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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Ficou mais caro anunciar no Facebook

No dia 26 de julho, o Facebook vai revelar seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2012, e a situação parece estar melhorando apesar das ações em queda na Bolsa. Uma análise conduzida pela TBG Digital revela que o preço dos anúncios aumentou 58% em um ano.

A melhora se deve à criação de uma plataforma de propagandas para a versão mobile, os chamados "Sponsored Stories", destaques que aparecem no feed de notícias quando um amigo curte uma marca ou empresa. A pesquisa revelou também que os usuários clicam 4 vezes mais nos anúncios mobile do Facebook do que nos divulgados pelo Twitter.

"A introdução das propagandas via celular fez toda a diferença. O número de cliques em anúncios vem crescendo, assim como o uso do CPC (custo por clique) e o CPM (custo por visualização), o que significa que existe uma demanda maior", explicou Simon Mansel, CEO da TBG Digital.

Ainda de acordo com a pesquisa, os usuários se disseram mais atraídos pelos "Sponsored Stories" que pelos anúncios tradicionais divulgados no desktop, o que explica o aumento de 11% nos cliques.

As informações são do TechCrunch.

FONTE: AdNews, por Redação Adnews

terça-feira, 17 de julho de 2012

A importância das mídias sociais para as empresas

A internet vem movimentando a economia em todos os setores. O e-commerce, as mídias sociais, o SEO, o marketing digital em geral e diversas outras estratégias online já possuem altos índices de investimento. Entretanto, no Brasil, muitas empresas ainda deixam a desejar quando o assunto é a projeção no mercado online. Muitas corporações sequer possuem um site para se relacionarem com os clientes via web, e não entendem a importância de estar presente nesse nicho.


Uma matéria da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, fala sobre o crescimento das empresas através das mídias sociais:

“Dados de uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week com as 100 empresas mais valiosas ao redor do globo mostraram que os empreendimentos que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas finais mais recheadas. Em média, empresas que investiram em mídias sociais cresceram 18% em um ano, enquanto aquelas que investiram pouco nas redes tiveram queda de 6%, em média, em suas receitas no mesmo período.”

As mídias sociais não trazem somente benefícios em termos de fidelização do cliente. Através delas é possível conhecer, de maneira direta, quem são as pessoas que compram e utilizam a marca, e entender o que elas pensam. O trabalho de um social media, em uma corporação, é um trabalho de inteligência, capaz de trazer resultados muito expressivos para a organização.

O Brasil é o segundo país em número de usuários no Facebook, segundo dados do grupo Socialbakers, que acompanha o tráfego na rede social. Com isso, é importante saber qual a percepção da empresa pelos clientes. Não basta ter apenas uma interação alta com o produto, mas ter um número expressivo de pessoas que gostem e falem bem da marca, para que sua percepção gere engajamento e impacte positivamente as vendas da empresa.

Segue abaixo um vídeo em que Cátia Lassalvia, consultora de marketing digital e coordenadora do curso de pós-graduação do Senac fala sobre o impacto das redes sociais no ambiente corporativo.

FONTE: Blog da Lívia Lamblet.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sites lentos ou em manutenção são os que mais irritam os usuários

Frustrações com sites de empresas representaram mais de dois terços dos problemas que fizeram os entrevistados acessarem um concorrente. Uma pesquisa feita pela 1&1 Internet mostrou que as pessoas ainda ficam irritadas quando não conseguem acessar o site de alguma companhia porque ele está “em manutenção”.

Os consumidores esperam que os sites estejam disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, para fazer compras, pagar contas e navegar. O provedor de hospedagem de sites descobriu que quase 40% dos britânicos não utilizariam novamente uma empresa se seu site estivesse com problemas. Quase 45% são mais intolerantes com erros em sites hoje em dia do que eram cinco anos atrás.

Dos 1.500 entrevistados, surpreendentes 71% estão constantemente se deparando com sites com defeitos. Cerca de 60% disse que vê grandes variações na confiabilidade dos sites que visitam. Aqui está o top cinco de problemas mais comuns:

1 – Sites lentos (71%)

2 – Sites em manutenção (49%)

3 – Links quebrados (44%)

4 – Pedidos online congelados (44%)

5 – Páginas quebradas (42%)

Frustrações com sites de empresas representaram mais de dois terços dos problemas que fizeram os entrevistados acessarem um concorrente. As pessoas ficavam mais estressadas com dúvidas sobre se uma compra online foi concluída com sucesso: 44% disseram ter sido afetados.

Oliver Mauss, da 1&1, disse: “Sites não confiáveis continuam refletindo negativamente sobre negócios de todos os tipos e tamanhos. É óbvio que quando se deparam com sites fora do ar ou com problemas, os consumidores procuram outros caminhos”.

“Talvez o mais surpreendente seja a proporção dos que estarão dispostos a voltar. Com isto em mente, as empresas devem garantir que seus sites são bem desenhados e possuem funcionalidade robusta, bem como se beneficiam da infra-estrutura de hospedagem mais confiável e veloz o possível”, concluiu.

Claramente, a lição aqui é verificar constantemente se o site possui erros (o recursoWebmaster Tools, do Google, faz isso) e preencher formulários, carrinhos de compra e outros conteúdos de interação para se certificar de que estão funcionando corretamente.

Cada vez mais os consumidores visitam sites por meio de smartphones ou outros dispositivos móveis, então mesmo que você não possua uma versão móvel de seu site (deveria, aliás), ao menos verifique se tudo aparece apropriadamente em um iPhone ou um iPad, assim como em vários navegadores de desktops.

FONTE: IDGNow!, por IDG News Service.

