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terça-feira, 26 de junho de 2012

Internet no Brasil cresce 11% em um ano, diz Ibope

Pela primeira vez, desde que o Ibope começou a medir o número de internautas que tem acesso à Internet, a marca ultrapassou 50 milhões de pessoas. Na comparação com maio de 2011, a quantidade de usuários ativos cresceu 11%.
Crescimento do número de usuários ativos em milhões (Foto: Reprodução/Ibope)
De acordo com a pesquisa divulgada nesta sexta-feira (22), houve aumento também no total de pessoas com acesso à Internet em casa ou no local de trabalho, que alcançou a marca de 68 milhões de usuários. Comparado com o mesmo período de 2011, o crescimento chega a 16%.

Os números divulgados pelo Ibope ainda indicam que as pessoas com rede em qualquer ambiente, seja em domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais, superou a marca de 82 milhões no primeiro trimestre de 2012.

A pesquisa ainda revelou que o Dia das Mães elevou a quantidade de acessos à sites que oferecem cartões virtuais de felicitações, e de lojas de flores no mês de maio. Nas Ocasiões Especiais, categoria que reúne as páginas de interesse sazonal, se destacou Casa e Moda com crescimento de audiência de páginas sobre maquiagem e roupas de celebridades, além do aumento de sites de humor.

FONTE: Techtudo, por Robson Sales.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

O Google e os velhinhos digitais

Como seria se as campanhas norte-americanas mais icônicas fossem refeitas exclusivamente para a internet? Este questionamento levou o Google a criar o projeto Re:Brief, criado para ser exibido no Festival de Cannes. No seminário que se desenrolou nesta sexta-feira, no auditório Debussy, Harvy Garbor, Amil Gargano, a dupla Howie Cowen e Bob Pasqualina e Paula Green voltaram a ser estrelas da propaganda.

Os cinco publicitários são tidos como lendas. Respectivamente, foram responsáveis por dar consistência às marcas Coca-Cola, Volvo, Alka Seltzer e Avis. “Fiquei surpreso que alguém ainda se lembre do que fizemos em 1963”, contou o diretor de Arte Bob Pasqualina, ao descrever reação ao ser convidado para integrar o projeto. “Naquele tempo havia apenas a mídia de massa. Hoje, o desafio e enorme por causa da grande quantidade de informação que se tem para entender”, disse.

Re:Brief envolveu mais pessoas. Seguidas reuniões uniram a "velha guarda" aos atuais representantes das empresas e profissionais do Google para que nao houvesse distorções na apresentação do produto final. Parte dos encontros foi exibida no seminário como um convite à apresentação oficial, que acontece hoje às 19h. “Encontrar com o cliente cara a cara é bem diferente de falar por telefone. Não é porque conseguimos resolver problemas apertando um botão, que não vamos mais nos ver para discutir”, avaliou a redatora Paula Green.

A transformação das campanhas aconteceu com a ajuda do YouTube. Por meio de ferramentas de edição, foi possível renovar o formato clássico ao mesmo tempo em que os elementos antigos eram revitalizados. A trilha sonora de um dos vídeos remetia ao black sound de 1970. “A tecnologia realmente muda o jeito de contar uma história”, observou Pasqualina. Houve interação com os usuários durante a ação. Eles podiam enviar histórias com até 140 caracteres, que depois viravam video animado de 30 segundos.

Os publicitários deram tom nostálgico à palestra, relembrando quando dedicavam suas vidas à propaganda. “A atmosfera era diferente”, contou o redator Howie Cohen ao lembrar que a presença dos filhos dos publicitários nas agências tornava mais intenso e único o proceso criativo. Apesar disso, Amil Gargano considera que o modo como se pensa o briefing não sofreu alterações significativas. “As perguntas são sempre as mesmas: temos de saber do que estamos falando, onde chegar e como fazer”, explicou.

Para Paula Green, a evolução tecnológica em nada impacta a qualidade de um trabalho publicitário. “Se quiser uma boa propaganda, não importa qual tecnologia se usa”, resumiu. Ao avaliar o resultado do projeto, a redatora que revigorou a Avis na década de 1960 disse não ter se envolvido diretamente na elaboração dos trabalhos. Contou que sua principal função foi resgatar a essência da propaganda e garantir que o sentimento original não fosse perdido em meio a tantas discussões.

