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quarta-feira, 4 de julho de 2012

O quê, Como e para Quem mostrar os resultados do Marketing Digital

As mídias sociais representam grande valor para ações de marketing digital, mas talvez a área de mensuração seja a mais importante e tangível delas. O problema é que o volume de métricas disponíveis sobre mídias sociais pode rapidamente tornar-se uma irresistível distração, mesmo para os interessados. Não tenho dúvida que a mensuração deve estar no centro das estratégias sociais em ambientes digitais, mas para manter a equipe focada é preciso criar modelos de relatórios padronizados e freqüências para diferentes tipos de stakeholders: comunicação frequente de métricas para diretores, gerentes, supervisores, equipe; ou por campanha; ou ainda relatórios sobre branding e de avaliação de desempenho do marketing; nunca esquecendo do retorno real em negócios, com indicadores financeiros relacionados a comunicação utilizada nas mídias sociais.

Diferentes necessidades exigem diferentes tipos de métricas das mídias sociais, tudo depende do seu papel na empresa.

Ações de marketing digital criam um volumes enormes de dados, centenas de métricas controladas por gerentes, agências, fornecedores, em muitos casos estas métricas são coletadas, avaliadas e distribuídas de forma indiscriminada em todas as organizações. No entanto, nem toda métrica realmente importa ao seu negócio, pois enquanto alguns precisam acompanhar e entender os benefícios de diferentes ações nas mídias sociais como um todo, outros precisam de uma análise de desempenho individual das ações.

Em uma pesquisa recente da Forrest foram identificados três grupos de stakeholders que regularmente exigem insights sobre o desempenho das ações de marketing digital:
1) os estrategistas de marketing digital e gestores, que analisam a implementação de novas ações de marketing digital no dia-a-dia;
2) os gerentes de marketing e executivos, que precisam saber se o marketing digital está realmente agregando valor para área de marketing, e
3) as principais unidades de negócio, que precisam tomar decisões sobre o impacto do marketing digital na empresa como um todo (figura 1).

Como o papel de cada uma destas áreas tem interesse muito diferentes, é natural que cada um concentre-se em diferentes tipos de métricas. O relatório “The ROI of social media marketing” do Forrester apresentou quatro perspectivas fundamentais ao qual as análises de performance das mídias sociais mais agregam valor: a perspectiva digital, a perspectiva da marca, a perspectiva financeira, e a pespectiva da gestão de riscos. Cada grupo interessadao deve se concentrar principalmente na perspectiva que pode ajudá-lo a atingir seus objetivos de forma mais eficiente.

O pessoal que cuida da área de marketing digital precisa dos dados em tempo real para alinhar o percurso da comunicação, tratar possíveis problemas ou ainda aproveitar oportunidades que venham a surgir, nesse caso, pela velocidade exigida e quantidade de dados envolvidas, obviamente que precisam de relatórios mais analíticos e com grande quantidade de informações específicas. Por outro lado, os executivos da empresa só podem verificar o resultado do impacto do investimento em marketing digital quando analisam o investimento dentro de um período específico de tempo, quando cruzados com resultados financeiros, sendo assim, obviamente, exigem relatório mais sintéticos e que atendam estas suas necessidades.

Stakeholders diferentes precisam de diferentes tipos de relatórios sobre mídias sociais, conforme pode ser verificado nesse quadro abaixo:


FONTE: HEAD OF DIGITAL STRATEGY, por Ricardo Cappra.

Micro e pequenas empresas faturam 10,3% a mais em maio de 2012, segundo Sebrae-SP

O faturamento real das micro e pequenas empresas (MPEs) apresentou um aumento de 10,3% em maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011. A informação faz parte da Pesquisa de Conjuntura divulgada nesta quarta-feira pelo Sebrae-SP.

Na contramão dos principais índices de produção industrial e perspectivas do setor para a economia brasileira, a pesquisa com as MPEs paulistas demonstrou grande otimismo. Com relação às expectativas para junho, 31% dos entrevistados projetavam aumento do faturamento de suas empresas – a maioria (54%) acredita que esse indicador se manterá estável.

