sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Facebook lança opções de segmentação

Rede social permitia segmentação somente dos post patrocinados, agora serão permitidos todos os posts. O Facebook apresenta mais nove opções de segmentação de post nas fan pages. Anteriormente, só era possível segmentar se a empresa utilizasse os posts patrocinados, os posts comuns não eram passíveis de segmentação e todos eram distribuídos para todos os fãs da página.

Agora, será possível segmentar por Faixa etária; Sexo; Interessado em; Status de relacionamento; Graduação; Educação; Nome ou curso de faculdade; Nome do colégio; Trabalho; Idioma, Cidade, Estado e País.

Este recurso está disponível apenas para algumas páginas, mas o Facebook promete disponibilizá-lo em breve para todas as fan pages.

FONTE: Proxxima

Twitter é a rede que mais estimula o compartilhamento

Pesquisa revela que o site é 33 vezes mais eficiente que o Google+. O Facebook pode ter (muito) mais usuários que o Twitter, mas no quesito compartilhamento a rede de microblogs deixa a de Mark Zuckerberg para trás. Um estudo da empresa de análises Umpf revelou que entre as quatro principais do mercado - Facebook, Twitter,LinkedIn e Google+ -, é oTwitter que se destaca.

A Umpf estudou 100 sites de entretenimento, saúde, tecnologia, negócios e conteúdo geral; entraram The Independent, Telegraph, Forbes, CBS News, Mashable, TechCrunch, entre outros. A consultoria queria saber quantas vezes cada notícia era compartilhada por cada uma das quatro redes.

O resultado mostrou que a cada 100 milhões de usuários, 197,3 preferem espalhar conteúdo pelo Twitter. O Facebook apresenta média de 41,8 a cada 100 mi, o LinkedIn, 15,2 por 100 mi, e o Google+, seis por 100 mi. Isso significa que o LinkedIn é 2,5 vezes mais eficiente que o G+, o Facebook, sete vezes, e o Twitter, 33 vezes.

Oficialmente dono de um banco de 170 milhões de usuários, o Google+ está atrás em todos os segmentos e, separadamente, o Facebook aparece sempre na frente.

E você, costuma compartilhar conteúdo por qual rede?


FONTE: Olhar Digital.

Marketing interativo influenciará 80% das compras até 2015

Guia da ExactTarget indica contínuo crescimento na comunicação online de maneira interativa. Estratégias também deverão levar em conta e-mail e mobile. As campanhas de marketing interativo influenciarão 80% das compras até 2015. O resultado é parte de um mapeamento realizado pela ExactTarget, em parceria com o Gartner. O estudo "Gestão da Campanha Multicanal: um guia para profissionais de marketing" prevê o contínuo crescimento da comunicação online, promovendo novas oportunidades para engajar consumidores.

Entre os desenvolvimentos em plena expansão estão as constantes interações dos consumidores por e-mails, mídias sociais, mobile e web em geral. De acordo o estudo, os profissionais de Marketing deverão estabelecer uma comunicação com o público que deseja conquistar e mudar as estratégias tradicionais de gestão.

Para implementação das estratégias de Marketing interativo, o guia pontuou dicas e recomendações que melhoram a abordagem com o consumidor e o aproveitamento de potencial de engajamento desses canais. Confira abaixo:

Aperfeiçoar a experiência do consumidor – um marketing eficaz requer um envolvimento dos clientes com as marcas baseado em suas preferências, de modo que seja entregue uma comunicação personalizada e relevante

Evoluir com o cliente – os hábitos dos consumidores e usuários desses canais estão em constante transformação, por isso é importante que as marcas consigam estabelecer uma comunicação eficaz conectando-se com eles em todos os canais interativos.

Parceria entre as diferentes estratégias – considere a gestão de campanhas de Marketing como uma forma de coordenar as interações online e offline, juntas.