Houve conselhos também. Segundo os mais velhos, os aspirantes a publicitários devem, sobretudo, acreditar no trabalho que desenvolvem e buscar empresas e pessoas que os ajudem a deslanchar no mercado. “Não desistam”, incentivou Paula.

Veja o vídeo:


FONTE: AdNews, por Marcelo Cripa.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Internet leva à era pré-Revolução Industrial, diz Facebook

Esta é a primeira vez de Paul Adams no Festival de Cannes. Uma vez aqui, ele decidiu fazer declarações de efeito. O líder global de design de marca do Facebook subiu ao palco nesta terça-feira para falar sobre a psicologia e criatividade do compartilhamento. Durante 40 minutos, olhares e ouvidos atentos buscaram assimilar os motivos pelos quais 901 milhões de pessoas não desgrudam da “mãe” de todas as redes.

Adams dividiu os méritos da inteligência de sua empresa com a internet, invenção que, segundo ele, leva a sociedade de volta à era pré-Revolução Industrial, no séc. XVIII. O executivo sugeriu que a rede social permite ao conteúdo se mover tão rápido quanto as pessoas, por meio das interconexões. Isso garante que elas ditem o ritmo da comunicação, assim como acontecia antes do movimento que implentou tecnologia nos processos social e econômico. “Nós podemos saber sobre empresas e marcas antes de falar com elas”, disse ele sobre o Facebook. “Significa que a construção de relacionamentos é mais uma vez focada no centro.”

O avanço das interações e a crescente demanda do mobile fazem de 2012 um tempo histórico, diz Adams. “Estamos fascinados pelo que a internet nos permite. Todas as informações estão no seu bolso, disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, e a internet estará em nossas roupas e sapatos”, apostou o porta-voz do Facebook. Adams sabe que o conceito de socialização humana não veio da mente de Mark Zuckerberg. Por isso recorreu à história para explicar que há milhares de anos as pessoas alimentam o desejo de passar adiante suas experiências. E o que os antepassados têm em comum com os usuários do Facebook? Para o palestrante, a vontade de “criar relacionamento, gerenciar a imagem e a identidade e ajudar os outros”.

A evolução do processo comunicativo está diretamente ligada à tecnologia. O executivo do Facebok criou o termo “rede invisível” para demonstrar o alcance do conteúdo que se espalha na rede social. Quem tem 150 amigos, por exemplo, está automaticamente conectado a outros 10.000 amigos que, por sua vez, interligam-se com milhões de amigos dos amigos mundo afora. “É uma oportunidade incrível para criar conteúdo, entender o comportamento social, compreender o que é e para quem é”, disse. “Mas é preciso entender por que as pessoas interagem quando não estão online, e por que nós interagimos socialmente por dezenas de milhares de anos”, afirmou.

Fora da caixa

Uma linha do tempo com a história da comunicação ilustrou como as mídias se adaptam ao surgimento de outras. Dos tipos móveis às redes sociais, Paul Adams contou o passo a passo das transformações para mostrar que o novo não deve assustar – e para fazer um pedido especial à comunidade publicitária: que ela entenda o Facebook como uma mídia “nova” e “diferente”. O palestrante quer campanhas especialmente desenvolvidas, não apenas replicações. O que vinga, adianta ele, são ideias com “boas histórias” e “design envolvente” como as feitas por Fanta, Nike Football, AT&T, Lorax, Burberry e P&G.

Paul Adams flerta com mercado publicitário. “Nós queremos trabalhar com vocês”, informou à plateia repleta de representantes das principais agências. “Há 50 anos, aqui no Festival de Cannes, falava-se sobre impressos e TV, mas agora tudo mudou (…) Algumas pessoas vão olhar para as transformações de hoje e abraçá-las para fazer coisas incríveis e surpreendentes. Certifique-se de que seja você a fazer isso, não o seu vizinho”, aconselhou.

