Mostrando postagens com marcador chrome. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chrome. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de junho de 2012

Internet no Brasil cresce 11% em um ano, diz Ibope

Pela primeira vez, desde que o Ibope começou a medir o número de internautas que tem acesso à Internet, a marca ultrapassou 50 milhões de pessoas. Na comparação com maio de 2011, a quantidade de usuários ativos cresceu 11%.
Crescimento do número de usuários ativos em milhões (Foto: Reprodução/Ibope)
De acordo com a pesquisa divulgada nesta sexta-feira (22), houve aumento também no total de pessoas com acesso à Internet em casa ou no local de trabalho, que alcançou a marca de 68 milhões de usuários. Comparado com o mesmo período de 2011, o crescimento chega a 16%.

Os números divulgados pelo Ibope ainda indicam que as pessoas com rede em qualquer ambiente, seja em domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais, superou a marca de 82 milhões no primeiro trimestre de 2012.

A pesquisa ainda revelou que o Dia das Mães elevou a quantidade de acessos à sites que oferecem cartões virtuais de felicitações, e de lojas de flores no mês de maio. Nas Ocasiões Especiais, categoria que reúne as páginas de interesse sazonal, se destacou Casa e Moda com crescimento de audiência de páginas sobre maquiagem e roupas de celebridades, além do aumento de sites de humor.

FONTE: Techtudo, por Robson Sales.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Facebook divulga mapa com os lugares mais visitados do mundo


O Facebook aproveitou a chegada do verão no hemisfério norte para divulgar um mapa com os principais pontos visitados pelos usuários da rede social ao redor do mundo.

No total, a empresa avaliou check-ins feitos em 25 cidades distribuídas em todos os continentes.

Dos 25 lugares listados no mapa, sete são estádios ou arenas; seis são parques ou áreas públicas; enquanto o restante se divide entre centros comerciais, parque de diversões, arenas de shows e cassinos. 

São Paulo aparece na lista representada pelo Parque do Ibirapuera. Além dele, o shopping Morumbi, o Mercado Municipal, o estádio do Pacaembu e o CrediCard Hall são os outros quatro lugares preferidos pelos paulistanos para fazer check-in.

Em Nova York, o lugar preferido dos usuários para fazer check-in é Times Square, enquanto que em Roma é no Coliseu. Barcelona aparece na lista com o Camp Nou, o estádio de futebol do Barcelona. Em Paris, a avenida Champs-Élysées venceu a famosa Torre Eiffel.

Segundo o Facebook, nas cidades de clima quente as pessoas preferem se divertir em lugares abertos, com em na praia de St. Kilda, em Melbourne, na Austrália.

Já em lugares frios, os lugares mais visitados são estabelecimentos fechados – seis dos dez pontos mais populares de Moscou são bares ou clubs.

O serviço de geolocalização do Facebook foi lançado em agosto de 2010. No início deste ano, para aprimorar seu serviço, o Facebook comprou a empresa concorrente Gowalla.

O Facebook conta com mais de 901 milhões de usuários – cerca de 48 milhões deles são brasileiros.

FONTE: Info

Internet leva à era pré-Revolução Industrial, diz Facebook

Esta é a primeira vez de Paul Adams no Festival de Cannes. Uma vez aqui, ele decidiu fazer declarações de efeito. O líder global de design de marca do Facebook subiu ao palco nesta terça-feira para falar sobre a psicologia e criatividade do compartilhamento. Durante 40 minutos, olhares e ouvidos atentos buscaram assimilar os motivos pelos quais 901 milhões de pessoas não desgrudam da “mãe” de todas as redes.

Adams dividiu os méritos da inteligência de sua empresa com a internet, invenção que, segundo ele, leva a sociedade de volta à era pré-Revolução Industrial, no séc. XVIII. O executivo sugeriu que a rede social permite ao conteúdo se mover tão rápido quanto as pessoas, por meio das interconexões. Isso garante que elas ditem o ritmo da comunicação, assim como acontecia antes do movimento que implentou tecnologia nos processos social e econômico. “Nós podemos saber sobre empresas e marcas antes de falar com elas”, disse ele sobre o Facebook. “Significa que a construção de relacionamentos é mais uma vez focada no centro.”

