Mostrando postagens com marcador mídias sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mídias sociais. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Caminhos para a mensuração em mídias sociais

Artigo de Wallace Baldo, gerente da Ketchum Digital, aborda as estratégias viáveis para mensurar campanhas. Como mensurar as mídias sociais? A pergunta aflige profissionais de comunicação na mesma medida em que as ações digitais se popularizam. Se, de um lado, modelos antigos de mensuração, como o equivalente publicitário, mostram-se inadequados, de outro, os modernos algoritmos para cálculo do retorno sobre investimento e engajamento ainda se mostram muito sofisticados para o cotidiano. O que fazer neste período de transição?

É preciso encontrar estratégias viáveis para mensurar campanhas. Com a constante evolução das mídias sociais, isso significa não apenas ter agilidade, mas usar a criatividade para encontrar um jeito de mostrar o retorno.

Para um bom relatório de mídias sociais, o mais importante é que tenham sido definidos com clareza os objetivos da campanha. Sem eles, a tarefa de mensurar o sucesso de qualquer ação fica bem mais difícil. Como, infelizmente, a minoria das empresas define objetivos – pesquisa realizada pelo Brand Science Institute mostra que isso acontece em apenas 30% dos casos –, buscar alternativas torna-se essencial. O ideal seria contar com dados de vendas e algoritmos confiáveis, mas essas informações ainda não fazem parte da realidade de quem trabalha com mídias sociais.

Enquanto isso, estão ao alcance táticas como o bom e velho antes e depois, em que comparamos a exposição e o engajamento de marcas antes e depois da divulgação realizada. Ferramentas analíticas já disponíveis nas redes sociais e ferramentas de monitoramento pagas e gratuitas também são aliadas fundamentais. Gráficos, dados quantitativos e qualitativos, tudo contribui para mostrar o retorno sobre investimento e engajamento, até porque as organizações valorizam indicadores diferentes. O ideal é preparar relatórios personalizados com as métricas mais interessantes para cada cliente.

Em um evento voltado para design, tecnologia e arquitetura, por exemplo, eram esperados 300 participantes e os convites feitos exclusivamente pelas mídias sociais levaram 350 pessoas. Já um site de educação financeira pretendia aumentar seu tráfego em 10% no primeiro ano e, entre março de 2010 e agosto de 2011, o número de acessos cresceu mais de 140%. A divulgação de três novas linhas de pilhas em blogs e comunidades permitiu que a exposição total dos produtos subisse de 93 para 523 menções (462%), todas neutras ou positivas; atingiu 51 canais, com 1,8 milhão de internautas impactados. Comentários, compartilhamentos e outras métricas de engajamento foram usadas e conseguiram demonstrar que as campanhas alcançaram os objetivos definidos.

Apesar disso, sabe-se que há muito a evoluir. É preciso fazer cruzamentos analíticos com métricas qualitativas, como, por exemplo, engajamento, reputação, sentimento, aumento de visibilidade e vínculos com o consumidor, entre outros aspectos. A quantidade de comentários ou “likes” de um post não é suficiente para uma análise completa, pois outras pessoas também podem ter sido impactadas por seu conteúdo, mesmo sem deixarem isso registrado. Assim, fica claro que a mensuração precisa dos resultados vai além do engajamento apurado – uma discussão ainda aberta e que reserva novos capítulos.

FONTE: Proxxima, por Wallace Baldo, Gerente da Ketchum Digital.

Como as mídias sociais ajudam você a conseguir um emprego

Segundo o estudo, erros de português atrapalham mais que imagens de bebidas alcoólicas. Sua vida online pode servir como vitrine para demonstrar como você é offline. Por isso, muitas empresas passaram a observar o comportamento de seus candidatos nasredes sociais antes de contratá-los.
A Jobvite, empresa norte-americana de recrutamento online, criou um infográfico para analisar o que os profissionais de RH procuram nas mídias sociais. O infográfico foi feito com base em uma pesquisa da mesma empresa com dados coletados de 800 entrevistados norte-americanos entre maio e junho de 2012.

