo: US$ 0. Desenhado em 1998 pelo próprio Sergey Brin.


Coca-Cola
Preço do logotipo: US$ 0, desenhado pelo escriturário do fundador da companhia, John Pemberton


Pepsi
Preço do logotipo: US$ 1 milhão em sua última reformulação


Next
Preço do logotipo: US$ 100 mil, imaginado pelo famoso designer Paul Rand a pedido de Steve Jobs


Enron
Preço do logotipo: US$ 33 mil, feito pelo mesmo Paul Rand nos anos 90


BP
Preço do logotipo: US$ 211 milhões no redesenho de 2008


Twitter
Preço do logotipo: US$ 15, em sua versão original


Nike
Preço do logotipo: US$35, criado em 1975 e reformulado várias vezes


Olimpíadas de Londres
Preço do logotipo: US$ 625 mil, criado em 2007 pelo designer Wolff Ollins



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Social media é para profissionais, não para o sobrinho

É trabalho sério e importante; não é para amadores. “Isso mostra que você não entende nada de social media e nem de Facebook”, me disse há pouco tempo um leitor aqui no Webinsider, após eu comentar que determinado artigo era uma das maiores bobagens que li nos últimos tempos.

Não. Não, entendo mesmo.

O fato de eu ter algumas centenas de amigos no Facebook, o mesmo volume de contatos no LinkedIn e pouco mais de mil seguidores no Twitter não me faz um especialista no assunto. Assim como o fato do Tarcísio Meira ter feito dezenas de novelas não o faz um especialista em televisão.

Eu sou apenas uma pessoa que usa bastante as redes sociais para fins pessoais e profissionais. Não me julgo, não pretendo, nem nunca disse que sou um especialista no assunto.

Mas isso não me impede de emitir uma opinião, baseada em meus mais de 20 anos de carreira em publicidade, 16 deles na publicidade online: o mercado de social media no Brasil precisa mais do que nunca de profissionais e não de sobrinhos.

Sim, sobrinhos, este personagem que assola o mercado de internet desde os seus primórdios.

- Precisamos fazer um site!
- Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet.

Lembrou?

- Nosso site não aparece no Google!
- Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet.

Conhece esse?

- Precisamos de uma página no Facebook e de um perfil no Twitter!
- Chefe, tenho…

Entra ano, sai ano e os sobrinhos continuam por aí, assombrando o mercado.

Sobrinho, caia na real: o fato de você ter entre 18 a 25 anos e muitos amigos no Facebook e Twitter não faz de você um especialista em redes sociais. Muito menos um consultor.

Aliás, quem tem de cair na real são as empresas que, em sua maioria, ainda estão contratando sobrinhos, netos, primos e similares para cuidar de sua imagem e comunicação nestes ambientes. Quando na verdade deveriam estar buscando profissionais de comunicação, publicidade, relações públicas e afins.

Durante alguns meses tive entre meus clientes uma empresa norte-americana da área de social media. Ela recentemente foi vendida por estimados 300 milhões de dólares a uma grande corporação. O serviço que eles prestam é algo que as empresas brasileiras com mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter ainda não adotaram.

Aqui só se fala em comprar campanhas no Facebook e acompanhar o que estão dizendo sobre você no Twitter. Mas a gestão do conteúdo ainda é feita de forma manual e arcaica, sem uniformidade na estratégia, o que proporcionaria métricas mais eficientes.

Poucas semanas depois deste meu cliente ter sido vendido, seu maior concorrente foi adquirido por outra empresa por 689 milhões de dólares. Ambas transações saíram no AdAge, no Business Insider e em diversos sites especializados, tanto de publicidade como de tecnologia. Mas nem uma linha em nossos grandes veículos.

Enquanto o brasileiro ainda se preocupa em oferecer desconto para conseguir mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter, isso já deixou de ser prioridade em mercados mais avançados.

Por aqui o gerenciamento ainda é feito de forma manual, site a site; nos EUA e Europa, a estratégia é pensar todas as redes sociais de forma coordenada e com a garantia de que o acesso ao conteúdo será perfeito via qualquer plataforma.

No Brasil, a presença das empresas em redes sociais ainda é vista como novidade e os veículos do trade colaboram, ao noticiar que tal empresa agora tem página no Facebook (desde quando isso é notícia?). Lá fora, as empresas já pensam em ROI, pois presença nas redes sociais é obrigatória e deixou de ser novidade faz tempo.

Enquanto lá eles usam uma plataforma para o gerenciamento eficiente, aqui a maioria ainda usa sobrinhos.