E a palestra que começou com um raciocínio de efeito, terminou com uma frase de porte, cunhada pelo escritor Americano William Gibson: “O futuro já está aqui – só não é distribuído de forma muito uniforme.”

FONTE: AdNews

terça-feira, 19 de junho de 2012

Medir o ROI aumenta vendas e lucro. Você sabe medir?

Não existe empresa, atualmente, que não se questione quanto à maneira correta, se é que existe, de medir o ROI, o retorno sobre o investimento. Neste caso especificamente, o retorno do investimento em marketing. Muitos autores e executivos alegam que é possível avaliar se as iniciativas de marketing estão contribuindo para aumentar o valor tangível e intangível de uma empresa. A verdade é que estamos longe de saber como fazer isto com precisão, o que gera tensão em quem investe e mais ainda nos profissionais de marketing que veem suas propostas serem questionadas ou reprovadas por falta de justificativas quantificáveis quando apresentam um plano.

Sendo assim, não faltam iniciativas por parte dos executivos no sentido de procurarformatos e ideias para aplicar o ROI, por exemplo, iniciar o planejamento de metas baseadas em dados reais e quantitativos buscando antecipar resultados potenciais. Ainda assim, não se pode descartar a intuição e a experiência que anos e anos de trabalho proporcionam a quem define um plano de marketing.

Dentro de toda empresa existe um ceticismo quanto ao volume de dinheiro que se investe em marketing, há sempre alguém que questiona se vale ou não a pena tanto dinheiro em um projeto que não se sabe o quanto vai gerar. Não seria melhor comprar uma nova fábrica? Ah, como dói ouvir isto quando a área de marketing propõe algo inusitado e “out of the box”.

Já foi o tempo em que uma verba era aprovada sem grande questionamento. Havia apenas comparação com o que a concorrência fazia. Ou seja, se a concorrência fizesse uma nova campanha, todos fariam o mesmo. Hoje a coisa está mais complexa, tudo tem que ser mensurado e falta gente gabaritada na área de marketing para fazê-lo.

A situação tem se agravado nos últimos anos, já que muitas campanhas acabam não gerando resultado imediato e os questionamentos se avolumam. Não levantam dúvidas apenas sobre os profissionais de marketing, mas igualmente sobre suas agências de comunicação. A tal ponto que, por não aumentarem as vendas, a área financeira e comercial se arvoram, pedindo redução de preços. Passam a alegar que com descontos maiores venderão mais. Ledo engano! Pode ser que vendam mais num curto prazo, mas não conseguirão medir o quanto terão destruído o valor da marca.

Por outro lado, nem tudo é obstáculo em torno do ROI, já que nenhuma área da empresa está alheia ao fato de que cada valor investido tem que ter uma base sólida de análise. Um planejamento eficaz permite disseminar uma linguagem comum na empresa concorrendo para uma gestão consensual. Ninguém poderá alegar que não conhecia os objetivos e seus riscos.

Mais um ponto à favor da utilização da análise do ROI é o comprometimento de todos em torno de uma mesma meta. A inclusão desta ferramenta no momento da aprovação do plano trás à luz os questionamentos, embates e eventuais problemas futuros.

Um aspecto positivo e duradouro quanto a se utilizar o ROI como medida de desempenho é o fato de passar a existir um processo mais claro e objetivo de aprendizagem, que será fundamentado em algo mensurável. De outra forma, ficaria sempre a dúvida sobre o que deu ou não certo e o que propiciou o sucesso.

Especialistas dão dicas para ser expert em redes sociais

Segundo eles, atuar na gestão de perfis corporativos requer qualificação profissional a fim de explorar ao máximo o potencial desses serviços

Atuar na gestão de perfis corporativos em redes sociais requer qualificação profissional a fim de explorar ao máximo o potencial desses serviços e entender seus modelos de negócios. A conclusão é de especialistas ouvidos pela INFO.

O profissional de mídias sociais lida com milhares de seguidores, promove produtos e conteúdos na web, e, ao mesmo tempo, é cobrado pelo aumento da visibilidade de uma marca. Apesar da importância, há corporações que ainda contratam pessoas sem as habilidades necessárias para o cargo.