Segundo Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, as micro e pequenas empresas estão diretamente ligadas ao mercado interno brasileiro e têm uma grande dependência do consumidor final. “Apenas 14%, em média, do faturamento das MPEs vem de grandes e médias empresas ou do governo. O percentual de exportação nas vendas também ainda é baixo”, diz. Essa condição acaba gerando uma situação mais favorável para o desempenho dos negócios, protegida da crise internacional e das oscilações da economia.

Para Caetano, a evolução favorável do emprego e da renda na economia também contribuiu para o resultado das MPEs no período. De acordo com o superintendente, houve avanço da massa salarial e queda nos índices de desemprego no período.

Indústria se recupera

O setor de serviços mantém a dianteira no movimento de crescimento dos negócios das MPEs, mas aindústria dá sinais de recuperação dos seus níveis de atividade. No mês de maio de 2012, o setor industrial teve um crescimento de 11,5%, o comércio, de 6,9% e o setor de serviços, de 14,7%. Segundo Caetano, esse foi o segundo resultado positivo e consecutivo da indústria – em abril, o setor teve crescimento de 6,6% no faturamento.

As MPEs também apresentaram um resultado positivo na comparação de maio com abril, com um aumento de 5,8% no faturamento real.

A Pesquisa de Conjuntura Indicadores Sebrae-SP é realizada mensalmente, com 2.716 micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo.

FONTE: PEGN, por Júlia Pitthan

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Propósito de marca no Brasil: riscos e oportunidades

Edição 2012 da pesquisa goodpurpose sinaliza tendências na relação entre cidadãos, marcas e causas, mostrando que consumidor busca cada dia mais empresas que atendam seus propósitos

Pode-se dizer que o propósito é um elemento central no cenário de engajamento e construção de marcas. Se a edição 2010 da pesquisa goodpurpose já sinalizava um incremento no senso crítico de um consumidor em amadurecimento, o estudo apresentado neste ano afirma esta condição não apenas como tendência, mas um fato.

Hoje, mais ingressaram consistentemente na arena de consumo e, não contentes em apenas terem a possibilidade de adquirir mais produtos e serviços, exigem das empresas um comportamento que transcende o atendimento a requisitos de qualidade e preço. Mais críticos, demandam uma atuação mais ampla, que considere questões de interesse público e universos simbólicos capazes de agregá-los racional e afetivamente.

Para tanto, as empresas devem agir a partir de um propósito, ou seja, algo que demonstre suas visões de mundo e, ao mesmo tempo, enderece questões relevantes para os públicos com quem se relacionam.

Ao endereçar um propósito relevante para seus stakeholders, uma marca amplia sua confiança, o que gera melhores condições para que se atribua a ela um valor superior. Além disso, ela fortalece seus relacionamentos, compartilha benefícios junto à sociedade, sem deixar de favorecer um incremento em sua performance comercial.

No Brasil, o propósito está no centro de estratégias de marcas vencedoras, como Natura – que conecta como poucos empreendimentos no mundo suas crenças e um modelo de negócio sustentável – Petrobras e Nestlé. Em comum a todas estas corporações, está a preocupação em realizar entregas para além de seus portfolios, em um movimento no qual incluem em suas agendas associações a conteúdos sociais, ambientais, esportivos, culturais, entre outros que mantém nexo com o significado de suas marcas, o desafio de suas operações e, claro, os anseios da sociedade em que se inserem.

Conforme a conclusão da última edição da pesquisa Trust Barometer, realizada pela Edelman, cabe às empresas liderar a partir de um propósito engajador, dado o cenário de paralisia governamental e um panorama brasileiro inédito em que as organizações não-governamentais sofrem com a falta de prestígio. Trata-se, contudo, de uma responsabilidade e uma oportunidade. Responsabilidade pelo desafio que reside em encontrar um propósito alinhado às perspectivas e identidade da marca e oportunidade pelos resultados potenciais que uma companhia pode alcançar ao transformar sua visão em ações concretas e socialmente relevantes. Particularmente no Brasil, em que o cidadão valoriza ainda mais a atuação empresarial junto a causas, trata-se de um importante vetor de construção de confiança. Todavia, é preciso que as empresas delimitem muito bem seu papel neste sentido, de maneira que não substituam outros entes em questões que cabem, por exemplo, ao governo.