Os 7 elementos que formam uma marca

Nome, logotipo, símbolo e mascote são alguns exemplos. Veja o que cada um significa e sua importância para o todo. Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização. Na verdade, tudo isso são exemplos de elementos que compõem uma marca. Alguns autores já chegaram a listar até quarenta elementos que podem formar a identidade de uma. Eu elenco sete grandes e menciono aqui o que é cada um, para que servem e como enxergá-los com a sua devida importância.

Nome

Você já reparou que toda santa marca tem um nome? Claro! O nome é o principal elemento que identifica uma marca, seja ela qual for: Danone, Guaraná Jesus, Casas Bahia, Pampers, Facebook, entre outras milhares. Muito mais do que simplesmente identificar e comunicar o que representa, o nome da marca na contemporaneidade deve ter sonoridade, ser bonito de ver, de escrever, de digitar e gostoso de pronunciar, como é o caso de Häagen Dazs, uma marca de sorvetes de Nova York e que não significa nada. Já BlackBerry quer dizer amora em inglês e não tem nada a ver com celular, mas é gostoso de falar, ouvir e ler.

Logotipo

É a forma como se escreve ou a tipologia que se usa para escrever o nome da marca. E a escolha da fonte deve obedecer à essência de sua marca, ou seja, uma fonte mais chapada como Brastemp ou uma fonte e variações de cores que a Google usa, ou então algo mais caligráfico e rebuscado como é o caso da Coca-Cola. O fato é: dependendo da tipologia adotada, a percepção da marca pelo consumidor pode ser mais distinta do que se imagina. Vale a pena perder um pouco de tempo com isso.
Símbolo

É a imagem ou figura que representa sua marca. É a parte que pode ser identificada, mas não falada pelo consumidor. Como exemplo, temos a maçã da Apple, ou o swoosh da Nike, ou o jacaré da Lacoste, ou então o ninho de passarinhos da Nestlé. E por que quase todas as marcas que conhecemos sempre elegem um símbolo para se identificar e se comunicar conosco? Simplesmente pelo motivo de que nosso cérebro memoriza melhor imagem do que palavra. Pode ser mesmo uma questão de psicologia cognitiva, pois o ser humano reconhece e grava melhor um símbolo do que palavras. Apenas isso.
Mascote

É aquele ser que representa a sua marca, como, por exemplo, o Ronald McDonald's; o Assolino, da Assolan; os Minus, da Minuano, ou então os três personagens do Blue Man Group, que representam a marca TIM. E por que grandes marcas se utilizam desses seres, na maioria das vezes, um tanto quanto esquisitos? Por que essas criaturas carregam aspectos lúdicos, que se conectam conosco de forma ainda mais intensa. Assim como o símbolo da marca, criar uma mascote intensifica ainda mais o processo de memorização da marca por parte de seu público-alvo.

Embalagem

É a roupa da sua marca, é o invólucro que se elege para vestir um produto e sua marca. E quando falamos de embalagem, desde o material até o design escolhido, ela também carrega potentes elementos de identidade e diferenciação de uma marca.
Registro

Tão importante quanto selecionar nomes, símbolos, logotipos, mascotes e embalagem para sua marca, a sua proteção legal é uma etapa de fundamental importância. Criou um nome para sua marca? Vá ao site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e consulte se há registros dos elementos que você criou.
Brand equity (valor de marca)

O autor Joel Axelrod definiu com perfeição o conceito de brand equity: "É a importância a mais que um consumidor paga para obter a sua marca preferida e não um produto parecido sem o nome de sua marca". Podemos dizer que a Diesel, por exemplo, tem um brand equity fantástico, pois quando alguém paga cerca de R$ 2 mil para ter uma calça jeans, a pessoa poderia comprar outra, fisicamente parecida, por módicos R$ 79,90. Dessa forma, todo esforço de branding que você imprime na sua marca deve visar ao aumento do brand equity do produto.

FONTE: Administradores, por Marcos Hiller.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Reclamação pública na internet – Responder, ignorar ou outra coisa?

Algum tempo atrás eu vi um artigo do Marco Gomes, fundador da Boo-Box, uma das startups mais bem sucedidas do país. O artigo tinha um título que começava polêmico: “Marca não deve responder reclamações públicas nas redes sociais“.

Sabemos que o Brasil já está com a marca de 80 milhões de internautas, ainda estamos um pouco longe de ter todos os habitantes como internautas, mas estamos chegando próximos da metade. Uma quantidade tão grande de gente acessando a internet significa um número enorme de pessoas que procuram por marcas na internet.

As marcas são frágeis. Elas podem ter 1 funcionário ou terem milhares de funcionários espalhados pelo mundo, mas ainda assim são frágeis. Não estou nem falando no quesito econômico, onde as ações sobem e descem todos os dias, estou falando das marcas na cabeça de seus consumidores.

Por isto que tanto se defende a ideia de que as empresas devem ser boas com os seus seguidores e fãs, devem responder prontamente, buscar soluções rápidas, entregar uma Coca-Cola gelada com limão e gelo, sem falta! Eu sinceramente acho que temos que cuidar para não chegar a tanto, acho que muita gente compartilha da mesma ideia.


Mas agora entramos na questão tão polêmica trazida por Marco Gomes. Quando uma pessoa reclama de sua marca nas redes sociais, principalmente onde se tem muita visibilidade, como Facebook e Twitter, uma resposta mal dada pode significar um dor de cabeça maior ainda. Mas deixar que os seus consumidores usem o Twitter da sua empresa como um SAC 2.0 é complicado, você acostuma as pessoas a estarem sempre procurando você por ali. Pelo menos é o que Marco acredita.

Eu acredito que realmente é complicado fazer com que as publicações na linha do tempo se tornem um muro das lamentações, como ele mesmo chama, afinal, uma troca de mensagens dessas vai acabar atormentando os usuário que nada a ver tem como o problema. Claro, a situação pode ser ainda pior quando aquela troca de comentários abre espaço para que outras pessoas com o mesmo problema (ou outros) usam o canal aberto para “soltar os cachorros”.