FONTE: Administradores, por Isa Souza via Mundo do Marketing.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Agências On x Off

Você, meu caro leitor, já conheceu ou ouviu dizer sobre agência de comunicação de rádio? Ou agência de comunicação de TV? Ou ainda, agência de comunicação para impressos? Acredito que não. Pois realmente não existe este tipo de especialização na atuação das agências. Como nunca vemos uma Agência de comunicação se intitular “Televisiva” ou especializada em ações para a televisão, por que vemos agências ditas “Online”? E por consequência irracional, algumas agências passam a se intitular “Offline”? O que é uma agência “Online”?

Normalmente uma empresa quer se comunicar com o seu público com um ou vários objetivos e, para isso, recorre a um prestador de serviço especializado, no caso uma agência de comunicação. A ela cabe a tarefa de divulgar os produtos e/ou serviços da contratante, através de anúncios ou como chamamos, propaganda.

Com o intuito de atingir a atenção do consumidor, este anúncio pode ser veiculado nas várias plataformas existentes, dentre as quais destacamos: televisão, rádio, revistas, jornais, mídias exteriores e na internet. Estas plataformas são conhecidas por mídias e daí algumas caracterizações como: mídia eletrônica, mídia impressa, mídia exterior e mídiaonline. O que torna, então, a mídia online tão específica a ponto de ser tratada de forma tão especializada por algumas pessoas?

Com a entrada das mídias online, houve o rompimento de um paradigma. O paradigma da mensuração. Antes das ações de divulgação na internet não era possível mensurar com exatidão o retorno das ações realizadas. Ninguém conseguia saber ao certo quantas pessoas viram determinado anúncio na televisão ou em uma revista. Apenas tinha-se a ideia da quantidade potencial de espectadores ou de leitores. Este fato cunhou a famosa expressão dos 50% dos investimentos em propaganda que vão para o lixo, mas sem se saber qual metade!

Com as ações no meio digital, foi possível mensurar todos os passos do consumidor em todos os momentos do consumo. O cenário foi alterado completamente, pois para cada peça ou ação tornou-se possível saber o sucesso ou não. A subjetividade cedeu lugar às estatísticas. O que acredito existir hoje são dois problemas: de técnica e de vontade.

Técnica, pois as métricas do mundo online exigem um constante estudo e trabalho. Estudo em entendê-las corretamente e trabalho em realizar as modificações pertinentes em busca da melhoria continua do ROI. Vontade, pois sempre foi muito mais fácil ganhar o pão nosso de cada dia com um plano de mídia tradicional, aprovado e desenvolvido uma única vez e sem a necessidade de prestação de contas “real time, online”. Muito mais simples apostar na subjetividade do gosto pela boa peça de propaganda e questionar as pesquisas de recall, por seus possíveis vieses.

Estes problemas foram compreendidos rapidamente pela “garotada”. As agências tradicionais relutavam em investir na técnica e não possuíam vontade de trabalhar mais para ganhar a mesma coisa. Tampouco alguns profissionais de marketing dos anunciantes se empenharam em estudar para aprender como usar com eficiência estas ferramentas. Até porque os resultados negativos de qualquer ação errada saltam aos olhos no mundo das métricas.

A garotada antenada aproveitou e criou a “Agência Online”, onde tudo ocorre dentro do correto entendimento das várias plataformas e ferramentas, porém, muitas vezes, em detrimento da correta comunicação. Várias ações na internet são feitas tendo o fim em si mesmas, esquecendo-se da marca e produto. Nas redes sociais conseguem gerar um monte de seguidores e fans, mas sem o devido aumento nas vendas. Após o término da ação, não sabem o que fazer com estes “novos amigos” conquistados. Realizam promoções de grande impacto, recebem prêmios e esquecem de verificar o impacto nas vendas.

Propaganda boa é aquela que atinge os objetivos das empresas, que em 99% das vezes visa o aumento das vendas, quer ela seja feita através de um panfleto, na televisão ou nas redes sociais. Uma marca não deve se apresentar de várias formas, uma para cada mídia, mas, sim, de forma única, buscando uma percepção positiva na mente de seus consumidores. Não acredito em “Agências Online”. Acredito na boa comunicação feita por uma boa Agência.

Fonte: Mundo do Marketing, por Marcos Facó.

Psicólogo diz que não ter conta no Facebook pode apontar distúrbios mentais

O atirador James Holmes não tinha conta no Facebook. O que isto pode significar?

