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quinta-feira, 5 de julho de 2012

5 dicas das MARCAS que mais engajam fãs nas redes sociais

Veja o que Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat têm a dizer sobre como gerenciam seus perfis na rede. Brahma Futebol, Guaraná Antarctica, Halls, Chiclets e Kuat, nesta ordem, foram os perfis de marcas que mais fizeram barulho com fãs nas redes sociais no mês de maio, de acordo com o ranking do indexSocial.

Para medir o nível de engajamento de cada marca, foram levados em conta interações como comentários, curtidas, votos, menções e retuítes no Facebook, noTwitter e no YouTube.

Além de aumentar a base de fãs em ambientes interativos, essas marcas estão conseguindo construir discussões, compartilhamentos, identificação e diversão em suas páginas.

A seguir, você vai ver: para gerar engajamento, até postar conteúdos durante a madrugada está fazendo a diferença.

Veja as dicas das cinco campeãs sociais:

1 Publique conteúdos relevantes

"Administramos as nossas páginas com diversos tipos de conteúdo, desde narrações de jogos, com posts de um em um minuto, até informativos sobre o clube, a hora do jogo,contratações, escalações, promoções com camisas ou bola autografada e ingressos", disse Rafael Neves, Gerente de Esportes da Brahma

"Vídeos exclusivos para as redes também têm um potencial gigante".

De acordo com Rafael, os 18 perfis de Brahma Futebol - um de Brahma Seleção e 17 dos clubes - são administrados pela Esporte Interativo e envolvem cerca de 25 pessoas.

"Um dos principais motivos do sucesso é que cada torcedor tem o seu ambiente, com conteúdos individuais para cada clube. Criamos um ponto de encontro dos torcedores e falamos na língua deles".

2 Esteja atento às métricas

De acordo com Bruna Buás, gerente de marketing digital de Guaraná Antarctica, um dos segredos é monitorar as atividades das páginas. "Temos métricas muito bem definidas e formas de mensurar o que efetivamente é importante para o nosso consumidor", explica.

A marca possui três pessoas na AmBev voltadas para a administração das redes sociais, além das agências DM9DDB, que faz a comunicação da marca, e Espalhe, responsável pelo conteúdo digital.

"Geralmente, qualquer tipo de conteúdo que incentive a interação e a participação dos fãs, que tenha um "call to action", gera resultado", conta Bruna.

Embora a marca atualize os perfis em qualquer horário do dia, inclusive durante a madrugada, foi possível ver por meio de métricas que a movimentação aumentava nos intervalos para refeições.

"Na hora das refeições, por exemplo, sempre postamos fotos de comidas que combinem com Guaraná Antarctica. Depois de um certo tempo, começamos a incentivar os consumidore a mandar suas próprias fotos. Essa possibilidade de fazer parte do nosso conteúdo aumentou o engajamaneto."

FONTE: EXAME, por Cris Simon.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O quê, Como e para Quem mostrar os resultados do Marketing Digital

As mídias sociais representam grande valor para ações de marketing digital, mas talvez a área de mensuração seja a mais importante e tangível delas. O problema é que o volume de métricas disponíveis sobre mídias sociais pode rapidamente tornar-se uma irresistível distração, mesmo para os interessados. Não tenho dúvida que a mensuração deve estar no centro das estratégias sociais em ambientes digitais, mas para manter a equipe focada é preciso criar modelos de relatórios padronizados e freqüências para diferentes tipos de stakeholders: comunicação frequente de métricas para diretores, gerentes, supervisores, equipe; ou por campanha; ou ainda relatórios sobre branding e de avaliação de desempenho do marketing; nunca esquecendo do retorno real em negócios, com indicadores financeiros relacionados a comunicação utilizada nas mídias sociais.

Diferentes necessidades exigem diferentes tipos de métricas das mídias sociais, tudo depende do seu papel na empresa.

Ações de marketing digital criam um volumes enormes de dados, centenas de métricas controladas por gerentes, agências, fornecedores, em muitos casos estas métricas são coletadas, avaliadas e distribuídas de forma indiscriminada em todas as organizações. No entanto, nem toda métrica realmente importa ao seu negócio, pois enquanto alguns precisam acompanhar e entender os benefícios de diferentes ações nas mídias sociais como um todo, outros precisam de uma análise de desempenho individual das ações.

Em uma pesquisa recente da Forrest foram identificados três grupos de stakeholders que regularmente exigem insights sobre o desempenho das ações de marketing digital:
1) os estrategistas de marketing digital e gestores, que analisam a implementação de novas ações de marketing digital no dia-a-dia;
2) os gerentes de marketing e executivos, que precisam saber se o marketing digital está realmente agregando valor para área de marketing, e
3) as principais unidades de negócio, que precisam tomar decisões sobre o impacto do marketing digital na empresa como um todo (figura 1).