Claro, há exceções e uma preocupação real de agências em anunciantes em busca da profissionalização. O Meio & Mensagem publicou um artigo com um quadro interessante, que mostra como o mercado publicitário está se movimentando e se estruturando para atender a crescente demanda do setor.

Não se enganem: sobrinho é um estado de espírito e independe da idade; conheço muitos na faixa dos seus 40-50 anos. Assim como há grandes e talentosos profissionais com seus vinte e poucos anos.

Biz Stone disse em um evento: “Eu criei o Twitter, mas não sou especialista em social media”.

E você aí se achando, né sobrinho?

FONTE: Webinsider, por Marcelo Sant'iago.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Usuários do Facebook poderão seguir páginas sem se tornarem fãs

Rede social testa adoção do botão 'Subscribe' em perfis corporativos. Com isso, o 'Like" pode perder força. O Facebook colocou em teste um recurso que dará aos usuários a possibilidade de acompanharem publicações de empresas sem a necessidade de "curtir" as páginas. O mesmo botão "Subscribe" usado para seguir usuários comuns deve ser adotado para perfis corporativos.
A novidade apareceu na página do Marketing Land, que questionou o Facebook e recebeu confirmação da rede social sobre os testes. "Essa ferramenta permite que pessoas recebam atualizações de páginas sem que tenham curtido a página", informou a equipe do site.

Há um possível problema em relação a esta atitude. Se as páginas ganharem um botão "Subscribe", alguns usuários deixariam de ser "fãs" das marcas, pois parariam de curtir suas páginas. Como os Likes costumam ser usados para justificar os índices de engajamento dos perfis, pode ser que haja estranhamento junto ao mercado anunciante.

FONTE:Olhar Digital.

Sua empresa ainda vai ter um rede social corporativa

Uma rede social corporativa, nos moldes de Facebook e Twitter, já é viável e pode trazer benefícios para gestão, a comunicação interna e a retenção de capital intelectual nas empresas.

O Brasil é o quinto país mais conectado à internet no mundo, ficando atrás apenas do Japão, Índia, Estados Unidos e China. Isso representa cerca de 80 milhões de brasileiros conectados à rede, segundo pesquisas da IBOPE Nielsen Online. O número é bem significativo e mostra o quanto o uso da internet vem crescendo e fazendo parte do cotidiano dos brasileiros.

Acessar a internet diariamente, seja em casa ou no trabalho, já é uma atividade tão rotineira quanto beber café. Com a chegada das redes sociais houve um boom no número de usuários conectados, são mais de 46,3 milhões de brasileiros, de diferentes idades e condições sociais, ativos nas redes sociais. Essas mídias ultrapassaram os limites da vida privada e os profissionais são 2.0 antes, durante e depois do expediente.

E tornou-se impossível evitar a utilização das redes públicas nas empresas porque o que era apenas uma atividade de lazer transformou-se em ferramenta de trabalho.

Com a popularização dos dispositivos móveis, a utilização das redes públicas nas empresas é realidade e a grande questão para os gestores é descobrir como extrair informações relevantes de seus colaboradores por meio da utilização das mídias e comunidades sociais. Não estou falando aqui em monitorar o que eles escrevem no Twitter ou Facebook, mas sim chancelar um canal corporativo de discussão, ou seja, uma rede social corporativa, onde todos possam discutir sobre assuntos profissionais.

Quando bem utilizado e analisado, o conteúdo produzido por essas redes internas pode resultar em novos modelos de gestão ou, no mínimo, retenção do capital intelectual das empresas. É importante salientar que os ativos de conhecimento são cada vez mais valorizados como vantagem competitiva dentro dos negócios. É por este motivo que as mais modernas empresas e instituições do mundo já criaram suas próprias redes.

A rede social corporativa, uma plataforma online que reúne profissionais em torno de um interesse comum, é a solução. Com ela, amplia-se a comunicação interna das empresas e cria-se um ambiente em que o colaborador pode compartilhar seu conhecimento e ampliar o relacionamento com os colegas de trabalho, clientes e parceiros.

Oferecendo os mesmos recursos de uma rede social comum, como o Facebook e o Twitter (perfil, grupos, feed de notícias em formato timeline ou linha do tempo, chat, grupos temáticos, páginas, opções para curtir e compartilhar conteúdo, entre outros), é fácil criar um ambiente de colaboração e de gestão do conhecimento.