“O uso das redes sociais para um usuário comum pode até parecer simples, mas atuar com as mídias sociais em um ambiente corporativo exige competências específicas, conhecimento multidisciplinar e planejamento estratégico”, afirma a professora Diólia de Carvalho Graziano, coordenadora do curso de pós-graduação em gestão da comunicação em mídias digitais do Centro Universitário Senac.

O uso das redes sociais pelas empresas é crescente. Além disso, um relatório da consultoria especializada em análise de mercado digital IDC mostra que, em 2012, as corporações querem manter uma forte presença virtual nas mídias sociais com o objetivo de reter clientes, reduzir os custos e evitar problemas gerados com a criação de um site tradicional.

A analista de mídias Verônica Silva, gestora de uma página comercial no Facebook há nove meses, afirma a própria internet pode ser uma fonte de informações preciosa para os profissionais da área.

Verônica era responsável pelo atendimento telefônico em uma agência antes de iniciar a carreira em mídias sociais. Ela comenta que aprendeu as técnicas de relacionamento com o cliente por meio de pesquisas na internet, tutoriais e dicas repassadas por outras pessoas experientes.

“O remanejamento de cargo ocorreu por acaso. Eu não me adaptei às atividades do telemarketing e pedi demissão ao meu chefe. Na mesma época, a empresa abriu uma oportunidade para atualizar a página do Facebook da agência e eu aceitei a proposta. Tive interesse pela vaga por ser um novo desafio e que poderia gerar grandes experiências positivas”, diz Verônica.

De acordo com a professora Diólia, os interessados em trabalhar na área de mídias sociais precisam estudar o comportamento do consumidor digital e do comércio eletrônico. “A pessoa será uma identificadora de tendências e responsável pela estratégia empresarial na internet”, comenta.

A acadêmica comenta que os tutoriais no YouTube podem ajudar as pessoas autodidatas, mas que este conteúdo não substitui um curso profissionalizante. “Somente um treinamento com enfoque em mídias sociais mostrará a importância de estudar um conjunto de disciplinas. Além disso, este colaborador estará apto a gerenciar uma equipe que faz o atendimento pelas redes sociais”, comenta.

Roberto Cassano, diretor de Planejamento e Estratégia da agência Frog, reconhece que é necessário qualificar os profissionais que atuam com gestão de redes sociais para engajar ainda mais os seguidores. “Este tipo de comunicação demanda pessoas altamente disciplinadas e qualificadas. A figura genérica neste cargo não é suficiente”, comenta.

Sobre a rotatividade entre os profissionais neste ramo, o diretor diz que é necessário elaborar um guia de conduta para que todos os colaboradores sigam o mesmo padrão.

“Esta documentação mostrará como deverá ser a voz da marca nas redes sociais, que não deve ser baseada apenas bom senso, mas em pesquisas e estudos. Qualquer decisão errada pode causar grande prejuízo à marca na web e acarretar na demissão do gestor de redes sociais”, diz.

FONTE: Exame, por Rafael Ferrer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Uma forma de gerenciar melhor os administradores das fan pages finalmente chegou

Estava no Twitter quando eu vi a mensagem de que o Facebook já estaria testando uma forma mais inteligente de gerenciar os administradores de fan pages. Para quem não lembra, alguns dias atrás falei justamente sobre esta imensa falha da rede social que trazia diversos problemas para quem administra as suas páginas. Para quem não viu, recomendo olhar este post.

Eu tentei ativar a funcionalidade na página do Midiatismo, mas parece que por enquanto não está disponível.

A nova funcionalidade está ativa já, basta você acessar as configurações da página e entrar em “Cargos Administrativos“. Abaixo do nome da pessoa, fica o cargo dela:


No fórum de ajuda já se encontra uma página explicando justamente como funcionam os novos 5 níveis de administração. Se você acessar, verá esta imagem (ainda em inglês):


Parece que o Facebook finalmente percebeu que grandes páginas dificilmente são administradas apenas por uma pessoa e que, caso tenha mais de um administrador, facilmente aquela página pode ser roubado ou ter diversos outros problemas. Aqui no blog já vi mais de uma vez pessoas pedindo ajuda porque haviam confiado uma pessoa, deixando-a como administradora, e a mesma a removeu da página.

