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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Ibope lança hotsite especial para as eleições 2012

Simultaneamente, instituto de pesquisa redesenha site para facilitar a visualização de informações sobre os temas mais comentados. O portal do Ibope na internet inaugurou hoje (7) seu novo visual. A nova versão tem como objetivo oferecer mais recursos para o relacionamento das pessoas com o grupo. Além disso, também foi lançado um hotsite chamado “Eleições 2012”, onde serão publicadas as principais pesquisas eleitorais do ano, e ainda este mês estarão disponíveis aplicativos do Ibope para Android e iOS, porém ainda não há data definida.

Seções

Entre os temas mais comentados no novo portal estão consumo, comportamento, opinião pública, educação e universo digital. Logo na página inicial, à direita, em “Aprenda”, é possível calcular sua classe socioeconômica e descobrir a qual geração você pertence.

Além de se informar, os internautas também poderão comprar relatórios ou enviar solicitações de brief às equipes de atendimento ao cliente. Também é possível ter acesso às principais pesquisas do IBOPE disponibilizadas em forma de notícias, e os jornalistas poderão buscar pautas a partir dos releases e relatórios divulgados.

Para conhecer o novo portal e o hotsite “Eleições 2012”, basta clicar nos links abaixo:

http://www.ibope.com.br
http://www.eleicoes.ibope.com.br

FONTE: IDG Now!, por Karen Carneti

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As mídias sociais e o governo 2.0

O poder público já iniciou uma movimentação – ainda tímida – para criar projetos para as redes sociais devido à pressão da sociedade. É um primeiro passo de um caminho muito longo.

Já há certa demanda dos gestores da área governamental para saber, afinal de contas, como começar a implantar projetos de redes sociais.

Mais do que isso. Começa-se a temporada de investimento generalizado nesse campo, pois a pressão é grande, mas os resultados até aqui são pífios.

As dúvidas abrangem duas frentes:
Comunicação interna – ou intranets 2.0, colaborativas – como fazer isso?
Comunicação externa – presença nas mídias sociais: Facebook, Twitter, etc. – como fazer isso?

De maneira geral, depois de longa discussão que tive com dezenas de instituições (nos eventos que tenho coordenado) posso dizer: o senso comum que está hoje no mercado passa por pensar tais projetos da seguinte maneira: “implantar redes sociais (internas e externas) são basicamente projetos tecnológicos, operacionais, dentro de uma área fim da organização”.

Estamos repetindo o mesmo modelo de implantação das “redes sociais” que tivemos com a chegada da internet/intranet, tendo como setores responsáveis a TI e/ou comunicação e/ou marketing (mais raro) e/ou gestão de conhecimento.

De maneira geral, os projetos começam a aparecer nas organizações e os primeiros reais começam a ser gastos, através, geralmente, da contratação de agências digitais de comunicação na parte externa. E na contratação de empresas de tecnologias para colocar algo parecido com o Facebook interno.

Tal como nas organizações privadas, os projetos não estão funcionando.

Não, não é, como muitos acham, um problema do setor público, mas um problema das organizações piramidais, filhas de um ambiente cognitivo específico, que criou uma cultura de gestão, que não é mais compatível com o novo ambiente digital, que cria uma nova cultura de gestão!

O problema principal, a meu ver, é de visão.

Não há um entendimento claro do que, de fato, está acontecendo no macrocenário da informação e as medidas que estamos tomando estão baseadas em um paradigma pré-ambiente colaborativo.

Vivemos uma macromudança civilizacional e estamos completamente sem ferramentas teóricas e práticas para lidar com ela.

Assim, é bom ter calma, pois é um problema geral, mas que cada um tem que assumir a sua responsabilidade no processo.

Diferente do que o mercado tem apontado, tenho sugerido outra via para implantação de projetos de redes sociais em organizações públicas (e privadas):
Os projetos devem ter caráter estratégico, pois trazem uma forte mudança cultural;
Devem ser tratados por diversos setores e não apenas um só;
E não podem começar e terminar dentro da cultura atual, precisam ter espaços novos para um teste efetivo de conceito – em o que vou chamar “zona de inovação 2.0″.

Explico mais adiante.

Antes de tudo, é preciso, como tenho feito em algumas organizações públicas, criar um espaço de reflexão para compreender a dimensão do que de fato está acontecendo, através de um grupo estratégico para se situar, de forma racional, diante dos fatos.

De maneira geral e resumida, podemos dizer que Governo 2.0 significa:
A passagem de uma gestão piramidal para uma mais horizontal;
Uma democratização das decisões;
O reestabelecimento do diálogo perdido com o cidadão.