De acordo com os números 2012 de goodpurpose, o brasileiro considera diversas causas como importantes, principalmente pelas inúmeras necessidades estruturais ainda demandadas no país. Entre as causas centrais figuram a proteção ao meio ambiente, a melhoria dos serviços de saúde e o acesso à educação. Neste sentido, percebe-se uma forte confluência entre questões teoricamente correspondentes à ação governamental que acabam tornando-se frentes a serem consideradas também pelas corporações. Todavia, uma esfera não substitui a outra; por essa razão, as empresas devem engajar-se em parcerias complementares, que envolvam também os cidadãos em uma atmosfera participativa capaz de tornar tais déficits em soluções reais. A avaliação por parte deles é crítica quanto ao desempenho das empresas neste sentido: 48% dos entrevistados creem que as corporações não têm endereçado causas de maneira adequada. Enquanto isso, somente 26% consideram a atuação empresarial boa ou excelente neste sentido

Esta avaliação “fraca” não representa, porém, uma atuação insatisfatória por parte das empresas. Além de todas as expectativas – inclusive as que não dizem respeito a elas – serem depositadas sobre seus ombros, há outros pontos a serem trabalhados que influenciam na percepção dos indivíduos em relação a este tipo de performance, como comunicação e, obviamente, a intensidade do engajamento liderado pelas marcas em torno das causas que defendem.

Engajar é mandatório em um cenário de progressivo aumento do poder de indivíduos conectados, que conversam em escala global a respeito de inúmeros interesses. Afinal, a autoridade não está mais centralizada em instituições como a mídia, o governo ou mesmo as empresas. No Brasil, esta afirmação do potencial dos cidadãos comuns tem se elevado rapidamente. Para os respondentes de goodpurpose no país, 20% creem em sua importância para endereçar propósitos. Todavia, o governo lidera esta responsabilidade com 52% enquanto a expectativa que recai sobre as empresas é de 6%.

Vincular-se a causas gera, também, condições comerciais favoráveis. O brasileiro mostra-se propenso a pagar mais, recomendar e ser fiel a marcas que colocam o propósito como ponto relevante em seus negócios. O ambiente para mudança é positivo, pois 76% creem ser possível para as companhias realizar lucros e, simultaneamente, cuidar de causas de modo consistente. Para se ter uma ideia, em 2007 este índice era de 58%, o que demonstra o amadurecimento do consumidor brasileiro quanto ao tema. À parte de preço e qualidade, o cidadão local confere imensa importância às atitudes concretas das marcas, muito à frente de outros qualificativos como design, inovação ou mesmo lealdade.

O país, ao mesmo tempo em que vive um florescimento do consumo, mostra que há muitos outros aspectos além das transações comerciais. Trata-se de um horizonte promissor, no qual as marcas deverão elevar a qualidade de suas atitudes em relação a causas caso desejem ter uma atuação mais civilizada, consciente e alinhada às demandas desta sociedade. Tendem a sobreviver no longo prazo as marcas que tiverem uma sólida associação a causas e conteúdos capazes de darem vida a um propósito considerado importante pelos indivíduos.

Em linhas gerais, os números brasileiros mostram-se em níveis superiores à média global, o que demonstra uma manutenção de importantes tendências verificadas na edição de 2010 da pesquisa. Podemos organizá-las da seguinte forma:

1) Consumidores emergentes e mais críticos ganham espaço e afirmam seus próprios potenciais para agir em torno de causas;

2) Indivíduos acreditam cada vez mais em seus poderes para atuar sobre um propósito – processo de descoberta pessoal deflagrado pelo aumento do poder aquisitivo contribui para a elevação da autoconfiança;

Empresas têm a chance de liderar por propósito, mas também engajar indivíduos e outros grupos como governo e ONGs;

