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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

55% dos brasileiros usam web para comprar itens para a casa

Mais da metade dos brasileiros usam a internet para a compra de produtos para a casa. As informações são da pesquisa Global Shopper Marketing E-Commerce, realizada pela Nielsen. Segundo a análise, 55% da população usam as lojas virtuais, média acima do restante da América Latina, que é de 42%.

O percentual aumenta quando o assunto é a pesquisa para a compra de mantimentos (78%) e a busca pelas ofertas online (73%). Ainda segundo o estudo, 63% dos brasileiros utilizam a internet para comparar preços de alimentos, 60% para buscar informações, 43% para ler tablóides de lojas de alimentos, 36% para buscar cupons, 32% para pesquisas, 15% para dar feedback sobre um mantimento em mídias sociais e 10% para a utilização de listas de compras online.

Quando questionados sobre os produtos que pretendem comprar nos próximos três a seis meses, em primeiro lugar aparecem os eletrodomésticos (38%), seguidos por telefonia e acessórios (34%), ingressos para entretenimento (30%), livros, jornais e revistas (29%), serviços de reserva de viagem (25%), roupas e acessórios (25%), aplicativos para computador (23%), câmera digital (23%), mobília e decoração (18%), equipamentos de informática (17%), flores, presentes e brinquedos (15%), alimentos e bebidas (15%), livros eletrônicos (11%), automóveis, motocicletas e acessórios (11%), produtos para a saúde (10%), artigos relacionados a animais de estimação (9%) e suprimentos de limpeza (8%).

FONTE: Mundo do Marketing, por Leticia Muniz

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Marketing interativo influenciará 80% das compras até 2015

Guia da ExactTarget indica contínuo crescimento na comunicação online de maneira interativa. Estratégias também deverão levar em conta e-mail e mobile. As campanhas de marketing interativo influenciarão 80% das compras até 2015. O resultado é parte de um mapeamento realizado pela ExactTarget, em parceria com o Gartner. O estudo "Gestão da Campanha Multicanal: um guia para profissionais de marketing" prevê o contínuo crescimento da comunicação online, promovendo novas oportunidades para engajar consumidores.

Entre os desenvolvimentos em plena expansão estão as constantes interações dos consumidores por e-mails, mídias sociais, mobile e web em geral. De acordo o estudo, os profissionais de Marketing deverão estabelecer uma comunicação com o público que deseja conquistar e mudar as estratégias tradicionais de gestão.

Para implementação das estratégias de Marketing interativo, o guia pontuou dicas e recomendações que melhoram a abordagem com o consumidor e o aproveitamento de potencial de engajamento desses canais. Confira abaixo:

Aperfeiçoar a experiência do consumidor – um marketing eficaz requer um envolvimento dos clientes com as marcas baseado em suas preferências, de modo que seja entregue uma comunicação personalizada e relevante

Evoluir com o cliente – os hábitos dos consumidores e usuários desses canais estão em constante transformação, por isso é importante que as marcas consigam estabelecer uma comunicação eficaz conectando-se com eles em todos os canais interativos.

Parceria entre as diferentes estratégias – considere a gestão de campanhas de Marketing como uma forma de coordenar as interações online e offline, juntas.

FONTE: Administradores, por Isa Souza via Mundo do Marketing.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Pinterest: por que é importante a sua marca estar nele

A rede social já conta com mais de 10 milhões de usuários no mundo e começou a ser descoberta no Brasil no ano passado. Plataforma vem sendo usada pelas marcas como forma de interação com consumidores. Com mais de 10 milhões de usuários no mundo, a rede social Pinterest é uma das que mais crescem hoje, segundo empresas que fazem medições na Internet, como a comScore e a Experian Hitwise. O espaço vem atraindo a atenção de marcas como Tecnisa, Imaginarium e Netshoes pelo potencial que representa de gerar um alto tráfego de informação, visibilidade e relacionamento com o consumidor e, claro, vendas.

A Netshoes criou seu perfil em março de 2012 e já registra vendas geradas pelo tráfego do Pinterest, apesar de não abrir números. A marca segmenta o que é colocado à mostra por públicos, de acordo com tipos de esporte e busca inovação no mural virtual. “Nosso objetivo é a construção de marca por meio do relacionamento com o cliente. O Pinterest é importante porque funciona quase como uma vitrine, e as pessoas usam esse espaço para compartilharem as imagens dos produtos que desejam”, afirma Douglas Costa, Coordenador de Mídias Sociais da Netshoes.

A empresa trabalha no sentido de manter um relacionamento entre as redes sociais nas quais atua, justamente por o Pinterest não funcionar como uma ferramenta de conversa com o público, mas de compartilhamento de imagens, atuando como uma vitrine. “Ainda estamos desenvolvendo uma série de ações para aumentar o nosso número de seguidores. O Pinterest está se popularizando no país. A pessoa que segue uma marca ali é mais heavy user de rede social, pinando e repinando os conteúdos e, nesse sentido, temos aumentado os números consideravelmente”, completa Douglas Costa.

Foco nas mulheres
Conhecida por desenvolver uma estratégia inovadora de relacionamento com o público, a construtora Tecnisa também criou um perfil no Pinterest, focado principalmente nas mulheres, que representam mais de 90% do universo de usuários da rede social. A página oferece dicas de decoração, arquitetura e reaproveitamento. Tudo com o objetivo de estreitar a relação com elas, que, segundo pesquisas da empresa, são fundamentais no processo de decisão no momento da aquisição de um imóvel novo.