São muitos os benefícios de uma rede social corporativa: ela reúne os talentos da empresa e os coloca em constante troca de conhecimento, possibilita a interação entre os colaboradores, clientes e fornecedores de diferentes áreas de atuação, incentiva o capital intelectual, favorece a troca de informações com mais rapidez, entre tantos outros. E o que é muito importante: de fácil desenvolvimento, pode ser customizada conforme as necessidades de cada empresa.

A necessidade de colaboração, juntamente com a possibilidade de integração entre empresa e cliente, transformam as redes sociais corporativas em grandes aliadas das empresas que querem largar na frente com algo inovador e diferenciado.

FONTE: Webinsider, Por Luiz Alberto Ferla.

Receita das mídias sociais vai alcançar US$ 16,9 bilhões

Gartner indica que publicidade continuará sendo a maior fonte de receita, alcançando um total de US$ 8,8 bilhões. A Gartner avalia que a receita global de mídias sociais alcance US$ 16,9 bilhões neste ano. Isso representa aumento de 43,1% com relação ao ano passado, afirmou a consultoria. O relatório revela que a publicidade continuará sendo a maior fonte de receita, alcançando um total de US$ 8,8 bilhões.

"O uso de mídiais sociais online amadureceu, e mais de 1 bilhão de pessoas em todo mundo vão usar redes sociais neste ano. Embora o número de usuários de mídias sociais seja grande e, em alguns casos cada vez mais maduros em seus padrões de uso, o mercado ainda está em seus estágios iniciais de uma perspectiva de receita", afirmou em nota Neha Gupta, analista-sênio de pesquisa da Gartner.

FONTE: Proxxima.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As mídias sociais e o governo 2.0

O poder público já iniciou uma movimentação – ainda tímida – para criar projetos para as redes sociais devido à pressão da sociedade. É um primeiro passo de um caminho muito longo.

Já há certa demanda dos gestores da área governamental para saber, afinal de contas, como começar a implantar projetos de redes sociais.

Mais do que isso. Começa-se a temporada de investimento generalizado nesse campo, pois a pressão é grande, mas os resultados até aqui são pífios.

As dúvidas abrangem duas frentes:
Comunicação interna – ou intranets 2.0, colaborativas – como fazer isso?
Comunicação externa – presença nas mídias sociais: Facebook, Twitter, etc. – como fazer isso?

De maneira geral, depois de longa discussão que tive com dezenas de instituições (nos eventos que tenho coordenado) posso dizer: o senso comum que está hoje no mercado passa por pensar tais projetos da seguinte maneira: “implantar redes sociais (internas e externas) são basicamente projetos tecnológicos, operacionais, dentro de uma área fim da organização”.

Estamos repetindo o mesmo modelo de implantação das “redes sociais” que tivemos com a chegada da internet/intranet, tendo como setores responsáveis a TI e/ou comunicação e/ou marketing (mais raro) e/ou gestão de conhecimento.

De maneira geral, os projetos começam a aparecer nas organizações e os primeiros reais começam a ser gastos, através, geralmente, da contratação de agências digitais de comunicação na parte externa. E na contratação de empresas de tecnologias para colocar algo parecido com o Facebook interno.

Tal como nas organizações privadas, os projetos não estão funcionando.

Não, não é, como muitos acham, um problema do setor público, mas um problema das organizações piramidais, filhas de um ambiente cognitivo específico, que criou uma cultura de gestão, que não é mais compatível com o novo ambiente digital, que cria uma nova cultura de gestão!

O problema principal, a meu ver, é de visão.

Não há um entendimento claro do que, de fato, está acontecendo no macrocenário da informação e as medidas que estamos tomando estão baseadas em um paradigma pré-ambiente colaborativo.

Vivemos uma macromudança civilizacional e estamos completamente sem ferramentas teóricas e práticas para lidar com ela.

Assim, é bom ter calma, pois é um problema geral, mas que cada um tem que assumir a sua responsabilidade no processo.

Diferente do que o mercado tem apontado, tenho sugerido outra via para implantação de projetos de redes sociais em organizações públicas (e privadas):
Os projetos devem ter caráter estratégico, pois trazem uma forte mudança cultural;
Devem ser tratados por diversos setores e não apenas um só;
E não podem começar e terminar dentro da cultura atual, precisam ter espaços novos para um teste efetivo de conceito – em o que vou chamar “zona de inovação 2.0″.

Explico mais adiante.

Antes de tudo, é preciso, como tenho feito em algumas organizações públicas, criar um espaço de reflexão para compreender a dimensão do que de fato está acontecendo, através de um grupo estratégico para se situar, de forma racional, diante dos fatos.

