terça-feira, 28 de agosto de 2012

4 características que as fan pages mais curtidas do Brasil têm em comum

Dados divulgados pelo próprio Facebook mostram que o Brasil é o segundo país com mais influência dentro desta rede. A influência das mídias sociais continua sendo muito destacada, isso porque o social commerce permanece ganhando espaço diante dos consumidores virtuais. Dados divulgados pelo próprio Facebook mostram que o Brasil é o segundo país com mais influência dentro desta rede.

Atualmente, o "Face" conta com mais de 48 milhões de contas de usuários, sendo que nos últimos três meses, houve um crescimento de 13,8% no número de contas brasileiras criadas na mídia. Empresarialmente, sabe-se que a página mais 'curtida' no mundo é a do próprio Facebook e, aqui no Brasil, a fan page que se destaca é a do jogador Kaká. Mas, qual o segredo para conquistar tantos "Curtir"?

Destacamos abaixo, uma pequena lista das características das fan pages mais curtidas no Brasil e como aplicar tais ações em sua loja virtual. Veja:

Interação

O jogador Kaká, atualmente jogando no clube espanhol Real Madri, trabalha interação em sua página, atualizando-a constantemente, postando fotos e agradecendo a interação de seus fãs. Não é à toa que possui mais de 18 milhões de "curtir". Que tal seguir o exemplo?;

Diversidade

A fan page do refrigerante Guaraná Antarctica, com mais de 7 milhões de "curtir", aposta na diversidade do conteúdo postado. Eles trabalham além de promoções, imagens divertidas e interessantes, convidando seus fãs a participarem e compartilharem informações. Aposte em promoções e diversifique o seu conteúdo, não fale apenas de sua empresa;

Sugestões

Com mais de 6,3 milhões de "curtir", a fan page do Neymar, jogador do Santos, é dividida entre postagens feitas por ele e por sua equipe. A página apresenta constantemente, sugestões de produtos de sua linha oficial, além de vídeos de interesse dos fãs. Quantas vezes você já postou informações de seus produtos e serviços em sua página?;

Informação

Além dessas características, a questão informacional também está presente entre as fan pages mais 'curtidas' do Brasil. A exemplo disso, temos a página do programa Esporte Interativo (4,3 milhões), que costuma destacar as notícias mais importantes do mundo da bola e do esporte; além de provocar a interação e opinião de seus fãs através de questões como: "Qual jogo você prefere assistir na próxima terça-feira?". Se você tem um blog, integre tudo isso; e sempre permita a participação de seu consumidor.

Felipe Martins - fundador e presidente da empresa DOTSTORE, especializada em criação e assessoria em Loja Virtual.

FONTE: Administradores, por Felipe Martins.

Maiores empresas do mundo e a mídia social

Saiu o Global Social Media Check-up 2012, estudo da Burson Masteller sobre o uso de mídias sociais das 100 principais empresas da lista da Fortune. O estudo confirma que as empresas estão entrando mais fundo nas mídias sociais. Foram 29 empresas americanas,: 45 europeias, 23 asiáticas e 3 latino americanas.

87% delas usam pelo menos uma plataforma de mídia social.

10,1 contas no Twitter; 10,4 contas no Facebook; 8,1 contas no YouTube; 2,6 no Google Plus e 2,0 no Pinterest;

74% das empresas pesquisas têm, pelo menos, uma página no Facebook;

93% das páginas corporativas no Facebook são atualizadas diariamente;

48% das empresas já tem contas no Google… e 25% têm contas no Pinterest;Cada página corporativa no Facebook tem 6.101 pessoas;

79% das empresas pesquisadas tem canais no YouTube. É um crescimento vertiginoso, já quem em 2011 esse índice era 57%;

82% das 100 companhias têm, pelo menos, uma conta no Twitter. Cada empresa foi mencionada, em média, 55.970 vezes no Twitter em 1 único mês.

O estudo confirmou 4 tendências:
As empresas investiram muito nas mídias sociais;

Valorização do conteúdo

Uso do meio para construir diálogo e relacionamento.

Cada canal de mídia social tem papel único e devem coexistir e se somar.

Os consumidores, clientes e cidadãos já sabem disso. Desde 2011, o número médio de seguidores por conta no Twitter quase triplicou. Pulou de 6.076 para 14.709. No Facebook, o número médio de “Likes” por empresa aumentou 275% desde 2010, pulando para 152.646 “Likes” em 2012. Tudo isso num único mês.