"A principal questão sobre o SAC 2.0 é que este tipo de atendimento cresceu sem planejamento prévio. O cliente que se comunica pelos canais oficiais e não é atendido, recorre às redes sociais, expressando seu caso abertamente e consegue, na maioria das vezes, uma solução imediata, o que os condiciona a usar este canal. Uma opção é sempre que surgir uma reclamação aberta, incentivar que o cliente se manifeste através de canais oficiais, que sejam privados e seguros. Trecho do artigo que esta publicado no Proxxima"

Bom, eu concordo com Marco. Acho que nesses casos precisamos trazer “o reclamão” para um lugar privado, onde você pode entender melhor o contexto do problema e não ficar a merce de chantagens como “ou me responde ou vou xingar muito no Twitter”. Este lugar pode ser DM, mensagens privadas, email, telefone, onde for melhor, onde você consegue controlar melhor os efeitos.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann.

Segmentação é fundamental para sucesso das ações nas redes sociais

Pesquisa mostra que público pode ser classificado de acordo com as atividades que desempenham e esta diferenciação deve ser utilizada a favor das marcas que buscam divulgar seus produtos e serviços. O internauta presente nas redes sociais não é homogêneo. Ele pode – e deve – ser segmentado em categorias de acordo com as atividades que desempenha. Para categorizar estes consumidores, a pesquisa “Produção e difusão da mídia social entre Brasileiros”, realizada pela empresa AC Metrics, definiu três perfis: criadores, multiplicadores ou passivos. Estar atento a esta diferenciação é importante para que as marcas possam desenvolver ações específicas de acordo com os seus objetivos.

O estudo observou que a maior parte dos usuários das redes sociais no Brasil pode ser classificada como Passivos (72%), aqueles que não criam nem compartilham conteúdos sobre marcas, no entanto, leem, coletam e guardam as informações disponíveis nas páginas.

Os Multiplicadores respondem por 23% dos usuários e são aquelas pessoas que recebem as informações e as passam adiante. “Os multiplicadores comentam aquilo que veem e compartilham para os amigos. Eles são importantes para as marcas que pretendem divulgar seus conteúdos”, explica o pesquisador Iván Casas, que coordenou o estudo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Em menor índice aparecem os criadores, que respondem por 5% do total e são aquelas pessoas que produzem materiais sobre as marcas, empresas, produtos e serviços nas redes sociais. Estes usuários são importantes para as empresas que pretendem ter os seus produtos avaliados pelos consumidores e melhorados.

Criativos são parcela mais jovem

A pesquisa aponta que os usuários criativos e multiplicadores fazem parte da parcela mais jovem da população, de até 24 anos de idade. “Isso mostra que os jovens são um segmento interessante para as empresas que desejam fazer um trabalho de divulgação dos seus produtos em parceria com os consumidores”, completa Casas.

De acordo com a análise, atualmente 97% dos usuários de internet no Brasil possuem perfis nas redes sociais e utilizam os sites não apenas para contato com amigos e trocas de mensagens, mas para informação e para atividades criativas. Os dados também mostram um desejo maior de interação dos consumidores com as marcas: 90% deles se envolvem ou gostariam de se envolver produzindo, compartilhando ou comprando pelas redes sociais. Nove em cada 10 brasileiros já se relacionam com as empresas de alguma forma.

A pesquisa reforça que as redes sociais são um campo promissor para que as empresas trabalhem suas imagens e produtos. Sessenta e cinco por cento das pessoas seguem ou curtem empresas ou serviços pelo menos uma vez por semana, enquanto 83% o fazem ao menos uma vez por mês. “Os consumidores tendem a se engajar mais com as marcas por motivos emocionais. O desejo é mostrar uma relação com as marcas com as quais se identificam e compartilhar esses conceitos com os amigos. As pessoas querem compartilhar as suas experiências”, afirma o pesquisador ao portal.


Consumidores querem conhecer as marcas

A análise mostra que a subjetividade é a forma mais importante de engajar os consumidores, no entanto, aponta que o conteúdo disponibilizado pelas empresas ainda é pouco segmentado ou personalizado. Entre os fatores subjetivos que fazem com que os internautas sigam as marcas estão compartilhar a apreciação com outras pessoas (31%) e estar associados com algo que consideram legal (31%).

A busca de conhecimento também é um ponto importante para os internautas. A análise destaca que 29% buscam aprender mais a respeito das empresas e obter conhecimento sobre os produtos. Entre os fatores sociais e lúdicos, os entrevistados responderam que procuram fazer parte de uma comunidade com a mesma opinião (20%) e defender uma causa (18%). “As marcas precisam divulgar mais conhecimentos e informações e precisam personalizar os seus conteúdos, de acordo com a identificação de cada segmento e de como as pessoas querem compartilhar”, diz Casas.

FONTE: Mundo do Marketing, por Letícia Muniz.

Como envolver e engajar as pessoas

Vídeo: marca de biscoitos Fantastic Delites colocou uma vending machine personalizada no meio da rua.Na Austrália, a marca de biscoitos Fantastic Delites queria ver até onde uma pessoa seria capaz de chegar para conseguir comer de graça um pacote do produto. O que eles fizeram? Colocaram uma vending machine personalizada no meio da rua para descobrir.

Veja o resultado no vídeo abaixo:


FONTE: Proxxima, por Redação.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Internet é a mídia de maior crescimento publicitário no mundo

De acordo com números da Nielsen, no primeiro trimestre deste ano, a publicidade online aumentou 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Os investimentos mundiais em propaganda na web seguem crescendo rapidamente. De acordo com números da Nielsen divulgados nesta terça (10), no primeiro trimestre deste ano, a publicidade online aumentou 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado. A Internet foi a única mídia com dois dígitos de expansão.

