Mostrando postagens com marcador noticias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador noticias. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Brasileiros acreditam que Facebook e LinkedIn substituirão currículo

Além do Brasil, estudo revela outros quatro países que acreditam na força das redes sociais. Os executivos brasileiros ocupam a primeira colocação entre os que mais acreditam que as redes sociais como LinkedIn e Facebook poderão substituir, um dia, os tradicionais currículos de profissionais do mercado. De acordo com uma pesquisa da Robert Half, dos 1.876 diretores de Recursos Humanos consultados, 34% dos entrevistados do País demonstraram acreditar em tal substituição.

A expectativa se manteve positiva ainda em outros países, como na Holanda, Chile, Itália e Suíça. "Enquanto três em cada dez executivos da Holanda apostam na mudança do currículo tradicional para as redes sociais, na Suíça, esse número é de 14%", informa a pesquisa.

À seguir, confira a relação dos países que acham que os currículos serão substituídos por perfis nas redes sociais.

TOP 5
PosiçãoPaís% 
1 Brasil 34%
2 Holanda 30%
3 Chile 29%
4 Itália 16%
5 Suíça/Luxemburgo 14%
Fonte: Robert Half

Eficiência em jogo

Somente quando questionados sobre a eficiência das redes sociais como ferramentas de recrutamento é que a situação muda um pouco. Enquanto os alemães consideram as redes pouco eficientes, com 67% das menções, a China enxerga o recurso de forma muito promissora: 64% dos chineses acreditam na eficiência das redes sociais para recrutar novos candidatos. Em Cingapura e no Brasil, entretanto, esses números ficam em 56% e 54%, respectivamente.

"No Brasil, as redes sociais são utilizadas para verificar as referências de potenciais candidatos, segundo 25% dos executivos brasileiros entrevistados. Já outros 24% costumam utilizar tal recurso para se comunicar com os profissionais e 21% para selecioná-los", diz a pesquisa.

Na média global, a principal utilidade apontada por 26% dos executivos é a seleção e comunicação com candidatos.

FONTE: Administradores, por Infomoney

SoLoMo, o futuro é social, local e móvel.

Para quem gosta de novos termos, a internet é o local certo. Todos os dias na área da tecnologia surgem novos termos, hoje vamos entender um pouco melhor o que é SoLoMo, um termo que tem ganho mais destaque na área de ações em marketing digital nos últimos tempos.

SoLoMo, apesar de ser um nome meio engraçado, é a abreviação para social, local and mobile ou “social, local e móvel”. Este termo tenta explicar o que muitos acreditam ser o futuro da comunicação e principalmente das ações de marketing.


POR QUE SOCIAL?

As mídias sociais, redes sociais, ou chamem elas como quiser, são ferramentas inegavelmente importantes para a sociedade conectada em que estamos vivendo. Estas ferramenta são, acima de tudo, sociais. Tudo isto mostra que as pessoas está se conectando cada vez mais, e isso mostra também que as empresas também precisam ser mais sociais.

Não precisamos defender aqui a importância do social, não é mesmo? Sabemos que ele esta presente no nosso dia-a-dia já.

POR QUE LOCAL?

Local se refere ao espaço geográfico. A internet foi aclamada por conseguir conectar o mundo (claro que nem todos estão na internet ainda, mas você entendeu a questão) e faz isso muito bem, de fato. Você pode estar em praticamente qualquer lugar do mundo e, tendo conexão a internet, poderá conversar com pessoas que estão do outro lado do planeta, visitar sites da Ásia, Europa, América ou de onde for direto da sua casa.

Mas nos últimos anos a internet tem andado para o caminho inverso, conectando as pessoas próximas geograficamente. E isto que o “local” significa, é o poder que a comunicação tem de também conectar as pessoas próximas. Podemos colocar nessa categoria o sucesso do Foursquare, Google Maps e o crescimento dos serviços baseados em geolocalização.

POR QUE MOBILE?

O mobile é uma área praticamente inexplorada em relação a comunicação dentro do nosso país, não que não haja, mas há muito pouco em relação ao potencial. Em outros países os dispositivos móveis estão sendo explorados muito mais que aqui, mesmo o Brasil sendo um dos países onde há mais linhas telefônicas móveis do que pessoas.

Ser móvel não é apenas uma tendência de marketing ou comunicação, é uma tendência do ser humano que quer se sentir mais livre dos computadores, não quer ficar sentado em um computador o dia inteiro. Usar um smartphone ou um tablet é algo que torna o usuário mais livre, e automaticamente torna ele um consumidor diferente.

TEM ALGUM EXEMPLO?

Tem sim, o Foursquare. Essa rede social, que não é tão grande quanto um Facebook, mas já mostrou o seu valor, principalmente por estar no mercado a um certo tempo, mostrando que não é apenas uma febre.

O Foursquare é um dos melhores exemplos sobre o SoLoMo:

Local: Serviço é baseado em checkins, servindo para encontrar novos lugares dentro da sua localidade e através de recomendações de outras pessoas;

Social: Além dos checkins, o Foursquare é conhecido pelo seu relacionamento entre os usuários, sejam nas competições de pontuação (e prefeituras), mas também nas recomendações que os usuários deixam em todos os locais;

Mobile: Uma das principais características deste serviço talvez seja o seu foco em mobile. Sim, ele tem uma interface desktop, mas ela ganhou um “reforço” apenas nos últimos tempos e mesmo assim você ainda não pode fazer checkin através dela.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

Marketing de conteúdo e relações públicas na prevenção de crises

Um dos grandes erros das empresas é entrar no online e esquecer o offline − como se todos os problemas fossem ser resolvidos por esse meio −, ou não cuidar do offline primeiro para depois entrar bem na internet. Assim, as empresas ficam muito mais suscetíveis a crises.

Normalmente, as crises começam ou tem sua razão no offline. Agressões, reclamações e críticas não devem ser deixadas em segundo plano, devendo haver esforços imediatos para levantamento da situação e solução, sob pena de estourar uma crise, que pode ser pequena ou gigantesca, a depender da influência e esforços de quem a suscitou/iniciou.