Além do PDF (primeiro link do texto) também há uma apresentação das descobertas no SlideShare. Ambos estão em inglês.

Via A quinta onda. Crédito da imagem: Shazeen Samad via Compfight.

FONTE: Blog PagSeguro.

O futuro incerto do Twitter e a sua API

O Twitter é definitivamente um marco para a internet recente. Não apenas o serviço, mas toda uma cultura de compartilhamento rápido e mensagens em 140 caracteres. Infelizmente esse futuro aparece com nuvens escuras que podem trazer problemas em um futuro próximo.

Essa nuvem escura tem nome e sobrenome, podemos a chamar de “nuvem do fechamento de API” que surgiu graças à proteção de interesses financeiros da empresa nos últimos tempos. Para quem não esta por dentro, o Twitter divulgou recentemente que iria impor algumas novas regras para o uso de sua API, regras que definitivamente complicam uma parcela considerável de aplicações de terceiros.

Confira também: Google+ começa a liberar a sua API, mas tudo controlado por enquanto.

Este era um problema já enunciado, afinal, já faz algum tempo que a empresa demonstrou forte interesse em evoluir as suas plataformas próprias e fortalecer o uso de seu serviço através de suas próprias soluções. Alguns podem achar interessante, mas isto representa um perigo para os vários aplicativos e serviços que se baseiam em oferecer uma experiência diferenciada de acesso ao Twitter.

Para falar bem a verdade, o começo do Twitter foi muito impulsionado por sua API aberta e acessível, consolidando diversos aplicativos como as melhores formas de acessar o microblog. Entre esses podemos citar o Tweetdeck, que inclusive foi comprado pelo Twitter posteriormente. Mas também há o Seesmic, Hootsuite, Tweetbot, entre outros.

Mas a recente decisão do Twitter acaba sendo um problema que vai além dos desenvolveres, atinge diretamente os usuários. Além da falta de opções e de ser obrigado a usar um aplicativo único, podemos perder muitas oportunidades de descobrir novos usos para essa mídia social.


Por que o Twitter tomou essa decisão?

O mais obvio é que tem ligação direta com a tentativa de monetizar o serviço. Desde que o microblog começou a fazer muito sucesso, acredito que isto tenha ficado mais claro em 2009, ele sempre foi questionado quanto a sua sobrevivência financeira. Fazer um serviço gratuito é interessante, mas como vão pagar os servidores e funcionários? Ninguém vive de ar. Tudo isso também tem uma relação com diversos comentários dos CEOs da empresa, que afirmaram diversas vezes que não iria utilizar meios tradicionais (como banner) para conseguir dinheiro para o seu serviço. Você pode ver um retrospecto da publicidade no Twitter neste post.

Mas será que “proibir” os aplicativos de terceiros é melhor que ter banners? É uma questão bem complicada. Os aplicativos de terceiros são essenciais, mas apenas em uma época onde as aplicações oficiais do Twitter eram extremamente falhas. Agora o cenário mudou, mas ainda esta longe de ser ideal. Muitos apontam a falta de um bom aplicativo para Windows, o principal sistema operacional do mundo.

Não podemos nos esquecer de que diversos grandes desenvolvedores de aplicativos para Twitter se mostraram frustrados. Muitos deles, inclusive, entraram oficialmente com uma ação na FTC (Câmara Federal de Comércio dos Estados Unidos) alegando que a empresa está tomando ações que limitem a opção de escolha do usuário.

Como será o futuro?

Vai ser complicado. Evitar aplicações de terceiros é uma jogada interessante para a empresa, mas ao mesmo tempo muito arriscada. Pode custar muito usuários.

Ok, grande parte dos usuários nem sempre usam aplicações de terceiros mesmo. Mas quem mais os usa, são os “power users“, aqueles usuários que usam o serviço ao extremo, usando durante todo o dia, de diversas formas, exigem melhores ferramentas. Perder estes usuários pode ser um grande problema. São estes usuários que trazem mais, que convencem outras pessoas de que o serviço é bom, etc.

A única chance do Twitter é encontrar uma forma de continuar trabalhado bem com os seus principais desenvolvedores, mas também conseguir monetizar a sua plataforma (independente de como as pessoas usem).