A Tecnisa foi a primeira construtora do país a trabalhar na rede. “O que avaliamos muito foi nosso público estratégico. Nossas pesquisas mostram que 91% das mulheres são influenciadoras no processo de compra de um apartamento e por isso o Pinterest é importante para nós. Temos espaços separados como o Tecnisa mulher e o sobre paisagismo”, explica Marcelo Trevisani, Especialista de E-Business da Tecnisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A Tecnisa utiliza o Pinterest como uma forma de estimular as consumidoras a levarem inovação para dentro do lar de uma forma criativa, simples e, muitas vezes, barata. A estratégia trabalha a atratividade para aproximar as mulheres da Tecnisa e, consequentemente, alavancar as vendas. “Acaba sendo uma forma diferente de mostrar nossos produtos. Como temos stands, pegamos uma arquiteta para falar sobre os decorados dos nossos produtos. Ela dá dicas mostrando como foi montado aquele ponto de venda, passando por todos os cômodos. As mulheres adoram ver que há dicas interessantes que podem ser utilizadas nas casas delas”, completa Marcelo Trevisani.

A construtora também trabalha temas isolados, como “faça você mesmo” e “mês das noivas”. As dicas foram a forma encontrada de conversar com o consumidor, levando não apenas produtos, mas também serviços para que mudanças possam ser implementadas nas casas.

A base do trabalho no Pinterest é o fortalecimento de marca. “Para isso, não posso ser intrusivo ou chato. É preciso ser inusitado, criativo e inovador como a marca Tecnisa é. O objetivo ali é o relacionamento propriamente dito, não a venda de produto. Temos percebido que as pessoas têm agradecido e se engajado”, diz o especialista de E-Business da Tecnisa.


Consumo de marca
Conhecida por trabalhar com as imagens diferenciadas, a Imaginarium também usa o Pinterest como estratégia de relacionamento com o consumidor. A marca utiliza o espaço tanto para expor as imagens dos seus próprios produtos, quanto aquelas que os inspiram. O foco não é vender apenas a marca, mas levar conteúdos que passem o estilo de vida da Imaginarium. A estratégia é promover o consumo da marca independente da compra dos itens.

O que a imaginarium faz é buscar imagens consideradas atrativas do ponto de vista do humor e da inovação para compartilhar “O que fazemos é transmitir o estilo Imaginarium de ser. Em termos de resultados práticos, ainda é muito incipiente. O grande portal ainda é o Facebook, mas o Pinterest atua como um complemento das nossas ações. Ele ainda está muito no começo e é muito rico para o que a Imaginarium faz, que é o design e a diversão”, conta Gilberto Carvalho, Gerente de Marketing da Imaginarium, em entrevista ao portal.

O Pinterest ainda está sendo descoberto no Brasil e se mostra promissor até para marcas que não possuem perfil. A Farm Rio, por exemplo, apesar de não contar ainda com uma estratégia voltada para a plataforma, possui uma grande quantidade de conteúdos pinados e repinados pelos próprios consumidores, que expõem ali as coleções da marca de roupas, gerando visibilidade.

FONTE: Mundo do Marketing, por Leticia Muniz

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Mídias sociais afetam as decisões de compras no varejo

Veja como as estratégias móveis e de mídias sociais tem se tornado mais importantes do que nunca para as marcas. Uma recente pesquisa realizada pela Empathica, com mais de 6.500 consumidores americanos, revelou que as estratégias móveis e de mídias sociais tem se tornado mais importantes do que nunca para as marcas. As decisões de compra no varejo ou em restaurantes, para quase três quartos dos entrevistados, foram afetadas pelo Facebook. A pesquisa também mostra que metade dos consumidores experimentam novas marcas devido a recomendações através de mídia social.



FONTE: Proxxima, via Escave as Mídias Sociais

terça-feira, 17 de julho de 2012

82% dos consumidores abandonam uma empresa pela qualidade do atendimento

Estudo realizado pela Kronos aponta ainda que 60% dos clientes acreditam que as empresas não investem na boa qualidade de serviços. Ser bem atendido em uma empresa e recebido por funcionários qualificados parece básico para conquistar um cliente. Entretanto, uma pesquisa lançada pela Kronos Inc., empresa voltada para soluções de gerenciamento da força de trabalho, mostrou que 82% dos consumidores interromperam suas relações comerciais com uma empresa devido a má qualidade de atendimento e 60% acreditam que as companhias não se preocupam em treinar os funcionários.

A gestão estratégica da força de trabalho auxilia as empresas a otimizar suas vendas e melhor atender a demanda através da programação adequada da grade horária dos funcionários. De acordo com o levantamento 60% dos varejistas atualizam ou planejam modernizar sua solução de gerenciamento para atingir suas metas de vendas e atendimento ao cliente em 2012.

"As atuais empresas de varejo entendem que o caminho certo para geração de renda começa com uma excelente gestão da força de trabalho para, assim, atender a demanda com qualidade de serviço." Afirmou Jaime Cardoso, diretor de Marketing da Kronos para América Latina

FONTE: Administradores, por Redação.

Brasileiro é o mais preocupado na hora de comprar pela internet

Mais de 60% dos consumidores no país consideram privacidade e segurança como itens fundamentais ao adquirirem bens e serviços, índice está acima da média global de 38,2%. O Brasil está em primeiro lugar entre os países que mais se preocupam com privacidade e segurança na hora de comprar nainternet, com índice de 60,2%. Em segundo lugar está os Estados Unidos, com 41%. A média global é de 38,2%, de acordo com o “Estudo Edelman de Segurança de Dados e Privacidade 2012”, que traçou as apreensões de quem navega na web e o que as pessoas pensam a respeito da integridade dos dados ao comprar bens e serviços.

Entre os países pesquisados, o Brasil é um dos poucos que vê em companhias de segurança a principal fonte para orientaçõesonline e privacidade, seguidas por organizações de defesa de consumidores, amigos ou família. Em todo o mundo, 68,3% da população concorda que os consumidores perderam o controle sobre como a informação pessoal é usada e compartilhada pelasempresas.