Vocês dirão.

“Não, não é assim que fazemos mudanças por aqui.”

Sim, sabemos que tudo é emocional, sem estratégia, sem discussão, coisas que vêm de cima para baixo, de supetão.

Porém, estamos falando da melhor forma de se fazer o processo e é essa que as pessoas que querem fazer a coisa funcionar devem procurar defender.

Conseguir é a segunda etapa do processo, mas nada vai ocorrer se os próprios agentes de mudança 2.0 já começam o processo com uma visão derrotista.

Certo?

Quando, por discussões lógicas, chegamos à compreensão dessa passagem, a maioria das pessoas avalia que não será possível fazer essa migração na minha organização.

E, depois de muita discussão e prática, acabei tendo a concordar com eles.

Não, não será possível colocar novas tecnologias colaborativas, criando uma nova cultura em um ambiente não colaborativo.

Sabe por quê?

Uma cultura antiga é mais forte do que a nova. Qualquer iniciativa nova dentro da velha, tende a ser rejeitada.

Assim, é preciso inverter o processo.

Criar um espaço novo, no qual a cultura nova é mais forte e ir trazendo problemas para lá, no qual o velho será mais fraco do que o novo.

O que tenho amadurecido – com ajuda das centenas de interlocutores da área pública – é que o projeto de implantação da nova cultura digital deve contemplar três ambientes separados na organização:
O atual que continua a funcionar do mesmo jeito;
Alguns testes e projetos no ambiente atual, colocando pontualmente algumas tecnologias;
E um novo ambiente, um grupo em separado, quase uma startup, que deverá receber problemas para serem resolvidos com a colaboração.

Note bem que não estamos falando de passagem de processos, mas de problemas.

A vantagem do trabalho nestas três dimensões são as seguintes do ponto de vista operacional:
Não se cria a ilusão de que os projetos 1 e 2 são os projetos que vão transformar a empresa, sendo este o 3, que será a ponta do futuro que está por vir;
A possibilidade no ambiente 3 de teste integral do novo conceito para que possa se analisar os problemas de choque cultura e resolvê-los;
Criar um novo ambiente de cultura que o digital seja mais forte do que o analógico, invertendo o espaço 1 e 2, no qual o analógico é mais forte que o digital.

A princípio, as pessoas estranham tal proposta metodológica, pois não acreditam que estamos diante de algo tão diferente assim e que não são duas culturas diferentes, sendo possível colocar uma dentro da outra.

Isso é uma discussão que leva tempo, exige muita conversa e exemplos, principalmente nos setores de ponta que estão no futuro – hoje se vê claramente que empresas de tecnologia estão usando startups para inovar – fora do ambiente tradicional.

Podemos ainda citar os exemplos da implantação das urnas eletrônicas, que foi assim, protótipo a protótipo, das delegacias legais no Rio de Janeiro, ou mais recentemente o combate ao mosquito da Dengue, experimentando soltar mosquitos machos eunucos em uma cidade do Nordeste para testes.

Do ponto de vista do resultado, essa proposta ainda nos leva:
Para uma aprovação mais fácil, pois é algo muito mais fácil de gerenciar do que colocar algo novo na produção do dia a dia;
Pode se separar a nova cultura e poder ir passando gradualmente os novos problemas para ela;
Por fim, há uma redução de custos grande, pois não se tentará mudar algo que não é possível de mudar. Todo dinheiro em 1 e 2 que quiser implantar a nova cultura, ouçam bem, é dinheiro jogado no ralo se guardar a ilusão de que a empresa vai mudar.

Por fim, muitos duvidam que o governo vá mudar por agora e se mudar será algo tão distante que não vale o esforço.

Tais argumentos não se sustentam, pois:
Já se está gastando dinheiro, a discussão agora não é essa, mas é como está se gastando e qual o resultado que vai se ter;
Propõe-se aqui, apenas, que esse gasto seja mais racional, do que emocional para se parecer “moderno”;
Por fim, já estamos aprendendo com o projeto do Governo Aberto e Transparente de que as mudanças no âmbito do Governo não são graduais, mas intempestivas, geralmente motivadas por mudanças externas, o que chamei de mudança por vergonha internacional.

Assim, essas ilhas de inovação 2.0 internas são um momento de preparação para que, quando vier a ordem de migrar de Governo Aberto (atual) para Colaborativo (futuro), já se tenha alguma experiência para se implantar algo que me parece inevitável.