E os conteúdos postados nas mídias sociais, nos blogs e em outros canais online devem ser um reflexo do que a empresa é e como ela age no mundo físico. Por quê? Porque atualmente muitas ações de marketing acontecem do online para o offline, e o maior suporte dessas ações são os conteúdos, por isso os clientes esperam que as boas experiências e lembranças que tiveram no online se afirmem também no offline − e vice-versa. E para que essas experiências e lembranças sejam boas, é preciso que o conteúdo seja informativo, educativo, que ajude, que entretenha, para gerar confiança, aproximação e respeito − e até lealdade − pela marca.

Principais erros cometidos por empresas ao produzir conteúdo para a internet:
:: O principal erro é não conhecer bem seu negócio e não ter um público-alvo definido ou não conhecê-lo, pois o processo deve começar com análise do mercado, como no início de qualquer estratégia.

:: Não determinar que função os conteúdos cumprirão e quais objetivos serão alcançados é um grande erro, isto é, produzir conteúdo por produzir, sem saber exatamente a que propósito está servindo – tem que ser estratégico.

Os demais de destaque são: não ter um plano editorial e periodicidade estabelecida; não respeitar as peculiaridades de organização de conteúdo e leitura na internet − muitas vezes apenas “colando” conteúdos de materiais impressos −; e não dar prioridade para a clareza e correção da linguagem, leia-se revisão de textos, o que pode ser muito negativo para a imagem e credibilidade da marca.

Vantagens da produção de conteúdo estratégico
A principal delas é ter um marco, um lugar na internet, dada sua importância na vida das pessoas. A seguir, vem a possibilidade de ser vista como referência na área em que atua, desde que mostre e compartilhe seus conhecimentos e experiências com a comunidade. Essa referência gera a confiança que pode se converter em oportunidades de negócios nos momentos de necessidade dos clientes e prospects.

Evitando crises com produção de conteúdo
É plenamente possível, por meio da produção de conteúdo estratégico, evitar danos, pois a partir do momento que as empresas começam a se mostrar, a dialogar e a ter uma relação de fato com os consumidores e outros públicos , cria-se uma espécie de blindagem por antecipação, porque o conteúdo gerou admiradores e advogados da marca, e, mesmo que ela pise na bola, esses defensores lembrarão das atitudes passadas.

Ter um histórico de bons antecedentes é fundamental nos momentos de crise e, quando esta estoura, em conjunto com uma comunicação eficaz, é mais fácil controlar e neutralizar maiores propagações e danos. Ou seja, o trabalho maior deve ser antes, e não depois das crises; deve-se atuar na prevenção, e não na “remediação” – e o maior suporte é o conteúdo informativo, educativo, evangelizador.

Cada crise tem sua especificidade, por isso deve haver sensatez e atitude imediata e responsável, sem ficar terceirizando a culpa, e então montar as estratégias de comunicação por conteúdos com a imprensa, em blogs próprios e parceiros, nas mídias sociais e nos demais ambientes alcançados.

Ter envolvimento com os usuários, investigando-os, conhecendo-os e falando de assuntos que cercam o negócio (e não apenas mirando no seu próprio umbigo) e ter políticas (não restritivas, mas inclusivas e participativas) de uso de redes sociais e planos de comunicação, seja antes ou depois das crises, são pontos fundamentais num trabalho de relações públicas centrado no conteúdo.

FONTE: Mundo do Marketing, por Newton Alexandria

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Por que continuamos usando o Facebook?

Pesquisa revela o motivo da rede social mais famosa do mundo ainda não ter “Orkutizado”. Você conhece a história do Orkut. Era a rede social mais usada no Brasil, todo mundo tinha seu perfil. Todo mundo mesmo. E essa popularidade toda cansou alguns usuários que abandonaram o Orkut em busca de um serviço mais exclusivo - acabaram migrando para o Facebook. O Orkut, como todos sabem, Orkutizou. Mas agora parece que todos tem um perfil no Facebook – seu antecessor, nos dias de glória. Por que a rede social mais popular do mundo também não “Orkutiza”?

Afinal, todos estão lá e, anos após sua ascensão, ainda acessamos a rede social todos os dias. Segundo uma pesquisa, publicada pelo Journal of Broadcasting & Electronic Media, isso acontece porque sua função foi mudando com o tempo – coisa que o Orkut, por exemplo, não fez.

Isso significa que os preceitos do Facebook de dar às pessoas “um mundo mais conectado e a habilidade de compartilhar” não são mais válidos, pelo menos não na prática. O motivo pelo qual entramos lá todos os dias, agora, é simplesmente nosso desejo de nos entreter.

Como assim? Em 2008, uma pesquisa mostrou que o motivo pelos quais as pessoas acessavam o Facebook era para fazer e manter amigos. Agora essa razão se desgastou e a maior parte dos usuários afirma que entra na rede para “passar o tempo” e para “se divertir”. Outro motivo apontado foi o desejo de expressar seus próprios sentimentos – não importando, exatamente, para quem.

A pesquisa não é perfeita – ela não aborda todos os motivos complexos individuais que podem levar a pessoa a acessar o facebook e que podem ser classificados como “passar tempo” (stalkear o ex namorado/a, saber quais colegas de faculdade não são tão sucedidos quanto você, etc.), mas já mostra que, atualmente, nossos motivos para nos engajar em uma rede social não são tão nobres quanto antigamente.

Tendo isso em vista, é óbvio que o Facebook procura se adaptar, para tornar mais fácil a vida dos usuários, mesmo que seus objetivos lá dentro mudem. Isso justificaria todas as mudanças drásticas na rede (perfis em formato de timeline, por exemplo), embora se ela tenha acertado ‘na mão’ na hora de fazê-las ainda seja questionável.

E você, concorda ou discorda com a pesquisa? Conte pra gente, nos comentários, se e por que você usa o Facebook.

FONTE: Galileu, por Redação

5 dicas das MARCAS que mais engajam fãs nas redes sociais

Veja o que Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat têm a dizer sobre como gerenciam seus perfis na rede. Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat, nesta ordem, foram os perfis de marcas que mais fizeram barulho com fãs nas redes sociais no mês de maio, de acordo com o ranking do indexSocial.

Para medir o nível de engajamento de cada marca, foram levados em conta interações como comentários, curtidas, votos, menções e retuítes no Facebook, noTwitter e no YouTube.