O avanço das interações e a crescente demanda do mobile fazem de 2012 um tempo histórico, diz Adams. “Estamos fascinados pelo que a internet nos permite. Todas as informações estão no seu bolso, disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, e a internet estará em nossas roupas e sapatos”, apostou o porta-voz do Facebook. Adams sabe que o conceito de socialização humana não veio da mente de Mark Zuckerberg. Por isso recorreu à história para explicar que há milhares de anos as pessoas alimentam o desejo de passar adiante suas experiências. E o que os antepassados têm em comum com os usuários do Facebook? Para o palestrante, a vontade de “criar relacionamento, gerenciar a imagem e a identidade e ajudar os outros”.

A evolução do processo comunicativo está diretamente ligada à tecnologia. O executivo do Facebok criou o termo “rede invisível” para demonstrar o alcance do conteúdo que se espalha na rede social. Quem tem 150 amigos, por exemplo, está automaticamente conectado a outros 10.000 amigos que, por sua vez, interligam-se com milhões de amigos dos amigos mundo afora. “É uma oportunidade incrível para criar conteúdo, entender o comportamento social, compreender o que é e para quem é”, disse. “Mas é preciso entender por que as pessoas interagem quando não estão online, e por que nós interagimos socialmente por dezenas de milhares de anos”, afirmou.

Fora da caixa

Uma linha do tempo com a história da comunicação ilustrou como as mídias se adaptam ao surgimento de outras. Dos tipos móveis às redes sociais, Paul Adams contou o passo a passo das transformações para mostrar que o novo não deve assustar – e para fazer um pedido especial à comunidade publicitária: que ela entenda o Facebook como uma mídia “nova” e “diferente”. O palestrante quer campanhas especialmente desenvolvidas, não apenas replicações. O que vinga, adianta ele, são ideias com “boas histórias” e “design envolvente” como as feitas por Fanta, Nike Football, AT&T, Lorax, Burberry e P&G.

Paul Adams flerta com mercado publicitário. “Nós queremos trabalhar com vocês”, informou à plateia repleta de representantes das principais agências. “Há 50 anos, aqui no Festival de Cannes, falava-se sobre impressos e TV, mas agora tudo mudou (…) Algumas pessoas vão olhar para as transformações de hoje e abraçá-las para fazer coisas incríveis e surpreendentes. Certifique-se de que seja você a fazer isso, não o seu vizinho”, aconselhou.

E a palestra que começou com um raciocínio de efeito, terminou com uma frase de porte, cunhada pelo escritor Americano William Gibson: “O futuro já está aqui – só não é distribuído de forma muito uniforme.”

FONTE: AdNews

terça-feira, 19 de junho de 2012

6 razões para usar o Adwords mesmo se você já faz conteúdo e SEO

Aqui na RD somos grandes proponentes da produção de conteúdo educativocomo forma de atração de potenciais clientes. Ter conteúdo próprio de qualidade é sem dúvida a melhor forma de aumentar o alcance via mídias sociais e ganhar autoridade perante o Google e, consequentemente, ganhar visitas gratuitas por esses canais.

No entanto, apesar de parecer conflitante, também defendemos o investimento em algumas modalidades de compra de mídia online, em especial os Links Patrocinados do Google Adwords.

Quando falo com clientes e pessoas do mercado que têm sucesso com atração de tráfego orgânico, muitos “torcem o nariz” para essa ideia à primeira vista. Contudo, uma estratégia bem feita de investimento em Adwords não só é complementar ao trabalho de SEO e produção de conteúdo, mas em alguns casos é fundamental para orientar e dar alavancagem a esse trabalho. Apresentamos neste post 6 razões pelas quais acreditamos nisso:

Resultados imediatos

Essa razão é muito simples. Conteúdo e SEO funcionam, mas os resultados demoram um pouco para aparecer. Para ilustrar, veja abaixo o gráfico da evolução das visitas por busca orgânica que tivemos no nosso site nos últimos 13 meses.


