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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Quanto as marcas mais famosas gastaram para criar seus logos

O site especializado em desenho de logotipos Stock Logos apurou quanto as principais empresas e eventos do mundo desembolsaram com o design dos seus famosos logotipos e levantou alguns fatos bem curiosos.

Enquanto marcas como a petrolífera BP pagam verdadeiras fortunas para formular a sua marca, imagens famosas como a da Coca-Cola ou do Google não custaram nada. Veja os destaques e acesse o post original se quiser ler todas as comparações:

Google
Preço do logotipo: US$ 0. Desenhado em 1998 pelo próprio Sergey Brin.


Coca-Cola
Preço do logotipo: US$ 0, desenhado pelo escriturário do fundador da companhia, John Pemberton


Pepsi
Preço do logotipo: US$ 1 milhão em sua última reformulação


Next
Preço do logotipo: US$ 100 mil, imaginado pelo famoso designer Paul Rand a pedido de Steve Jobs


Enron
Preço do logotipo: US$ 33 mil, feito pelo mesmo Paul Rand nos anos 90


BP
Preço do logotipo: US$ 211 milhões no redesenho de 2008


Twitter
Preço do logotipo: US$ 15, em sua versão original


Nike
Preço do logotipo: US$35, criado em 1975 e reformulado várias vezes


Olimpíadas de Londres
Preço do logotipo: US$ 625 mil, criado em 2007 pelo designer Wolff Ollins



terça-feira, 24 de julho de 2012

OS 4 C’S DE UMA ESTRATÉGIA DE BRANDED CONTENT

O Branded Content (Conteúdo vinculado à marca) é qualquer conteúdo de entretenimento, informação ou educativo pago por um anunciante com o propósito de refletir dentro do conteúdo os valores da marca ou empresa. Os conteúdos utilizados com extrema sutileza têm o propósito de construir e fortalecer os laços entre produtos e consumidores, saindo da linguagem agressiva da publicidade convencional.

Não há formas únicas para fazer Branded Content e algumas de suas ações se destacam em product placement, infocomerciais, coproduções, ações na internet, artigos patrocinados etc.

A interrupção do conteúdo que o consumidor quer ver, ler ou escutar é o principal problema que a publicidade convencional enfrenta. Para evitar esta situação, o Branded Content mescla informações comerciais com artigos no âmbito educacional. Como consequência é necessário que trabalhem unidos os criadores de conteúdo e os anunciantes, as produtoras de TV,… Unidos em uma “produção conjunta”. Um território onde os grandes grupos publicitários irão definir sua verdadeira liderança.

imagem: parachutedigitalmarketing.com.au

Mercados consistem em seres humanos. E os consumidores mudaram. A oferta também mudou: ela se multiplicou e as prateleiras estão cheias de produtos indiferenciados. Escolher o que comprar é uma verdadeira dor de cabeça e o bombardeio publicitário complica ainda mais.
O QUE DEVO SABER PARA FAZER UMA ESTRATÉGIA DE BRANDED CONTENT?

Sua marca é menos importante, os consumidores querem saber o que você vai fazer que proporcione benefícios a eles. Vender a sua marca fica em segundo plano.

Pense sobre os valores que estão associados à sua marca.
Identifique o seu público: o que eles gostariam?

Olhe para o formato, tempo e design uma ação.

Criar um plano de conteúdo associado

É importante que você considere onde e como sua marca irá aparecer (não falando de um local físico, pode ser um título). Essa ação deve ser sutil e implícita. Não faça coisas cruas, o foco é surpreender as pessoas.

O conteúdo ainda é rei e cada vez mais está ganhando mais importância aos trancos e barrancos. Com a chegada do novo algoritmo do Google percebemos uma realidade que não podemos virar as costas: a crescente importância dos conteúdos, foi o canal que criou as relações entre clientes e marcas.