É interessante perceber que agora, com estes novos níveis, você não precisa dar acesso total a alguém que for lhe ajudar a administrar a página ou for apenas gerenciar anúncios para você. Isto torna tudo bem mais seguro, com certeza.

Ao que tudo indica, a administração será dividida em 5 níveis, sendo eles:
Gerente (Manager);
Criador de Conteúdo (Content Creator);
Moderador (Moderator);
Anunciante (Advertiser);
Analista de Informações (Insights Analyst );
Seguindo a ordem da tabela acima, as funções seriam as que estão marcadas, sendo elas:

Gerenciar Níveis de Administradores (Manage Admin Roles) [Apenas para gerente];
Editar Página e Adicionar Aplicativos (Edit de Pages and the Add Apps) [Gerente e Criador de Conteúdo];
Criar Posts na Página (Create posts as the page) [Gerente e Criador de Conteúdo];
Responder e Deletar comentários (Respond to and delete comments) [Gerente, Criador de Conteúdo e Moderador];
Mandar Mensagens como página (Send Messages as the Page) [Gerente, Criador de Conteúdo e Moderador];
Criar anúncios (Create Ads) [Gerente, Criador de Conteúdo, Moderador e Anunciante];
Ver Dados e Relatórios (View Insights) [Gerente, Criador de Conteúdo, Moderador, Anunciante e Analista de Informações];


FONTE: Midiatismo, por Dennis Altermann

E-mail, mídias sociais e mobilidade: como ser eficaz?

Globalmente, profissionais da área de Marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco?

Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

- E-mail Marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

- Mídias Sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, “curtir”, compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

- Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade.

Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc...

São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

FONTE: Mundo do Marketing, por Edson Barbieri

Você aproveita todas as oportunidades de negócios geradas por um blog?

Muitas empresas que já entendem a importância de ser relevante e fazem um grande esforço na produção de conteúdo conseguem perceber que estão de fato atraindo mais visitantes e ganhando credibilidade. No entanto, muitas não conseguem perceber claramente o quanto essas visitas e credibilidade a mais estão realmente fazendo a diferença nas vendas.

É possível que parte das pessoas que já conhecem a sua empresa não esteja comprando pelo simples erro de o seu blog não contar com técnicas eficientes de conversão.


Se lembra do nosso modelo para entender o marketing digital? Converter é uma etapa essencial depois de atrair.

A definição de objetivos em um blog

Em uma loja física, tem-se uma expectativa muito clara quando o cliente entra no estabelecimento. O objetivo é que ele compre. Os vendedores podem até dar informações, apresentar os produtos, mas a venda está sempre em mente.

O problema de boa parte dos blogs e sites é que não há um caminho muito bem definido para o usuário. Qual é o objetivo da página? A intenção é que o visitante apenas leia um post? Quanto isso contribui para as vendas? Espera-se que após ler um post ele já entre em contato e efetue a compra?

É preciso desenvolver uma estratégia onde o marketing digital faça a diferença nas vendas e aí as conversões ganham importância. Colocando dessa forma, percebe-se que sem objetivos, o potencial gerado não é todo aproveitado pela empresa.

É preciso ter sempre em mente que o objetivo de um blog é converter. Essa conversão pode ser realizada, de uma forma geral, em dois grandes tipos de conversão, que falamos a seguir.

Convertendo desconhecidos em conhecidos

Você sabe que tipo de visitante está entrando em seu site? Esse visitante faz parte do seu público alvo? Você tem alguma forma de acionar um contato com esse visitante?

As respostas a essas perguntas são de grande valor para boa parte das empresas que já estão trabalhando com marketing digital e mesmo assim muito pouco é feito para tentar descobri-las.

O segredo aqui é oferecer algum conteúdo diferenciado, de maior valor, pelo qual as pessoas acreditem que valha a pena trocar por suas informações pessoais. Se te parece estranho, diversas pessoas nos deixam os dados delas diariamente em troca dos nossos eBooks.

Todas essas informações são um ótimo guia para conduzir o tipo de conteúdo do seu blog e fazê-lo se aproximar melhor do seu público alvo.

