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terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

10 formas de melhorar os resultados da sua Página de Conversão

Como já comentamos aqui no blog, ter Páginas de Conversão (Landing Pages) eficientes permite que a empresa consiga extrair um resultado muito melhor do tráfego que atrai para o seu site, seja através da venda direta ou pela geração de Leads.

Aos poucos estamos compartilhando algumas técnicas para melhorar a taxa de conversão dessas páginas. No último post, falamos sobre como otimizar os formulários para geração de Leads, que é um dos principais fatores de impacto na conversão.

Neste post, vamos compartilhar 10 dicas gerais de otimização que o pessoal da Performable compilou em um white paper recentemente.

Vamos a elas:
1) As chamadas dos anúncios no Google Adwords e dos destaques na Página de Conversão devem bater

Isso é importante por dois motivos: primeiro porque, ao clicar no anúncio no Google, o usuário vai encontrar uma página que cobre exatamente o assunto pelo qual ele se interessou, mantendo uma experiência fluida.

Segundo porque o próprio Custo-por-Clique (CPC) que o Google cobra vai diminuir, já que um dos fatores do cálculo desse custo é justamente a qualidade da Página de Conversão e o alinhamento dela com o texto do anúncio.

2) A frase de destaque (Headline) deve ser clara e concisa

É importante deixar claro para o visitante o que exatamente você está oferecendo na página, destacando o benefício principal do seu produto, serviço ou conteúdo, de uma forma que gere ainda mais interesse em apenas uma “passada de olho”.

Todas as informações relacionada às características detalhadas da oferta devem ficar mais abaixo, com um destaque (cor e tamanho de fonte) menor.

3) A gramática da Página de Conversão deve estar impecável

Criar confiança é essencial para garantir com que o visitante tome a ação desejada na página (lembrando que a princípio ele não conhece muita coisa da sua empresa).

Qualquer erro de Português (ortografia, concordância, etc.) pode passar uma imagem de amadorismo e minar essa confiança. Garanta que o texto da página seja revisto cuidadosamente antes de ir para o ar.

4) Utilize informações de terceiros para gerar confiança

Como comentei no ponto anterior, criar confiança é fundamental na conversão, e para isso o endosso de terceiros tende a ser muito efetivo. Nessa linha, vale a pena usar:
- Depoimentos de clientes;
- Logos de entidades certificadoras ou de segurança (especialmente no caso de ecommerce);
- Citações da empresa na mídia;
- Garantias diversas sobre a oferta (ex. “entrega em 7 dias ou seu dinheiro de volta”).

5) Utilize uma chamada forte para a conversão

Deixe bastante claro para o usuário qual é o próximo passo esperado. Por exemplo, se a ideia é que ele baixe um eBook, use essa instrução no texto no botão e no topo do formulário (ex. aqui).

6) Faça com que as chamadas e os botões se destaquem no meio do conteúdo

Use cores e tamanhos de gráficos e fontes que garantam esse destaque. Mesmo que o formulário e/ou botão fique no final da página, mostre atalhos para a ação ao longo da página.

Não deixe a ação esperada desaparecer no meio do conteúdo informativo.

7) Cuidado com Links

De forma geral, o objetivo único da Página de Conversão é que o visitante faça a ação esperada. Para ajudar, pense nessa página de uma forma bem radical: ao entrar na página, ou o usuário faz a ação pedida, ou ele tem que fechar a janela do navegador.

Por isso, evite ao máximo colocar qualquer link externo na página, mesmo que seja para o seu próprio site. Se uma determinada informação é absolutamente essencial para a conversão, ela já deve estar dentro da página. Se o usuário tiver que ir para algum outro lugar para ver isso, a tendência é que ele se perca e não realize a conversão.

8) Utilize imagens e vídeos que tenham a ver com o destaque da página

Recursos gráficos podem ter um apelo emocional bastante forte e impactar bastante na conversão, mas é importante que eles estejam totalmente ligados à oferta e ao benefício esperado.

Algumas ideias nessa direção: vídeos com depoimentos de clientes, imagens com prévia de conteúdo a ser oferecido (ex. capa do eBook), screenshots do produto, fotos de clientes, etc.

9) Mantenha as informações importantes na parte de cima/esquerda da página

Lembrando que a atenção e o interesse do visitante devem ser despertados em poucos segundos, é importante que ele consiga ver as principais informações da página sem ter que rolar o mouse. Essa área da página é o que se convencionou chamar de above the fold.

Para se ter uma ideia do impacto disso, o Google tem uma ferramenta no Labs chamada Browser Size que permite visualizar qual é o percentual de pessoas que veem cada área do seu site sem ter que mexer no mouse (baseado nos dados de acesso do próprio Google). Por exemplo, para o nosso blog, essa distribuição está ilustrada na figura abaixo (clique na imagem para aumentá-la).



10) Teste sempre!

Apesar de haver uma série de práticas e técnicas que funcionam para aumentar a conversão na maioria dos casos, é importante saber se as mudanças na página estão realmente surtindo efeito. Para saber isso, só tem um jeito: testar.

A forma mais comum e efetiva de se fazer testes de otimização é através de testes A/B. Resumidamente, nesses testes você mostra para uma parcela dos visitantes a versão A da página, enquanto o restante vê a versão B, com ligeiras modificações em relação à versão A. Aí é possível analisar as taxas de conversão das diferentes páginas e ver se as mudanças promovidas de fato provocaram melhorias.

Falaremos mais sobre testes A/B em posts futuros aqui no blog.
Ainda não é assinante do blog? Clique aqui para acompanhar.

FONTE: Resultados Digitais, por Eric Santos.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Cometeu um erro no comentário do Facebook? Agora, vai ser possível corrigi-lo


Recurso estará disponível a todos os usuários nas próximas semanas. O Facebook apresentou nesta sexta-feira uma função que há muito tempo era esperada por seus usuários: a edição de comentários publicados na rede social. Até então, o único modo de fazer desaparecer um conteúdo postado por engano ou incorretamente era apagando a mensagem.

Leia também: Facebook enfrenta desafio à sua altura: a mobilidadeO novo Facebook que emerge da abertura de capital


O recurso já está disponível a uma parcela de usuários. Nas próximas semanas, deverá chegar aos demais. Ele estará localizado na parte inferior direita da caixa de comentários.

Assim que o texto é modificado, o Facebook vai avisar aos usuários que têm acesso àquele conteúdo sobre a alteração. Um histórico das edições também estará disponível (imagem acima).

Criado em fevereiro de 2004, o Facebook reúne, hoje, mais de 900 milhões de usuários. No Brasil, o site é acessado por quase 50 milhões de pessoas.

FONTE: Veja