Caso a privacidade fosse quebrada pelo e-commerce, os pesquisados afirmaram que poderiam parar de usar produtos ou serviços da companhia ou ir para o concorrente. No caso do setor bancário, 80,6% dos brasileiros disseram que provavelmente ou muito provavelmente trocariam de instituição caso isto acontecesse. A média global foi de 79,5%. No caso dos cartões de crédito, 80,4% deixariam o serviço.

Para se protegerem, os entrevistados do país são os mais propensos a não usarem o internet banking, com 27,3% dizendo que não utilizam, mais que o dobro da média mundial, de 13,4%. No caso do varejo online, 80,2% dos consumidores no país são propensos a abandonarem empresas e-commerce, o índice global atingiu 75,1%.

Cerca de 35,5% dos brasileiros que usam a web estão significativamente mais preocupados hoje do que há cinco anos em relação à segurança e à privacidade de seus dados online. O Brasil ocupa a terceira posição e fica acima da média global de 28,1% neste quesito.


FONTE: Mundo do Marketing, por Isa Sousa

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mídias sociais são o diferencial para o Social Consumer


O comércio eletrônico nunca esteve tão promissor como nesses últimos anos. No entanto, nunca foi tão importante ter domínio sobre o comportamento de compra do consumidor, especialmente na era das mídias sociais.

Na tentativa de cativar e, principalmente, identificar o perfil de consumo de cada cliente, tem se tornado imprescindível recorrer a ferramentas de inteligência que sejam capazes de mensurar resultados, como clicks, ROI e ações da web. A partir destes recursos, é possível aprofunfar dados, adequar ofertas de produtos e traçar a melhor oferta e demanda dos desejos da clientela.

As plataformas digitais permitiram reconhecer, com facilidade, as necessidades, desejos e caprichos dos consumidores. Isso porque há recursos, como as ferramentas de métrica social, que traçam estratégias objetivas. Além disso, auxiliar o consumidor nas compras por meio de experiências anteriores é uma maneira bem simples e efetiva de ter sucesso nesse quesito.

A indicação de serviços por terceiros costuma ser eficiente, pois as pessoas colocam as recomendações em suas redes de contatos e estimulam os seus amigos. Dessa forma, podem contribuir, compartilhar e participar, efetivamente, de pesquisas de mercado, interesse e sugestões. Mas se a intenção for que os próprios consumidores debatam, analisem, tirem as suas impressões e façam suas considerações sobre determinado produto, é interessante investir no vídeo hauling, ou seja, vídeos com opiniões sobre os produtos. Pode parecer bobagem, mas canais do Youtube têm grande potencial de viralização nas redes sociais.

Na dúvida, recorra ao método mais simples e eficaz de se abordar o cliente: a comunicação direta. Perguntas lúdicas sobre alternativas e preferências podem ser bem úteis para o e-commerce.

FONTE: Media Factory, via Sandra Turchi

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Micro e pequenas empresas faturam 10,3% a mais em maio de 2012, segundo Sebrae-SP

O faturamento real das micro e pequenas empresas (MPEs) apresentou um aumento de 10,3% em maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011. A informação faz parte da Pesquisa de Conjuntura divulgada nesta quarta-feira pelo Sebrae-SP.

Na contramão dos principais índices de produção industrial e perspectivas do setor para a economia brasileira, a pesquisa com as MPEs paulistas demonstrou grande otimismo. Com relação às expectativas para junho, 31% dos entrevistados projetavam aumento do faturamento de suas empresas – a maioria (54%) acredita que esse indicador se manterá estável.

Segundo Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, as micro e pequenas empresas estão diretamente ligadas ao mercado interno brasileiro e têm uma grande dependência do consumidor final. “Apenas 14%, em média, do faturamento das MPEs vem de grandes e médias empresas ou do governo. O percentual de exportação nas vendas também ainda é baixo”, diz. Essa condição acaba gerando uma situação mais favorável para o desempenho dos negócios, protegida da crise internacional e das oscilações da economia.

Para Caetano, a evolução favorável do emprego e da renda na economia também contribuiu para o resultado das MPEs no período. De acordo com o superintendente, houve avanço da massa salarial e queda nos índices de desemprego no período.

Indústria se recupera

O setor de serviços mantém a dianteira no movimento de crescimento dos negócios das MPEs, mas aindústria dá sinais de recuperação dos seus níveis de atividade. No mês de maio de 2012, o setor industrial teve um crescimento de 11,5%, o comércio, de 6,9% e o setor de serviços, de 14,7%. Segundo Caetano, esse foi o segundo resultado positivo e consecutivo da indústria – em abril, o setor teve crescimento de 6,6% no faturamento.

As MPEs também apresentaram um resultado positivo na comparação de maio com abril, com um aumento de 5,8% no faturamento real.

A Pesquisa de Conjuntura Indicadores Sebrae-SP é realizada mensalmente, com 2.716 micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo.

FONTE: PEGN, por Júlia Pitthan

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

A importância das redes sociais para as marcas

Os clientes agora são parte ativa no processo de consolidação de uma marca, as mídias sociais acabaram com qualquer dúvida que se podia ter sobre quem as constrói. Afinal, as marcas não são as propagandas, produtos ou empresas, as marcas são o sentimento das pessoas em relação a elas. Reportagem bem legal da Globo News sobre a relação das marcas com as mídias sociais.


FONTE: Mídias Sociais.net, por Ricardo de Paula

quinta-feira, 28 de junho de 2012

10 formas de melhorar os resultados da sua Página de Conversão

Como já comentamos aqui no blog, ter Páginas de Conversão (Landing Pages) eficientes permite que a empresa consiga extrair um resultado muito melhor do tráfego que atrai para o seu site, seja através da venda direta ou pela geração de Leads.