3) Há muitas causas a endereçar no país, sobretudo pelo déficit da atuação pública em muitas áreas; porém, as empresas não devem substituir outras entidades – como o governo – em suas práticas ao redor destes propósitos;

4) Atuar sobre propósitos, portanto, é uma notável oportunidade e, ao mesmo tempo, um risco caso estas atitudes não tenham consistência e não sejam contínuas e comunicadas;

5) O propósito afirma-se como vetor de construção de lealdade, recomendação e escolha de marca, contribuindo crescentemente na performance comercial das empresas que operam no país.


FONTE: Com: Atitude, por Rodolfo Araújo e Sharon Hess.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Por que educar o seu cliente com Marketing Digital é importante

Muitas vezes vemos empresas criando produtos incríveis, gastando boas quantias em publicidade e, mesmo assim, as coisas não dão certo. O cliente não consegue perceber o valor do produto e acaba comprando o do concorrente, de qualidade inferior, mas mais barato.

O problema nesse caso é que embora o desenvolvimento de produtos seja importante, há também um outro lado que costuma ser esquecido: o desenvolvimento de clientes.

O seu cliente só vai conseguir enxergar o valor e o diferencial do seu produto se tiver conhecimento sobre a área, se for educado para isso.


Vamos usar um exemplo extremo para deixar as coisas mais claras: o uso de remédios.

Os remédios estão nas prateleiras das farmácias desde que nascemos. Dia após dia uma inovação é apresentada, um concorrente supera o outro e, por mais fantástico que isso seja, não é por isso acordamos e resolvemos simplesmente comprar o remédio mais moderno.

No entanto, quando vamos ao médico, passamos por exames e ao final do processo temos aquela conversa em que nos é explicado o que temos e o que é preciso para sermos curados, não hesitamos em comprar.

Compramos, pagando o preço que for, aquele mesmo remédio que ignorávamos na prateleira pouquíssimo tempo atrás. O medicamento podia ser muito mais eficaz que a concorrência, ter preço competitivo e ainda assim não faria diferença alguma se o médico não nos educasse. A informação e educação são essenciais para a geração de valor.

No exemplo da farmácia, é o médico quem educa os clientes. E na sua área de atuação?

É provável que não haja ninguém ou quase ninguém educando. A vantagem disso é que o lugar está vago e você pode ocupá-lo. Assumindo essa posição, é você quem vai indicar os remédios.

Ensine moda e as roupas da sua marca é que serão mais valorizadas. Dê dicas de legislação tributária e os clientes percebem que sua consultoria não é uma má idéia. Indique o que levar em conta ao comprar um carro usado e mostre que sua concessionária atende bem a esses critérios.

A vantagem de usar a educação como ferramenta de marketing, além de gerar valor à venda, é que as pessoas se interessam muito mais pelo conteúdo do que se fosse uma simples promoção do produto.

Acreditamos no marketing digital como canal ideal para trabalhar esse conteúdo por 3 simples motivos:
Não há limite de tempo ou espaço para quantidade de informações;
Na Internet é muito mais fácil espalhar a mensagem;
Ganhando links e sendo referenciado, você pode aparecer nas primeiras posições do Google, um site que recebe milhões de visitantes em busca de informações todos os dias.

E você, o que acha? Será que o conteúdo desse post não gerou mais valor no Marketing Digital?

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

4 Formas de deixar seu site mais atrativo

Muitas empresas preocupam-se bastante em como atrair mais pessoas para seu site. Elas divulgam o endereço do site no cartão, em propagandas, compram links e fazem de tudo para atrair. O problema é que diversas vezes o site só fala da empresa em si, com argumentos de vendas apenas ou informações irrelevantes. Dessa forma, o resultado é que não há um forte engajamento e boa parte dos esforços em trazer as pessoas para o site são desperdiçados.

Para ajudar a resolver esse problema, o pessoal da Infusionsoft escreveu um post com 4 principios que vão deixar seu site mais atrativo.