Além de aumentar a base de fãs em ambientes interativos, essas marcas estão conseguindo construir discussões, compartilhamentos, identificação e diversão em suas páginas.

A seguir, você vai ver: para gerar engajamento, até postar conteúdos durante a madrugada está fazendo a diferença.

Veja as dicas das cinco campeãs sociais:

1 Publique conteúdos relevantes

"Administramos as nossas páginas com diversos tipos de conteúdo, desde narrações de jogos, com posts de um em um minuto, até informativos sobre o clube, a hora do jogo,contratações, escalações, promoções com camisas ou bola autografada e ingressos", disse Rafael Neves, Gerente de Esportes da Brahma

"Vídeos exclusivos para as redes também têm um potencial gigante".

De acordo com Rafael, os 18 perfis de Brahma Futebol - um de Brahma Seleção e 17 dos clubes - são administrados pela Esporte Interativo e envolvem cerca de 25 pessoas.

"Um dos principais motivos do sucesso é que cada torcedor tem o seu ambiente, com conteúdos individuais para cada clube. Criamos um ponto de encontro dos torcedores e falamos na língua deles".

2 Esteja atento às métricas

De acordo com Bruna Buás, gerente de marketing digital de Guaraná Antarctica, um dos segredos é monitorar as atividades das páginas. "Temos métricas muito bem definidas e formas de mensurar o que efetivamente é importante para o nosso consumidor", explica.

A marca possui três pessoas na AmBev voltadas para a administração das redes sociais, além das agências DM9DDB, que faz a comunicação da marca, e Espalhe, responsável pelo conteúdo digital.

"Geralmente, qualquer tipo de conteúdo que incentive a interação e a participação dos fãs, que tenha um "call to action", gera resultado", conta Bruna.

Embora a marca atualize os perfis em qualquer horário do dia, inclusive durante a madrugada, foi possível ver por meio de métricas que a movimentação aumentava nos intervalos para refeições.

"Na hora das refeições, por exemplo, sempre postamos fotos de comidas que combinem com Guaraná Antarctica. Depois de um certo tempo, começamos a incentivar os consumidore a mandar suas próprias fotos. Essa possibilidade de fazer parte do nosso conteúdo aumentou o engajamaneto."

FONTE: EXAME, por Cris Simon.

Marco Civil, um dos passos mais importantes da história da internet no Brasil

Durante esta semana um importante passo para a internet está sendo dado. Ele pode (e deve) contar com a sua ajuda, não deixe de dar a sua opinião e participar deste importante marco para a internet dentro de nosso país.

Para quem não sabe, o Marco Civil da Internet é um projeto brasileiro que tem como principal objetivo definir melhor algumas questões relacionadas aos direitos e deveres do internauta brasileiro. O legal deste projeto é que ele foi feito em conjunto com diversas entidades e também com ajuda da sociedade.


E o Marco Civil ainda está aberto, pelo menos até o dia 06/07 (sexta-feira) você pode deixar a sua opinião/comentário sobre o estado atual do documento. O Marco Civil da Internet começou lá em 2009, e em 20011 foi enviado para a Câmara. Este projeto pode ser acessado pelo portal eDemocracia através deste link.

Vale lembrar que o Marco Civil tem três objetivos centrais: Privacidade do Usuário, Liberdade de Expressão na Internet e a Neutralidade na Rede. A privacidade do usuário se refere a como os seus dados são tratados, pois os seus dados não são mercadoria (Facebook, a mercadoria é você). O segundo ponto, da liberdade de expressão, pretende garantir que o usuário possa se expressar de forma livre, sem nenhum tipo de censura. E o terceiro se refere a uma rede neutra, uma rede que não prioriza um serviço ou outro na transmissão de dados.

Você pode encontrar mais informações sobre o Marco Civil da Internet no artigo da Wikipedia. Você também pode acompanhar a evolução do Marco Civil através do @marcocivil.

FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann via Olhar Digital.

Infográficos: um bom link building.

Muitos de vocês já devem saber que uma das coisas mais fundamentais para o trabalho de SEO é o tal do link building. Aquelas ações que fazem com que seu site ganhe links, referências externas, que farão “contar pontos” para que o Google beneficie você nos acirrados rankings das palavras-chave.

Tais ações são variadas: desde um simples post, passando por um conteúdo na rede social, até mesmo para ações mais trabalhosas como o sempre complicado guest post. O assunto do meu texto também envolve algo bastante valioso para o link building – e pode dar muito certo se você fazer da maneira correta.

De cerca de um ano pra cá, o infográfico vem tendo um papel de destaque na Internet.

Criado com propósito de informar de uma maneira mais fácil e rápida, por meio de imagens e gráficos, esta peça visual caiu no gosto dos sites e portais, se tornando um bom método de espalhar links.
Trabalhando um bom infográfico

Você deve estar se perguntando agora se é possível fazer infográfico de qualquer assunto.

Respondo com um “talvez”. Digo isso porque o infográfico depende de algumas questões para que possamos determinar a sua produção. Basicamente, analise:
Meu tema é curioso? Interessante?
Existe alguma novidade, fato inédito?
Minha pesquisa de dados rendeu?
Consigo traduzir em desenho/arte o assunto?

Respondendo perguntas como essas você já pode ter a noção se seu infográfico é “produzível” ou se vai dar algum resultado após ser montado. Muitas vezes, o desenho pode até sair bonito, mas a falta de curiosidade e aquele toque de“merecer o link” podem derrubar dias de trabalho de um designer.

Na hora da pesquisa, pense sempre nos dados e fatos. Se for trabalhar um tema específico, procure na história coisas curiosas para ilustrar e agradar ao seu futuro leitor. Pensando na prática, imagine montar um infográfico onde o link seria para um varejista. Supondo que eu falaria de um produto como a máquina fotográfica.

O que seria curioso? Qual informação relevante eu traria para meu leitor?

Um lembrete: tente fugir do clichê “evolução do produto”. Existem muitos infográficos sobre a história de determinados itens (e como ele se modificou ao longo do tempo) e a repetição de ideia pode tirar a vontade de linkar do usuário.