Aos poucos estamos compartilhando algumas técnicas para melhorar a taxa de conversão dessas páginas. No último post, falamos sobre como otimizar os formulários para geração de Leads, que é um dos principais fatores de impacto na conversão.

Neste post, vamos compartilhar 10 dicas gerais de otimização que o pessoal da Performable compilou em um white paper recentemente.

Vamos a elas:
1) As chamadas dos anúncios no Google Adwords e dos destaques na Página de Conversão devem bater

Isso é importante por dois motivos: primeiro porque, ao clicar no anúncio no Google, o usuário vai encontrar uma página que cobre exatamente o assunto pelo qual ele se interessou, mantendo uma experiência fluida.

Segundo porque o próprio Custo-por-Clique (CPC) que o Google cobra vai diminuir, já que um dos fatores do cálculo desse custo é justamente a qualidade da Página de Conversão e o alinhamento dela com o texto do anúncio.

2) A frase de destaque (Headline) deve ser clara e concisa

É importante deixar claro para o visitante o que exatamente você está oferecendo na página, destacando o benefício principal do seu produto, serviço ou conteúdo, de uma forma que gere ainda mais interesse em apenas uma “passada de olho”.

Todas as informações relacionada às características detalhadas da oferta devem ficar mais abaixo, com um destaque (cor e tamanho de fonte) menor.

3) A gramática da Página de Conversão deve estar impecável

Criar confiança é essencial para garantir com que o visitante tome a ação desejada na página (lembrando que a princípio ele não conhece muita coisa da sua empresa).

Qualquer erro de Português (ortografia, concordância, etc.) pode passar uma imagem de amadorismo e minar essa confiança. Garanta que o texto da página seja revisto cuidadosamente antes de ir para o ar.

4) Utilize informações de terceiros para gerar confiança

Como comentei no ponto anterior, criar confiança é fundamental na conversão, e para isso o endosso de terceiros tende a ser muito efetivo. Nessa linha, vale a pena usar:
- Depoimentos de clientes;
- Logos de entidades certificadoras ou de segurança (especialmente no caso de ecommerce);
- Citações da empresa na mídia;
- Garantias diversas sobre a oferta (ex. “entrega em 7 dias ou seu dinheiro de volta”).

5) Utilize uma chamada forte para a conversão

Deixe bastante claro para o usuário qual é o próximo passo esperado. Por exemplo, se a ideia é que ele baixe um eBook, use essa instrução no texto no botão e no topo do formulário (ex. aqui).

6) Faça com que as chamadas e os botões se destaquem no meio do conteúdo

Use cores e tamanhos de gráficos e fontes que garantam esse destaque. Mesmo que o formulário e/ou botão fique no final da página, mostre atalhos para a ação ao longo da página.

Não deixe a ação esperada desaparecer no meio do conteúdo informativo.

7) Cuidado com Links

De forma geral, o objetivo único da Página de Conversão é que o visitante faça a ação esperada. Para ajudar, pense nessa página de uma forma bem radical: ao entrar na página, ou o usuário faz a ação pedida, ou ele tem que fechar a janela do navegador.

Por isso, evite ao máximo colocar qualquer link externo na página, mesmo que seja para o seu próprio site. Se uma determinada informação é absolutamente essencial para a conversão, ela já deve estar dentro da página. Se o usuário tiver que ir para algum outro lugar para ver isso, a tendência é que ele se perca e não realize a conversão.

8) Utilize imagens e vídeos que tenham a ver com o destaque da página

Recursos gráficos podem ter um apelo emocional bastante forte e impactar bastante na conversão, mas é importante que eles estejam totalmente ligados à oferta e ao benefício esperado.

Algumas ideias nessa direção: vídeos com depoimentos de clientes, imagens com prévia de conteúdo a ser oferecido (ex. capa do eBook), screenshots do produto, fotos de clientes, etc.

9) Mantenha as informações importantes na parte de cima/esquerda da página

Lembrando que a atenção e o interesse do visitante devem ser despertados em poucos segundos, é importante que ele consiga ver as principais informações da página sem ter que rolar o mouse. Essa área da página é o que se convencionou chamar de above the fold.

Para se ter uma ideia do impacto disso, o Google tem uma ferramenta no Labs chamada Browser Size que permite visualizar qual é o percentual de pessoas que veem cada área do seu site sem ter que mexer no mouse (baseado nos dados de acesso do próprio Google). Por exemplo, para o nosso blog, essa distribuição está ilustrada na figura abaixo (clique na imagem para aumentá-la).



10) Teste sempre!

Apesar de haver uma série de práticas e técnicas que funcionam para aumentar a conversão na maioria dos casos, é importante saber se as mudanças na página estão realmente surtindo efeito. Para saber isso, só tem um jeito: testar.

A forma mais comum e efetiva de se fazer testes de otimização é através de testes A/B. Resumidamente, nesses testes você mostra para uma parcela dos visitantes a versão A da página, enquanto o restante vê a versão B, com ligeiras modificações em relação à versão A. Aí é possível analisar as taxas de conversão das diferentes páginas e ver se as mudanças promovidas de fato provocaram melhorias.

Falaremos mais sobre testes A/B em posts futuros aqui no blog.
Ainda não é assinante do blog? Clique aqui para acompanhar.

FONTE: Resultados Digitais, por Eric Santos.

O E-mail Marketing não morreu!

É equivocado dizer que e-mail marketing é coisa do passado, da mesma forma que não se pode afirmar que o e-mail cairá em desuso, pelo menos não por enquanto. E sim, é comunicação de massa, mas não é SPAM. O e-mail marketing feito da forma correta gera resultados, agradando os consumidores e as empresas, então vamos para algumas dicas.