A partir deste momento, a importância do volume de conteúdo. O importante é criar uma reação no “leitor” para alcançá-lo através do caminho emocional e gerar experiências que faça com eles se sintam envolvidos.

Se a publicidade tem os 4 c’s, o marketing de conteúdo também tem os seus, o pessoal do puro marketing fez uma complicação desses 4 C’s:

CONTEXTO

Na fusão dos elementos da marca, a história é construída para ser o ponto de conexão com seu público-alvo e escolher o canal de distribuição adequado e estratégia de marketing individual que necessitará para sua promoção.

CANAIS

Também mudaram. Cada vez mais encontramos multiplataformas e multicanais. Temos que saber onde os nossos consumidores estão e olhar para a afinidade entre ele e nossa marca.

CONEXÃO

Uma vez que não consiga captar a atenção do consumidor e iniciar uma conversa. Temos de ser mais ambiciosos e alcançar evangelistas da marca. Os eixos centrais dos relacionamentos de longo prazo são a atração e interação.

COMÉRCIO

É verdade que o que nós queremos é estabelecer um vínculo com o consumidor, mas não podemos esquecer que assim, também, nós queremos vender.

O Branded content é o foco da conversa ou a informação do grupo-alvo, não a publicidade de uma marca. A marca é representada no conteúdo apenas como um artista ou pessoa chave. Branded Content, contribuindo significativamente para a construção da imagem positiva das marcas B2C. O conteúdo da empresa B2B serve principalmente a reputação de uma gestão da marca.

FONTE: Marketing Digital 2.0, por Bruno.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O que é Branding?

Hoje vamos rever um apanhado de conhecimentos para falar sobre branding. Se tiverem alguma dúvida podem entrar em contato pelo email: nplanmktdigital@gmail.com ou pelo meu facebook, lá eu posso responder suas perguntas e debater mais sobre o assunto e se tiverem sugestões de assuntos também podem mandar por lá.

Segundo o Wikipedia o Branding é o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. A construção de uma marca forte para um produto, um linha de produtos ou serviços é consequência de um relacionamento satisfatório com o mercado-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido. Branding é como é chamado o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca.

Sua execução não é tomada apenas por ações de marketing que posicionam a marca e divulgam a marca no mercado, mas também por ações internas na empresa, transmitindo, para todos os interessados, a imagem pretendida.

A Gestão de uma Marca está relacionada com a criação e a manutenção da confiança, o que implica o cumprimento de promessas. As melhores Marcas, as de maior sucesso são completamente coerentes, Cada aspecto do que são e do que fazem reforça tudo o resto.

Quem vê de fora, a construção de uma marca parece algo simples. Implica a freqüente, irritante e por vezes obsessiva repetição de uma afirmação simples, e muitas vezes extravagante, expressa por meio de uma frase atrativa “slogan”, alguma cores e um logótipo distintivo, colocado mais ou menos ao acaso por todo o lado. Na verdade se olharmos com maior atenção, constatamos que o processo de construção não é tão simples.

Não é fácil construir uma marca de sucesso, muitas marcas novas falham (morrem mesmo à nascença, ou prematuramente). Assim a Gestão de Marca é acima de tudo a criação e a manutenção de confiança. As melhores Marcas são geridas de forma completamente coerente, cada aspecto do são e de como se relacionam reforçam a Marca. As melhores Marcas têm uma consistência que é construída e mantida por pessoas no interior da sua organização, totalmente absorvidas por aquilo que a Marca simboliza.