Os resultados trazem descobertas interessantes. Elas mostram que 73% das empresas nos Estados Unidos contrataram por meio das mídias sociais. Destas, 89% utilizaram o LinkedIn, 26% o Facebook e 15% o Twitter para analisar os pretendentes às vagas.

O que mais incomodou os recrutadores nas redes sociais dos candidatos é quando algum deles fazia menções a drogas ilegais, atingindo 78% de reprovação. Em seguida, na escala de impressões negativas, estão os posts com conteúdos sexuais (66%); textos com profanidades (61%); erros de português (54%); e fotos consumindo bebidas alcoólicas (47%).

Já 88% dos recrutadores afirmaram que gostariam de ver nas redes sociaisdos candidatos fotos com empresas e organizações, enquanto 66% desejariam ver imagens de trabalhos voluntários.

E aí, você acha que está fazendo tudo certinho na internet?

FONTE: Olhar Digital

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Confira como as mídias sociais são usadas no ambiente de trabalho

Você pode acessar as mídias sociais em seu horário de trabalho? Se sim, elas atrapalham o seu rendimento ou geram mais produtividade? Confira o infográfico de uma pesquisa que contou com a participação de 1.709 profissionais, de presidentes a estagiários, mostrando se as mídias sociais geram produtividade ou distração no ambiente de trabalho.


Fonte: Você S/A

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Startups de marketing em mídias sociais estão na mira de grandes empresas

Não muito tempo depois que a Oracle (empresa americana de software e hardware) comprou a Involver, o Google anunciou que adquiriu a Wildfire. Ambas startups atuam (ou atuavam) no mercado de mídias sociais, começaram criando aplicativos para Facebook e Twitter e hoje já ofereciam serviços de análise de dados, acompanhamento, entre outras funções.

A compra da Involver foi anunciada oficialmente no dia 10 de Julho, através do site da Oracle e sem valores divulgados. Agora, no dia 31 de Julho, o blog da Wildfire anunciou oficialmente a sua aquisição pelo Google, como mostra este post, e também não houveram valores divulgados (apesar de que rumores apontaram cerca de 250 milhões de dólares).


Como podemos ver, estas startups que trabalham com marketing em mídias sociais estão sendo muito bem cotadas pelas grandes empresas, então podemos esperar aquisições semelhantes nos próximos meses.

O foco dessas startups acaba sendo, quase sempre, oferecer serviços que ajudam a trabalhar o marketing de uma marca na internet de forma simples e intuitiva, muitas vezes podendo ser feita por pessoas que não tenham conhecimento profundo em marketing ou mídias sociais.

Apenas uma curiosidade: Com esta aquisição do Google, a irmã de Mark Zuckerberg agora trabalha para o Google.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As mídias sociais e o governo 2.0

O poder público já iniciou uma movimentação – ainda tímida – para criar projetos para as redes sociais devido à pressão da sociedade. É um primeiro passo de um caminho muito longo.

Já há certa demanda dos gestores da área governamental para saber, afinal de contas, como começar a implantar projetos de redes sociais.

Mais do que isso. Começa-se a temporada de investimento generalizado nesse campo, pois a pressão é grande, mas os resultados até aqui são pífios.

As dúvidas abrangem duas frentes:
Comunicação interna – ou intranets 2.0, colaborativas – como fazer isso?
Comunicação externa – presença nas mídias sociais: Facebook, Twitter, etc. – como fazer isso?

De maneira geral, depois de longa discussão que tive com dezenas de instituições (nos eventos que tenho coordenado) posso dizer: o senso comum que está hoje no mercado passa por pensar tais projetos da seguinte maneira: “implantar redes sociais (internas e externas) são basicamente projetos tecnológicos, operacionais, dentro de uma área fim da organização”.

Estamos repetindo o mesmo modelo de implantação das “redes sociais” que tivemos com a chegada da internet/intranet, tendo como setores responsáveis a TI e/ou comunicação e/ou marketing (mais raro) e/ou gestão de conhecimento.