De maneira geral e resumida, podemos dizer que Governo 2.0 significa:
A passagem de uma gestão piramidal para uma mais horizontal;
Uma democratização das decisões;
O reestabelecimento do diálogo perdido com o cidadão.

Vocês dirão.

“Não, não é assim que fazemos mudanças por aqui.”

Sim, sabemos que tudo é emocional, sem estratégia, sem discussão, coisas que vêm de cima para baixo, de supetão.

Porém, estamos falando da melhor forma de se fazer o processo e é essa que as pessoas que querem fazer a coisa funcionar devem procurar defender.

Conseguir é a segunda etapa do processo, mas nada vai ocorrer se os próprios agentes de mudança 2.0 já começam o processo com uma visão derrotista.

Certo?

Quando, por discussões lógicas, chegamos à compreensão dessa passagem, a maioria das pessoas avalia que não será possível fazer essa migração na minha organização.

E, depois de muita discussão e prática, acabei tendo a concordar com eles.

Não, não será possível colocar novas tecnologias colaborativas, criando uma nova cultura em um ambiente não colaborativo.

Sabe por quê?

Uma cultura antiga é mais forte do que a nova. Qualquer iniciativa nova dentro da velha, tende a ser rejeitada.

Assim, é preciso inverter o processo.

Criar um espaço novo, no qual a cultura nova é mais forte e ir trazendo problemas para lá, no qual o velho será mais fraco do que o novo.

O que tenho amadurecido – com ajuda das centenas de interlocutores da área pública – é que o projeto de implantação da nova cultura digital deve contemplar três ambientes separados na organização:
O atual que continua a funcionar do mesmo jeito;
Alguns testes e projetos no ambiente atual, colocando pontualmente algumas tecnologias;
E um novo ambiente, um grupo em separado, quase uma startup, que deverá receber problemas para serem resolvidos com a colaboração.

Note bem que não estamos falando de passagem de processos, mas de problemas.

A vantagem do trabalho nestas três dimensões são as seguintes do ponto de vista operacional:
Não se cria a ilusão de que os projetos 1 e 2 são os projetos que vão transformar a empresa, sendo este o 3, que será a ponta do futuro que está por vir;
A possibilidade no ambiente 3 de teste integral do novo conceito para que possa se analisar os problemas de choque cultura e resolvê-los;
Criar um novo ambiente de cultura que o digital seja mais forte do que o analógico, invertendo o espaço 1 e 2, no qual o analógico é mais forte que o digital.

A princípio, as pessoas estranham tal proposta metodológica, pois não acreditam que estamos diante de algo tão diferente assim e que não são duas culturas diferentes, sendo possível colocar uma dentro da outra.

Isso é uma discussão que leva tempo, exige muita conversa e exemplos, principalmente nos setores de ponta que estão no futuro – hoje se vê claramente que empresas de tecnologia estão usando startups para inovar – fora do ambiente tradicional.

Podemos ainda citar os exemplos da implantação das urnas eletrônicas, que foi assim, protótipo a protótipo, das delegacias legais no Rio de Janeiro, ou mais recentemente o combate ao mosquito da Dengue, experimentando soltar mosquitos machos eunucos em uma cidade do Nordeste para testes.

Do ponto de vista do resultado, essa proposta ainda nos leva:
Para uma aprovação mais fácil, pois é algo muito mais fácil de gerenciar do que colocar algo novo na produção do dia a dia;
Pode se separar a nova cultura e poder ir passando gradualmente os novos problemas para ela;
Por fim, há uma redução de custos grande, pois não se tentará mudar algo que não é possível de mudar. Todo dinheiro em 1 e 2 que quiser implantar a nova cultura, ouçam bem, é dinheiro jogado no ralo se guardar a ilusão de que a empresa vai mudar.

Por fim, muitos duvidam que o governo vá mudar por agora e se mudar será algo tão distante que não vale o esforço.

Tais argumentos não se sustentam, pois:
Já se está gastando dinheiro, a discussão agora não é essa, mas é como está se gastando e qual o resultado que vai se ter;
Propõe-se aqui, apenas, que esse gasto seja mais racional, do que emocional para se parecer “moderno”;
Por fim, já estamos aprendendo com o projeto do Governo Aberto e Transparente de que as mudanças no âmbito do Governo não são graduais, mas intempestivas, geralmente motivadas por mudanças externas, o que chamei de mudança por vergonha internacional.

Assim, essas ilhas de inovação 2.0 internas são um momento de preparação para que, quando vier a ordem de migrar de Governo Aberto (atual) para Colaborativo (futuro), já se tenha alguma experiência para se implantar algo que me parece inevitável.