Talvez citar sobre lentes, talvez informações curiosas sobre o zoom (o mais poderoso, com mais alcance), diferenças de ótico e digital, dados de redes sociais de fotos, comparativos com o antigo filme fotográfico, enfim… Coloque a cabeça para funcionar.
Não esqueça do Social

Beleza. Você pesquisou, achou interessante, linkável e produziu uma bela peça em termos visuais e informativos. Na hora de publicar em seu site/blog, por favor,não esqueça dos botões de social (plugins) e, Principalmente, o código de embed.

Esses dois pontos são facilitadores para que seu infográfico ganhe a rede, passando de pessoa em pessoa, de site em site e, consequentemente, aumentar a relevância de sua página.

No embed code, coloque no meio de tanta letra e símbolo o link para seu site, daí o ponto chave para o link building, aquele que vai funcionar para melhorar o rankeamento no Google, fazendo o SEO correto.

E, para encerrar, saiba usar bem a ferramenta para ganhar links. Não foque apenas em produzir infográficos para não esgotar as ideias e desenvolver trabalhos que poderiam render como posts ou guest posts, por exemplo.

No mais, coloque seu designer para ralar e boa sorte!

FONTE: Café com Blogueiros, por Ique Muniz.

Google anuncia recurso para aumentar controle sobre anúncio exibido

Caixa no canto da publicidade permitirá ocultar tipos de publicidade específica, melhorando a relevância dos anúncios oferecidos. Ao perambular pela web, já existem maneiras de se esquivar dos anúncios do Google quando se tropeça em algum deles. Ao fazer pesquisas, o usuário pode clicar em “Por que esses anúncios?” e deixar de receber propagandas de certos endereços, ou no YouTube, ao fechar os anúncios TrueView que surgem ao iniciar um vídeo. A companhia, no entanto, afirmou que irá aumentar mais ainda as maneiras de evitar anúncios indesejados, e melhorar o direcionamento da publicidade.

De acordo com um post feito no blog AdSense da empresa, será implantado “nas próximas semanas” um novo botão (em forma de ‘x’) que servirá para ocular propagandas que o usuário não considere úteis, oferecendo mais controle em relação ao tipo de conteúdo que é exibido àqueles que utilizam serviços da companhia.

A companhia de Mountain View explicou que, quando “usuários que clicarem no [x] em um anúncio, verão uma página de confirmação explicando que o anúncio foi desativado, além de um link para o Gerenciador de preferências de anúncio”. Além disso, esse tipo de seleção também ajudará na hora de direcionar melhor as propagandas para cada usuário, ao ponto que o mesmo vai desconsiderando o que não lhe agrada.

FONTE: IDGNow!, por Redação.

Imagem Profissional nas Redes Sociais

Ninguém duvida da importância das redes sociais e do espaço que elas passaram a ocupar na vida das pessoas. Muita gente, entretanto, ainda está patinando no uso das redes, confundindo o que é público e particular — ou profissional e pessoal.

É Preciso Estar Presente

A ampliação do acesso à internet, e principalmente às mídias sociais via smartphones, foi decisiva para transformar a forma como as pessoas se comunicam e têm acesso à informação. Hoje qualquer pessoa que tenha um smartphone pode ser uma fonte, fazendo inclusive o registro fotográfico dos acontecimentos. Uma pesquisa realizada pela agência de comunicação PR Oriella Network revelou que muitos jornalistas brasileiros buscam mais informações nas mídias sociais do que nas assessorias de imprensa (66,67% dos entrevistados disseram utilizar o Twitter como fonte de informação, e 40% utilizam o Facebook).

Diante desse quadro, com mais de 800 milhões de pessoas e instituições no Facebook e a ampla presença de veículos de comunicação no Twitter — colunistas e fontes já referendadas no mundo off-line —, as organizações e os profissionais enfrentam o desafio de se fazerem presentes nas mídias sociais, favorecendo seu posicionamento no mercado e reforçando a rede de relacionamentos.

Como disse Philip Kotler, referência mundial em marketing: "Por favor, monitore o que falam de você na internet" — pelo menos isso. É como se estivesse acontecendo uma conversa nas mídias sociais, e quem não estiver lá não terá nem mesmo a chance de se defender caso seja necessário.

Nesse cenário, vale um alerta importante: cuidado com o que posta nas redes! O conteúdo divulgado (texto, imagem, vídeo) será imediatamente associado ao seu perfil, e, uma vez compartilhado por outros, perde-se totalmente o controle da informação. A pergunta básica pode ser, por exemplo: o que vai ser postado poderá ser visto pelo seu próximo contratante?

FONTE: Administradores, por Fábio Menezes

Pinterest ganha tradução para Português

Usuário que possui conta registrada no Brasil deve ter a página alterada automaticamente para o idioma. O Pinterest agora está disponível em dois novos idiomas: Português e Espanhol. Caso você possua uma conta no Pinterest registrada no Brasil, a página vai identificar automaticamente o seu idioma e fazer a tradução. É possível também fazer a modificação nas configurações do seu perfil, acessando o menu localizado no canto superior direito da sua tela.

Outros idiomas devem ser adicionados em breve. “Agradecemos novamente a todos os tradutores que ajudaram a tornar o lançamento de hoje possível. Se você estiver aguardando o Pinterest em seu idioma, fique ligado!”, diz o comunicado publicado em três línguas no site da rede (espanhol, português e inglês).

FONTE: Proxxima, por Redação.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O quê, Como e para Quem mostrar os resultados do Marketing Digital

As mídias sociais representam grande valor para ações de marketing digital, mas talvez a área de mensuração seja a mais importante e tangível delas. O problema é que o volume de métricas disponíveis sobre mídias sociais pode rapidamente tornar-se uma irresistível distração, mesmo para os interessados. Não tenho dúvida que a mensuração deve estar no centro das estratégias sociais em ambientes digitais, mas para manter a equipe focada é preciso criar modelos de relatórios padronizados e freqüências para diferentes tipos de stakeholders: comunicação frequente de métricas para diretores, gerentes, supervisores, equipe; ou por campanha; ou ainda relatórios sobre branding e de avaliação de desempenho do marketing; nunca esquecendo do retorno real em negócios, com indicadores financeiros relacionados a comunicação utilizada nas mídias sociais.

Diferentes necessidades exigem diferentes tipos de métricas das mídias sociais, tudo depende do seu papel na empresa.