No atual mercado vemos uma crescente demanda de marcas que estão utilizando o Branding para afirmar suas marcas no mercado. Até porque como vimos em outras postagens o consumo pode ser muito bem a consequência de uma marca de sucesso, nem sempre de uma boa promoção. O que seria da Fanta e a Kuat se não fosse a Coca Cola? O que seria do Mc Donald’s sem a slogan “Amo Muito tudo isso” e de suas inconfundíveis cores amarelo e vermelho? O que seria da Nike sem o seu símbolo em seus tênis? Essas marcas têm nome de sucesso e precisa reforçar isso para que as pessoas compreendam porque ela faz parte de suas vidas. Com o novo marketing batendo em nossas portas estamos fadados a nos adequar a este novo universo que não é nosso dos comunicadores e publicitários, este novo marketing é dos consumidores e na minha próxima postagem vocês vão entender bem qual a razão disso.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Os 7 elementos que formam uma marca

Nome, logotipo, símbolo e mascote são alguns exemplos. Veja o que cada um significa e sua importância para o todo. Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização. Na verdade, tudo isso são exemplos de elementos que compõem uma marca. Alguns autores já chegaram a listar até quarenta elementos que podem formar a identidade de uma. Eu elenco sete grandes e menciono aqui o que é cada um, para que servem e como enxergá-los com a sua devida importância.

Nome

Você já reparou que toda santa marca tem um nome? Claro! O nome é o principal elemento que identifica uma marca, seja ela qual for: Danone, Guaraná Jesus, Casas Bahia, Pampers, Facebook, entre outras milhares. Muito mais do que simplesmente identificar e comunicar o que representa, o nome da marca na contemporaneidade deve ter sonoridade, ser bonito de ver, de escrever, de digitar e gostoso de pronunciar, como é o caso de Häagen Dazs, uma marca de sorvetes de Nova York e que não significa nada. Já BlackBerry quer dizer amora em inglês e não tem nada a ver com celular, mas é gostoso de falar, ouvir e ler.

Logotipo

É a forma como se escreve ou a tipologia que se usa para escrever o nome da marca. E a escolha da fonte deve obedecer à essência de sua marca, ou seja, uma fonte mais chapada como Brastemp ou uma fonte e variações de cores que a Google usa, ou então algo mais caligráfico e rebuscado como é o caso da Coca-Cola. O fato é: dependendo da tipologia adotada, a percepção da marca pelo consumidor pode ser mais distinta do que se imagina. Vale a pena perder um pouco de tempo com isso.
Símbolo

É a imagem ou figura que representa sua marca. É a parte que pode ser identificada, mas não falada pelo consumidor. Como exemplo, temos a maçã da Apple, ou o swoosh da Nike, ou o jacaré da Lacoste, ou então o ninho de passarinhos da Nestlé. E por que quase todas as marcas que conhecemos sempre elegem um símbolo para se identificar e se comunicar conosco? Simplesmente pelo motivo de que nosso cérebro memoriza melhor imagem do que palavra. Pode ser mesmo uma questão de psicologia cognitiva, pois o ser humano reconhece e grava melhor um símbolo do que palavras. Apenas isso.
Mascote

É aquele ser que representa a sua marca, como, por exemplo, o Ronald McDonald's; o Assolino, da Assolan; os Minus, da Minuano, ou então os três personagens do Blue Man Group, que representam a marca TIM. E por que grandes marcas se utilizam desses seres, na maioria das vezes, um tanto quanto esquisitos? Por que essas criaturas carregam aspectos lúdicos, que se conectam conosco de forma ainda mais intensa. Assim como o símbolo da marca, criar uma mascote intensifica ainda mais o processo de memorização da marca por parte de seu público-alvo.

Embalagem

É a roupa da sua marca, é o invólucro que se elege para vestir um produto e sua marca. E quando falamos de embalagem, desde o material até o design escolhido, ela também carrega potentes elementos de identidade e diferenciação de uma marca.
Registro

Tão importante quanto selecionar nomes, símbolos, logotipos, mascotes e embalagem para sua marca, a sua proteção legal é uma etapa de fundamental importância. Criou um nome para sua marca? Vá ao site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e consulte se há registros dos elementos que você criou.
Brand equity (valor de marca)

O autor Joel Axelrod definiu com perfeição o conceito de brand equity: "É a importância a mais que um consumidor paga para obter a sua marca preferida e não um produto parecido sem o nome de sua marca". Podemos dizer que a Diesel, por exemplo, tem um brand equity fantástico, pois quando alguém paga cerca de R$ 2 mil para ter uma calça jeans, a pessoa poderia comprar outra, fisicamente parecida, por módicos R$ 79,90. Dessa forma, todo esforço de branding que você imprime na sua marca deve visar ao aumento do brand equity do produto.