É o caminho mais difícil de começar, mas o mais barato, rápido e eficaz para migrar.

Que dizes?

terça-feira, 24 de julho de 2012

Brasileiros acham que redes sociais podem interferir no futuro profissional

66% dos usuários de Facebook acreditam que conteúdo postado pode ser mal interpretado na empresa. Sessenta e três por cento dos usuários do Facebook do Brasil acreditam que o conteúdo postado na rede social pode interferir na sua vida profissional. Isso porque eles revelam que têm chefe e colegas de trabalho como amigos nas redes sociais e temem a má interpretação do comentário ou post publicado.

A mesma fatia de entrevistados, 66%, tem cuidado com o que escreve e compartilha, o que pode justificar o percentual de apenas 23% que já se arrependeram de algum conteúdo postado. Além disso, 75% dos profissionais entrevistados acham que é correto uma empresa monitorar seus funcionários sempre ou em algumas situações específicas, como o acesso à redes sociais durante o horário de trabalho.

Os dados fazem parte da pesquisa sobre segurança e privacidade na internet e redes sociais realizada pela Hi-Midia, empresa especializada em segmentação e performance em midia online, e pela M.Sense, especializada em pesquisa de mercado digital, que ouviu 784 pessoas das cinco regiões brasileiras, entre os dias 1 e 7 de junho.

Brasil x EUA - O levantamento revelou também que 45% dos entrevistados brasileiros possuem perfil privado no Facebook, visível apenas para amigos – número menor que os apontados em pesquisas de comportamento nos Estados Unidos, onde 59% dos usuários têm perfis privados (fonte: Pew Research Center; dezembro de 2011). No entanto, os cuidados são negligenciados com os elevados percentuais de compartilhamento de fotos (63%), vídeos (29%), informações pessoais (35%) e de localização (14%).

Ainda de acordo com a pesquisa, há entre os internautas o cuidado com a reputação nas redes sociais, ainda que com percentuais inferiores aos encontrados em estudos realizados com público americano. No Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos. Retirar alguém da lista de amigos foi uma ação feita por 38% de brasileiros, contra 63% de americanos. Quarenta e quatro por cento de usuários já apagaram comentários postados, número que se repete nos EUA.

Entre os cuidados tomados pelos usuários do Facebook, 73% deles afirmaram recusar a convites de amizade feitos por desconhecidos, 71% estão atentos aos arquivos que recebem e 57% só instalam ou acessam aplicativos considerados seguros. Considerando as normas de segurança e privacidade, 41% dos internautas não confiam no Facebook no que se refere à privacidade de seus dados pessoais.

FONTE: Click Carreira, Fernanda Bottoni.

OS 4 C’S DE UMA ESTRATÉGIA DE BRANDED CONTENT

O Branded Content (Conteúdo vinculado à marca) é qualquer conteúdo de entretenimento, informação ou educativo pago por um anunciante com o propósito de refletir dentro do conteúdo os valores da marca ou empresa. Os conteúdos utilizados com extrema sutileza têm o propósito de construir e fortalecer os laços entre produtos e consumidores, saindo da linguagem agressiva da publicidade convencional.

Não há formas únicas para fazer Branded Content e algumas de suas ações se destacam em product placement, infocomerciais, coproduções, ações na internet, artigos patrocinados etc.

A interrupção do conteúdo que o consumidor quer ver, ler ou escutar é o principal problema que a publicidade convencional enfrenta. Para evitar esta situação, o Branded Content mescla informações comerciais com artigos no âmbito educacional. Como consequência é necessário que trabalhem unidos os criadores de conteúdo e os anunciantes, as produtoras de TV,… Unidos em uma “produção conjunta”. Um território onde os grandes grupos publicitários irão definir sua verdadeira liderança.

imagem: parachutedigitalmarketing.com.au

Mercados consistem em seres humanos. E os consumidores mudaram. A oferta também mudou: ela se multiplicou e as prateleiras estão cheias de produtos indiferenciados. Escolher o que comprar é uma verdadeira dor de cabeça e o bombardeio publicitário complica ainda mais.
O QUE DEVO SABER PARA FAZER UMA ESTRATÉGIA DE BRANDED CONTENT?

Sua marca é menos importante, os consumidores querem saber o que você vai fazer que proporcione benefícios a eles. Vender a sua marca fica em segundo plano.

Pense sobre os valores que estão associados à sua marca.
Identifique o seu público: o que eles gostariam?