Ações de marketing digital criam um volumes enormes de dados, centenas de métricas controladas por gerentes, agências, fornecedores, em muitos casos estas métricas são coletadas, avaliadas e distribuídas de forma indiscriminada em todas as organizações. No entanto, nem toda métrica realmente importa ao seu negócio, pois enquanto alguns precisam acompanhar e entender os benefícios de diferentes ações nas mídias sociais como um todo, outros precisam de uma análise de desempenho individual das ações.

Em uma pesquisa recente da Forrest foram identificados três grupos de stakeholders que regularmente exigem insights sobre o desempenho das ações de marketing digital:
1) os estrategistas de marketing digital e gestores, que analisam a implementação de novas ações de marketing digital no dia-a-dia;
2) os gerentes de marketing e executivos, que precisam saber se o marketing digital está realmente agregando valor para área de marketing, e
3) as principais unidades de negócio, que precisam tomar decisões sobre o impacto do marketing digital na empresa como um todo (figura 1).

Como o papel de cada uma destas áreas tem interesse muito diferentes, é natural que cada um concentre-se em diferentes tipos de métricas. O relatório “The ROI of social media marketing” do Forrester apresentou quatro perspectivas fundamentais ao qual as análises de performance das mídias sociais mais agregam valor: a perspectiva digital, a perspectiva da marca, a perspectiva financeira, e a pespectiva da gestão de riscos. Cada grupo interessadao deve se concentrar principalmente na perspectiva que pode ajudá-lo a atingir seus objetivos de forma mais eficiente.

O pessoal que cuida da área de marketing digital precisa dos dados em tempo real para alinhar o percurso da comunicação, tratar possíveis problemas ou ainda aproveitar oportunidades que venham a surgir, nesse caso, pela velocidade exigida e quantidade de dados envolvidas, obviamente que precisam de relatórios mais analíticos e com grande quantidade de informações específicas. Por outro lado, os executivos da empresa só podem verificar o resultado do impacto do investimento em marketing digital quando analisam o investimento dentro de um período específico de tempo, quando cruzados com resultados financeiros, sendo assim, obviamente, exigem relatório mais sintéticos e que atendam estas suas necessidades.

Stakeholders diferentes precisam de diferentes tipos de relatórios sobre mídias sociais, conforme pode ser verificado nesse quadro abaixo:


FONTE: HEAD OF DIGITAL STRATEGY, por Ricardo Cappra.

Micro e pequenas empresas faturam 10,3% a mais em maio de 2012, segundo Sebrae-SP

O faturamento real das micro e pequenas empresas (MPEs) apresentou um aumento de 10,3% em maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011. A informação faz parte da Pesquisa de Conjuntura divulgada nesta quarta-feira pelo Sebrae-SP.

Na contramão dos principais índices de produção industrial e perspectivas do setor para a economia brasileira, a pesquisa com as MPEs paulistas demonstrou grande otimismo. Com relação às expectativas para junho, 31% dos entrevistados projetavam aumento do faturamento de suas empresas – a maioria (54%) acredita que esse indicador se manterá estável.

Segundo Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, as micro e pequenas empresas estão diretamente ligadas ao mercado interno brasileiro e têm uma grande dependência do consumidor final. “Apenas 14%, em média, do faturamento das MPEs vem de grandes e médias empresas ou do governo. O percentual de exportação nas vendas também ainda é baixo”, diz. Essa condição acaba gerando uma situação mais favorável para o desempenho dos negócios, protegida da crise internacional e das oscilações da economia.

Para Caetano, a evolução favorável do emprego e da renda na economia também contribuiu para o resultado das MPEs no período. De acordo com o superintendente, houve avanço da massa salarial e queda nos índices de desemprego no período.

Indústria se recupera

O setor de serviços mantém a dianteira no movimento de crescimento dos negócios das MPEs, mas aindústria dá sinais de recuperação dos seus níveis de atividade. No mês de maio de 2012, o setor industrial teve um crescimento de 11,5%, o comércio, de 6,9% e o setor de serviços, de 14,7%. Segundo Caetano, esse foi o segundo resultado positivo e consecutivo da indústria – em abril, o setor teve crescimento de 6,6% no faturamento.

As MPEs também apresentaram um resultado positivo na comparação de maio com abril, com um aumento de 5,8% no faturamento real.

A Pesquisa de Conjuntura Indicadores Sebrae-SP é realizada mensalmente, com 2.716 micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo.

FONTE: PEGN, por Júlia Pitthan

Tuiteiros sugerem manipulação em enquete da Globo

A grande final da Taça Libertadores da América deixará uma lembrança desagradável para o personagem Louro José e a produção do "Mais Você", da Globo. O papagaio de Ana Maria Braga se tornou alvo de uma campanha no Twitter em razão do jogo de hoje, em que Corinthians enfrenta o Boca Juniors pelo título inédito ao clube brasileiro.

Corintiano declarado, o personagem pediu à apresentadora permissão para ir ao Pacaembu assistir à partida. Então foi promovida uma votação pelo site da Globo: "Ana Maria deve liberar o Louro para assistir à final?" E foi aí que a internet entrou em ação.

A tuiteira Bic Miller, criadora do blog de humor Morri de Sunga Branca, criou uma campanha contra a ida do papagaio. A enquete, que de acordo com Mauricio Stycer, do UOL, registrava mais de 90% de votos favoráveis, foi invertida e, nesta manhã, 75% não queriam ver Louro José no estádio.

Quando o programa começou, a própria Ana Maria se pronunciou, dizendo que muita gente estava votando. Uma hora depois, justificou a então vitória do "não" com a afirmação de que torcedores de outros times votavam contra.

Pelo Twitter, o papagaio se pronunciou: "Tem uma idiota de um site fuleiro, que eu nunca ouvi falar, um tal de sunga branca, que jura que é popular. Segundo ela, a votação virou porque ela pediu para as pessoas votarem ‘não’ no site. Tá se achando demais hein de tanga branca? E ainda disse que só a Ana gosta de mim, concordam?"

Depois, o perfil de Tom Veiga, que interpreta o personagem, soltou: “A Ana Maria não manda em mim, aliás, ninguém manda!” A esposa dele, Alessandra Veiga, usou a mesma conta para subir mais o tom: "Eu tô c@gando pra essa votação. O Tom vai ao jogo de mesmo jeito, só não vai passar no programa."