De maneira geral, os projetos começam a aparecer nas organizações e os primeiros reais começam a ser gastos, através, geralmente, da contratação de agências digitais de comunicação na parte externa. E na contratação de empresas de tecnologias para colocar algo parecido com o Facebook interno.

Tal como nas organizações privadas, os projetos não estão funcionando.

Não, não é, como muitos acham, um problema do setor público, mas um problema das organizações piramidais, filhas de um ambiente cognitivo específico, que criou uma cultura de gestão, que não é mais compatível com o novo ambiente digital, que cria uma nova cultura de gestão!

O problema principal, a meu ver, é de visão.

Não há um entendimento claro do que, de fato, está acontecendo no macrocenário da informação e as medidas que estamos tomando estão baseadas em um paradigma pré-ambiente colaborativo.

Vivemos uma macromudança civilizacional e estamos completamente sem ferramentas teóricas e práticas para lidar com ela.

Assim, é bom ter calma, pois é um problema geral, mas que cada um tem que assumir a sua responsabilidade no processo.

Diferente do que o mercado tem apontado, tenho sugerido outra via para implantação de projetos de redes sociais em organizações públicas (e privadas):
Os projetos devem ter caráter estratégico, pois trazem uma forte mudança cultural;
Devem ser tratados por diversos setores e não apenas um só;
E não podem começar e terminar dentro da cultura atual, precisam ter espaços novos para um teste efetivo de conceito – em o que vou chamar “zona de inovação 2.0″.

Explico mais adiante.

Antes de tudo, é preciso, como tenho feito em algumas organizações públicas, criar um espaço de reflexão para compreender a dimensão do que de fato está acontecendo, através de um grupo estratégico para se situar, de forma racional, diante dos fatos.

De maneira geral e resumida, podemos dizer que Governo 2.0 significa:
A passagem de uma gestão piramidal para uma mais horizontal;
Uma democratização das decisões;
O reestabelecimento do diálogo perdido com o cidadão.

Vocês dirão.

“Não, não é assim que fazemos mudanças por aqui.”

Sim, sabemos que tudo é emocional, sem estratégia, sem discussão, coisas que vêm de cima para baixo, de supetão.

Porém, estamos falando da melhor forma de se fazer o processo e é essa que as pessoas que querem fazer a coisa funcionar devem procurar defender.

Conseguir é a segunda etapa do processo, mas nada vai ocorrer se os próprios agentes de mudança 2.0 já começam o processo com uma visão derrotista.

Certo?

Quando, por discussões lógicas, chegamos à compreensão dessa passagem, a maioria das pessoas avalia que não será possível fazer essa migração na minha organização.

E, depois de muita discussão e prática, acabei tendo a concordar com eles.

Não, não será possível colocar novas tecnologias colaborativas, criando uma nova cultura em um ambiente não colaborativo.

Sabe por quê?

Uma cultura antiga é mais forte do que a nova. Qualquer iniciativa nova dentro da velha, tende a ser rejeitada.

Assim, é preciso inverter o processo.

Criar um espaço novo, no qual a cultura nova é mais forte e ir trazendo problemas para lá, no qual o velho será mais fraco do que o novo.

O que tenho amadurecido – com ajuda das centenas de interlocutores da área pública – é que o projeto de implantação da nova cultura digital deve contemplar três ambientes separados na organização:
O atual que continua a funcionar do mesmo jeito;
Alguns testes e projetos no ambiente atual, colocando pontualmente algumas tecnologias;
E um novo ambiente, um grupo em separado, quase uma startup, que deverá receber problemas para serem resolvidos com a colaboração.

Note bem que não estamos falando de passagem de processos, mas de problemas.