Segundo Indicadores ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto) de e-mail marketing, 2010, 78% das campanhas de marketing direto utilizam o e-mail marketing; sobre o retorno, 17% das empresas consultadas tiveram de 10 a 15% da receita total obtida por e-mail marketing; sobre os objetivos, 36% usam o e-mail marketing para promoção e 33% para vendas. (1) E os dados não param por aí, mas com estes já é possível ter uma breve ideia de que e-mail marketing não é de se jogar fora, não concordam? O problema é que nem sempre as empresas fazem o uso desta ferramenta de marketing da forma correta.

NÃO FAÇA SPAM FAÇA E-MAIL MARKETING

O primordial antes de começar a realizar disparos de e-mail marketing é ter um mailing saudável. E o que seria isto? É ter uma base de dados “opt in”, ou seja, cadastros que a empresa coletou dos seus próprios clientes e não comprando pacotes de base de dados em sites por aí.

Mas também não adianta sair disparando e-mail marketing para o seu mailing, se ele não foi conquistado, pois é preciso adquirir estes e-mails através de cadastramento pelo site, pelas redes sociais ou outros locais que a sua empresa dispõe para fazer esta coleta de e-mails. Então, você pode ter um mailing saudável ou uma base dados que vai lhe render uma boa dor de cabeça com problemas de spam. A escolha é sua.

MAILING SAUDÁVEL

Para ter uma base dados saudável crie campanhas de cadastramento, incentive os seus consumidores e clientes a se cadastrarem para receberem as notícias e novidades da sua marca e de seus produtos ou serviços.

Não caia na besteira de disparar e-mail marketing para uma base de dados comprada, pois são pessoas que não optaram por receber e-mails da sua empresa e que, muito provavelmente, nem vão chegar a abrir o e-mail ou vão clicar em spam. Enquanto mais usuários clicarem em “spam”, o seu programa de envio de e-mails poderá ser impedido de fazer os disparos para grande quantidade de usuários e os e-mails já vão automaticamente para a caixa de spam. Para esclarecer mais sobre a prática de SPAM, deixo aqui a referência de um artigo do site “antispam.br”.

Esta é a dica inicial, e mais importante, para começar uma relação com seus clientes. No site da ABEMD há um artigo que enumera as boas práticas para o envio do e-mail marketing, que vale a pena ler quem precisa desta atividade para a sua área de trabalho. E é claro, que se recomenda ter sempre o destinatário visível e de fácil identificação para os usuários; ser criativo e também objetivo no “subject” do e-mail, pois é o primeiro contato que o usuário tem quando o vê na caixa de entrada; não produzir e-mails com arquivos muito pesados, pois os usuários podem desistir de abri-lo e seu objetivo vai por água abaixo; e deixe sempre a opção de “unsubscriber” no final do e-mail. Mas, além disto, também fique atento com a segmentação. (2)

SEGMENTAR PARA ALCANÇAR VOOS ALTOS

Uma base dados segmentada pode gerar mais resultados, pois, desta forma, se aumenta a relação com o cliente.

Por exemplo, você tem uma empresa que vende peças de automóveis e colocou em seu site um formulário de cadastramento para começar a criar o seu mailing. Neste formulário, é essencial ter as opções de nome, e-mail, sexo, idade e preferências, pois, desta forma, é possível criar campanhas de e-mail marketing segmentadas para o público feminino e masculino e para o público jovem, adulto ou idoso. (3)

E nas preferências, você pode deixar a opção do tipo de informações que os seus clientes podem obter como, por exemplo, dicas sobre como cuidar do carro, informações sobre peças novas nas lojas, entre outros. Desta forma, você envia apenas o que seus clientes querem ler e evita o aumento de insatisfeitos e “opt out” (unsubscriber). (3)

MENSURAÇÃO É A ALMA DO NEGÓCIO

Por fim, nunca deixe de mensurar. Para ajudar a avaliar as estatísticas dos disparos de e-mail marketing, aconselho a usar uma ferramenta profissional, que já disponibiliza várias informações sobre os resultados dos disparos, além de auxiliar na segmentação da base de dados, com os testes A/B, na criação de layouts, entre outros.

Há vários dados importantes possíveis de se avaliar para aprimorar cada vez mais as suas campanhas de e-mail marketing. Dentre eles estão: e-mails enviados, aberturas, clicks únicos, taxa de unsubscribers, porcentagem de clicks em cada área da peça, encaminhamentos e clicks nos botões das redes sociais. Em algumas ferramentas é possível agregar com o Google Analytics e ter uma visão bem mais ampla dos dados, mas com estes citados, que normalmente as ferramentas já disponibilizam, dá para avaliar bem os resultados através de cruzamentos de dados.

Por exemplo, você pode descobrir quais tipos de “subjects” geram mais aberturas e clicks, quais os horários que dão mais retorno, se os usuários estão impactados ao ponto de quererem compartilhar o assunto do e-mail com outras pessoas, quais são os temas que têm maior aceitação e por aí vai. Portanto, a mensuração pode lhe dizer muito sobre suas campanhas, e é essencial para toda e qualquer campanha de marketing.

FONTE: Midiatismo, por Natália Alves.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Consumidores esperam respostas mais rápidas nas redes sociais, afirma pesquisa


Estudo descobriu que 51% dos usuários do Facebook esperam respostas no mesmo dia para dúvidas ou queixas postadas

A Oracle anunciou os resultados de seu relatório Consumer Views of Live Help Online 2012. Durante a pesquisa, a companhia entrevistou mais de três mil consumidores do mundo todo a respeito de seus hábitos de uso dos canais de atendimento como call centers, chat ao vivo, clique para chamar e email.

