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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O poder dos anúncios no Facebook

Rede social cria infográfico com números que comprovam a eficácia de seus anúncios. Muita discussão sobre o desempenho dos anúncios do Facebook ocorreu nos últimos meses. Vale lembrar que em uma ocasião a GM cancelou sua campanha publicitária de US$ 10 milhões na rede social alegando que os anúncios pagos tiveram muito pouco efeito sobre os clientes. Outro fato levantado foi sobre a queda de preços das ações, que também é resultado do modelo de receita do Facebook, que vem em grande parte dos anúncios.

Para acabar com as dúvidas o Facebook apresentou o infográfico abaixo para comprovar a eficácia de seus anúncios.

Via Most Viral Media



FONTE: Proxxima

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Aumentar base de seguidores deixou de ser prioridade

Profissionais de marketing compram anúncios no Facebook com enfoque maior em aumentar a consciência sobre as marcas. Uma pesquisa conduzida pela adAge, em conjunto com o Citigroup, revelou que profissionais de marketing compram anúncios no Facebook com enfoque maior em aumentar a consciência sobre as marcas do que acumular seguidores. Perguntados sobre a principal intenção ao criar anúncios direcionados para a rede social, 46% dos entrevistados foram efusivos em dizer que a consciência e o sentimento em relação à marca estão no topo da lista. Em segundo lugar está o direcionamento de tráfego para websites (18%), seguido por fortalecer a base de seguidores, aumentar o número de “likes”, manter contato com os clientes e gerar vendas. Veja mais detalhes da pesquisa no gráfico abaixo.


FONTE: Proxxima, via Escave as Mídias Sociais.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Ficou mais caro anunciar no Facebook

No dia 26 de julho, o Facebook vai revelar seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2012, e a situação parece estar melhorando apesar das ações em queda na Bolsa. Uma análise conduzida pela TBG Digital revela que o preço dos anúncios aumentou 58% em um ano.

A melhora se deve à criação de uma plataforma de propagandas para a versão mobile, os chamados "Sponsored Stories", destaques que aparecem no feed de notícias quando um amigo curte uma marca ou empresa. A pesquisa revelou também que os usuários clicam 4 vezes mais nos anúncios mobile do Facebook do que nos divulgados pelo Twitter.

"A introdução das propagandas via celular fez toda a diferença. O número de cliques em anúncios vem crescendo, assim como o uso do CPC (custo por clique) e o CPM (custo por visualização), o que significa que existe uma demanda maior", explicou Simon Mansel, CEO da TBG Digital.

Ainda de acordo com a pesquisa, os usuários se disseram mais atraídos pelos "Sponsored Stories" que pelos anúncios tradicionais divulgados no desktop, o que explica o aumento de 11% nos cliques.

As informações são do TechCrunch.

FONTE: AdNews, por Redação Adnews

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Micro e pequenas empresas faturam 10,3% a mais em maio de 2012, segundo Sebrae-SP

O faturamento real das micro e pequenas empresas (MPEs) apresentou um aumento de 10,3% em maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011. A informação faz parte da Pesquisa de Conjuntura divulgada nesta quarta-feira pelo Sebrae-SP.

Na contramão dos principais índices de produção industrial e perspectivas do setor para a economia brasileira, a pesquisa com as MPEs paulistas demonstrou grande otimismo. Com relação às expectativas para junho, 31% dos entrevistados projetavam aumento do faturamento de suas empresas – a maioria (54%) acredita que esse indicador se manterá estável.

Segundo Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, as micro e pequenas empresas estão diretamente ligadas ao mercado interno brasileiro e têm uma grande dependência do consumidor final. “Apenas 14%, em média, do faturamento das MPEs vem de grandes e médias empresas ou do governo. O percentual de exportação nas vendas também ainda é baixo”, diz. Essa condição acaba gerando uma situação mais favorável para o desempenho dos negócios, protegida da crise internacional e das oscilações da economia.

Para Caetano, a evolução favorável do emprego e da renda na economia também contribuiu para o resultado das MPEs no período. De acordo com o superintendente, houve avanço da massa salarial e queda nos índices de desemprego no período.

Indústria se recupera

O setor de serviços mantém a dianteira no movimento de crescimento dos negócios das MPEs, mas aindústria dá sinais de recuperação dos seus níveis de atividade. No mês de maio de 2012, o setor industrial teve um crescimento de 11,5%, o comércio, de 6,9% e o setor de serviços, de 14,7%. Segundo Caetano, esse foi o segundo resultado positivo e consecutivo da indústria – em abril, o setor teve crescimento de 6,6% no faturamento.

As MPEs também apresentaram um resultado positivo na comparação de maio com abril, com um aumento de 5,8% no faturamento real.

A Pesquisa de Conjuntura Indicadores Sebrae-SP é realizada mensalmente, com 2.716 micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo.

FONTE: PEGN, por Júlia Pitthan

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Consumidores esperam respostas mais rápidas nas redes sociais, afirma pesquisa


Estudo descobriu que 51% dos usuários do Facebook esperam respostas no mesmo dia para dúvidas ou queixas postadas

A Oracle anunciou os resultados de seu relatório Consumer Views of Live Help Online 2012. Durante a pesquisa, a companhia entrevistou mais de três mil consumidores do mundo todo a respeito de seus hábitos de uso dos canais de atendimento como call centers, chat ao vivo, clique para chamar e email.