A vantagem do trabalho nestas três dimensões são as seguintes do ponto de vista operacional:
Não se cria a ilusão de que os projetos 1 e 2 são os projetos que vão transformar a empresa, sendo este o 3, que será a ponta do futuro que está por vir;
A possibilidade no ambiente 3 de teste integral do novo conceito para que possa se analisar os problemas de choque cultura e resolvê-los;
Criar um novo ambiente de cultura que o digital seja mais forte do que o analógico, invertendo o espaço 1 e 2, no qual o analógico é mais forte que o digital.

A princípio, as pessoas estranham tal proposta metodológica, pois não acreditam que estamos diante de algo tão diferente assim e que não são duas culturas diferentes, sendo possível colocar uma dentro da outra.

Isso é uma discussão que leva tempo, exige muita conversa e exemplos, principalmente nos setores de ponta que estão no futuro – hoje se vê claramente que empresas de tecnologia estão usando startups para inovar – fora do ambiente tradicional.

Podemos ainda citar os exemplos da implantação das urnas eletrônicas, que foi assim, protótipo a protótipo, das delegacias legais no Rio de Janeiro, ou mais recentemente o combate ao mosquito da Dengue, experimentando soltar mosquitos machos eunucos em uma cidade do Nordeste para testes.

Do ponto de vista do resultado, essa proposta ainda nos leva:
Para uma aprovação mais fácil, pois é algo muito mais fácil de gerenciar do que colocar algo novo na produção do dia a dia;
Pode se separar a nova cultura e poder ir passando gradualmente os novos problemas para ela;
Por fim, há uma redução de custos grande, pois não se tentará mudar algo que não é possível de mudar. Todo dinheiro em 1 e 2 que quiser implantar a nova cultura, ouçam bem, é dinheiro jogado no ralo se guardar a ilusão de que a empresa vai mudar.

Por fim, muitos duvidam que o governo vá mudar por agora e se mudar será algo tão distante que não vale o esforço.

Tais argumentos não se sustentam, pois:
Já se está gastando dinheiro, a discussão agora não é essa, mas é como está se gastando e qual o resultado que vai se ter;
Propõe-se aqui, apenas, que esse gasto seja mais racional, do que emocional para se parecer “moderno”;
Por fim, já estamos aprendendo com o projeto do Governo Aberto e Transparente de que as mudanças no âmbito do Governo não são graduais, mas intempestivas, geralmente motivadas por mudanças externas, o que chamei de mudança por vergonha internacional.

Assim, essas ilhas de inovação 2.0 internas são um momento de preparação para que, quando vier a ordem de migrar de Governo Aberto (atual) para Colaborativo (futuro), já se tenha alguma experiência para se implantar algo que me parece inevitável.

É o caminho mais difícil de começar, mas o mais barato, rápido e eficaz para migrar.

Que dizes?

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Por que as mídias sociais são importantes para o Marketing?

Quando falamos em marketing digital hoje, muita gente já pensa diretamente nas mídias sociais. As mídias sociais estão na moda: são assunto em publicações famosas, motivo de diversas conferências e tema de inúmeros livros. Afinal, quais são as características das mídias sociais e por que elas são importantes para o Marketing?

Antes de pensar em mídias sociais, vamos lembrar primeiramente o que é mídia. A origem da palavra é do latim e significa “meios”, segundo a sábia Wikipédia. Ela ganhou, no entanto, o sentido de meios de comunicação. Assim, nossas mídias tradicionais são TV, rádio, jornal, revistas, outdoors. Algo em comum? São meios de via única, um lado fala e o outro apenas escuta.

Com Orkut, Twitter, Facebook, Youtube, blogs e tantos outros sites, ganhamos um meio de comunicação novo, bastante abrangente e com uma grande diferença dos meio tradicionais: todos têm direito a vez (como produtores de conteúdo) e voz (como consumidores). Por isso mídias sociais: é a mídia feita de todos para todos.

Dessa forma as pessoas se engajam mais, por terem espaço e interações constantes, e a mensagem ganha mais credibilidade, já que quem fala é um conhecido nosso, em quem confiamos. Não é como uma propaganda em que a empresa tem interesse em te fazer comprar o produto dela. É alguém, normalmente sem compromisso qualquer com a empresa, fazendo uma recomendação. É o boca-a-boca em proporções ampliadas.