Reparem como demoramos mais de 7 meses para cruzar a primeira linha da escala, depois apenas 3 meses para cruzar a segunda linha e 2 meses para cruzar a terceira linha. Claro que esse efeito exponencial é ótimo, mas o quero destacar aqui é o longo tempo em que tivemos pouquíssimas visitas. Se dependêssemos apenas dessa fonte de tráfego para atrair potenciais clientes e gerar Leads, provavelmente não estaríamos ainda aqui publicando este post. :P

Assim como nós, a maioria das empresas não pode se dar ao luxo de demorar mais de 6 meses para ter algum retorno sobre o investimento em Marketing Digital, e é aqui que entra a primeira razão – e uma das mais óbvias – para se investir em Links Patrocinados. Com o Adwords, você configura a campanha e “da noite para o dia” começa a atrair novos visitantes qualificados para suas páginas.

Isso é essencial para que a empresa possa ter fôlego para fazer as atividades de blog, mídias sociais e SEO da maneira certa, sem atropelamento.
Descobrir real potencial das keywords para SEO

Uma recomendação importante que fazemos é direcionar o investimento em Adwords para conversão – seja geração de Leads ou vendas (veja mais sobre como fazer isso no Webinar gratuito que temos de Introdução ao Adwords)

Com isso, além dos benefícios imediatos, você pode testar a taxa de conversão das palavras chave relevantes para o seu negócio e identificar quais trazem o maior número de Leads (ou vendas). É bastante comum descobrirmos que não são necessariamente as palavras com maior volume de buscas que geram mais Leads, ou então identificarmos termos que pareciam ser muito relevantes para o negócio mas que não convertem bem.

Assim é possível ser muito mais efetivo na escolha de quais palavras chave vale a pena brigar em SEO, e portanto, ter um resultado melhor também sobre esse trabalho.
Otimizar Landing Pages e fluxo de conversão

Novamente, antes de investir meses para uma determinada página rankear nos primeiros resultados no Google, é possível trabalhar em paralelo para garantir que, quando ela chegar lá, a sua conversão seja a melhor possível.

Com os recursos do Adwords, uma verba para experimentação e uma boa ferramenta para construção de Landing Pages, é muito simples criar testes A/B para avaliar o impacto de variações na oferta, títulos, benefícios, formatos da página, etc.

Não é só otimização da página que conta. Eventualmente o próprio fluxo de conversão pode ser melhorado. Por exemplo, para uma determinada palavra chave, o que funciona melhor em termos de conversão: levar o usuário para a página do produto, para uma Landing Page de um conteúdo rico ou para um bom post sobre o assunto? Muitas vezes só temos como saber essa resposta através de testes, e o investimento em Links Patrocinados ajuda a acelerar essa experimentação.
Estimar conversão dos termos “(not provided)”

Como sabemos, desde o final do ano passado o Google implementou uma mudança no seu sistema de busca que “camufla” a palavra chave procurada pelo usuário se ele estiver logado com uma conta Google. (mais detalhes aqui)

O resultado é que, nos relatórios de Analytics, não conseguimos ver quais foram os termos buscado por esse usuários logados. Todas estas buscas estão consolidadas no termo “(not provided)”, que para a maioria dos sites já representa mais de 20% de todas as buscas orgânicas, e esse número continua crescendo.

Não vamos entrar aqui nas razões pelas quais o Google fez essa mudança, mas o ponto é que vai ficar cada vez mais difícil avaliar a performance das palavras chave através dos relatórios de busca orgânica. Ou seja, para saber a taxa de conversão de cada palavra chave e então planejar adequadamente os investimentos em SEO, precisaremos contar cada vez mais com o que os relatórios de busca paga nos informam.
Descobrir novas palavras chave

Toda boa campanha de Adwords ou SEO começa com um primeiro passo comum: umapesquisa de palavras chave. O problema é que, mesmo quando fazemos um extenso levantamento inicial, sempre há termos que acabam ficando de fora e outros novos que vão surgindo ao longo do tempo. Para ilustrar este ponto, abaixo há o recorte de um relatório de acesso que tivemos para uma campanha própria no Adwords. Reparem que só os termos que estão com a etiqueta “Adicionado” são os que nós já tínhamos previamente na campanha.