Em comparação com pesquisa semelhante realizada em 2009, os consumidores estão online com maior frequência e mais propensos a usar a ajuda em tempo real. Com isso, eles aumentaram as expectativas em relação ao atendimento ao cliente por intermédio das mídias sociais e dos sites das empresas.

Segundo o documento, em 2012 os usuários de mídias sociais esperam respostas rápidas. Mais da metade dos usuários do Twitter espera uma resposta pessoal, no prazo de até duas horas, após tuitar uma pergunta ou reclamação. Já 51% dos inscritos no Facebook esperam respostas no mesmo dia para dúvidas ou queixas postadas nessa rede social.

Além disso, como os consumidores passam mais tempo online, confiam mais na ajuda em tempo real. De acordo com o relatório, metade dos consumidores em todo o mundo navega na internet e pesquisa produtos online diariamente, um número duas vezes maior se comparado com a pesquisa feita em 2009. O uso do atendimento online também está em alta: 50% dos consumidores usam a ajuda em tempo real em comparação aos 37% que recorriam a esse recurso há três anos.

Os consumidores da América Latina são mais propensos a contar com a presença das empresas nas mídias sociais: 84% dos consumidores entrevistados no México e Brasil usam o Facebook, sendo que 63% deles afirmam que esperam contar ainda mais com a presença das empresas nessa rede social.

Seguindo a tendência de 2009, a ajuda em tempo real permanece entre os três recursos mais importantes para os consumidores. Eles esperam encontrar ajuda no site de uma empresa, ao lado de informações detalhadas sobre os produtos e serviços, bem como o acesso às contas pessoais.

“Por acessar os sites on-line com muito mais frequência, os consumidores esperam interagir com os representantes do atendimento ao cliente das empresas enquanto navegam”, disse Mike Webster, vice-presidente sênior e diretor geral da Oracle Retail. “Quando o cliente visita o site da empresa ou sua página em uma mídia social, deve haver um link claro para uma pessoa do atendimento ao cliente esteja apta a atender o consumidor”, finalizou Webster.

Você costuma buscar ajuda online? e o que espera de uma empresa quando entra em contato com ela por meio das redes sociais.

FONTE: Social MX

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Internet leva à era pré-Revolução Industrial, diz Facebook

Esta é a primeira vez de Paul Adams no Festival de Cannes. Uma vez aqui, ele decidiu fazer declarações de efeito. O líder global de design de marca do Facebook subiu ao palco nesta terça-feira para falar sobre a psicologia e criatividade do compartilhamento. Durante 40 minutos, olhares e ouvidos atentos buscaram assimilar os motivos pelos quais 901 milhões de pessoas não desgrudam da “mãe” de todas as redes.

Adams dividiu os méritos da inteligência de sua empresa com a internet, invenção que, segundo ele, leva a sociedade de volta à era pré-Revolução Industrial, no séc. XVIII. O executivo sugeriu que a rede social permite ao conteúdo se mover tão rápido quanto as pessoas, por meio das interconexões. Isso garante que elas ditem o ritmo da comunicação, assim como acontecia antes do movimento que implentou tecnologia nos processos social e econômico. “Nós podemos saber sobre empresas e marcas antes de falar com elas”, disse ele sobre o Facebook. “Significa que a construção de relacionamentos é mais uma vez focada no centro.”

O avanço das interações e a crescente demanda do mobile fazem de 2012 um tempo histórico, diz Adams. “Estamos fascinados pelo que a internet nos permite. Todas as informações estão no seu bolso, disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, e a internet estará em nossas roupas e sapatos”, apostou o porta-voz do Facebook. Adams sabe que o conceito de socialização humana não veio da mente de Mark Zuckerberg. Por isso recorreu à história para explicar que há milhares de anos as pessoas alimentam o desejo de passar adiante suas experiências. E o que os antepassados têm em comum com os usuários do Facebook? Para o palestrante, a vontade de “criar relacionamento, gerenciar a imagem e a identidade e ajudar os outros”.

A evolução do processo comunicativo está diretamente ligada à tecnologia. O executivo do Facebok criou o termo “rede invisível” para demonstrar o alcance do conteúdo que se espalha na rede social. Quem tem 150 amigos, por exemplo, está automaticamente conectado a outros 10.000 amigos que, por sua vez, interligam-se com milhões de amigos dos amigos mundo afora. “É uma oportunidade incrível para criar conteúdo, entender o comportamento social, compreender o que é e para quem é”, disse. “Mas é preciso entender por que as pessoas interagem quando não estão online, e por que nós interagimos socialmente por dezenas de milhares de anos”, afirmou.