Em uma visita rápida pelo Twitter, por exemplo, percebemos que é muito comum as pessoas opinarem sobre marcas e produtos. A decisão de estar nas mídias sociais independe da empresa: as pessoas é que decidem se vão falar da empresa. E se falarem, são elas quem decidem se falam bem ou mal.

No entanto, uma empresa que pensa em resultados em marketing digital pode tentar otimizar sua presença na Internet. Uma definição que vi algumas vezes no curso de administração é que o papel do marketing é entender e atender o mercado. Essa definição pode ser perfeitamente aplicada no marketing digital através de mídias sociais.

Para entender, a empresa deve monitorar o que é falado sobre ela, seus produtos e seus concorrentes. A empresa pode ainda estender seus canais de comunicação às redes sociais, possibilitando que o próprio usuário entre em contato e fale mais sobre suas necessidades.

Ter um ótimo produto é a grande forma de atender o mercado. No entanto, você ainda pode atender o mercado ao fornecer conteúdo útil para o usuário através do perfil da sua empresa em redes sociais. Dessa forma, você pode estar dando a munição que os usuários precisam para espalhar a sua mensagem.

O único problema é que cada rede social já tem suas pequenas regras e encará-las da mesma forma que as empresas encaram a mídia tradicional, embora muitas empresas o façam, aumenta muito a chance de fracasso da ação.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

5 FORMAS QUE FUNCIONAM PARA CONSEGUIR TRÁFEGO NA WEB

Nós todos queremos mais tráfego da web. Isto é evidente. Queremos visitas qualificadas, ou seja, aqueles que estão realmente interessados em compartilhar (a nossa mensagem, nosso conteúdo, nossos produtos e serviços, etc.) Além de podermos manter um relacionamento benéfico a longo prazo.

Estas são as visitas que queremos para o nosso blog e devemos sempre aspirar a obter o tráfego qualificado para este tipo.

Este tipo de perfil de interessados irá saber apreciar o valor do que você compartilha e você será recompensado por seus esforços, através do compartilhamento que eles farão do seu conteúdo com seu círculo de influência, deixando comentários em seus artigos, e comprando seus produtos e serviços.

Em suma, estas são as pessoas que irão ajudá-lo a espalhar a sua mensagem, para melhorar a visibilidade e posicionamento da sua marca e, finalmente, para manter sua carreira e negócios em um crescimento gradual e constante.
Como obter tráfego social qualificado

Vamos agora 5 maneiras de obter tráfego mais qualificado:

1 – CRIAR CONTEÚDO QUE MEREÇA SER COMPARTILHADO

Nada substitui um bom conteúdo.

Esta é a chave. O conteúdo que você produz deve merecer ser compartilhado, já que você é o maior interessado em que fazer com que ele chegue a o maior número de pessoas. Por isso, é importante descobrir o que as pessoas gostariam de ler.

Que interesses tens em que um conteúdo pobre chegue a muita gente?Nenhum. Então, ao invés de ficar obcecado sobre o uso de redes sociais e marketing no seu conteúdo, primeiro pesquise sobre o melhor conteúdo a ser publicado. Lembre-se que o que você posta hoje estará falando sobre sua marca durante 24 horas, 365 dias por ano sem interrupção.

O principal fator que determina se o conteúdo merece ser compartilhado ou não é sempre a mesma coisa: a qualidade. Sim, a qualidade em termos de valor real que o seu conteúdo traz para seu público-alvo e qualidade na forma como você expressa a sua mensagem.

Assim, antes de começar a escrever um post, quando você está escolhendo o tema, como pela sua escrita, pergunte a si mesmo: Isso será realmente compartilhável? Será que eu compartilhá-lo? Adapte o seu trabalho de acordo com a resposta que obtém.

Se você fizer isso você vai desenvolver um espírito crítico sobre o seu próprio trabalho e motivação pessoal para a excelência em tudo que faz. Você deve melhorar a cada dia. Só então começará a tomar o lugar do esperado efeito “boca a boca”, o que joga a nosso favor.