Olhe para o formato, tempo e design uma ação.

Criar um plano de conteúdo associado

É importante que você considere onde e como sua marca irá aparecer (não falando de um local físico, pode ser um título). Essa ação deve ser sutil e implícita. Não faça coisas cruas, o foco é surpreender as pessoas.

O conteúdo ainda é rei e cada vez mais está ganhando mais importância aos trancos e barrancos. Com a chegada do novo algoritmo do Google percebemos uma realidade que não podemos virar as costas: a crescente importância dos conteúdos, foi o canal que criou as relações entre clientes e marcas.

A partir deste momento, a importância do volume de conteúdo. O importante é criar uma reação no “leitor” para alcançá-lo através do caminho emocional e gerar experiências que faça com eles se sintam envolvidos.

Se a publicidade tem os 4 c’s, o marketing de conteúdo também tem os seus, o pessoal do puro marketing fez uma complicação desses 4 C’s:

CONTEXTO

Na fusão dos elementos da marca, a história é construída para ser o ponto de conexão com seu público-alvo e escolher o canal de distribuição adequado e estratégia de marketing individual que necessitará para sua promoção.

CANAIS

Também mudaram. Cada vez mais encontramos multiplataformas e multicanais. Temos que saber onde os nossos consumidores estão e olhar para a afinidade entre ele e nossa marca.

CONEXÃO

Uma vez que não consiga captar a atenção do consumidor e iniciar uma conversa. Temos de ser mais ambiciosos e alcançar evangelistas da marca. Os eixos centrais dos relacionamentos de longo prazo são a atração e interação.

COMÉRCIO

É verdade que o que nós queremos é estabelecer um vínculo com o consumidor, mas não podemos esquecer que assim, também, nós queremos vender.

O Branded content é o foco da conversa ou a informação do grupo-alvo, não a publicidade de uma marca. A marca é representada no conteúdo apenas como um artista ou pessoa chave. Branded Content, contribuindo significativamente para a construção da imagem positiva das marcas B2C. O conteúdo da empresa B2B serve principalmente a reputação de uma gestão da marca.

FONTE: Marketing Digital 2.0, por Bruno.

Email: barreira ou aliado para o crescimento

O e-commerce brasileiro atravessa um período de forte crescimento. De acordo com a e-bit, empresa de análise de informações do varejo on-line, o setor atingiu um faturamento de R$ 18,7 bilhões em 2011, valor 26% maior que em 2010, e agregou durante o ano nada menos que 9 milhões de novos e-consumidores, 61% deles integrantes da classe C, que chegaram com sede nas lojas virtuais por conta do aumento do acesso à banda larga e o incremento do poder aquisitivo. De olho nas boas ofertas e com maior poder de negociação, estes consumidores emergentes descobriram a facilidade, o conforto e as vantagens, incluindo os preços mais baixos, de comprar pela Web. Porém esta rápida evolução do comércio eletrônico e de novos modelos de negócios, como as compras coletivas, que somaram no ano passado 20,49 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 1,6 bilhão, poderão ser travados por uma ferramenta que inaugurou a indústria da Internet em seus primórdios no ano 2000: o email.

A expectativa da e-bit de um crescimento de 25% este ano no e-commerce brasileiro, o que representará um faturamento de R$ 23,4 bilhões, poderia até mesmo ser superada se os e-varejistas dedicassem a merecida atenção aos seus programas de email marketing, que, sem sombra de dúvida, são fundamentais na estratégia de geração de leads e engajamento com os consumidores. Mas ao que tudo indica os lojistas virtuais brasileiros ainda terão que empreender sérios esforços para transformar o email em uma poderosa ferramenta para promoção de seus produtos e serviços. Segundo o “Estudo Global de Entregabilidade de Email – 2º Semestre 2011″ – realizado pela Return Path, apenas 64,5% dos emails comerciais foram entregues nas caixas de entrada dos brasileiros na segunda metade de 2011.

Mais ainda, do total dos emails trafegados no País, 22,4% foram encaminhados para pasta de spam ou para o lixo, e 13,1% foram simplesmente bloqueados pelos provedores (ISPs) no período. O estudo concluiu que a média mundial de entrega de mensagens foi de 76,5%, posicionando o Brasil entre os países com os índices mais baixos de entregabilidade. O Brasil ficou abaixo, por exemplo, da Ásia-Pacífico, região com o pior índice, que registrou 66,5% de emails ingressando nas caixas de entrada.