Fora da caixa

Uma linha do tempo com a história da comunicação ilustrou como as mídias se adaptam ao surgimento de outras. Dos tipos móveis às redes sociais, Paul Adams contou o passo a passo das transformações para mostrar que o novo não deve assustar – e para fazer um pedido especial à comunidade publicitária: que ela entenda o Facebook como uma mídia “nova” e “diferente”. O palestrante quer campanhas especialmente desenvolvidas, não apenas replicações. O que vinga, adianta ele, são ideias com “boas histórias” e “design envolvente” como as feitas por Fanta, Nike Football, AT&T, Lorax, Burberry e P&G.

Paul Adams flerta com mercado publicitário. “Nós queremos trabalhar com vocês”, informou à plateia repleta de representantes das principais agências. “Há 50 anos, aqui no Festival de Cannes, falava-se sobre impressos e TV, mas agora tudo mudou (…) Algumas pessoas vão olhar para as transformações de hoje e abraçá-las para fazer coisas incríveis e surpreendentes. Certifique-se de que seja você a fazer isso, não o seu vizinho”, aconselhou.

E a palestra que começou com um raciocínio de efeito, terminou com uma frase de porte, cunhada pelo escritor Americano William Gibson: “O futuro já está aqui – só não é distribuído de forma muito uniforme.”

FONTE: AdNews

terça-feira, 19 de junho de 2012

Facebook testará anúncios baseados na localização do usuário

Rede social vem estudando novos modelos de publicidade desde que lançou suas ações na bolsa

Desde que lançou suas ações na bolsa de tecnologia Nasdaq, o Facebook parece estudar um modelo de capitalização por dia. Desta vez, a companhia anunciou que começará a testar um modelo de publicidade baseado na localização dos usuários que acessam a rede social por smartphones ou tablets.

De acordo com a vice-presidente de marketing da empresa, Carolyn Everson, a procura por propagandas destinadas especificamente aos usuários móveis foi enorme. Desde o começo do mês de junho, a rede social vem oferecendo inserções publicitárias que só são visualizadas por quem acessa o site na versão mobile. “Estamos testando uma série de produtos com esse princípio nos últimos meses”, revelou Everson em entrevista ao site da rede Bloomberg.

Com o novo sistema, seria possível que o Facebook alertasse seus usuários – com notificações por Push, por exemplo – quando eles passarem por um bar ou restaurente que possa lhes interessar. A ideia é que o serviço seja opcional.

Segundo a reportagem, o Facebook mostrou o novo modelo funcionaria em uma reunião com diversas agências de publicidade e acionistas, em abril. A matéria não revela de que forma os anúncios seriam inseridos na linha de atualizações dos usuários da rede social ou quando ele entrará no ar.

6 razões para usar o Adwords mesmo se você já faz conteúdo e SEO

Aqui na RD somos grandes proponentes da produção de conteúdo educativocomo forma de atração de potenciais clientes. Ter conteúdo próprio de qualidade é sem dúvida a melhor forma de aumentar o alcance via mídias sociais e ganhar autoridade perante o Google e, consequentemente, ganhar visitas gratuitas por esses canais.

No entanto, apesar de parecer conflitante, também defendemos o investimento em algumas modalidades de compra de mídia online, em especial os Links Patrocinados do Google Adwords.

Quando falo com clientes e pessoas do mercado que têm sucesso com atração de tráfego orgânico, muitos “torcem o nariz” para essa ideia à primeira vista. Contudo, uma estratégia bem feita de investimento em Adwords não só é complementar ao trabalho de SEO e produção de conteúdo, mas em alguns casos é fundamental para orientar e dar alavancagem a esse trabalho. Apresentamos neste post 6 razões pelas quais acreditamos nisso:

Resultados imediatos

Essa razão é muito simples. Conteúdo e SEO funcionam, mas os resultados demoram um pouco para aparecer. Para ilustrar, veja abaixo o gráfico da evolução das visitas por busca orgânica que tivemos no nosso site nos últimos 13 meses.


Reparem como demoramos mais de 7 meses para cruzar a primeira linha da escala, depois apenas 3 meses para cruzar a segunda linha e 2 meses para cruzar a terceira linha. Claro que esse efeito exponencial é ótimo, mas o quero destacar aqui é o longo tempo em que tivemos pouquíssimas visitas. Se dependêssemos apenas dessa fonte de tráfego para atrair potenciais clientes e gerar Leads, provavelmente não estaríamos ainda aqui publicando este post. :P

Assim como nós, a maioria das empresas não pode se dar ao luxo de demorar mais de 6 meses para ter algum retorno sobre o investimento em Marketing Digital, e é aqui que entra a primeira razão – e uma das mais óbvias – para se investir em Links Patrocinados. Com o Adwords, você configura a campanha e “da noite para o dia” começa a atrair novos visitantes qualificados para suas páginas.

Isso é essencial para que a empresa possa ter fôlego para fazer as atividades de blog, mídias sociais e SEO da maneira certa, sem atropelamento.
Descobrir real potencial das keywords para SEO

Uma recomendação importante que fazemos é direcionar o investimento em Adwords para conversão – seja geração de Leads ou vendas (veja mais sobre como fazer isso no Webinar gratuito que temos de Introdução ao Adwords)

Com isso, além dos benefícios imediatos, você pode testar a taxa de conversão das palavras chave relevantes para o seu negócio e identificar quais trazem o maior número de Leads (ou vendas). É bastante comum descobrirmos que não são necessariamente as palavras com maior volume de buscas que geram mais Leads, ou então identificarmos termos que pareciam ser muito relevantes para o negócio mas que não convertem bem.