Não é necessário que o artigo seja longo e perfeito, mas precisa apontar um valor real para o usuário. O mesmo se aplica a todos os tipos de conteúdo (escrito, áudio, vídeo) e, independentemente da plataforma em que são publicados (o seu blog, outros blogs, YouTube, redes sociais, iTunes, etc.).
2. USE TÍTULOS QUE DESPERTE INTERESSE

O título é talvez o elemento mais importante do seu conteúdo, pelo menos em termos de matérias de divulgação.

Um artigo pode passar despercebido ou se tornar viral com o título que ele tem. Isto é especialmente certo se o seu blog não tem um público fiel para acompanhar e ler quando publicas (e compartilhar). Embora menos pronunciado, o mesmo sucede com qualquer blog, seja quão grande ele é.

Como é que eu faço? Com títulos.
PLANO DE AÇÃO PARA MELHORAR DE UMA VEZ POR TODOS OS SEUS TÍTULOS:

1. Gastar tempo e esforço com seus títulos. Se você tem que gastar vinte minutos ou mais, enquanto desenvolve um bom título, então que assim seja.

2. Observar outros blogs que se dão bem com seus títulos. Aprenda com eles, uma série de lições e boas práticas para o seu blog e obtenha ideias para futuros títulos. Você vê quantas fórmulas são repetidas. Não é por acaso. Funcionam.

3. Aprenda Copywriting. Leia tudo o que puder sobre o assunto e coloque em prática. Você vai encontrar, entre outras coisas, que fórmulas e palavras usar para fazer os seus títulos irresistíveis. Há muitos livros e materiais on-line com o qual você pode começar a sua introdução no mundo dos direitos autorais. Um bom livro para começar é “ O Copywriter Handbook ”, de Bob Bly.

4. Execute suas próprias experiências com os títulos em seu blog. Identifique as fórmulas e as palavras que lhe dão melhores resultados e faça uso em futuros artigos. Eu faço isso constantemente.

3. CONTEÚDO PUBLICADO COM FREQUÊNCIA E REGULARIDADE

O Google aprecia a frequência e a regularidade de publicação de conteúdo e seus leitores também. Isso não significa que você tem que publicar artigos todos os dias. (a menos que seja um blog de muitos editores, Mashable ou tipo TechCrunch).

Procure uma frequência de postagem com o qual você se sinta confortável e que lhe dê bons resultados e tenha compromisso em cumprir.

Esta necessidade semanal não ser gravada na pedra. Com o tempo, à medida que avança em seu caminho como um blogueiro, de acordo com seus objetivos e tempo você pode e está disposto a investir, aumentar ou diminuir a frequência.

Por exemplo, quando eu comecei este blog eu estava postando todos os dias nos primeiros seis meses, depois reduzi para 3-4 por semana. Essa frequência de postagens atualmente é a que melhor se adapta minha situação e os objetivos do momento. Portanto, nada impede que mais tarde, novamente, possa alterar a frequência de postagem, seja aumentando ou até mesmo diminuindo. Tudo depende de quanto tempo você está disposto a investir e do tempo dos meus objetivos.

É essa regularidade permite criar uma base de leitores fiéis que regressam ao seu blog a cada semana em busca de um novo artigo.
Como conseguir ideias de novos artigos e aumentar as visitas
Como escrever mais, preocupar-se menos e criar um grande conteúdo

4. OTIMIZE PARA MECANISMOS DE BUSCA

Esta é a chave. Seus artigos devem ser otimizados para os mecanismos de busca. Caso contrário, você escreverá centenas de artigos e só receberá parte das visitas. Cada item deve apontar para uma determinada palavra ou frase-chave para quando uma pesquisa acontecer no Google.

COMO EU SEI QUAIS PALAVRAS-CHAVE DIRECIONAR?