FONTE: Administradores, por Marcos Hiller.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Propósito de marca no Brasil: riscos e oportunidades

Edição 2012 da pesquisa goodpurpose sinaliza tendências na relação entre cidadãos, marcas e causas, mostrando que consumidor busca cada dia mais empresas que atendam seus propósitos

Pode-se dizer que o propósito é um elemento central no cenário de engajamento e construção de marcas. Se a edição 2010 da pesquisa goodpurpose já sinalizava um incremento no senso crítico de um consumidor em amadurecimento, o estudo apresentado neste ano afirma esta condição não apenas como tendência, mas um fato.

Hoje, mais ingressaram consistentemente na arena de consumo e, não contentes em apenas terem a possibilidade de adquirir mais produtos e serviços, exigem das empresas um comportamento que transcende o atendimento a requisitos de qualidade e preço. Mais críticos, demandam uma atuação mais ampla, que considere questões de interesse público e universos simbólicos capazes de agregá-los racional e afetivamente.

Para tanto, as empresas devem agir a partir de um propósito, ou seja, algo que demonstre suas visões de mundo e, ao mesmo tempo, enderece questões relevantes para os públicos com quem se relacionam.

Ao endereçar um propósito relevante para seus stakeholders, uma marca amplia sua confiança, o que gera melhores condições para que se atribua a ela um valor superior. Além disso, ela fortalece seus relacionamentos, compartilha benefícios junto à sociedade, sem deixar de favorecer um incremento em sua performance comercial.

No Brasil, o propósito está no centro de estratégias de marcas vencedoras, como Natura – que conecta como poucos empreendimentos no mundo suas crenças e um modelo de negócio sustentável – Petrobras e Nestlé. Em comum a todas estas corporações, está a preocupação em realizar entregas para além de seus portfolios, em um movimento no qual incluem em suas agendas associações a conteúdos sociais, ambientais, esportivos, culturais, entre outros que mantém nexo com o significado de suas marcas, o desafio de suas operações e, claro, os anseios da sociedade em que se inserem.

Conforme a conclusão da última edição da pesquisa Trust Barometer, realizada pela Edelman, cabe às empresas liderar a partir de um propósito engajador, dado o cenário de paralisia governamental e um panorama brasileiro inédito em que as organizações não-governamentais sofrem com a falta de prestígio. Trata-se, contudo, de uma responsabilidade e uma oportunidade. Responsabilidade pelo desafio que reside em encontrar um propósito alinhado às perspectivas e identidade da marca e oportunidade pelos resultados potenciais que uma companhia pode alcançar ao transformar sua visão em ações concretas e socialmente relevantes. Particularmente no Brasil, em que o cidadão valoriza ainda mais a atuação empresarial junto a causas, trata-se de um importante vetor de construção de confiança. Todavia, é preciso que as empresas delimitem muito bem seu papel neste sentido, de maneira que não substituam outros entes em questões que cabem, por exemplo, ao governo.