Assim é possível ser muito mais efetivo na escolha de quais palavras chave vale a pena brigar em SEO, e portanto, ter um resultado melhor também sobre esse trabalho.
Otimizar Landing Pages e fluxo de conversão

Novamente, antes de investir meses para uma determinada página rankear nos primeiros resultados no Google, é possível trabalhar em paralelo para garantir que, quando ela chegar lá, a sua conversão seja a melhor possível.

Com os recursos do Adwords, uma verba para experimentação e uma boa ferramenta para construção de Landing Pages, é muito simples criar testes A/B para avaliar o impacto de variações na oferta, títulos, benefícios, formatos da página, etc.

Não é só otimização da página que conta. Eventualmente o próprio fluxo de conversão pode ser melhorado. Por exemplo, para uma determinada palavra chave, o que funciona melhor em termos de conversão: levar o usuário para a página do produto, para uma Landing Page de um conteúdo rico ou para um bom post sobre o assunto? Muitas vezes só temos como saber essa resposta através de testes, e o investimento em Links Patrocinados ajuda a acelerar essa experimentação.
Estimar conversão dos termos “(not provided)”

Como sabemos, desde o final do ano passado o Google implementou uma mudança no seu sistema de busca que “camufla” a palavra chave procurada pelo usuário se ele estiver logado com uma conta Google. (mais detalhes aqui)

O resultado é que, nos relatórios de Analytics, não conseguimos ver quais foram os termos buscado por esse usuários logados. Todas estas buscas estão consolidadas no termo “(not provided)”, que para a maioria dos sites já representa mais de 20% de todas as buscas orgânicas, e esse número continua crescendo.

Não vamos entrar aqui nas razões pelas quais o Google fez essa mudança, mas o ponto é que vai ficar cada vez mais difícil avaliar a performance das palavras chave através dos relatórios de busca orgânica. Ou seja, para saber a taxa de conversão de cada palavra chave e então planejar adequadamente os investimentos em SEO, precisaremos contar cada vez mais com o que os relatórios de busca paga nos informam.
Descobrir novas palavras chave

Toda boa campanha de Adwords ou SEO começa com um primeiro passo comum: umapesquisa de palavras chave. O problema é que, mesmo quando fazemos um extenso levantamento inicial, sempre há termos que acabam ficando de fora e outros novos que vão surgindo ao longo do tempo. Para ilustrar este ponto, abaixo há o recorte de um relatório de acesso que tivemos para uma campanha própria no Adwords. Reparem que só os termos que estão com a etiqueta “Adicionado” são os que nós já tínhamos previamente na campanha.


Geralmente tomamos conhecimento destes termos quando olhamos nos relatórios de Analytics os acessos via busca paga e orgânica. Porém, como mencionado acima pelo problema do “(not provided)”, também teremos que contar cada vez mais com o Adwords para estender essa lista de palavras chave e aumentar as oportunidades de ranking.
Trazer potenciais clientes em todos os estágios do funil de vendas

Já se sabe que o Adwords é muito efetivo por fazer o anúncio chegar à pessoa no exato momento em que ela está procurando por algo. Isso possibilita que se mapeie campanhas e ofertas específicas aos diferentes estágios do processo de compra do cliente.

Por exemplo: uma pessoa que busca por “software de gestão financeira” está efetivamente procurando por uma solução para resolver este problema, enquanto uma outra que procura por “dicas de gestão financeira” provavelmente ainda está em um estágio mais inicial do processo de compra, necessitando mais informações e conhecimento para despertar o mesmo desejo por uma solução.

Como falamos bastante no Webinar sobre Gestão de Leads, atrair pessoas neste estágio inicial e depois nutri-las ao longo do funil é uma oportunidade de ouro para aumentar o número de potenciais clientes que a empresa consegue alcançar. Não por coincidência, o número de pessoas que busca por termos mais amplos é muito maior do que os que procuram pela solução (produto ou serviço). Além disso, em geral a concorrência por esses termos mais amplos – e consequemente o Custo por Clique – são muito mais baixos, o que permite à empresa gerar Leads (oportunidades de negócio) a valores muito atraentes.

Para fechar o post, é importante também tratar de um mito que muitas vezes também escuto: para que pagar para comprar mídia se o tráfego via mídias sociais, blog e SEO é gratuito?

Sim, o tráfego dessas fontes é gratuito (na maioria das vezes…), mas produzir conteúdo ou fazer qualquer outra ação de otimização capaz de gerar esse tráfego também custa dinheiro, seja via contratação de profissionais terceiros ou por horas trabalhadas internas. A diferença maior é que o dinheiro investido em mídia tem benefícios apenas de curto prazo, enquanto o dinheiro em investido em conteúdo cresce e rende dividendos por muito tempo.

Sabendo equilibrar e aproveitando as vantagens acima, o investimento em Links Patrocinados pode ajudar a acelerar todos os esforços em produção de conteúdo.