Nas sete categorias cobertas pelo relatório Global AdView Pulse da Nielsen (TV, rádio, jornais, revistas, Internet e cinema), as revistas foram a única com redução no investimento publicitário - queda de 1,4%.


A TV cresceu, mas a uma taxa bem inferior a da web (2,8%). No entanto, ainda responde, de longe, pela maior fatia do bolo total.

A Nielsen não divulgou números absolutos sobre a pesquisa. No entanto, de acordo com a WPP, em 2012 a Internet deve responder globalmente por 98,2 bilhões de dólares de investimentos em marketing, 16% do total.

Como era de se esperar, o crescimento em países em desenvolvimento é bem mais acelerado do que em mercado maduros.

Na América Latina, a Internet teve a segunda maior taxa de expansão: 31,8%, abaixo somente da África, com 35,2%.

FONTE: IDGNow!, por Redação.

Posts de sucesso: 5 detalhes que fazem toda a diferença

Escrever um post que faz sucesso costuma ser imprevisível. Já tivemos alguns textos que esperávamos que se tornassem grandes hits e que mal foram lidos. Outros, dos quais a expectativa era baixa, acabaram se espalhando e recebendo ótimos comentários.

Apesar desses contrapontos, é possível ver uma predominância de algumas técnicas nos posts que fizeram maior sucesso. Aqui listamos as 5 dicas práticas que sempre fazem a diferença:

Deixe o texto “em repouso” por pelo menos uma noite

Muitas vezes terminamos de escrever um post e ficamos em um estado de mini-euforia, acreditando que acabamos de finalizar uma verdadeira obra prima. Aí o post é publicado e…. bem, a repercussão não foi a esperada.

Parar e ficar um tempo sem olhar para o texto pode te fazer perceber erros óbvios que, pelo envolvimento no momento, não conseguimos identificar. Além disso, continuar com o tema do post martelando na cabeça por mais tempo acaba frequentemente te fazendo pensar em um novo comentário ou uma nova forma de explicar sua idéia. Vale a pena se programar para que sobre esse tempo.

Gaste mais tempo com o título do que o previsto

O título costuma ser a última coisa a ser feita, quando já estamos cansados de escrever. A reação natural é pensar em qualquer coisa e, rapidamente, mandar publicar.

O problema é que o título costuma ser o grande responsável por fazer alguém ler ou não o texto. É ele que é capaz de gerar interesse e fazer com que o post seja clicado e lido. Além de ser geralmente a chamada em um Tweet ou o assunto em um email.

Por isso, vale separar um tempo, pensar em diversas possibilidades e então escolher o título para o seu post.

Preocupe-se em deixar o texto escaneável

Não é preciso necessariamente criar um lista de coisas, mas é fundamental ao menos separar seu texto em algumas partes principais.

Na Internet costumamos ter diversos sites abertos, várias coisas a fazer e por isso escaneamos o texto, ao invés de ler com calma, palavra por palavra. Textos que facilitam esse trabalho tendem a fazer mais sucesso.

No começo do mês escrevi um texto com as 7 dicas para tornar seu conteúdo mais escaneável. Vale conferir.

Leia em voz alta

Por mais bobo que pareça, ler em voz alta pode ser muito importante para verificar a qualidade do seu texto.

Quando lemos em voz alta conseguimos nos atentar mais à fluência e ao ritmo do texto, que fazem muita diferença para quem está lendo pela primeira vez.

Peça pelo sucesso

Se você quer que as pessoas comentem, termine seu texto pedindo por isso. Se quer que elas divulguem, termine seu texto pedindo por isso.

Não que essas coisas vão acontecer só porque você pediu. É preciso que o conteúdo seja atrativo o suficiente. No entanto, se seu conteúdo é realmente atrativo, as pessoas podem acabar se rendendo ao pedido e melhorar seus resultados.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

5 dicas das MARCAS que mais engajam fãs nas redes sociais

Veja o que Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat têm a dizer sobre como gerenciam seus perfis na rede. Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat, nesta ordem, foram os perfis de marcas que mais fizeram barulho com fãs nas redes sociais no mês de maio, de acordo com o ranking do indexSocial.

Para medir o nível de engajamento de cada marca, foram levados em conta interações como comentários, curtidas, votos, menções e retuítes no Facebook, noTwitter e no YouTube.

Além de aumentar a base de fãs em ambientes interativos, essas marcas estão conseguindo construir discussões, compartilhamentos, identificação e diversão em suas páginas.

A seguir, você vai ver: para gerar engajamento, até postar conteúdos durante a madrugada está fazendo a diferença.

Veja as dicas das cinco campeãs sociais:

1 Publique conteúdos relevantes

"Administramos as nossas páginas com diversos tipos de conteúdo, desde narrações de jogos, com posts de um em um minuto, até informativos sobre o clube, a hora do jogo,contratações, escalações, promoções com camisas ou bola autografada e ingressos", disse Rafael Neves, Gerente de Esportes da Brahma

"Vídeos exclusivos para as redes também têm um potencial gigante".

De acordo com Rafael, os 18 perfis de Brahma Futebol - um de Brahma Seleção e 17 dos clubes - são administrados pela Esporte Interativo e envolvem cerca de 25 pessoas.

"Um dos principais motivos do sucesso é que cada torcedor tem o seu ambiente, com conteúdos individuais para cada clube. Criamos um ponto de encontro dos torcedores e falamos na língua deles".

2 Esteja atento às métricas

De acordo com Bruna Buás, gerente de marketing digital de Guaraná Antarctica, um dos segredos é monitorar as atividades das páginas. "Temos métricas muito bem definidas e formas de mensurar o que efetivamente é importante para o nosso consumidor", explica.