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A diferença entre o Marketing Digital B2B e B2C

Uma das ótimas indicações que já recebi do Eric Santos, CEO aqui na Resultados Digitais, foi o livro The Ultimate Sales Machine, do autor Chet Holmes. No capítulo 4 (disponível gratuitamente em inglês) é apresentado o conceito do Stadium Pitch, umas das sacadas mais geniais que já vi sobre vendas e marketing.

O autor identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão. Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. O restante é apresentado na pirâmide abaixo:


Na maioria dos eventos e publicações sobre Marketing Digital, o que costumamos ver são cases e dicas de grandes empresas que vendem para consumidor final (B2C). O problema é que essas técnicas são replicadas – normalmente sem sucesso – para empresas B2B. A pirâmide acima vai nos ajudar a entender a principal razão para esse fracasso.

O Marketing Digital B2C

Muita gente já deve ter ouvido falar de como a Dell vendeu mais de US$ 3 mi em notebooks nos EUA através seu perfil no Twitter e então tirou a conclusão que vender em 140 caracteres era a solução de todos os problemas.

O problema é que essa abordagem direta funciona apenas para o topo da pirâmide, ou seja, para os 10% que já estão comprando ou dispostos a ouvir. No exemplo acima, essa abordagem direta faz sentido em termos de números somente porque o mercado de interessados em notebooks é gigante e cíclico. Os 10% comprando agora ou dispostos a ouvir são um número mais do que suficiente para gerar um volume imenso de vendas.

Ainda, para muitos produtos B2C a demanda já é latente. As pessoas já sentem a necessidade do produto e basta um estímulo (ex. promoção) para que elas tomem a ação da compra. Cabe às empresas B2C criarem awareness e desejo dos consumidores pela sua marca, e depois garantirem que suas ofertas sejam “encontráveis” pelas pessoas que já estão neste estágio da compra. Claro, tudo isso sempre acompanhado de uma oferta competitiva.

Para marcas como a Dell, oferecer um atrativo (no caso, preço) é o suficiente para que a oferta se torne famosa e um percentual relevante de pessoas acabe comprando. Outro exemplo é o sucesso das compras coletivas, que reúnem boas ofertas em um único local e aceleram a compra por impulso.

Outro ótimo exemplo de Marketing Digital B2C no varejo brasileiro é a Netshoes. Seus links patrocinados e banners personalizados em sites de esportes são extremamente efetivos para gerar e capturar demanda.

Reparem que nos exemplos acima as empresas possuem canais de venda direta pela própria Internet. Há ainda uma infinidade de outras empresas B2C que estão longe disso e usam o Marketing Digital basicamente da mesma forma que no marketing tradicional (em TV, rádio, etc.): para gerar afinidade com a marca e demanda no ponto de venda.
Por isso vemos cases como o da página no Facebook do Guaraná Antártica ou histórias emocionantes como Eduardo e Mônica, da Vivo. Nesse caso, é tudo uma grande aposta, já que há pouca mensuração de quanto uma ação desse tipo de fato contribui para vendas.

Cabe aqui uma observação importante: vendas B2C mais complexas, como por exemplo apartamentos, carros e investimentos financeiros, tendem a ser mais racionais e podem ser tratadas da mesma forma que o Marketing B2B, que vemos a seguir.

O Marketing Digital B2B

Em B2B geralmente acontece o contrário. Os produtos têm uma venda complexa e ciclo mais longo. Como a demanda concreta e um mercado consolidado muitas vezes nem existe, cabe às empresas vendedoras atuarem como evangelistas da solução.

Voltando à pirâmide, também podemos pensar no seguinte: o número de pessoas querendo tomar refrigerante ou comprar computador é incomparavelmente maior que o número de empresas contratando uma consultoria ou um software de CRM, por exemplo. Assim, focar na venda direta para o topo da pirâmide já não alcança um número muito alto de clientes.

A situação é ainda pior se lembrarmos que as vendas B2B não são levadas pela emoção, diferentemente de B2C. Há muito mais risco, pessoas, pesquisas e análises envolvidas no processo, o que torna a confiança no fornecedor essencial.

Como alcançar então um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilide? É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta: imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% da pirâmide se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, Twitter e Facebook, etc. – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja. É preciso falar algo interessante para a pirâmide toda continuar ouvindo.

Não é à toa que você vai ler em nosso blog, por exemplo, posts sobre como aumentar a geração de Leads e vendas através do marketing digital, mas não vai encontrar um post sobre as funcionalidades e benefícios do nosso software. Esse conteúdo educativo, relevante e capaz de ajudar as empresas de nossos leitores tem um potencial muito maior de atrair e reter pessoas em todos estágios da pirâmide.