FONTE: Resultados Digitais, por Eric Santos.

Especialistas dão dicas para ser expert em redes sociais

Segundo eles, atuar na gestão de perfis corporativos requer qualificação profissional a fim de explorar ao máximo o potencial desses serviços

Atuar na gestão de perfis corporativos em redes sociais requer qualificação profissional a fim de explorar ao máximo o potencial desses serviços e entender seus modelos de negócios. A conclusão é de especialistas ouvidos pela INFO.

O profissional de mídias sociais lida com milhares de seguidores, promove produtos e conteúdos na web, e, ao mesmo tempo, é cobrado pelo aumento da visibilidade de uma marca. Apesar da importância, há corporações que ainda contratam pessoas sem as habilidades necessárias para o cargo.

“O uso das redes sociais para um usuário comum pode até parecer simples, mas atuar com as mídias sociais em um ambiente corporativo exige competências específicas, conhecimento multidisciplinar e planejamento estratégico”, afirma a professora Diólia de Carvalho Graziano, coordenadora do curso de pós-graduação em gestão da comunicação em mídias digitais do Centro Universitário Senac.

O uso das redes sociais pelas empresas é crescente. Além disso, um relatório da consultoria especializada em análise de mercado digital IDC mostra que, em 2012, as corporações querem manter uma forte presença virtual nas mídias sociais com o objetivo de reter clientes, reduzir os custos e evitar problemas gerados com a criação de um site tradicional.

A analista de mídias Verônica Silva, gestora de uma página comercial no Facebook há nove meses, afirma a própria internet pode ser uma fonte de informações preciosa para os profissionais da área.

Verônica era responsável pelo atendimento telefônico em uma agência antes de iniciar a carreira em mídias sociais. Ela comenta que aprendeu as técnicas de relacionamento com o cliente por meio de pesquisas na internet, tutoriais e dicas repassadas por outras pessoas experientes.

“O remanejamento de cargo ocorreu por acaso. Eu não me adaptei às atividades do telemarketing e pedi demissão ao meu chefe. Na mesma época, a empresa abriu uma oportunidade para atualizar a página do Facebook da agência e eu aceitei a proposta. Tive interesse pela vaga por ser um novo desafio e que poderia gerar grandes experiências positivas”, diz Verônica.

De acordo com a professora Diólia, os interessados em trabalhar na área de mídias sociais precisam estudar o comportamento do consumidor digital e do comércio eletrônico. “A pessoa será uma identificadora de tendências e responsável pela estratégia empresarial na internet”, comenta.

A acadêmica comenta que os tutoriais no YouTube podem ajudar as pessoas autodidatas, mas que este conteúdo não substitui um curso profissionalizante. “Somente um treinamento com enfoque em mídias sociais mostrará a importância de estudar um conjunto de disciplinas. Além disso, este colaborador estará apto a gerenciar uma equipe que faz o atendimento pelas redes sociais”, comenta.

Roberto Cassano, diretor de Planejamento e Estratégia da agência Frog, reconhece que é necessário qualificar os profissionais que atuam com gestão de redes sociais para engajar ainda mais os seguidores. “Este tipo de comunicação demanda pessoas altamente disciplinadas e qualificadas. A figura genérica neste cargo não é suficiente”, comenta.

Sobre a rotatividade entre os profissionais neste ramo, o diretor diz que é necessário elaborar um guia de conduta para que todos os colaboradores sigam o mesmo padrão.

“Esta documentação mostrará como deverá ser a voz da marca nas redes sociais, que não deve ser baseada apenas bom senso, mas em pesquisas e estudos. Qualquer decisão errada pode causar grande prejuízo à marca na web e acarretar na demissão do gestor de redes sociais”, diz.

FONTE: Exame, por Rafael Ferrer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Propósito de marca no Brasil: riscos e oportunidades

Edição 2012 da pesquisa goodpurpose sinaliza tendências na relação entre cidadãos, marcas e causas, mostrando que consumidor busca cada dia mais empresas que atendam seus propósitos

Pode-se dizer que o propósito é um elemento central no cenário de engajamento e construção de marcas. Se a edição 2010 da pesquisa goodpurpose já sinalizava um incremento no senso crítico de um consumidor em amadurecimento, o estudo apresentado neste ano afirma esta condição não apenas como tendência, mas um fato.

Hoje, mais ingressaram consistentemente na arena de consumo e, não contentes em apenas terem a possibilidade de adquirir mais produtos e serviços, exigem das empresas um comportamento que transcende o atendimento a requisitos de qualidade e preço. Mais críticos, demandam uma atuação mais ampla, que considere questões de interesse público e universos simbólicos capazes de agregá-los racional e afetivamente.

Para tanto, as empresas devem agir a partir de um propósito, ou seja, algo que demonstre suas visões de mundo e, ao mesmo tempo, enderece questões relevantes para os públicos com quem se relacionam.

Ao endereçar um propósito relevante para seus stakeholders, uma marca amplia sua confiança, o que gera melhores condições para que se atribua a ela um valor superior. Além disso, ela fortalece seus relacionamentos, compartilha benefícios junto à sociedade, sem deixar de favorecer um incremento em sua performance comercial.