Pergunte a si mesmo esta pergunta: Que busca é mais provável que alguém faça no Google para encontrar informações sobre o assunto do artigo? O que você buscaria se você quisesse encontrar seu próprio artigo? Esta combinação de 2, 3 ou 4 palavras-chave que aparecem em sua cabeça é provavelmente correta. Você sempre pode ir mais fundo em sua busca para as palavras, o uso de ferramentas como o Google Keyword Tool ou SECockpit.

Se você for pescar na zona marítima em que não há peixes, não importa como você usa a vara de pescar, não apanhará nada. No entanto, se você sabe onde o peixe está você poderá pega-lo com as mãos. O mesmo se aplica aqui.

OUTRAS DICAS:
Se você não tem um tema otimizado para os mecanismos de busca, considere a possibilidade de usar o plugins como All in One SEO Pack ou SEO WordPress de Yoast(apenas um, não todos .)
Se você não tiver feito, vincule o seu perfil do Google + com o seu blog. Com ele, você está dizendo ao Google que os artigos publicados são de sua autoria. Google vai incluir uma foto de si mesmo (a que você tem no seu perfil G +) sobre os resultados do seu blog que aparecem nas páginas do Google, ganhando visibilidade e um maior CTR (taxa de cliques), portanto, mais visitas.



À medida que seu blog ganha popularidade, será fácil ter seus artigos bem posicionados em mecanismos de busca, especialmente se eles estão bem otimizados.

Esta é a razão que desde o primeiro artigo tenho buscado aprender sobre otimização. Como resultado, hoje grande parte dos meus artigos são posicionados entre a primeira e a quinta página de resultados do Google para palavra-chave específica. Isto significa que grande parte dos artigos publicados recebem mais tráfego do Google.

Artigos relacionados:
Pontos chave para uma estratégia vencedora no Google
Marketing de artigos a isca perfeita para o Google
5 – CRIE UM MINI-CURSO OU SÉRIE DE ARTIGOS

Está técnica anima os visitantes a seguir vendo o seu blog. Publique um mini-curso ou uma série de artigos, curtos ou longos por e-mail. Proporcione conteúdo genuinamente útil. Comece gradualmente, depois de ter ganhado a confiança de sues leitores.

Com a quantidade de informação e o pouco tempo disponível é muito difícil convencer o leitor a gastar mais do que 10 segundos em nosso blog. Na verdade, a decisão de ficar em um site ou não tomadas em menos de 1 segundo.

Que vantagens à criação de uma série de blog?

Publicar artigos que fazem você querer ler mais é uma maneira benéfica para aumentar o sucesso de seu blog. Existem pelo menos 4 vantagens:
Fidelidade dos leitores. Porque se eles estão interessados no tema geral, certamente vão voltar para ler todos os posts que tratam de diferentes ângulos.
Aumento do número de assinantes RSS por e-mail é porque as pessoas não perder o próximo artigo.
Gerar mais page views por usuário, visto que em uma série é geralmente lido todos os artigos e não apenas 1.
Novos seguidores no Twitter (ou fãs no Facebook). Criam-se expectativas positivas sobre artigos no futuro, criando uma confiança em seu conteúdo e mensagens.

Bem, Estas são para hoje as estratégias para obter mais tráfego da web. Espero que você faça bom uso. Use-os e quando os resultados começarem a aparecer, diga-me.

FONTE: Marketing Digital 2.0, por Bruno.

Mídias sociais afetam as decisões de compras no varejo

Veja como as estratégias móveis e de mídias sociais tem se tornado mais importantes do que nunca para as marcas. Uma recente pesquisa realizada pela Empathica, com mais de 6.500 consumidores americanos, revelou que as estratégias móveis e de mídias sociais tem se tornado mais importantes do que nunca para as marcas. As decisões de compra no varejo ou em restaurantes, para quase três quartos dos entrevistados, foram afetadas pelo Facebook. A pesquisa também mostra que metade dos consumidores experimentam novas marcas devido a recomendações através de mídia social.



FONTE: Proxxima, via Escave as Mídias Sociais