Geralmente tomamos conhecimento destes termos quando olhamos nos relatórios de Analytics os acessos via busca paga e orgânica. Porém, como mencionado acima pelo problema do “(not provided)”, também teremos que contar cada vez mais com o Adwords para estender essa lista de palavras chave e aumentar as oportunidades de ranking.
Trazer potenciais clientes em todos os estágios do funil de vendas

Já se sabe que o Adwords é muito efetivo por fazer o anúncio chegar à pessoa no exato momento em que ela está procurando por algo. Isso possibilita que se mapeie campanhas e ofertas específicas aos diferentes estágios do processo de compra do cliente.

Por exemplo: uma pessoa que busca por “software de gestão financeira” está efetivamente procurando por uma solução para resolver este problema, enquanto uma outra que procura por “dicas de gestão financeira” provavelmente ainda está em um estágio mais inicial do processo de compra, necessitando mais informações e conhecimento para despertar o mesmo desejo por uma solução.

Como falamos bastante no Webinar sobre Gestão de Leads, atrair pessoas neste estágio inicial e depois nutri-las ao longo do funil é uma oportunidade de ouro para aumentar o número de potenciais clientes que a empresa consegue alcançar. Não por coincidência, o número de pessoas que busca por termos mais amplos é muito maior do que os que procuram pela solução (produto ou serviço). Além disso, em geral a concorrência por esses termos mais amplos – e consequemente o Custo por Clique – são muito mais baixos, o que permite à empresa gerar Leads (oportunidades de negócio) a valores muito atraentes.

Para fechar o post, é importante também tratar de um mito que muitas vezes também escuto: para que pagar para comprar mídia se o tráfego via mídias sociais, blog e SEO é gratuito?

Sim, o tráfego dessas fontes é gratuito (na maioria das vezes…), mas produzir conteúdo ou fazer qualquer outra ação de otimização capaz de gerar esse tráfego também custa dinheiro, seja via contratação de profissionais terceiros ou por horas trabalhadas internas. A diferença maior é que o dinheiro investido em mídia tem benefícios apenas de curto prazo, enquanto o dinheiro em investido em conteúdo cresce e rende dividendos por muito tempo.

Sabendo equilibrar e aproveitando as vantagens acima, o investimento em Links Patrocinados pode ajudar a acelerar todos os esforços em produção de conteúdo.

FONTE: Resultados Digitais, por Eric Santos.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

E-mail, mídias sociais e mobilidade: como ser eficaz?

Globalmente, profissionais da área de Marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco?

Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

- E-mail Marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

- Mídias Sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, “curtir”, compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

- Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade.

Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc...

São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

FONTE: Mundo do Marketing, por Edson Barbieri

Você aproveita todas as oportunidades de negócios geradas por um blog?

Muitas empresas que já entendem a importância de ser relevante e fazem um grande esforço na produção de conteúdo conseguem perceber que estão de fato atraindo mais visitantes e ganhando credibilidade. No entanto, muitas não conseguem perceber claramente o quanto essas visitas e credibilidade a mais estão realmente fazendo a diferença nas vendas.

É possível que parte das pessoas que já conhecem a sua empresa não esteja comprando pelo simples erro de o seu blog não contar com técnicas eficientes de conversão.


Se lembra do nosso modelo para entender o marketing digital? Converter é uma etapa essencial depois de atrair.

A definição de objetivos em um blog

Em uma loja física, tem-se uma expectativa muito clara quando o cliente entra no estabelecimento. O objetivo é que ele compre. Os vendedores podem até dar informações, apresentar os produtos, mas a venda está sempre em mente.

O problema de boa parte dos blogs e sites é que não há um caminho muito bem definido para o usuário. Qual é o objetivo da página? A intenção é que o visitante apenas leia um post? Quanto isso contribui para as vendas? Espera-se que após ler um post ele já entre em contato e efetue a compra?

É preciso desenvolver uma estratégia onde o marketing digital faça a diferença nas vendas e aí as conversões ganham importância. Colocando dessa forma, percebe-se que sem objetivos, o potencial gerado não é todo aproveitado pela empresa.