É o caminho mais difícil de começar, mas o mais barato, rápido e eficaz para migrar.

Que dizes?

terça-feira, 24 de julho de 2012

Internet será importante recurso para campanha política

A televisão ter uma papel imprescindível para conquistar a empatia do público e disseminar ideias e conceitos durante as campanhas eleitorais não é novidade para ninguém. Porém, o ramo político tem descoberto os benefícios da evolução tecnológica no momento de contabilizar os votos.

Isso porque, em cidades com mais de 200 mil eleitores, onde o acesso é mais fácil e abrangente, a internet será usada como importante ponto de disseminação das campanhas e candidatos, segundo informações do diretor de Atendimento e Planejamento do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Iprespe), Maurício Garcia. Ainda de acordo com ele, isso será possível pelo crescimento do uso de telefones celulares de banda larga e dos tablets, dispositivos portáteis de acesso à internet.

A internet, diferentemente da TV, não tem a intenção de formar a opinião de leitores. As redes sociais, de um modo geral, acabam por trazer os interesses dos eleitores à tona. Para Garcia, as informações mais completas estão disponíveis em grandes portais ou em ferramentas como oTwitter, quando um amigo que acompanha coloca alguma informação que desperta a curiosidade da pessoa.

Vale a pena ressaltar, também, que quanto menor a cidade e maior a dificuldade de acesso ao conteúdo digital, mais influência a TV, rádio e outros veículos terão. Além disso, são nessas localidades que existem outros fortes formadores de opinião, como padres, pastores e líderes sindicais.

FONTE: EXAME.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Facebook irá mapear opinião de internautas nas eleições

A rede pretende recolher intenção de voto e opiniões dos eleitores nos Estados Unidos. Uma novidade está pintando no Facebook e pode influenciar indiretamente o comando de uma nação. Usuários da rede social poderão utilizar o site para declarar seu voto e compartilhar suas opiniões sobre os assuntos ligados à campanha presidencial.

A iniciativa será utilizada agora em 2012 nos Estados Unidos e medirá as intenções de voto da campanha presidencial dentro de cada estado. O app estará disponível em inglês e em espanhol e exibirá os votos das pessoas em um mapa interativo. Assim será possível acompanhar como regiões e grupos de eleitores respondem aos principais temas da disputa.

"Cada campanha presidencial traz novas tecnologias que melhoram a conexão entre os cidadãos e seus representantes", disse Joel Kaplan, vice-presidente de políticas públicas da rede. "O Facebook pode fazer com que a disseminação de informações sobre a campanha seja uma experiência mais social."

A iniciativa, chamada America's Choice 2012, é o resultado de uma parceria entre o Facebook e a rede de TV CNN, que pertence à empresa Time Warner.

FONTE: Administradores, por Redação.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Eleição começa a esquentar no Twitter

A E.life apresentou os resultados de um monitoramento realizado no Twitter, entre os dias 1º e 31 de maio, que reúne os principais comentários sobre os potenciais candidatos a prefeitos em São Paulo. José Serra foi mencionado em 35% dos posts, seguido por Fernando Haddad, com 26,5% das citações, e Gabriel Chalita, com 11,3%.

O estudo monitorou 19 potenciais candidatos a prefeito da cidade de São Paulo. São eles: Andrea Matarazzo (PSDB), Bruno Covas (PSDB), Carlos Giannazi (PSOL), Celso Russomanno (PRB), Eduardo Jorge (PV), Fernando Haddad (PT), Gabriel Chalita (PMDB), Guilherme Afif Domingos (PSD), Ivan Valente (PSOL), José Aníbal (PSDB), José Serra (PSDB), Luiz Flávio Borges D’Urso (PTB), Netinho de Paula (PCdoB), Paulinho da Força (PDT), Paulo Maluf (PP), Ricardo Tripoli (PSDB), Rodrigo Garcia (DEM), Soninha Francine (PPS) e Tiririca (PR).

A E.life contabilizou 4.598 tweets com menções a esses nomes. Os cinco mais citados foram, respectivamente, José Serra (PSDB), mencionado em 35% dos posts; Fernando Haddad (PT), com 26,5% das citações; Gabriel Chalita (PMDB), com 11,3%; Soninha Francine (PPS), com 10,2% e Celso Russomanno (PRB), que apareceu em 6,8% das mensagens.

Para o levantamento, foram considerados “pré-candidatos” que tiveram maior volume de posts, independentemente de pareceres positivos ou negativos. Seguem abaixo os resultados por ordem de volume de menções.



FONTE: Proxxima