Em comparação com pesquisa semelhante realizada em 2009, os consumidores estão online com maior frequência e mais propensos a usar a ajuda em tempo real. Com isso, eles aumentaram as expectativas em relação ao atendimento ao cliente por intermédio das mídias sociais e dos sites das empresas.

Segundo o documento, em 2012 os usuários de mídias sociais esperam respostas rápidas. Mais da metade dos usuários do Twitter espera uma resposta pessoal, no prazo de até duas horas, após tuitar uma pergunta ou reclamação. Já 51% dos inscritos no Facebook esperam respostas no mesmo dia para dúvidas ou queixas postadas nessa rede social.

Além disso, como os consumidores passam mais tempo online, confiam mais na ajuda em tempo real. De acordo com o relatório, metade dos consumidores em todo o mundo navega na internet e pesquisa produtos online diariamente, um número duas vezes maior se comparado com a pesquisa feita em 2009. O uso do atendimento online também está em alta: 50% dos consumidores usam a ajuda em tempo real em comparação aos 37% que recorriam a esse recurso há três anos.

Os consumidores da América Latina são mais propensos a contar com a presença das empresas nas mídias sociais: 84% dos consumidores entrevistados no México e Brasil usam o Facebook, sendo que 63% deles afirmam que esperam contar ainda mais com a presença das empresas nessa rede social.

Seguindo a tendência de 2009, a ajuda em tempo real permanece entre os três recursos mais importantes para os consumidores. Eles esperam encontrar ajuda no site de uma empresa, ao lado de informações detalhadas sobre os produtos e serviços, bem como o acesso às contas pessoais.

“Por acessar os sites on-line com muito mais frequência, os consumidores esperam interagir com os representantes do atendimento ao cliente das empresas enquanto navegam”, disse Mike Webster, vice-presidente sênior e diretor geral da Oracle Retail. “Quando o cliente visita o site da empresa ou sua página em uma mídia social, deve haver um link claro para uma pessoa do atendimento ao cliente esteja apta a atender o consumidor”, finalizou Webster.

Você costuma buscar ajuda online? e o que espera de uma empresa quando entra em contato com ela por meio das redes sociais.

FONTE: Social MX

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Propósito de marca no Brasil: riscos e oportunidades

Edição 2012 da pesquisa goodpurpose sinaliza tendências na relação entre cidadãos, marcas e causas, mostrando que consumidor busca cada dia mais empresas que atendam seus propósitos

Pode-se dizer que o propósito é um elemento central no cenário de engajamento e construção de marcas. Se a edição 2010 da pesquisa goodpurpose já sinalizava um incremento no senso crítico de um consumidor em amadurecimento, o estudo apresentado neste ano afirma esta condição não apenas como tendência, mas um fato.

Hoje, mais ingressaram consistentemente na arena de consumo e, não contentes em apenas terem a possibilidade de adquirir mais produtos e serviços, exigem das empresas um comportamento que transcende o atendimento a requisitos de qualidade e preço. Mais críticos, demandam uma atuação mais ampla, que considere questões de interesse público e universos simbólicos capazes de agregá-los racional e afetivamente.

Para tanto, as empresas devem agir a partir de um propósito, ou seja, algo que demonstre suas visões de mundo e, ao mesmo tempo, enderece questões relevantes para os públicos com quem se relacionam.

Ao endereçar um propósito relevante para seus stakeholders, uma marca amplia sua confiança, o que gera melhores condições para que se atribua a ela um valor superior. Além disso, ela fortalece seus relacionamentos, compartilha benefícios junto à sociedade, sem deixar de favorecer um incremento em sua performance comercial.

No Brasil, o propósito está no centro de estratégias de marcas vencedoras, como Natura – que conecta como poucos empreendimentos no mundo suas crenças e um modelo de negócio sustentável – Petrobras e Nestlé. Em comum a todas estas corporações, está a preocupação em realizar entregas para além de seus portfolios, em um movimento no qual incluem em suas agendas associações a conteúdos sociais, ambientais, esportivos, culturais, entre outros que mantém nexo com o significado de suas marcas, o desafio de suas operações e, claro, os anseios da sociedade em que se inserem.

Conforme a conclusão da última edição da pesquisa Trust Barometer, realizada pela Edelman, cabe às empresas liderar a partir de um propósito engajador, dado o cenário de paralisia governamental e um panorama brasileiro inédito em que as organizações não-governamentais sofrem com a falta de prestígio. Trata-se, contudo, de uma responsabilidade e uma oportunidade. Responsabilidade pelo desafio que reside em encontrar um propósito alinhado às perspectivas e identidade da marca e oportunidade pelos resultados potenciais que uma companhia pode alcançar ao transformar sua visão em ações concretas e socialmente relevantes. Particularmente no Brasil, em que o cidadão valoriza ainda mais a atuação empresarial junto a causas, trata-se de um importante vetor de construção de confiança. Todavia, é preciso que as empresas delimitem muito bem seu papel neste sentido, de maneira que não substituam outros entes em questões que cabem, por exemplo, ao governo.

De acordo com os números 2012 de goodpurpose, o brasileiro considera diversas causas como importantes, principalmente pelas inúmeras necessidades estruturais ainda demandadas no país. Entre as causas centrais figuram a proteção ao meio ambiente, a melhoria dos serviços de saúde e o acesso à educação. Neste sentido, percebe-se uma forte confluência entre questões teoricamente correspondentes à ação governamental que acabam tornando-se frentes a serem consideradas também pelas corporações. Todavia, uma esfera não substitui a outra; por essa razão, as empresas devem engajar-se em parcerias complementares, que envolvam também os cidadãos em uma atmosfera participativa capaz de tornar tais déficits em soluções reais. A avaliação por parte deles é crítica quanto ao desempenho das empresas neste sentido: 48% dos entrevistados creem que as corporações não têm endereçado causas de maneira adequada. Enquanto isso, somente 26% consideram a atuação empresarial boa ou excelente neste sentido

Esta avaliação “fraca” não representa, porém, uma atuação insatisfatória por parte das empresas. Além de todas as expectativas – inclusive as que não dizem respeito a elas – serem depositadas sobre seus ombros, há outros pontos a serem trabalhados que influenciam na percepção dos indivíduos em relação a este tipo de performance, como comunicação e, obviamente, a intensidade do engajamento liderado pelas marcas em torno das causas que defendem.