A votação foi encerrada com o placar apertadíssimo de 50.75% para o "sim" e 49.25% para o "não", o que revoltou os tuiteiros. A hashtag #LouroJoseDeSungabranca foi parar nos trending topics e gerou questionamento dos usuários quanto a uma possível manipulação dos dados.

Bic Miller, que conversa com os revoltosos, disse que "se serviu pra alguma coisa essa brinks com o louro josé, foi que vimos pela primeira vez com parciais uma enquete manipulada pela globo (sic)".

A reportagem tentou contatar a assessoria do Mais Você, mas não obteve retorno até a publicação.

FONTE: AdNews, por Redação.

Será que o Google+ conseguiu encontrar seu caminho?

Um ano após sua estreia, rede social pode se tornar um conector para todos os serviços da Google e enfrentar para valer o Facebook. O Google+ está alcançou um marco importante nesta semana. A novata rede social do Google atingiu seu primeiro aniversário. Isso mesmo, há um ano a gigante lançou sua própria rede social. E enquanto ele é um concorrente distante para a rede social mais acessada do mundo, o Facebook, Google+ está encontrando seu próprio nicho de atuação - ela está se tornando o centro de todos os serviços da Google.

"O Google+ está no centro dos nossos esforços para criar uma simples e mais intuitiva experiência para todos os usuários do Google", disse o vice-presidente sênior de engenharia da Google, Vic Gundotra, durante uma palestra matinal na conferência para desenvolvedores Google I/O na quarta-feira (25/6). "Queremos apresentá-la como uma experiência única e não um monte de produtos desconectados."

Embora o Google+ tenha atingido seu aniversário na quinta-feira (28/6), houve muito pouco para se falar da rede social e nenhuma única menção sobre isso durante as palestras na Google I/O daquele dia.

No entanto, na quarta-feira, primeiro dia da Google I/O, que é a maior conferência do ano da empresa, a gigante anunciou uma versão do Google+ para tablets Android e uma para iPad. O Google+ também lançou o recurso "Eventos", o qual é conectado ao serviço do calendário do Google.

Gundotra disse à plateia que a rede social tem agora 150 milhões de usuários ativos mensais e cerca de 75 milhões de usuários diários. Um ano após o lançamento, esses números ainda deixam Google+ bem atrás de seu principal rival, o Facebook, que possui cerca de 800 milhões de usuários em todo o mundo.

Ainda longe do líder
Mas, de acordo com Patrick Moorhead, analista da Moor Insights & Strategy, isso não é toda a história para o Google+. "Como uma rede social autônoma, o Google+ não está nem perto de se comparar ao Facebook ou ao Twitter, mas isso não é necessariamente o ponto", disse Moorhead. "O Google+ é a base para todas as coisas que conectam o Google. É a cola quemantém tudo unido. Mas para os números, está mais para uma RC Cola e não para uma Pepsi,no que se refere a competir com a Coca-Cola."

Essa definição se encaixa perfeitamente com o que Larry Page, co-fundador e CEO da Google, disse em outubro passado. Page, durante um relatório de lucros da empresa para o terceiro trimestre, disse que pretende usar o Google+ para transformar toda a experiência do Google.

"A nossa última ambição é transformar a experiência global do Google, tornando-o maravilhosamente simples, quase automática, porque entendemos o que você quer e podemos entregar isso imediatamente", disse Page. "Isso significa criar uma identidade e compartilhá-la em todos os nossos produtos, para que possamos construir um relacionamento real com os nossos usuários. Compartilhando na rede será como compartilhar na vida real todas as suas coisas."

E a empresa rapidamente começou a se mover nessa direção. No semestre passado, o Google iniciou a integração do Google+ com o Google Apps. Na época, um porta-voz disse em que engenheiros do Google trabalharam "rápida e furiosamente" para trazer recursos do Google+ para o Google Apps.

Dan Olds, analista do Gabriel Consulting Group, observou que o Google parece estar olhando para produzir recursos sociais e colaborativos para o Google+ por meio de sua linha de produtos, mas ele não tem certeza de que a rede social está à altura das expectativas da própria empresa.

E isso, acrescentou, poderia ser o porquê não haver conversas excitantes em torno do Google+ esta semana - apesar de seu grande aniversário. "Eles poderiam estar cientes de que não têm muito do que se gabar", disse Olds. "O bebê deles não está andando ou conversando ainda e, realmente, nem rastejando tanto. O Google+ não viu nada perto do crescimento meteórico que esperavam ou desejavam. Mas isso poderia ter sido o momento perfeito para fazer alguns anúncios sobre a rede social e, talvez, reacender alguma chama."

Moorhead, no entanto, disse que o Google+ tem feito progressos e está em um bom caminho. "O que eles precisam mostrar é o quão longe eles têm chegado em um ano" observou ele. "Quando você comparar com Facebook e o Twitter, um ano em desenvolvimento do Google+ parece ótimo. Google+ precisa mostrar como a integração melhora a experiência."

FONTE: IDGNow!, por Sharon Gaudin.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

6 erros para se evitar nas mídias sociais

Grandes nomes do varejo online e offline nos servem de exemplo do que não fazer em mídias interativas como o Twitter e o Facebook. Não é de hoje que erros com marketing em mídias sociais são temas de discussão quando o assunto são as ações nessas redes. Grandes nomes do varejo online e offline nos servem de exemplo do que não fazer em mídias interativas como o Twitter e o Facebook.