No Brasil, o propósito está no centro de estratégias de marcas vencedoras, como Natura – que conecta como poucos empreendimentos no mundo suas crenças e um modelo de negócio sustentável – Petrobras e Nestlé. Em comum a todas estas corporações, está a preocupação em realizar entregas para além de seus portfolios, em um movimento no qual incluem em suas agendas associações a conteúdos sociais, ambientais, esportivos, culturais, entre outros que mantém nexo com o significado de suas marcas, o desafio de suas operações e, claro, os anseios da sociedade em que se inserem.

Conforme a conclusão da última edição da pesquisa Trust Barometer, realizada pela Edelman, cabe às empresas liderar a partir de um propósito engajador, dado o cenário de paralisia governamental e um panorama brasileiro inédito em que as organizações não-governamentais sofrem com a falta de prestígio. Trata-se, contudo, de uma responsabilidade e uma oportunidade. Responsabilidade pelo desafio que reside em encontrar um propósito alinhado às perspectivas e identidade da marca e oportunidade pelos resultados potenciais que uma companhia pode alcançar ao transformar sua visão em ações concretas e socialmente relevantes. Particularmente no Brasil, em que o cidadão valoriza ainda mais a atuação empresarial junto a causas, trata-se de um importante vetor de construção de confiança. Todavia, é preciso que as empresas delimitem muito bem seu papel neste sentido, de maneira que não substituam outros entes em questões que cabem, por exemplo, ao governo.

De acordo com os números 2012 de goodpurpose, o brasileiro considera diversas causas como importantes, principalmente pelas inúmeras necessidades estruturais ainda demandadas no país. Entre as causas centrais figuram a proteção ao meio ambiente, a melhoria dos serviços de saúde e o acesso à educação. Neste sentido, percebe-se uma forte confluência entre questões teoricamente correspondentes à ação governamental que acabam tornando-se frentes a serem consideradas também pelas corporações. Todavia, uma esfera não substitui a outra; por essa razão, as empresas devem engajar-se em parcerias complementares, que envolvam também os cidadãos em uma atmosfera participativa capaz de tornar tais déficits em soluções reais. A avaliação por parte deles é crítica quanto ao desempenho das empresas neste sentido: 48% dos entrevistados creem que as corporações não têm endereçado causas de maneira adequada. Enquanto isso, somente 26% consideram a atuação empresarial boa ou excelente neste sentido

Esta avaliação “fraca” não representa, porém, uma atuação insatisfatória por parte das empresas. Além de todas as expectativas – inclusive as que não dizem respeito a elas – serem depositadas sobre seus ombros, há outros pontos a serem trabalhados que influenciam na percepção dos indivíduos em relação a este tipo de performance, como comunicação e, obviamente, a intensidade do engajamento liderado pelas marcas em torno das causas que defendem.

Engajar é mandatório em um cenário de progressivo aumento do poder de indivíduos conectados, que conversam em escala global a respeito de inúmeros interesses. Afinal, a autoridade não está mais centralizada em instituições como a mídia, o governo ou mesmo as empresas. No Brasil, esta afirmação do potencial dos cidadãos comuns tem se elevado rapidamente. Para os respondentes de goodpurpose no país, 20% creem em sua importância para endereçar propósitos. Todavia, o governo lidera esta responsabilidade com 52% enquanto a expectativa que recai sobre as empresas é de 6%.

Vincular-se a causas gera, também, condições comerciais favoráveis. O brasileiro mostra-se propenso a pagar mais, recomendar e ser fiel a marcas que colocam o propósito como ponto relevante em seus negócios. O ambiente para mudança é positivo, pois 76% creem ser possível para as companhias realizar lucros e, simultaneamente, cuidar de causas de modo consistente. Para se ter uma ideia, em 2007 este índice era de 58%, o que demonstra o amadurecimento do consumidor brasileiro quanto ao tema. À parte de preço e qualidade, o cidadão local confere imensa importância às atitudes concretas das marcas, muito à frente de outros qualificativos como design, inovação ou mesmo lealdade.

O país, ao mesmo tempo em que vive um florescimento do consumo, mostra que há muitos outros aspectos além das transações comerciais. Trata-se de um horizonte promissor, no qual as marcas deverão elevar a qualidade de suas atitudes em relação a causas caso desejem ter uma atuação mais civilizada, consciente e alinhada às demandas desta sociedade. Tendem a sobreviver no longo prazo as marcas que tiverem uma sólida associação a causas e conteúdos capazes de darem vida a um propósito considerado importante pelos indivíduos.