A marca possui três pessoas na AmBev voltadas para a administração das redes sociais, além das agências DM9DDB, que faz a comunicação da marca, e Espalhe, responsável pelo conteúdo digital.

"Geralmente, qualquer tipo de conteúdo que incentive a interação e a participação dos fãs, que tenha um "call to action", gera resultado", conta Bruna.

Embora a marca atualize os perfis em qualquer horário do dia, inclusive durante a madrugada, foi possível ver por meio de métricas que a movimentação aumentava nos intervalos para refeições.

"Na hora das refeições, por exemplo, sempre postamos fotos de comidas que combinem com Guaraná Antarctica. Depois de um certo tempo, começamos a incentivar os consumidore a mandar suas próprias fotos. Essa possibilidade de fazer parte do nosso conteúdo aumentou o engajamaneto."

FONTE: EXAME, por Cris Simon.

Marco Civil, um dos passos mais importantes da história da internet no Brasil

Durante esta semana um importante passo para a internet está sendo dado. Ele pode (e deve) contar com a sua ajuda, não deixe de dar a sua opinião e participar deste importante marco para a internet dentro de nosso país.

Para quem não sabe, o Marco Civil da Internet é um projeto brasileiro que tem como principal objetivo definir melhor algumas questões relacionadas aos direitos e deveres do internauta brasileiro. O legal deste projeto é que ele foi feito em conjunto com diversas entidades e também com ajuda da sociedade.


E o Marco Civil ainda está aberto, pelo menos até o dia 06/07 (sexta-feira) você pode deixar a sua opinião/comentário sobre o estado atual do documento. O Marco Civil da Internet começou lá em 2009, e em 20011 foi enviado para a Câmara. Este projeto pode ser acessado pelo portal eDemocracia através deste link.

Vale lembrar que o Marco Civil tem três objetivos centrais: Privacidade do Usuário, Liberdade de Expressão na Internet e a Neutralidade na Rede. A privacidade do usuário se refere a como os seus dados são tratados, pois os seus dados não são mercadoria (Facebook, a mercadoria é você). O segundo ponto, da liberdade de expressão, pretende garantir que o usuário possa se expressar de forma livre, sem nenhum tipo de censura. E o terceiro se refere a uma rede neutra, uma rede que não prioriza um serviço ou outro na transmissão de dados.

Você pode encontrar mais informações sobre o Marco Civil da Internet no artigo da Wikipedia. Você também pode acompanhar a evolução do Marco Civil através do @marcocivil.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann via Olhar Digital.

Google anuncia recurso para aumentar controle sobre anúncio exibido

Caixa no canto da publicidade permitirá ocultar tipos de publicidade específica, melhorando a relevância dos anúncios oferecidos. Ao perambular pela web, já existem maneiras de se esquivar dos anúncios do Google quando se tropeça em algum deles. Ao fazer pesquisas, o usuário pode clicar em “Por que esses anúncios?” e deixar de receber propagandas de certos endereços, ou no YouTube, ao fechar os anúncios TrueView que surgem ao iniciar um vídeo. A companhia, no entanto, afirmou que irá aumentar mais ainda as maneiras de evitar anúncios indesejados, e melhorar o direcionamento da publicidade.

De acordo com um post feito no blog AdSense da empresa, será implantado “nas próximas semanas” um novo botão (em forma de ‘x’) que servirá para ocular propagandas que o usuário não considere úteis, oferecendo mais controle em relação ao tipo de conteúdo que é exibido àqueles que utilizam serviços da companhia.

A companhia de Mountain View explicou que, quando “usuários que clicarem no [x] em um anúncio, verão uma página de confirmação explicando que o anúncio foi desativado, além de um link para o Gerenciador de preferências de anúncio”. Além disso, esse tipo de seleção também ajudará na hora de direcionar melhor as propagandas para cada usuário, ao ponto que o mesmo vai desconsiderando o que não lhe agrada.

FONTE: IDGNow!, por Redação.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O quê, Como e para Quem mostrar os resultados do Marketing Digital

As mídias sociais representam grande valor para ações de marketing digital, mas talvez a área de mensuração seja a mais importante e tangível delas. O problema é que o volume de métricas disponíveis sobre mídias sociais pode rapidamente tornar-se uma irresistível distração, mesmo para os interessados. Não tenho dúvida que a mensuração deve estar no centro das estratégias sociais em ambientes digitais, mas para manter a equipe focada é preciso criar modelos de relatórios padronizados e freqüências para diferentes tipos de stakeholders: comunicação frequente de métricas para diretores, gerentes, supervisores, equipe; ou por campanha; ou ainda relatórios sobre branding e de avaliação de desempenho do marketing; nunca esquecendo do retorno real em negócios, com indicadores financeiros relacionados a comunicação utilizada nas mídias sociais.

Diferentes necessidades exigem diferentes tipos de métricas das mídias sociais, tudo depende do seu papel na empresa.

Ações de marketing digital criam um volumes enormes de dados, centenas de métricas controladas por gerentes, agências, fornecedores, em muitos casos estas métricas são coletadas, avaliadas e distribuídas de forma indiscriminada em todas as organizações. No entanto, nem toda métrica realmente importa ao seu negócio, pois enquanto alguns precisam acompanhar e entender os benefícios de diferentes ações nas mídias sociais como um todo, outros precisam de uma análise de desempenho individual das ações.

Em uma pesquisa recente da Forrest foram identificados três grupos de stakeholders que regularmente exigem insights sobre o desempenho das ações de marketing digital:
1) os estrategistas de marketing digital e gestores, que analisam a implementação de novas ações de marketing digital no dia-a-dia;
2) os gerentes de marketing e executivos, que precisam saber se o marketing digital está realmente agregando valor para área de marketing, e
3) as principais unidades de negócio, que precisam tomar decisões sobre o impacto do marketing digital na empresa como um todo (figura 1).