Contudo, os erros sempre servem para um aprendizado. Nesse sentido, podemos destacar alguns tópicos para que sua empresa não caia na armadilha de apresentar uma imagem negativa aos e-consumidores através das redes. Analise e, se necessário, corrija-se:

Falta de planejamento

O primeiro erro grave que uma empresa comete no mercado virtual é estar fora das mídias sociais. O segundo é entrar nelas sem qualquer planejamento. Para planejar o que será publicado nas mídias, é preciso pensar em como este canal pode ajudar no crescimento de seu empreendimento: se em marketing, em divulgação, em atendimento, em um canal para tirar dúvidas, etc;

Falta de especificação

Outro erro muito comum cometido em mídias sociais é a mistura de um perfil pessoal com um profissional. Além de não ser ético, integrar as duas coisas em uma só conta é inútil, pois o consumidor está interessado em sua loja, não em suas observações pessoais. Por isso, não poste fotos e mensagens pessoais em seu perfil empresarial;

Falta de consideração

As mídias sociais se tornaram mais um canal que possibilita o contato entre empresa e consumidor. Dessa forma, é necessário estar atento às interações de seu público para não deixar o cliente sem resposta. Além disso, ignorar o cliente propositalmente não é uma atitude profissional, e pode pôr sua reputação em risco. Interaja com o cliente sempre, inclusive quando se tratar de críticas;

Falta de senso

Como visto no link acima, o grande erro das empresas virtuais está em seu conteúdo. Por isso, tenha em mente que seu consumidor deve ser atraído à sua loja através de informações relevantes, úteis, que lhe chamem a atenção. Trabalhe suas postagens de forma criativa, mas seja sempre ético;

Falta de profissionalismo

Um perfil empresarial, por mais que seja criticado, xingado ou insultado, nunca deve responder na mesma moeda. Isso porque, independente do que o consumidor exaltado lhe diga, sempre espera-se uma postura profissional da empresa. Ou seja, nunca revide as críticas de seus clientes, mas trate-os de maneira respeitosa e ética;

Falta de humildade

Errou diante de seu público nas mídias sociais? Tire a informação do ar e desculpe-se o mais rápido possível. Além de ser uma tentativa de se justificar é, sem dúvida, uma maneira eficaz de reorganizar sua imagem diante do mercado virtual e perante seus potenciais consumidores. Veja bem: só apagar o erro não é a solução, é necessário que haja uma retratação por parte do empreendimento.

FONTE: Administradores, por Felipe Martins.

E-mail marketing: chegada à era da relevância e do engajamento

Que o e-mail marketing viveu uma fase de transição, saindo da era de massificação de disparos e chegando ao conceito de segmentação, ou seja, e-mail marketing comorelacionamento, já se sabe. No entanto, relevância e, principalmente, engajamento são conceitos que merecem uma atenção especial, e, talvez, uma era própria na história do e-mail marketing.

Durante todo o processo de aculturamento das empresas às boas práticas, em que se pregava constantemente que e-mail marketing não deve ser usado para prospecção, mas sim como uma ferramenta de comunicação com o usuário, relevância sempre foi um dos pontos levantados. Porém, o principal conceito utilizado era de que a boa campanha de e-mail marketing cria relacionamentos, é conveniente, prestativa, informativa, importante e desejada pelo destinatário.

No entanto, hoje, relevância ganha cada vez mais importância. Não basta apenas criar a peça certa para o usuário certo. É preciso que haja engajamento. No dicionário, engajamento significa comprometimento e empenho, e o engajamento no e-mail marketing é isso: que o usuário não só interaja com suas campanhas, mas que se comprometa a receber bem suas peças e sempre tenha qualquer tipo de interação com elas.

Em tempos em que é cada vez mais difícil alcançar diretamente a caixa de entrada do usuário – segundo dados da Return Path, somente 64% dos e-mails têm o destino alcançado -, o engajamento é essencial. Fazer com que o cliente interaja com sua peça e perceba que suas campanhas são interessantes, que quer continuar recebendo e vê com bons olhos esse relacionamento, é fundamental para o sucesso das ações de e-mail marketing.

Como principal meio para alcançar esse grau de engajamento está a relevância. Não basta segmentar e fazer uma peça voltada a promoções de artigos esportivos para um usuário fã de esportes. Muitas vezes, somente criar as mesmas campanhas com promoções de tênis e algumas camisas não é eficiente, pois, após uma sequência de três ou quatro interações, a relevância acaba tornando-se limitada, com os e-mails sendo deletados automaticamente, o que aumenta as possibilidades de que caiam na blacklist.

É preciso ir além e entender quais as verdadeiras necessidades desse usuário e oferecer soluções para ele. Para qual time torce? Mês de aniversário? Ofertas especiais? Frete grátis? É preciso ser relevante e inovar.

Mantendo a relevância e a atenção do cliente sempre em alta, o engajamento pode não acontecer nas primeiras peças, mas a interação sempre garantirá um bom recebimento, aumentando não só as chances de se encaixar na parcela dos e-mails que vão direto para a caixa de entrada, mas também de alcançar o tão sonhado ROI.

FONTE: Mundo do Marketing, por Experian Virtual Target.

Mudanças no Facebook irritam usuários; saiba como revertê-las

É usuário do Facebook? Ficou irritado com algumas das recentes mudanças na rede? É para o seu bem, diz a empresa, sobre as alterações realizadas sem muito alarde.

A última, ocorrida na semana passada, foi uma mudança no e-mail de contato no perfil do usuário. Quem exibia endereço que não um do próprio Facebook passou forçadamente a ostentar um e-mail "@facebook.com" ­--em alguns casos, com nome de usuário escolhido automaticamente pelo site.

Nessa e em outras situações, o Facebook justifica as alterações como uma contribuição para a experiência do membro da rede social.

Editoria de Arte/Folhapress


Sobre a troca de e-mail, a empresa diz, via porta-voz, que queria "dar consistência" ao usuário e poupá-lo de migrar de um serviço a outro enquanto fala com amigos.

É possível reverter a mudança --o que não evitou a irritação de quem teve dados modificados. "Ditadura no Facebook?", postou um usuário do Twitter. "Que palhaçada, hein!", disse outro.

Ao "Wall Street Journal", uma porta-voz afirmou que o Facebook "provavelmente devia ter explicado melhor" a mudança aos usuários. Em abril, a empresa informara apenas que o endereço para acessar a linha do tempo seria o mesmo do e-mail do usuário no Facebook, sem esclarecer como isso ocorreria.

Outra modificação recente também foi respaldada por um discurso de boas intenções: "Para ajudar as pessoas a encontrar novas páginas, eventos e outros dados interessantes, os usuários agora podem ver postagens de uma página que o amigo curtiu", anunciou a empresa.

Mas a novidade gerou confusão: no exemplo do infográfico acima, um usuário que curtira a página do site de notícias "The Huffington Post" viu seu nome vinculado a uma reportagem, publicada no veículo, sobre uma pesquisa que traçava o perfil dos homens que mais traem.