Em linhas gerais, os números brasileiros mostram-se em níveis superiores à média global, o que demonstra uma manutenção de importantes tendências verificadas na edição de 2010 da pesquisa. Podemos organizá-las da seguinte forma:

1) Consumidores emergentes e mais críticos ganham espaço e afirmam seus próprios potenciais para agir em torno de causas;

2) Indivíduos acreditam cada vez mais em seus poderes para atuar sobre um propósito – processo de descoberta pessoal deflagrado pelo aumento do poder aquisitivo contribui para a elevação da autoconfiança;

Empresas têm a chance de liderar por propósito, mas também engajar indivíduos e outros grupos como governo e ONGs;

3) Há muitas causas a endereçar no país, sobretudo pelo déficit da atuação pública em muitas áreas; porém, as empresas não devem substituir outras entidades – como o governo – em suas práticas ao redor destes propósitos;

4) Atuar sobre propósitos, portanto, é uma notável oportunidade e, ao mesmo tempo, um risco caso estas atitudes não tenham consistência e não sejam contínuas e comunicadas;

5) O propósito afirma-se como vetor de construção de lealdade, recomendação e escolha de marca, contribuindo crescentemente na performance comercial das empresas que operam no país.


FONTE: Com: Atitude, por Rodolfo Araújo e Sharon Hess.

E-mail, mídias sociais e mobilidade: como ser eficaz?

Globalmente, profissionais da área de Marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco?

Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

- E-mail Marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

- Mídias Sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, “curtir”, compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

- Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade.

Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc...

São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

FONTE: Mundo do Marketing, por Edson Barbieri

Você aproveita todas as oportunidades de negócios geradas por um blog?

Muitas empresas que já entendem a importância de ser relevante e fazem um grande esforço na produção de conteúdo conseguem perceber que estão de fato atraindo mais visitantes e ganhando credibilidade. No entanto, muitas não conseguem perceber claramente o quanto essas visitas e credibilidade a mais estão realmente fazendo a diferença nas vendas.

É possível que parte das pessoas que já conhecem a sua empresa não esteja comprando pelo simples erro de o seu blog não contar com técnicas eficientes de conversão.


Se lembra do nosso modelo para entender o marketing digital? Converter é uma etapa essencial depois de atrair.

A definição de objetivos em um blog

Em uma loja física, tem-se uma expectativa muito clara quando o cliente entra no estabelecimento. O objetivo é que ele compre. Os vendedores podem até dar informações, apresentar os produtos, mas a venda está sempre em mente.

O problema de boa parte dos blogs e sites é que não há um caminho muito bem definido para o usuário. Qual é o objetivo da página? A intenção é que o visitante apenas leia um post? Quanto isso contribui para as vendas? Espera-se que após ler um post ele já entre em contato e efetue a compra?

É preciso desenvolver uma estratégia onde o marketing digital faça a diferença nas vendas e aí as conversões ganham importância. Colocando dessa forma, percebe-se que sem objetivos, o potencial gerado não é todo aproveitado pela empresa.

É preciso ter sempre em mente que o objetivo de um blog é converter. Essa conversão pode ser realizada, de uma forma geral, em dois grandes tipos de conversão, que falamos a seguir.

Convertendo desconhecidos em conhecidos

Você sabe que tipo de visitante está entrando em seu site? Esse visitante faz parte do seu público alvo? Você tem alguma forma de acionar um contato com esse visitante?

As respostas a essas perguntas são de grande valor para boa parte das empresas que já estão trabalhando com marketing digital e mesmo assim muito pouco é feito para tentar descobri-las.

O segredo aqui é oferecer algum conteúdo diferenciado, de maior valor, pelo qual as pessoas acreditem que valha a pena trocar por suas informações pessoais. Se te parece estranho, diversas pessoas nos deixam os dados delas diariamente em troca dos nossos eBooks.

Todas essas informações são um ótimo guia para conduzir o tipo de conteúdo do seu blog e fazê-lo se aproximar melhor do seu público alvo.

Conhecendo o nome, cargo e empresa do potencial alvo, sabendo que ele já demonstrou ao menos o mínimo de interesse no tema e que já tem familiaridade com a marca, por ter baixado o material, a sua empresa tem muito mais condições de atuar ativamente.

Para quem ainda não está no momento ideal de compra, é possível cadastrar em uma newsletter, enviar mais algum tipo de material. Para quem já está mais próximo de comprar, a ligação de um vendedor pode ser o empurrãozinho que falta para a transação.

Convertendo visitantes em clientes

É possível converter visitantes, sejam ele já conhecidos ou não, diretamente em clientes. Esse tipo de conversão é muito comum nas lojas virtuais, mas não se restringe só a elas. Fazer o cliente ligar para o restaurante e marcar uma reserva ou fazê-lo enviar um email pedindo orçamento para a sua empresa de consultoria também são conversões diretas em vendas. Um cupom de desconto ou algum outro tipo de chamada atrativa no blog podem ajudá-lo a cumprir esse papel.

Conclusão

O que deve ficar claro aqui é que a empresa deve se empenhar em gerar oportunidades de negócios através de sua estratégia de marketing digital. Se a aba “Contato” no seu site é a única forma de gerar oportunidades de negócio, você certamente não está aproveitando todos os benefícios que poderia.

Tenha sempre Landing Pageschamadas (call-to-action) no seu blog que indiquem algum objetivo de conversão e garantam que seu blog não esteja desperdiçando oportunidades.