Em uma análise por setores da economia, a indústria de games foi a que registrou o pior índice de entrega de emails no Brasil (apenas 40,1%), seguida por Saúde (68,6%), Telecomunicações (76,9%), Varejo (79,4%), Redes Sociais (87,4%), e Bancos (94,8%). O levantamento mostra que o cenário mundial também não apresentou resultados positivos. Historicamente, as taxas globais de entrega das mensagens foram de cerca de 80%, com um em cada cinco emails sendo direcionados para pasta de spam ou bloqueados. O estudo mostra que, pela primeira vez em três anos, houve uma sensível queda de 6% no segundo semestre do ano passado, trazendo a média global para 76,5% contra 81% no primeiro semestre de 2011, a pior já registrada desde que o estudo começou a ser feito pela companhia.

O volume de emails encaminhados para pasta de spam foi recorde no segundo semestre, chegando a 8,4%, e as mensagens não entregues ou bloqueadas pelos filtros dos provedores alcançou 15,1%, um índice 20% inferior ao dos seis primeiros meses do ano. As dificuldades enfrentadas pelos profissionais de marketing em melhorar as performances de suas campanhas de email marketing estão diretamente relacionadas com a não adoção das melhores práticas para envio das mensagens, o que ajudaria a melhorar consideravelmente a reputação dos remetentes e, consequentemente, a incrementar as taxas de entrega.

O avanço do comércio eletrônico está sendo acompanhado por uma eclosão no número de mensagens eletrônicas, o que leva os provedores a se tornarem cada vez mais exigentes para liberar suas barreiras e entregá-las nas caixas de email dos consumidores. Neste cenário, quem quiser vencer a batalha do varejo virtual terá que cuidar com atenção da sua reputação. É isso ou baixar as portas e perder clientes para concorrência.

E então? Vai continuar mandando suas mensagens pro lixo?

FONTE: Mundo do Marketing, por Experian Virtual Target via Louis Bucciarelli – Country Manager Return Path Brasil

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Por que as mídias sociais são importantes para o Marketing?

Quando falamos em marketing digital hoje, muita gente já pensa diretamente nas mídias sociais. As mídias sociais estão na moda: são assunto em publicações famosas, motivo de diversas conferências e tema de inúmeros livros. Afinal, quais são as características das mídias sociais e por que elas são importantes para o Marketing?

Antes de pensar em mídias sociais, vamos lembrar primeiramente o que é mídia. A origem da palavra é do latim e significa “meios”, segundo a sábia Wikipédia. Ela ganhou, no entanto, o sentido de meios de comunicação. Assim, nossas mídias tradicionais são TV, rádio, jornal, revistas, outdoors. Algo em comum? São meios de via única, um lado fala e o outro apenas escuta.

Com Orkut, Twitter, Facebook, Youtube, blogs e tantos outros sites, ganhamos um meio de comunicação novo, bastante abrangente e com uma grande diferença dos meio tradicionais: todos têm direito a vez (como produtores de conteúdo) e voz (como consumidores). Por isso mídias sociais: é a mídia feita de todos para todos.

Dessa forma as pessoas se engajam mais, por terem espaço e interações constantes, e a mensagem ganha mais credibilidade, já que quem fala é um conhecido nosso, em quem confiamos. Não é como uma propaganda em que a empresa tem interesse em te fazer comprar o produto dela. É alguém, normalmente sem compromisso qualquer com a empresa, fazendo uma recomendação. É o boca-a-boca em proporções ampliadas.

Em uma visita rápida pelo Twitter, por exemplo, percebemos que é muito comum as pessoas opinarem sobre marcas e produtos. A decisão de estar nas mídias sociais independe da empresa: as pessoas é que decidem se vão falar da empresa. E se falarem, são elas quem decidem se falam bem ou mal.

No entanto, uma empresa que pensa em resultados em marketing digital pode tentar otimizar sua presença na Internet. Uma definição que vi algumas vezes no curso de administração é que o papel do marketing é entender e atender o mercado. Essa definição pode ser perfeitamente aplicada no marketing digital através de mídias sociais.

Para entender, a empresa deve monitorar o que é falado sobre ela, seus produtos e seus concorrentes. A empresa pode ainda estender seus canais de comunicação às redes sociais, possibilitando que o próprio usuário entre em contato e fale mais sobre suas necessidades.

Ter um ótimo produto é a grande forma de atender o mercado. No entanto, você ainda pode atender o mercado ao fornecer conteúdo útil para o usuário através do perfil da sua empresa em redes sociais. Dessa forma, você pode estar dando a munição que os usuários precisam para espalhar a sua mensagem.