De acordo com os números 2012 de goodpurpose, o brasileiro considera diversas causas como importantes, principalmente pelas inúmeras necessidades estruturais ainda demandadas no país. Entre as causas centrais figuram a proteção ao meio ambiente, a melhoria dos serviços de saúde e o acesso à educação. Neste sentido, percebe-se uma forte confluência entre questões teoricamente correspondentes à ação governamental que acabam tornando-se frentes a serem consideradas também pelas corporações. Todavia, uma esfera não substitui a outra; por essa razão, as empresas devem engajar-se em parcerias complementares, que envolvam também os cidadãos em uma atmosfera participativa capaz de tornar tais déficits em soluções reais. A avaliação por parte deles é crítica quanto ao desempenho das empresas neste sentido: 48% dos entrevistados creem que as corporações não têm endereçado causas de maneira adequada. Enquanto isso, somente 26% consideram a atuação empresarial boa ou excelente neste sentido

Esta avaliação “fraca” não representa, porém, uma atuação insatisfatória por parte das empresas. Além de todas as expectativas – inclusive as que não dizem respeito a elas – serem depositadas sobre seus ombros, há outros pontos a serem trabalhados que influenciam na percepção dos indivíduos em relação a este tipo de performance, como comunicação e, obviamente, a intensidade do engajamento liderado pelas marcas em torno das causas que defendem.

Engajar é mandatório em um cenário de progressivo aumento do poder de indivíduos conectados, que conversam em escala global a respeito de inúmeros interesses. Afinal, a autoridade não está mais centralizada em instituições como a mídia, o governo ou mesmo as empresas. No Brasil, esta afirmação do potencial dos cidadãos comuns tem se elevado rapidamente. Para os respondentes de goodpurpose no país, 20% creem em sua importância para endereçar propósitos. Todavia, o governo lidera esta responsabilidade com 52% enquanto a expectativa que recai sobre as empresas é de 6%.

Vincular-se a causas gera, também, condições comerciais favoráveis. O brasileiro mostra-se propenso a pagar mais, recomendar e ser fiel a marcas que colocam o propósito como ponto relevante em seus negócios. O ambiente para mudança é positivo, pois 76% creem ser possível para as companhias realizar lucros e, simultaneamente, cuidar de causas de modo consistente. Para se ter uma ideia, em 2007 este índice era de 58%, o que demonstra o amadurecimento do consumidor brasileiro quanto ao tema. À parte de preço e qualidade, o cidadão local confere imensa importância às atitudes concretas das marcas, muito à frente de outros qualificativos como design, inovação ou mesmo lealdade.

O país, ao mesmo tempo em que vive um florescimento do consumo, mostra que há muitos outros aspectos além das transações comerciais. Trata-se de um horizonte promissor, no qual as marcas deverão elevar a qualidade de suas atitudes em relação a causas caso desejem ter uma atuação mais civilizada, consciente e alinhada às demandas desta sociedade. Tendem a sobreviver no longo prazo as marcas que tiverem uma sólida associação a causas e conteúdos capazes de darem vida a um propósito considerado importante pelos indivíduos.

Em linhas gerais, os números brasileiros mostram-se em níveis superiores à média global, o que demonstra uma manutenção de importantes tendências verificadas na edição de 2010 da pesquisa. Podemos organizá-las da seguinte forma:

1) Consumidores emergentes e mais críticos ganham espaço e afirmam seus próprios potenciais para agir em torno de causas;

2) Indivíduos acreditam cada vez mais em seus poderes para atuar sobre um propósito – processo de descoberta pessoal deflagrado pelo aumento do poder aquisitivo contribui para a elevação da autoconfiança;

Empresas têm a chance de liderar por propósito, mas também engajar indivíduos e outros grupos como governo e ONGs;

3) Há muitas causas a endereçar no país, sobretudo pelo déficit da atuação pública em muitas áreas; porém, as empresas não devem substituir outras entidades – como o governo – em suas práticas ao redor destes propósitos;

4) Atuar sobre propósitos, portanto, é uma notável oportunidade e, ao mesmo tempo, um risco caso estas atitudes não tenham consistência e não sejam contínuas e comunicadas;

5) O propósito afirma-se como vetor de construção de lealdade, recomendação e escolha de marca, contribuindo crescentemente na performance comercial das empresas que operam no país.


FONTE: Com: Atitude, por Rodolfo Araújo e Sharon Hess.