Também é importante usar o Marketing Digital para relacionamento com os potenciais clientes. Assim é possível criar credibilidade ao longo do tempo e ser lembrado como referência quando chegar o momento da compra pelo cliente.

Por fim, outro efeito benéfico dessa estratégia é acelerar o processo da venda. Ao fazer esse trabalho de educação e evangelização, os clientes movem mais rápido da parte de baixo para a parte de cima da pirâmide.

Obs.: O livro citado apresenta apenas a pirâmide e a abordagem indireta de vendas. A implicação disso nas diferenças entre B2B e B2C é uma adição minha.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

O poder dos anúncios no Facebook

Rede social cria infográfico com números que comprovam a eficácia de seus anúncios. Muita discussão sobre o desempenho dos anúncios do Facebook ocorreu nos últimos meses. Vale lembrar que em uma ocasião a GM cancelou sua campanha publicitária de US$ 10 milhões na rede social alegando que os anúncios pagos tiveram muito pouco efeito sobre os clientes. Outro fato levantado foi sobre a queda de preços das ações, que também é resultado do modelo de receita do Facebook, que vem em grande parte dos anúncios.

Para acabar com as dúvidas o Facebook apresentou o infográfico abaixo para comprovar a eficácia de seus anúncios.

Via Most Viral Media



FONTE: Proxxima

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

6 itens que faltaram no aplicativo do Facebook

O Facebook melhorou seu novo app, mas algumas ferramentas da versão para desktop ainda fazem falta. O Facebook lançou na última quinta-feira (23/08) a quinta versão de seu aplicativo para Android e iOS. Segundo Mick Johnson, gerente de produtos da rede social, o app ficou duas vezes mais rápido que o modelo anterior.

Apesar de as atualizações no geral terem sido positivas, o Facebook ficou devendo alguns recursos que a rede social tem na versão para desktop. Pedimos para nossos leitores nos dizerem o que eles sentiram falta na nova versão do app. Filtramos as respostas e chegamos a seis itens que poderiam estar no aplicativo. Veja:


Botão Compartilhar – Esse foi um dos que mais apareceram na lista. Afinal de contas, a ausência do botão elimina um dos principais aspectos do Facebook. “A ideia da rede é compartilhar conteúdo e trocar informações. É um inferno não ter isso ainda!”, escreveu o leitor Pedro Pellicano.

Marcar amigos nos comentários – Essa é uma ferramenta muito útil na versão para desktop do Facebook. Com ela você pode chamar a atenção de alguma pessoa em especial ao aparecer nas notificações dela.

Orientação paisagem – Por algum motivo, o Facebook excluiu a possibilidade de visualizar a tela da rede social em forma de paisagem como era possível fazer na última versão do aplicativo.

Criar eventos – Se você estiver longe de seu computador e quiser criar um evento para convidar seus amigos no Facebook, terá de ir até uma máquina. Afinal de contas, a ferramenta continua limitada à versão para desktops.

Editar documento – Outra ferramenta muito popular e muito utilizada no Facebook, que permite criar mini-documentos na área de arquivos dos grupos.

Editar seus comentários – Essa é uma das opções mais recentes na versão do Facebook para desktop. A ferramenta que permite o usuário voltar atrás e editar o que ele comentou em determinada publicação ficou de fora.

Ao Olhar Digital, o Facebook diz que "fez uma atualização no aplicativo iOS para que os usuários tivessem acesso às mensagens e câmera mais rapidamente porque essas ações são as mais utilizadas no Facebook pelo celular”.

E você? O que mais sentiu falta nesse novo app?

Facebook redesenha página para empresas

Site passa a disponibilizar conteúdo em português, incluindo os produtos mais recentes lançados, guias práticos para anunciantes e histórias de sucesso. O Facebook redesenhou sua página “Facebook para Empresas” e agora disponibiliza a versão em português. Um dos focos do site é possibilitar que pequenas e médias empresas se aproximem de seus consumidores.

O objetivo do espaço é oferecer dicas, ferramentas e tutoriais para os empresários. O conteúdo também foi atualizado, incluindo os mais recentes produtos lançados, guias práticos para anunciantes e histórias de sucesso.


FONTE: Mundo do Marketing