Como o papel de cada uma destas áreas tem interesse muito diferentes, é natural que cada um concentre-se em diferentes tipos de métricas. O relatório “The ROI of social media marketing” do Forrester apresentou quatro perspectivas fundamentais ao qual as análises de performance das mídias sociais mais agregam valor: a perspectiva digital, a perspectiva da marca, a perspectiva financeira, e a pespectiva da gestão de riscos. Cada grupo interessadao deve se concentrar principalmente na perspectiva que pode ajudá-lo a atingir seus objetivos de forma mais eficiente.

O pessoal que cuida da área de marketing digital precisa dos dados em tempo real para alinhar o percurso da comunicação, tratar possíveis problemas ou ainda aproveitar oportunidades que venham a surgir, nesse caso, pela velocidade exigida e quantidade de dados envolvidas, obviamente que precisam de relatórios mais analíticos e com grande quantidade de informações específicas. Por outro lado, os executivos da empresa só podem verificar o resultado do impacto do investimento em marketing digital quando analisam o investimento dentro de um período específico de tempo, quando cruzados com resultados financeiros, sendo assim, obviamente, exigem relatório mais sintéticos e que atendam estas suas necessidades.

Stakeholders diferentes precisam de diferentes tipos de relatórios sobre mídias sociais, conforme pode ser verificado nesse quadro abaixo:


FONTE: HEAD OF DIGITAL STRATEGY, por Ricardo Cappra.

Micro e pequenas empresas faturam 10,3% a mais em maio de 2012, segundo Sebrae-SP

O faturamento real das micro e pequenas empresas (MPEs) apresentou um aumento de 10,3% em maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011. A informação faz parte da Pesquisa de Conjuntura divulgada nesta quarta-feira pelo Sebrae-SP.

Na contramão dos principais índices de produção industrial e perspectivas do setor para a economia brasileira, a pesquisa com as MPEs paulistas demonstrou grande otimismo. Com relação às expectativas para junho, 31% dos entrevistados projetavam aumento do faturamento de suas empresas – a maioria (54%) acredita que esse indicador se manterá estável.

Segundo Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, as micro e pequenas empresas estão diretamente ligadas ao mercado interno brasileiro e têm uma grande dependência do consumidor final. “Apenas 14%, em média, do faturamento das MPEs vem de grandes e médias empresas ou do governo. O percentual de exportação nas vendas também ainda é baixo”, diz. Essa condição acaba gerando uma situação mais favorável para o desempenho dos negócios, protegida da crise internacional e das oscilações da economia.

Para Caetano, a evolução favorável do emprego e da renda na economia também contribuiu para o resultado das MPEs no período. De acordo com o superintendente, houve avanço da massa salarial e queda nos índices de desemprego no período.

Indústria se recupera

O setor de serviços mantém a dianteira no movimento de crescimento dos negócios das MPEs, mas aindústria dá sinais de recuperação dos seus níveis de atividade. No mês de maio de 2012, o setor industrial teve um crescimento de 11,5%, o comércio, de 6,9% e o setor de serviços, de 14,7%. Segundo Caetano, esse foi o segundo resultado positivo e consecutivo da indústria – em abril, o setor teve crescimento de 6,6% no faturamento.

As MPEs também apresentaram um resultado positivo na comparação de maio com abril, com um aumento de 5,8% no faturamento real.

A Pesquisa de Conjuntura Indicadores Sebrae-SP é realizada mensalmente, com 2.716 micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo.

FONTE: PEGN, por Júlia Pitthan

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

6 erros para se evitar nas mídias sociais

Grandes nomes do varejo online e offline nos servem de exemplo do que não fazer em mídias interativas como o Twitter e o Facebook. Não é de hoje que erros com marketing em mídias sociais são temas de discussão quando o assunto são as ações nessas redes. Grandes nomes do varejo online e offline nos servem de exemplo do que não fazer em mídias interativas como o Twitter e o Facebook.

Contudo, os erros sempre servem para um aprendizado. Nesse sentido, podemos destacar alguns tópicos para que sua empresa não caia na armadilha de apresentar uma imagem negativa aos e-consumidores através das redes. Analise e, se necessário, corrija-se:

Falta de planejamento

O primeiro erro grave que uma empresa comete no mercado virtual é estar fora das mídias sociais. O segundo é entrar nelas sem qualquer planejamento. Para planejar o que será publicado nas mídias, é preciso pensar em como este canal pode ajudar no crescimento de seu empreendimento: se em marketing, em divulgação, em atendimento, em um canal para tirar dúvidas, etc;

Falta de especificação

Outro erro muito comum cometido em mídias sociais é a mistura de um perfil pessoal com um profissional. Além de não ser ético, integrar as duas coisas em uma só conta é inútil, pois o consumidor está interessado em sua loja, não em suas observações pessoais. Por isso, não poste fotos e mensagens pessoais em seu perfil empresarial;

Falta de consideração

As mídias sociais se tornaram mais um canal que possibilita o contato entre empresa e consumidor. Dessa forma, é necessário estar atento às interações de seu público para não deixar o cliente sem resposta. Além disso, ignorar o cliente propositalmente não é uma atitude profissional, e pode pôr sua reputação em risco. Interaja com o cliente sempre, inclusive quando se tratar de críticas;

Falta de senso

Como visto no link acima, o grande erro das empresas virtuais está em seu conteúdo. Por isso, tenha em mente que seu consumidor deve ser atraído à sua loja através de informações relevantes, úteis, que lhe chamem a atenção. Trabalhe suas postagens de forma criativa, mas seja sempre ético;

Falta de profissionalismo

Um perfil empresarial, por mais que seja criticado, xingado ou insultado, nunca deve responder na mesma moeda. Isso porque, independente do que o consumidor exaltado lhe diga, sempre espera-se uma postura profissional da empresa. Ou seja, nunca revide as críticas de seus clientes, mas trate-os de maneira respeitosa e ética;

Falta de humildade

Errou diante de seu público nas mídias sociais? Tire a informação do ar e desculpe-se o mais rápido possível. Além de ser uma tentativa de se justificar é, sem dúvida, uma maneira eficaz de reorganizar sua imagem diante do mercado virtual e perante seus potenciais consumidores. Veja bem: só apagar o erro não é a solução, é necessário que haja uma retratação por parte do empreendimento.