É preciso ter sempre em mente que o objetivo de um blog é converter. Essa conversão pode ser realizada, de uma forma geral, em dois grandes tipos de conversão, que falamos a seguir.

Convertendo desconhecidos em conhecidos

Você sabe que tipo de visitante está entrando em seu site? Esse visitante faz parte do seu público alvo? Você tem alguma forma de acionar um contato com esse visitante?

As respostas a essas perguntas são de grande valor para boa parte das empresas que já estão trabalhando com marketing digital e mesmo assim muito pouco é feito para tentar descobri-las.

O segredo aqui é oferecer algum conteúdo diferenciado, de maior valor, pelo qual as pessoas acreditem que valha a pena trocar por suas informações pessoais. Se te parece estranho, diversas pessoas nos deixam os dados delas diariamente em troca dos nossos eBooks.

Todas essas informações são um ótimo guia para conduzir o tipo de conteúdo do seu blog e fazê-lo se aproximar melhor do seu público alvo.

Conhecendo o nome, cargo e empresa do potencial alvo, sabendo que ele já demonstrou ao menos o mínimo de interesse no tema e que já tem familiaridade com a marca, por ter baixado o material, a sua empresa tem muito mais condições de atuar ativamente.

Para quem ainda não está no momento ideal de compra, é possível cadastrar em uma newsletter, enviar mais algum tipo de material. Para quem já está mais próximo de comprar, a ligação de um vendedor pode ser o empurrãozinho que falta para a transação.

Convertendo visitantes em clientes

É possível converter visitantes, sejam ele já conhecidos ou não, diretamente em clientes. Esse tipo de conversão é muito comum nas lojas virtuais, mas não se restringe só a elas. Fazer o cliente ligar para o restaurante e marcar uma reserva ou fazê-lo enviar um email pedindo orçamento para a sua empresa de consultoria também são conversões diretas em vendas. Um cupom de desconto ou algum outro tipo de chamada atrativa no blog podem ajudá-lo a cumprir esse papel.

Conclusão

O que deve ficar claro aqui é que a empresa deve se empenhar em gerar oportunidades de negócios através de sua estratégia de marketing digital. Se a aba “Contato” no seu site é a única forma de gerar oportunidades de negócio, você certamente não está aproveitando todos os benefícios que poderia.

Tenha sempre Landing Pageschamadas (call-to-action) no seu blog que indiquem algum objetivo de conversão e garantam que seu blog não esteja desperdiçando oportunidades.

Obs.: Nosso próximo eBook, que vai tratar de conversões está quase saindo do forno,assine o blog e fique por dentro das novidades.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Google Chrome ultrapassa Internet Explorer no mundo

Apesar da liderança mundial, nos EUA e Europa o navegador do Google ainda não chegou ao topo por Redação Galileu. 

A StatCounter divulgou recentemente que o Chrome, navegador do Google, deixou para trás o Internet Explorer e se tornou o navegador mais utilizado do mundo. O browser do Google se manteve no topo durante todo o mês de maio. 

De acordo com os dados do site, dos 15 bilhões de page views no mês de maio, 32.43% foram do Chrome, 32.12% do Internet Explorer e 25.55% do Firefox. 

Gráfico mundial // Créditos: StatCounter

A StatCounter declarou que a maior disputa de audiência é entre esses três navegadores. “Enquanto a atenção está voltada para a batalha entre Chrome e IE, o Mozilla Firefox, sem fins lucrativos, não deve ser subestimado,” disse Aodhan Cullen, CEO da StatCounter. 

“Dessa vez, são três grande navegadores competindo pelo primeiro lugar, mas o real vencedor será o consumidor final que tem mais opções e inovações, como resultado da competição.” 

No Brasil o Chrome está na frente dos outros dois navegadores com larga distância. 

Gráfico Brasil // Créditos: StatCounter

Por outro lado, nos Estados Unidos o Internet Explorer continua sendo o browser mais utilizado. 


Gráfico Estados Unidos // Créditos: StatCounter

A Europa parece representar o meio termo. Nenhum navegador dispara na liderança, mas o Firefox está atualmente no topo. 

Gráfico Europa // Créditos: StatCounter

FONTE: Revista Galileu, por Redação.