Engajar é mandatório em um cenário de progressivo aumento do poder de indivíduos conectados, que conversam em escala global a respeito de inúmeros interesses. Afinal, a autoridade não está mais centralizada em instituições como a mídia, o governo ou mesmo as empresas. No Brasil, esta afirmação do potencial dos cidadãos comuns tem se elevado rapidamente. Para os respondentes de goodpurpose no país, 20% creem em sua importância para endereçar propósitos. Todavia, o governo lidera esta responsabilidade com 52% enquanto a expectativa que recai sobre as empresas é de 6%.

Vincular-se a causas gera, também, condições comerciais favoráveis. O brasileiro mostra-se propenso a pagar mais, recomendar e ser fiel a marcas que colocam o propósito como ponto relevante em seus negócios. O ambiente para mudança é positivo, pois 76% creem ser possível para as companhias realizar lucros e, simultaneamente, cuidar de causas de modo consistente. Para se ter uma ideia, em 2007 este índice era de 58%, o que demonstra o amadurecimento do consumidor brasileiro quanto ao tema. À parte de preço e qualidade, o cidadão local confere imensa importância às atitudes concretas das marcas, muito à frente de outros qualificativos como design, inovação ou mesmo lealdade.

O país, ao mesmo tempo em que vive um florescimento do consumo, mostra que há muitos outros aspectos além das transações comerciais. Trata-se de um horizonte promissor, no qual as marcas deverão elevar a qualidade de suas atitudes em relação a causas caso desejem ter uma atuação mais civilizada, consciente e alinhada às demandas desta sociedade. Tendem a sobreviver no longo prazo as marcas que tiverem uma sólida associação a causas e conteúdos capazes de darem vida a um propósito considerado importante pelos indivíduos.

Em linhas gerais, os números brasileiros mostram-se em níveis superiores à média global, o que demonstra uma manutenção de importantes tendências verificadas na edição de 2010 da pesquisa. Podemos organizá-las da seguinte forma:

1) Consumidores emergentes e mais críticos ganham espaço e afirmam seus próprios potenciais para agir em torno de causas;

2) Indivíduos acreditam cada vez mais em seus poderes para atuar sobre um propósito – processo de descoberta pessoal deflagrado pelo aumento do poder aquisitivo contribui para a elevação da autoconfiança;

Empresas têm a chance de liderar por propósito, mas também engajar indivíduos e outros grupos como governo e ONGs;

3) Há muitas causas a endereçar no país, sobretudo pelo déficit da atuação pública em muitas áreas; porém, as empresas não devem substituir outras entidades – como o governo – em suas práticas ao redor destes propósitos;

4) Atuar sobre propósitos, portanto, é uma notável oportunidade e, ao mesmo tempo, um risco caso estas atitudes não tenham consistência e não sejam contínuas e comunicadas;

5) O propósito afirma-se como vetor de construção de lealdade, recomendação e escolha de marca, contribuindo crescentemente na performance comercial das empresas que operam no país.


FONTE: Com: Atitude, por Rodolfo Araújo e Sharon Hess.

E-mail, mídias sociais e mobilidade: como ser eficaz?

Globalmente, profissionais da área de Marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco?

Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

- E-mail Marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

- Mídias Sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, “curtir”, compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

- Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade.

Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc...

São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

FONTE: Mundo do Marketing, por Edson Barbieri

YouTube estuda cobrança de assinatura para conteúdo exclusivo


O YouTube estuda começar a cobrar assinatura para oferecer conteúdo exclusivo de alguns canais, afirmou Salar Kamangar, diretor do serviço de vídeos.

A ideia é que emissoras com pequena audiência consigam colocar conteúdo na plataforma e cobrem uma pequena taxa de usuários interessados em assistir os programas, segundo oMashable. Isso incentivaria a criação de vídeos exclusivos para o YouTube por pequenos canais com público restrito.

Por enquanto, a ideia ainda está sendo estudada, e não há nada concreto. "Não temos nada para anunciar agora. É algo que é realmente importante para muitos dos criadores de conteúdo, então estamos estudando seriamente o assunto", disse Kamangar.

Não é de hoje que o YouTube tenta incentivar a criação de conteúdo exclusivo para ser veiculado pela plataforma. No ano passado, o Google investiu US$ 100 milhões para a criação de canais de vídeos originais com apoio de celebridades como Madonna e Ashton Kutcher.

A diferença para o modelo que está sendo estudado agora é que esses canais eram gratuitos, enquanto o projeto atual pode cobrar assinatura dos usuários.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Internet já é a 2ª maior mídia em receita no Brasil

O IAB Brasil divulgou um balanço sobre a distribuição das mídias no Brasil e trouxe a constatação de que a internet já deixou o jornal para trás quanto aos investimentos publicitários. De acordo com a entidade, a rede possui atualmente 11,98% de participação de mercado, enquanto o jornal responde por 11,06% e a TV está na ponta com 60,63%.

Previa-se que a ultrapassagem acontecesse até o final do ano, quando a internet deve atingir 13,7% de participação no bolo - em 2011 o meio estava com 11%. Segundo o IAB, a web manterá taxa de crescimento quatro vezes superior à média de todo o mercado.