FONTE: Administradores, por Felipe Martins.

E-mail marketing: chegada à era da relevância e do engajamento

Que o e-mail marketing viveu uma fase de transição, saindo da era de massificação de disparos e chegando ao conceito de segmentação, ou seja, e-mail marketing comorelacionamento, já se sabe. No entanto, relevância e, principalmente, engajamento são conceitos que merecem uma atenção especial, e, talvez, uma era própria na história do e-mail marketing.

Durante todo o processo de aculturamento das empresas às boas práticas, em que se pregava constantemente que e-mail marketing não deve ser usado para prospecção, mas sim como uma ferramenta de comunicação com o usuário, relevância sempre foi um dos pontos levantados. Porém, o principal conceito utilizado era de que a boa campanha de e-mail marketing cria relacionamentos, é conveniente, prestativa, informativa, importante e desejada pelo destinatário.

No entanto, hoje, relevância ganha cada vez mais importância. Não basta apenas criar a peça certa para o usuário certo. É preciso que haja engajamento. No dicionário, engajamento significa comprometimento e empenho, e o engajamento no e-mail marketing é isso: que o usuário não só interaja com suas campanhas, mas que se comprometa a receber bem suas peças e sempre tenha qualquer tipo de interação com elas.

Em tempos em que é cada vez mais difícil alcançar diretamente a caixa de entrada do usuário – segundo dados da Return Path, somente 64% dos e-mails têm o destino alcançado -, o engajamento é essencial. Fazer com que o cliente interaja com sua peça e perceba que suas campanhas são interessantes, que quer continuar recebendo e vê com bons olhos esse relacionamento, é fundamental para o sucesso das ações de e-mail marketing.

Como principal meio para alcançar esse grau de engajamento está a relevância. Não basta segmentar e fazer uma peça voltada a promoções de artigos esportivos para um usuário fã de esportes. Muitas vezes, somente criar as mesmas campanhas com promoções de tênis e algumas camisas não é eficiente, pois, após uma sequência de três ou quatro interações, a relevância acaba tornando-se limitada, com os e-mails sendo deletados automaticamente, o que aumenta as possibilidades de que caiam na blacklist.

É preciso ir além e entender quais as verdadeiras necessidades desse usuário e oferecer soluções para ele. Para qual time torce? Mês de aniversário? Ofertas especiais? Frete grátis? É preciso ser relevante e inovar.

Mantendo a relevância e a atenção do cliente sempre em alta, o engajamento pode não acontecer nas primeiras peças, mas a interação sempre garantirá um bom recebimento, aumentando não só as chances de se encaixar na parcela dos e-mails que vão direto para a caixa de entrada, mas também de alcançar o tão sonhado ROI.

FONTE: Mundo do Marketing, por Experian Virtual Target.

Mudanças no Facebook irritam usuários; saiba como revertê-las

É usuário do Facebook? Ficou irritado com algumas das recentes mudanças na rede? É para o seu bem, diz a empresa, sobre as alterações realizadas sem muito alarde.

A última, ocorrida na semana passada, foi uma mudança no e-mail de contato no perfil do usuário. Quem exibia endereço que não um do próprio Facebook passou forçadamente a ostentar um e-mail "@facebook.com" ­--em alguns casos, com nome de usuário escolhido automaticamente pelo site.

Nessa e em outras situações, o Facebook justifica as alterações como uma contribuição para a experiência do membro da rede social.

Editoria de Arte/Folhapress


Sobre a troca de e-mail, a empresa diz, via porta-voz, que queria "dar consistência" ao usuário e poupá-lo de migrar de um serviço a outro enquanto fala com amigos.

É possível reverter a mudança --o que não evitou a irritação de quem teve dados modificados. "Ditadura no Facebook?", postou um usuário do Twitter. "Que palhaçada, hein!", disse outro.

Ao "Wall Street Journal", uma porta-voz afirmou que o Facebook "provavelmente devia ter explicado melhor" a mudança aos usuários. Em abril, a empresa informara apenas que o endereço para acessar a linha do tempo seria o mesmo do e-mail do usuário no Facebook, sem esclarecer como isso ocorreria.

Outra modificação recente também foi respaldada por um discurso de boas intenções: "Para ajudar as pessoas a encontrar novas páginas, eventos e outros dados interessantes, os usuários agora podem ver postagens de uma página que o amigo curtiu", anunciou a empresa.

Mas a novidade gerou confusão: no exemplo do infográfico acima, um usuário que curtira a página do site de notícias "The Huffington Post" viu seu nome vinculado a uma reportagem, publicada no veículo, sobre uma pesquisa que traçava o perfil dos homens que mais traem.

Há poucos dias, o Facebook ativou um recurso que permitia localizar usuários fisicamente próximos, gerando questionamentos sobre invasão de privacidade. "Facebook, seu malvado", disse uma usuária do Twitter.

A empresa afirmou que se tratava de um teste interno e tirou o serviço do ar.