Vamos a eles:

1. As pessoas são egocêntricas

Enquanto estão visualizando seu site, de forma subconsciente, o que fica na cabeça do usuário é: o que é que essa empresa vai fazer por mim? Então ao invés de se vangloriar com as melhorias do seu produto, fale sobre como isso vai melhorar a vida do seu cliente.

2. As pessoas gostam de ser entretidas

Se os visitantes considerarem o seu site único e entretenedor, vão continuar nele. Coloque algumas citações, imagens, fotos, posts, widgets interativos. Isso não só vai te ajudar a capturar e converter oportunidades de negócio, como vai aumentar o tráfego graças ao boca a boca.

3. As pessoas querem ser ouvidas

Sites que apenas fornecem informação sem nenhuma forma de interação são como ruas sem saída. Os visitantes devem simplesmente bater e voltar. Crie um blog ou um fórum no seu site que permita que os visitantes se engajem de forma um pouco mais profunda.

4. As pessoas querem bom conteúdo. E grátis!

Dê algumas coisas gratuitas para o usuário, como relatórios do seu mercado, um ebook, um vídeo ou um cupom. Dessa forma você pode coletar nome, email e telefone dessas pessoas. Percebeu? Um potencial cliente que está interessado em aprender sobre seu produto ou serviço. É o que seu time de vendas sempre pediu.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Como anda a gestão de sua empresa/negócio?

Depois de iniciar meus trabalhos em um mercado que ainda não tem o marketing e a comunicação empresarial e de negócios bem explorado percebi algumas coisas que me preocupam. O conceito de marketing digital para o interior do país soa como: “vou divulgar minha empresa nas redes sociais e ganhar mais clientes.” Mas não é bem assim que funciona. Vamos olhar como o comerciante: ele tira as fotos de seus produtos, posta e fica aguardando as pessoas curtirem e compartilharem, como conseqüência irem até o estabelecimento e comprarem. O comerciante não tem conhecimento do processo de COMUNICAÇÃO que existe entre produto, meio e mercado, por isso nem sempre aquilo sai como ele esperava. Outro problema é que as pessoas ao representar empresas nos meios digitais infelizmente confundem vida pessoal, opinião pessoal com a empresa, com segmento e com responsabilidade empresarial. 

O que é responsabilidade empresarial? 

É ter uma empresa socialmente responsável que conhece os interesses das diferentes partes (acionistas, funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, consumidores, comunidade e governo) e que os incorpora ao planejamento de suas atividades, atendendo às demandas de todos e não apenas dos acionistas ou proprietários. Em outras palavras chamamos de ética empresarial, pois sua empresa deve ter uma identidade própria que fale por si só. Outro nome dado a isso é brand, sua empresa é na verdade uma brand (marca), ou seja, a partir do momento que você expressa suas opiniões pessoais dentro da sua empresa você está distorcendo o objetivo e a ética de sua empresa ou negócio. O cuidado com sua marca e empresa é fator muito mais importante do que ter uma rede social com muitos amigos. 

Mas vale ter uma empresa com nome bem conhecido no mercado do que uma que é falada nas redes sociais mais pouco conhecida. A frase parece estranha, mas tem lógica prestem atenção: Se eu colocar no facebook uma imagem de um M em amarelo com um fundo vermelho e dizer “fui na lanchonete e comi um hambúrguer maravilhoso”, as pessoas vão saber do que eu estou falando. Se eu escrever “fui na lanchonete e comi um hambúrguer maravilhoso” e não tiver foto ou algo que mostre da onde eu estou falando, eu posso ter ido a qualquer lugar, por tanto por mais amigos que eu tenha se eu não deixo claro qual é a minha marca eu não serei visto por ninguém. Repense nos seus atos e em como a sua empresa é vista pelo mercado, pelos seus clientes e pelo publico alvo. 

Dúvidas? Telefone: 3561-2726, VIVO 19 9783-5995, TIM 19 8178-2700, NEXTEL 7828-4967 ou ID 113*6998 (falar com Nathália).

Por Nathália Penteado, MTB 0068068/SP