O único problema é que cada rede social já tem suas pequenas regras e encará-las da mesma forma que as empresas encaram a mídia tradicional, embora muitas empresas o façam, aumenta muito a chance de fracasso da ação.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Maiores empresas estão cada vez mais presentes nas mídias sociais

Estudo Global Social Media Check-up, da Burson-Masteller, analisa o comportamento das 100 companhias listadas no ranking mundial da Fortune em canais como Facebook e Twitter. As 100 maiores empresas do mundo estão utilizando cada vez mais as redes sociais. É o que indica a terceira edição do estudo Global Social Media Check-up, realizado pela Burson-Masteller. A pesquisa examinou como as companhias listadas no ranking global da Fortune utilizam as plataformas de mídias sociais mais populares (Twitter, Facebook, Youtube, Google Plus e Pinterest) e concluiu que 87% têm perfis em pelo menos um dos canais analisados, o que representa um aumento de 10% desde 2010.

Mais uma vez, o Twitter se destacou, sendo o mais popular, com 82% das citações. No total, em um único mês, as 100 maiores empresas globais juntas foram mencionadas 10.400.132 vezes nas redes sociais, especialmente no microblog. No período, o Youtube foi o que mais cresceu: aumentou em 79% o número de marcas com um canal oficial no site. Em média, cada brand channel tem mais de dois milhões de visualizações e 1.700 inscritos.

Os resultados mostram uma tendência de expansão da criação de conteúdo, engajamento e divulgação nas redes sociais, e acompanham o amadurecimento dos próprios canais. Em um ano, o número médio de seguidores por perfil corporativo no Twitter quase triplicou, passando de 5.076 para 14.709. No Facebook, a média de “curtir” por companhia aumentou 275% desde 2010.

As empresas também estão mais comprometidas com os consumidores na internet: 79% se relacionam no Twitter por meio de RTs (retweets) e menções e 70% respondem aos comentários recebidos no Facebook. A cada dia, as mídias sociais ganham mais importância na estratégia das marcas: 74% acreditam na importância de ter uma fan page; 93% atualizam sua página no Facebook semanalmente; 48% estão no Google Plus, e 25% possuem conta no Pinterest.


FONTE: Mundo do Marketing, por Sylvia de Sá.

Empresas preferem o Twitter

O Twitter é a rede social mais usada pelas maiores empresas mundiais, aponta o "Estudo Global Social Mídia Check-up". Conduzida pela Burson-Masteller, a pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 17.

Os dados indicam que 80% das 100 primeiras empresas da lista estão na rede de microblogging. Companhias como Telefônica, Santander e Repsol têm em média 15 mil seguidores no Twitter, quantidade triplicada desde 2011.

Youtube e Facebook são, respectivamente, as outras duas redes mais usadas no mercado corporativo. Segundo o relatório, 79% das empresas avaliadas têm canal próprio no site de vídeos, índice que era de 57% no ano passado. No Facebook, 74% das companhias possuem ao menos uma página na plataforma. Mesmo sendo recente, o Google+ armazena perfil de 48% das empresas.

Fonte: AdNews, por Redação via agência Efe

terça-feira, 17 de julho de 2012

70% dos maiores CEOs do mundo ignoram redes sociais

É preciso estar presente das redes sociais para obter sucesso profissional? Parece que não, pois nada menos que 70% dos CEOs citados na Fortune 500 estão alheios ao universo digital.

A descoberta foi feita pelo site CEO.com, que elaborou o "2012 Fortune 500 Social CEO Index", um documento que detalha a presença social de cada um dos executivos mostrados pela revista e que foi repercutido pelo AllTwitter.

Dezenove CEOs da lista possuem perfis no Twitter, por exemplo, sendo que apenas nove dessas contas são ativas. O magnata das comunicações Rupert Murdoch é o segundo com mais seguidores (237 mil), atrás apenas de Meg Whitman, que é acompanhada por 243 mil pessoas na rede.

O site do gênero mais difundido entre os grandes executivos é o LinkedIn. Com foco exclusivamente no mercado de trabalho, a rede recebe atenção de 25% dos CEOs presentes na Fortune 500 - ou seja, 129. 38% deles têm conta no Facebook, mas somente dois possuem mais de 500 amigos.

Os mais desprezados são o Google+ e o Pinterest. Somente quatro CEOs mantêm perfis no primeiro (incluindo, claro, o do Google, Larry Page); enquanto isso, nenhum se interessou pelo segundo - tido como rede social do ano.


FONTE: AdNews, por Redação Adnews