Há poucos dias, o Facebook ativou um recurso que permitia localizar usuários fisicamente próximos, gerando questionamentos sobre invasão de privacidade. "Facebook, seu malvado", disse uma usuária do Twitter.

A empresa afirmou que se tratava de um teste interno e tirou o serviço do ar.

FONTE: Folha de S.Paulo, por Leonardo Luís.

Os três maiores inimigos da lucratividade

Com frequência vejo gestores se queixando sobre os maus resultados de suas equipes de vendas. Em geral, as reclamações alternam-se entre dizer que as equipes estão desmotivadas, dão muito desconto ou não estão integradas. Ou ainda que os gerentes não conseguem unir a equipe em torno de uma grande causa ou que as vendas vêm caindo nos últimos anos.

No entanto, esses problemas nem sempre são os reais distúrbios que afetam empresas e seus departamentos de vendas. Um bom exemplo para entender isso vem da relação médico/paciente. As pessoas procuram um médico dizendo, por exemplo, que estão cansadas, irritadas e não sabem mais o que fazer. No entanto, é evidente que o cansaço não é a causa principal do problema, mas o sintoma de uma noite mal dormida. E essa noite mal dormida pode ter ocorrido em razão de um outro fator.

Nesses casos, é papel do médico fazer uma série de exames para detectar as reais causas do distúrbio que o paciente enfrenta. E o mesmo vale para um gestor preocupado com os resultados de sua equipe de vendas. Ele deve procurar a ajuda de um especialista que “pedirá exames” para encontrar as raízes dos problemas que, não raramente, alternam-se entre:

Falhas de recrutamento e promoção. Algumas empresas contratam ou constroem carreiras utilizando as pessoas erradas. São profissionais que não têm o perfil correto para trabalhar com aquele produto/serviço, para atuar na situação de vendas que a empresa se encontra e trabalhar em conjunto com equipe que possui. Daí a importância de ter um sistema de recrutamento e seleção estratégico. É fundamental que as empresas contratem as pessoas certas para executar as funções certas. Não bastar contratar as que se dizem vendedores, mas os que de fato são vendedores e têm as características e habilidades necessárias para isso.

Treinamentos ineficientes. Muitas empresas e profissionais se queixam que recebem treinamentos que não falam a linguagem exata da equipe. Vamos imaginar que uma empresa que vende geladeiras contrata um treinamento que há dois dias foi ministrado para vendedores de sapatos e o treinamento é absolutamente igual. Isso jamais irá funcionar. Os treinamentos devem ser customizados de acordo com o mercado e perfil da empresa e conduzidos sob medida para atender as necessidades e o perfil dos profissionais que irão acompanhá-lo.

Problemas de gerenciamento. Nós notamos nas empresas queixas terríveis de pessoas que são líderes sem ter o perfil para tal e sem conhecer técnicas de liderança. Eu costumo dizer o seguinte: se um líder marca uma reunião e as pessoas chegam atrasadas, a culpa é desse líder. Se você chega atrasado a uma reunião é porque ela não te atraiu e não tinha um motivo de existir. Ou seja, não te venderam essa reunião. E isso é só a ponta do iceberg, que esconde sérios conflitos de liderança.

Quando esses problemas têm solução
Por mais graves que sejam, 99% dos problemas têm solução e 95% das empresas conseguem implementar essas soluções. Em 1% não há solução, porque nesses casos o problema é o dono da empresa, e aí você não consegue solucionar.

Com relação aos 5% que não implementam, isso ocorre porque nesses casos é o líder que não quer que eles sejam solucionados. Afinal de contas, caso isso aconteça, essas pessoas deixarão de ocupar posições importantes na organização. Esse tipo de líder não delega, é centralizador. E como não aceita mudanças em algo que lhe diz respeito, ele finge que não é preciso mudar nada. É o suicídio empresarial.

FONTE: Mundo do Marketing, por Claudio Diogo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Um dia as celebridades ainda vão entender que o passado não se apaga da internet

O caso da Xuxa vs Google não vai ser a primeira e nem a última vez que vamos ver as celebridades desesperadas tentando remover as suas verdades expostas online. Todo mundo tem um passado, e quando se é famoso o seu passado lhe persegue. Todos nós, que não somos famosos, temos conteúdo indexado pelo Google que não faríamos muita questão de que estivesse lá.

Mas a vida é assim, não é sinônimo de justiça e isso é ainda mais perigoso para quem tem vida pública.

Casos como o da Xuxa tentando remover qualquer associação que as pessoas façam com a sua imagem e pedofilia são compreensíveis, ninguém quer esse tipo de coisa, muito menos a dita “rainha dos baixinhos”. Mas essa acaba sendo uma tarefa quase impossível quando você tem um passado como o dela, que conta com um filme onde ela contracena cenas sensuais com uma criança.

Nos últimos dias foi anunciado que o juiz entendeu o lado do Google, um processo que se arrasta desde 2010. Mas o advogado da Xuxa já respondeu e deixou claro que a história ainda não acabou, a briga continua. Talvez o próprio advogado saiba que não tem solução, mas deve estar sendo muito bem pago pela então “rainha dos baixinhos”.

O que me deixa feliz é que tudo indica que os juízes estão começando a entender que o problema é sempre mais em baixo. Talvez a justiça tenha começado a entender que o Google indexa, não hospeda as páginas. Algo que eu confesso que é difícil entender para pessoas que não são da área, de fato. Todos esperamos que isso seja bem resolvido, não queremos algum serviço bloqueado por culpa de uma celebridade que não aceita os fatos, como no caso daquela que não soube fechar as pernas na praia e isso custou o YouTube para o Brasil todo.

Mesmo que fosse tecnicamente possível remover todos os sites que tivessem alguma menção a estas questões, estaríamos entrando em um poço que não teria fundo. Não podemos esquecer que as palavras tem mais de um sentido. Xuxa é uma atriz infantil e ao mesmo tempo um nadador brasileiro. Como contextualizar?

Ops, Xuxa errado.
Depois entraríamos no maior de todos os problemas, a censura. Se a Xuxa pudesse fazer isso, logo dezenas de artistas e políticos iriam poder fazer o mesmo. Se ela pudesse, porque os outros não? O problema iria sempre piorar, porque geralmente quem mais teme, mais deve.

FONTE: Midiatismo