Conhecendo o nome, cargo e empresa do potencial alvo, sabendo que ele já demonstrou ao menos o mínimo de interesse no tema e que já tem familiaridade com a marca, por ter baixado o material, a sua empresa tem muito mais condições de atuar ativamente.

Para quem ainda não está no momento ideal de compra, é possível cadastrar em uma newsletter, enviar mais algum tipo de material. Para quem já está mais próximo de comprar, a ligação de um vendedor pode ser o empurrãozinho que falta para a transação.

Convertendo visitantes em clientes

É possível converter visitantes, sejam ele já conhecidos ou não, diretamente em clientes. Esse tipo de conversão é muito comum nas lojas virtuais, mas não se restringe só a elas. Fazer o cliente ligar para o restaurante e marcar uma reserva ou fazê-lo enviar um email pedindo orçamento para a sua empresa de consultoria também são conversões diretas em vendas. Um cupom de desconto ou algum outro tipo de chamada atrativa no blog podem ajudá-lo a cumprir esse papel.

Conclusão

O que deve ficar claro aqui é que a empresa deve se empenhar em gerar oportunidades de negócios através de sua estratégia de marketing digital. Se a aba “Contato” no seu site é a única forma de gerar oportunidades de negócio, você certamente não está aproveitando todos os benefícios que poderia.

Tenha sempre Landing Pageschamadas (call-to-action) no seu blog que indiquem algum objetivo de conversão e garantam que seu blog não esteja desperdiçando oportunidades.

Obs.: Nosso próximo eBook, que vai tratar de conversões está quase saindo do forno,assine o blog e fique por dentro das novidades.

FONTE: Resultados Digitais, por André Siqueira.

Facebook adiciona botão "Call" na Timeline para chamadas de vídeo

Rede social está testando um atalho para incentivar usuários a usarem o serviço de chat de vídeo lançado há cerca de um ano. O Facebook está testando um novo botão na Timeline para a realização de chamadas de vídeo pela rede social.

As chamadas de vídeo estão disponíveis no Facebookhá cerca de um ano, mas oFacebook fez pouco para promovê-las - até agora.

Alguns usuários já conseguem ver o botão "Call" na Timeline, ao lado do "Message" disponível para enviar mensagem a um amigo, de acordo com o TechCrunch.


O botão já existia na versão antiga do perfil da rede social, mas foi abandonado quando a Timeline entrou no ar. Agora, porém, com o crescimento do Google Hangout e o lançamento doAirtime, parece que o Facebook decidiu voltar a promover as chamadas de vídeo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Google Chrome ultrapassa Internet Explorer no mundo

Apesar da liderança mundial, nos EUA e Europa o navegador do Google ainda não chegou ao topo por Redação Galileu. 

A StatCounter divulgou recentemente que o Chrome, navegador do Google, deixou para trás o Internet Explorer e se tornou o navegador mais utilizado do mundo. O browser do Google se manteve no topo durante todo o mês de maio. 

De acordo com os dados do site, dos 15 bilhões de page views no mês de maio, 32.43% foram do Chrome, 32.12% do Internet Explorer e 25.55% do Firefox. 

Gráfico mundial // Créditos: StatCounter

A StatCounter declarou que a maior disputa de audiência é entre esses três navegadores. “Enquanto a atenção está voltada para a batalha entre Chrome e IE, o Mozilla Firefox, sem fins lucrativos, não deve ser subestimado,” disse Aodhan Cullen, CEO da StatCounter. 

“Dessa vez, são três grande navegadores competindo pelo primeiro lugar, mas o real vencedor será o consumidor final que tem mais opções e inovações, como resultado da competição.” 

No Brasil o Chrome está na frente dos outros dois navegadores com larga distância. 

Gráfico Brasil // Créditos: StatCounter

Por outro lado, nos Estados Unidos o Internet Explorer continua sendo o browser mais utilizado. 


Gráfico Estados Unidos // Créditos: StatCounter

A Europa parece representar o meio termo. Nenhum navegador dispara na liderança, mas o Firefox está atualmente no topo. 

Gráfico Europa // Créditos: StatCounter

FONTE: Revista Galileu, por Redação.