FONTE: Folha de S.Paulo, por Leonardo Luís.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Consumidores esperam respostas mais rápidas nas redes sociais, afirma pesquisa


Estudo descobriu que 51% dos usuários do Facebook esperam respostas no mesmo dia para dúvidas ou queixas postadas

A Oracle anunciou os resultados de seu relatório Consumer Views of Live Help Online 2012. Durante a pesquisa, a companhia entrevistou mais de três mil consumidores do mundo todo a respeito de seus hábitos de uso dos canais de atendimento como call centers, chat ao vivo, clique para chamar e email.

Em comparação com pesquisa semelhante realizada em 2009, os consumidores estão online com maior frequência e mais propensos a usar a ajuda em tempo real. Com isso, eles aumentaram as expectativas em relação ao atendimento ao cliente por intermédio das mídias sociais e dos sites das empresas.

Segundo o documento, em 2012 os usuários de mídias sociais esperam respostas rápidas. Mais da metade dos usuários do Twitter espera uma resposta pessoal, no prazo de até duas horas, após tuitar uma pergunta ou reclamação. Já 51% dos inscritos no Facebook esperam respostas no mesmo dia para dúvidas ou queixas postadas nessa rede social.

Além disso, como os consumidores passam mais tempo online, confiam mais na ajuda em tempo real. De acordo com o relatório, metade dos consumidores em todo o mundo navega na internet e pesquisa produtos online diariamente, um número duas vezes maior se comparado com a pesquisa feita em 2009. O uso do atendimento online também está em alta: 50% dos consumidores usam a ajuda em tempo real em comparação aos 37% que recorriam a esse recurso há três anos.

Os consumidores da América Latina são mais propensos a contar com a presença das empresas nas mídias sociais: 84% dos consumidores entrevistados no México e Brasil usam o Facebook, sendo que 63% deles afirmam que esperam contar ainda mais com a presença das empresas nessa rede social.

Seguindo a tendência de 2009, a ajuda em tempo real permanece entre os três recursos mais importantes para os consumidores. Eles esperam encontrar ajuda no site de uma empresa, ao lado de informações detalhadas sobre os produtos e serviços, bem como o acesso às contas pessoais.

“Por acessar os sites on-line com muito mais frequência, os consumidores esperam interagir com os representantes do atendimento ao cliente das empresas enquanto navegam”, disse Mike Webster, vice-presidente sênior e diretor geral da Oracle Retail. “Quando o cliente visita o site da empresa ou sua página em uma mídia social, deve haver um link claro para uma pessoa do atendimento ao cliente esteja apta a atender o consumidor”, finalizou Webster.

Você costuma buscar ajuda online? e o que espera de uma empresa quando entra em contato com ela por meio das redes sociais.

FONTE: Social MX

O Google e os velhinhos digitais

Como seria se as campanhas norte-americanas mais icônicas fossem refeitas exclusivamente para a internet? Este questionamento levou o Google a criar o projeto Re:Brief, criado para ser exibido no Festival de Cannes. No seminário que se desenrolou nesta sexta-feira, no auditório Debussy, Harvy Garbor, Amil Gargano, a dupla Howie Cowen e Bob Pasqualina e Paula Green voltaram a ser estrelas da propaganda.

Os cinco publicitários são tidos como lendas. Respectivamente, foram responsáveis por dar consistência às marcas Coca-Cola, Volvo, Alka Seltzer e Avis. “Fiquei surpreso que alguém ainda se lembre do que fizemos em 1963”, contou o diretor de Arte Bob Pasqualina, ao descrever reação ao ser convidado para integrar o projeto. “Naquele tempo havia apenas a mídia de massa. Hoje, o desafio e enorme por causa da grande quantidade de informação que se tem para entender”, disse.

Re:Brief envolveu mais pessoas. Seguidas reuniões uniram a "velha guarda" aos atuais representantes das empresas e profissionais do Google para que nao houvesse distorções na apresentação do produto final. Parte dos encontros foi exibida no seminário como um convite à apresentação oficial, que acontece hoje às 19h. “Encontrar com o cliente cara a cara é bem diferente de falar por telefone. Não é porque conseguimos resolver problemas apertando um botão, que não vamos mais nos ver para discutir”, avaliou a redatora Paula Green.

A transformação das campanhas aconteceu com a ajuda do YouTube. Por meio de ferramentas de edição, foi possível renovar o formato clássico ao mesmo tempo em que os elementos antigos eram revitalizados. A trilha sonora de um dos vídeos remetia ao black sound de 1970. “A tecnologia realmente muda o jeito de contar uma história”, observou Pasqualina. Houve interação com os usuários durante a ação. Eles podiam enviar histórias com até 140 caracteres, que depois viravam video animado de 30 segundos.

Os publicitários deram tom nostálgico à palestra, relembrando quando dedicavam suas vidas à propaganda. “A atmosfera era diferente”, contou o redator Howie Cohen ao lembrar que a presença dos filhos dos publicitários nas agências tornava mais intenso e único o proceso criativo. Apesar disso, Amil Gargano considera que o modo como se pensa o briefing não sofreu alterações significativas. “As perguntas são sempre as mesmas: temos de saber do que estamos falando, onde chegar e como fazer”, explicou.

Para Paula Green, a evolução tecnológica em nada impacta a qualidade de um trabalho publicitário. “Se quiser uma boa propaganda, não importa qual tecnologia se usa”, resumiu. Ao avaliar o resultado do projeto, a redatora que revigorou a Avis na década de 1960 disse não ter se envolvido diretamente na elaboração dos trabalhos. Contou que sua principal função foi resgatar a essência da propaganda e garantir que o sentimento original não fosse perdido em meio a tantas discussões.

Houve conselhos também. Segundo os mais velhos, os aspirantes a publicitários devem, sobretudo, acreditar no trabalho que desenvolvem e buscar empresas e pessoas que os ajudem a deslanchar no mercado. “Não desistam”, incentivou Paula.

Veja o vídeo:


FONTE: AdNews, por Marcelo Cripa.