No ano passado, o meio apresentou faturamento de R$ 3,3 bilhões, somando R$ 1,4 bi de display e R$ 1,8 bi das buscas. Para este ano, espera-se que feche em R$ 4,6 bilhões, um crescimento de 39,1%.

Isso deve acontecer por conta do crescimento individual no investimento em display (25%) e nas buscas (50%), que terminarão o ano com faturamento de R$ 1,8 bilhão e R$ 2,8 bi, respectivamente. (Veja o estudo, em PDF,aqui.)

FONTE: AdNews, por Redação.

Facebook esta testando configurações diferentes para cada região em suas páginas

O suporte a publicações em diferentes línguas faz com que as fan pages consigam facilmente gerenciar uma marca em diferentes línguas sem precisar de mais de uma página. Inclusive essa é uma dúvida muito frequente, será que devo criar múltiplas páginas (para cada língua) ou uma que junte todas? O Facebook parece estar respondendo a pergunta para você que tem essa dúvida também.

Esta funcionalidade já parece estar ativa na página de marketing deles, mas ainda não tenho certeza se esta ativo para todos os usuários ou se está em funcionamento aberto para alguém testar. Mas se você tentar entrar na página do https://www.facebook.com/Marketing você será redirecionado para o https://www.facebook.com/BrasilMarketing, que é a mesma página, mas em português. Se você clicar nas opções da página, verá as seguinte telas:




Interessante destacar que a lista de países neste exemplo fica gigantesca, então você nem consegue ver todas as opções. Imagino que este erro será consertado posteriormente. Também podemos ver que a funcionalidade nem esta traduzida, ainda aparece como “Swtich Region” (Alterar Região).

Aqui tem dois exemplo, uma da página na versão Brasil e outra na versão Alemanha:



Como você pode notar, há uma alteração na língua das informações, aplicativos, no nome da página, na imagem de capa e inclusive no número de “Pessoas falando sobre”, mas o número de fãs é o mesmo, ou seja, a página ainda é a mesma. O nome e o endereço na URL se alteram, como se fossem lugares diferentes mesmo.

Ao que parece o Facebook realmente está trabalhando melhor para tornar as páginas “internacionalizadas”, portanto será muito melhor e mais fácil de você administrar páginas em diferentes línguas.

O que acharam da novidade? Parece útil para um público menor, porque imagino que não são tantas empresas que vão aproveitar esta funcionalidade.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

Facebook começa a mostrar anúncios de acordo com hábitos de internet do usuário

Facebook Exchange rastreia membros da rede social depois que eles deixam o site para mostrar anúncios que estejam de acordo com hábitos. Na busca por aumentar a receita com publicidade, oFacebook começou a testar um recurso chamado "oferta em tempo real", que permite que anunciantes coloquem a marca em partes da rede social durante horários específicos, segundo o The New York Times.
A rede social também desenvolveu um sistema que usa os cookies do navegador do usuário para mostrar anúncios baseados nos seus hábitos de internet. Assim, um usuário que costuma visitar muitos sites de viagens, por exemplo, pode ver anúncios na rede social relacionados a passagens aéreas, ou lugares para visitar.

O Facebook garante que não vai compartilhar as informações coletadas dos usuários com os publicitários, e que é possível desativar o rastreamento após deixar o site nas configurações de privacidade.

Desenvolvedores de jogos começam abandonar Google+

Há um ano o Google fazia estardalhaço para apresentar o Google+, sua cartada definitiva para combater o Facebook no concorrido mundo das redes sociais. Passados 12 meses sem que as estruturas da web tenham sido abaladas, algumas empresas começam a abandonar o barco (social) do gigante da web.

De acordo com o site All Things Digital, a desenvolvedora de jogos Wooga já desativou o game Monster World do Google+ e outros títulos irão seguir o mesmo caminho até 1º de julho. Já a PopCap, divisão da poderosa Electronic Arts, também confirma que Bejeweled e Blitzserão desligados a partir de segunda-feira (18). A Wooga e a Popcap são, respectivamente, a terceira e a quarta maiores empresas de jogos sociais do Facebook, onde elas vão muito bem, obrigado.

Angry Birds no Google+
“Decidimos remover certos jogos do Google+ porque temos muito mais usuários no Facebook, que também são muito mais ativos”, afirmou a Wooga ao site. Já a PopCap preferiu ser um pouco mais diplomática ao afirmar que “desativou os games no Google+ para reimplantar recursos e fazer outras adaptações”, dizendo que irá continuar a desenvolver títulos para a plataforma (mas sem fazer maiores promessas).

Sem os jogos da Wooga e os títulos da EA, a humilde biblioteca de jogos do Google+ passará a contar com módicas 40 opções em seu cardápio, com o consolo de que blockbusters comoAngry Birds, CityVille, Zinga Poker e Mafia Wars 2 continuam à disposição por lá.

Em seu lançamento, entre vários motivos o Google+ chamou a atenção dos desenvolvedores de jogos sociais por ficar com apenas 5% da renda obtida pelos games, enquanto o Facebook toma 30% do dinheiro para si.

Ninguém perguntou minha opinião, mas vejo o Google+ como uma boa ferramenta e adequadamente integrada aos serviços que mais uso (basicamente, tudo do Google). Decretar que ela seja um fracasso 12 meses após seu lançamento talvez seja uma característica deste tempo em que tudo deve demonstrar resultados brilhantes imediatamente. Os usuários de cansaram do MySpace, do Orkut e de outros serviços que um dia foram reis intocáveis, e um dia talvez abandonem o Facebook (que foi o número 2 no Brasil por anos). E, vai saber, o Google+ se torne a bola da vez, até que se torne popular demais e também caia no esquecimento.

FONTE: Tecnoblog, por João Brunelli Moreno.