Essa é ótima. As redes sociais estão virando algo tão comum que alguns empregadores estão começando a desconfiar de pessoas que não tenham conta no Facebook. Mais do que isso, um psicólogo alemão afirma que pessoas que não têm conta na rede social podem ser psicopatas.

Para exemplificar o argumento, o psicólogo alemão Christopher Moeller pegou os casos de James Holmes (homem que matou 12 pessoas em um cinema nos Estados Unidos) e de Anders Brevik (que cometeu o assassinato de 77 pessoas na Noruega).

Holmes tinha cadastro apenas no site de encontros Adult Friend Finder e Brevik tinha uma conta no MySpace. De acordo com Moeller, o fato de nenhum dos dois ter conta no Facebook pode indicar um comportamento estranho.

O psicólogo disse ao jornal alemão Der Taggspiegel que o isolamento online pode indicar uma tentativa de esconder algumas ações feitas na pela pessoa. Além disso, pode indicar que a pessoa não tem amigos na vida real (como no caso do atirador James Holmes).

Não ter Facebook pode desclassificar um candidato à vaga

Na hora de buscar uma vaga de emprego, a falta de um perfil no Facebook também pode atrapalhar quem está desempregado. Moeller afirma que da mesma forma que uma pessoa que se expõe demais na rede social é prejudicada profissionalmente, quem “se esconde” também diminui as chances de conseguir uma boa vaga.

O psicólogo fez apenas uma ressalva em relação a esta conclusão: esta ligação entre falta de redes sociais e psicopatia só pode ser feita com pessoas jovens, uma vez que pessoas com mais idade já se acostumaram com a “vida sem redes sociais”. E vocês, o que acham da conclusão?

FONTE: Gigablog, por Edgard Matsuki.

Quanto as marcas mais famosas gastaram para criar seus logos

O site especializado em desenho de logotipos Stock Logos apurou quanto as principais empresas e eventos do mundo desembolsaram com o design dos seus famosos logotipos e levantou alguns fatos bem curiosos.

Enquanto marcas como a petrolífera BP pagam verdadeiras fortunas para formular a sua marca, imagens famosas como a da Coca-Cola ou do Google não custaram nada. Veja os destaques e acesse o post original se quiser ler todas as comparações:

Google
Preço do logotipo: US$ 0. Desenhado em 1998 pelo próprio Sergey Brin.


Coca-Cola
Preço do logotipo: US$ 0, desenhado pelo escriturário do fundador da companhia, John Pemberton


Pepsi
Preço do logotipo: US$ 1 milhão em sua última reformulação


Next
Preço do logotipo: US$ 100 mil, imaginado pelo famoso designer Paul Rand a pedido de Steve Jobs


Enron
Preço do logotipo: US$ 33 mil, feito pelo mesmo Paul Rand nos anos 90


BP
Preço do logotipo: US$ 211 milhões no redesenho de 2008


Twitter
Preço do logotipo: US$ 15, em sua versão original


Nike
Preço do logotipo: US$35, criado em 1975 e reformulado várias vezes


Olimpíadas de Londres
Preço do logotipo: US$ 625 mil, criado em 2007 pelo designer Wolff Ollins



Aumentar base de seguidores deixou de ser prioridade

Profissionais de marketing compram anúncios no Facebook com enfoque maior em aumentar a consciência sobre as marcas. Uma pesquisa conduzida pela adAge, em conjunto com o Citigroup, revelou que profissionais de marketing compram anúncios no Facebook com enfoque maior em aumentar a consciência sobre as marcas do que acumular seguidores. Perguntados sobre a principal intenção ao criar anúncios direcionados para a rede social, 46% dos entrevistados foram efusivos em dizer que a consciência e o sentimento em relação à marca estão no topo da lista. Em segundo lugar está o direcionamento de tráfego para websites (18%), seguido por fortalecer a base de seguidores, aumentar o número de “likes”, manter contato com os clientes e gerar vendas. Veja mais detalhes da pesquisa no gráfico abaixo.


FONTE: Proxxima, via Escave as Mídias Sociais.