Obs.: Nosso próximo eBook, que vai tratar de conversões está quase saindo do forno,assine o blog e fique por dentro das novidades.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

YouTube estuda cobrança de assinatura para conteúdo exclusivo


O YouTube estuda começar a cobrar assinatura para oferecer conteúdo exclusivo de alguns canais, afirmou Salar Kamangar, diretor do serviço de vídeos.

A ideia é que emissoras com pequena audiência consigam colocar conteúdo na plataforma e cobrem uma pequena taxa de usuários interessados em assistir os programas, segundo oMashable. Isso incentivaria a criação de vídeos exclusivos para o YouTube por pequenos canais com público restrito.

Por enquanto, a ideia ainda está sendo estudada, e não há nada concreto. "Não temos nada para anunciar agora. É algo que é realmente importante para muitos dos criadores de conteúdo, então estamos estudando seriamente o assunto", disse Kamangar.

Não é de hoje que o YouTube tenta incentivar a criação de conteúdo exclusivo para ser veiculado pela plataforma. No ano passado, o Google investiu US$ 100 milhões para a criação de canais de vídeos originais com apoio de celebridades como Madonna e Ashton Kutcher.

A diferença para o modelo que está sendo estudado agora é que esses canais eram gratuitos, enquanto o projeto atual pode cobrar assinatura dos usuários.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Internet já é a 2ª maior mídia em receita no Brasil

O IAB Brasil divulgou um balanço sobre a distribuição das mídias no Brasil e trouxe a constatação de que a internet já deixou o jornal para trás quanto aos investimentos publicitários. De acordo com a entidade, a rede possui atualmente 11,98% de participação de mercado, enquanto o jornal responde por 11,06% e a TV está na ponta com 60,63%.

Previa-se que a ultrapassagem acontecesse até o final do ano, quando a internet deve atingir 13,7% de participação no bolo - em 2011 o meio estava com 11%. Segundo o IAB, a web manterá taxa de crescimento quatro vezes superior à média de todo o mercado.

No ano passado, o meio apresentou faturamento de R$ 3,3 bilhões, somando R$ 1,4 bi de display e R$ 1,8 bi das buscas. Para este ano, espera-se que feche em R$ 4,6 bilhões, um crescimento de 39,1%.

Isso deve acontecer por conta do crescimento individual no investimento em display (25%) e nas buscas (50%), que terminarão o ano com faturamento de R$ 1,8 bilhão e R$ 2,8 bi, respectivamente. (Veja o estudo, em PDF,aqui.)

FONTE: AdNews, por Redação.

Facebook esta testando configurações diferentes para cada região em suas páginas

O suporte a publicações em diferentes línguas faz com que as fan pages consigam facilmente gerenciar uma marca em diferentes línguas sem precisar de mais de uma página. Inclusive essa é uma dúvida muito frequente, será que devo criar múltiplas páginas (para cada língua) ou uma que junte todas? O Facebook parece estar respondendo a pergunta para você que tem essa dúvida também.

Esta funcionalidade já parece estar ativa na página de marketing deles, mas ainda não tenho certeza se esta ativo para todos os usuários ou se está em funcionamento aberto para alguém testar. Mas se você tentar entrar na página do https://www.facebook.com/Marketing você será redirecionado para o https://www.facebook.com/BrasilMarketing, que é a mesma página, mas em português. Se você clicar nas opções da página, verá as seguinte telas:




Interessante destacar que a lista de países neste exemplo fica gigantesca, então você nem consegue ver todas as opções. Imagino que este erro será consertado posteriormente. Também podemos ver que a funcionalidade nem esta traduzida, ainda aparece como “Swtich Region” (Alterar Região).

Aqui tem dois exemplo, uma da página na versão Brasil e outra na versão Alemanha:



Como você pode notar, há uma alteração na língua das informações, aplicativos, no nome da página, na imagem de capa e inclusive no número de “Pessoas falando sobre”, mas o número de fãs é o mesmo, ou seja, a página ainda é a mesma. O nome e o endereço na URL se alteram, como se fossem lugares diferentes mesmo.

Ao que parece o Facebook realmente está trabalhando melhor para tornar as páginas “internacionalizadas”, portanto será muito melhor e mais fácil de você administrar páginas em diferentes línguas.

O que acharam da novidade? Parece útil para um público menor, porque imagino que não são tantas empresas que vão aproveitar esta funcionalidade.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

Facebook começa a mostrar anúncios de acordo com hábitos de internet do usuário

Facebook Exchange rastreia membros da rede social depois que eles deixam o site para mostrar anúncios que estejam de acordo com hábitos. Na busca por aumentar a receita com publicidade, oFacebook começou a testar um recurso chamado "oferta em tempo real", que permite que anunciantes coloquem a marca em partes da rede social durante horários específicos, segundo o The New York Times.
A rede social também desenvolveu um sistema que usa os cookies do navegador do usuário para mostrar anúncios baseados nos seus hábitos de internet. Assim, um usuário que costuma visitar muitos sites de viagens, por exemplo, pode ver anúncios na rede social relacionados a passagens aéreas, ou lugares para visitar.

O Facebook garante que não vai compartilhar as informações coletadas dos usuários com os publicitários, e que é possível desativar o rastreamento após deixar o site nas configurações de privacidade.