Como o papel de cada uma destas áreas tem interesse muito diferentes, é natural que cada um concentre-se em diferentes tipos de métricas. O relatório “The ROI of social media marketing” do Forrester apresentou quatro perspectivas fundamentais ao qual as análises de performance das mídias sociais mais agregam valor: a perspectiva digital, a perspectiva da marca, a perspectiva financeira, e a pespectiva da gestão de riscos. Cada grupo interessadao deve se concentrar principalmente na perspectiva que pode ajudá-lo a atingir seus objetivos de forma mais eficiente.

O pessoal que cuida da área de marketing digital precisa dos dados em tempo real para alinhar o percurso da comunicação, tratar possíveis problemas ou ainda aproveitar oportunidades que venham a surgir, nesse caso, pela velocidade exigida e quantidade de dados envolvidas, obviamente que precisam de relatórios mais analíticos e com grande quantidade de informações específicas. Por outro lado, os executivos da empresa só podem verificar o resultado do impacto do investimento em marketing digital quando analisam o investimento dentro de um período específico de tempo, quando cruzados com resultados financeiros, sendo assim, obviamente, exigem relatório mais sintéticos e que atendam estas suas necessidades.

Stakeholders diferentes precisam de diferentes tipos de relatórios sobre mídias sociais, conforme pode ser verificado nesse quadro abaixo:


FONTE: HEAD OF DIGITAL STRATEGY, por Ricardo Cappra.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Empreendedores x DONO do negócio

Como moro em uma cidade do interior tenho observado uma característica bem peculiar e repetitiva de comerciantes de região. Muitos têm dificuldade em diferenciar a gestão de um negócio. Baseado nisso eu estou escrevendo este texto com a relação que é criada entre estes tipo de administradores com suas marcas. Vou separar em duas categorias expondo o que eu ando observando.

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

O perfil dessa pessoa é mais difícil de ser encontrada no interior salvo as raras exceções são empresas normalmente com um grande diferencial de mercado e que possivelmente se destacam dentro dele de alguma forma. São empresas que investem em inovações e estão sempre a procura de novidades para agradar sua clientela e aumenta-la sempre que possível. Normalmente tem um espirito de empreendedorismo que vê nas oportunidades de melhoria um bom negócio. São empresas normalmente conscientes e que gostam de manter um boa comunicação com seus clientes e seu mercado. Normalmente usam as expressões “trabalho com”, “trabalho no(a)”, uma vez que ser o proprietário fica em segundo plano já ele este efetivamente trabalha para fazer seu negócio crescer.

2. O DONO DO NEGÓCIO

O perfil dessa pessoa é bem característico, quase caricato, normalmente são pessoas que gostam de ter a “posse” do negócio, ou seja elas não tem espírito empreendedor e sim o de propriedade. Em sua maioria são pessoas que se concentram em ter lucros, sem se preocuparem com a clientela ou inovações. São pessoas despreocupadas que se prendem a formatos retrógrados de consumo e venda , alem disso não acham possível o consumidor mudar o seu perfil de consumo ou de busca. São pessoas que normalmente confundem a vida pessoal com a profissional, implicando a sua empresa opinião e expressões divergentes ao seu próprio negócio, podem até ser contraditórios. Podem se achar autossuficientes quando aplicam novos métodos, mesmo que façam sem ter conhecimento algum sobre aquilo. E para finalizar preferem o uso das expressões “sou dono do(a)”, “sou proprietário do(a)” uma vez que podem ou não trabalhar ou vão apenas para resgatar os lucros.

COMO ESTES SE RELACIONAM COM SUAS MARCAS?

1. O PROPRIETÁRIO EMPREENDEDOR

Este se preocupa desde a criação de sua marca até sua total gestão. Não mede esforços para fixa-la junto ao mercado onde atua. Normalmente investem em empresas de comunicação para manter sempre visível o seu empreendimento. Estão sempre participando de eventos junto a comunidade (cidade) e estão sempre atentos para inovações e novidades que agreguem a sua marca.

2. O DONO DO NEGÓCIO

Nem sempre tem o nome de seu negócio atrelado ao mercado em que atual, geralmente sua marca tem algo ligado diretamente com seu próprio nome pessoal. São pessoas que não entendem a relação de marca com o consumidor e o mercado em que ele atua. São pessoas que acham que marcas não tem significado algum e que elas não podem trazer lucratividade. Normalmente são pessoas que não tem interesse em aprender e se atualizar e que acham que seu público nunca perceberá a diferença se o nome for Maria ou José.

E VOCÊ QUAL A RELAÇÃO QUE VOCÊ TEM COM O SEU NEGÓCIO E COM SUA MARCA? JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO? No próximo post vou trazer uma marca e contar a história de uma empresa que fez sucesso e que apesar de não existir mais ainda possui relevância com o mercado de onde atuou. Aguardem!

FONTE: nathypinky.com.br, por Nathália Penteado.

Os três maiores inimigos da lucratividade

Com frequência vejo gestores se queixando sobre os maus resultados de suas equipes de vendas. Em geral, as reclamações alternam-se entre dizer que as equipes estão desmotivadas, dão muito desconto ou não estão integradas. Ou ainda que os gerentes não conseguem unir a equipe em torno de uma grande causa ou que as vendas vêm caindo nos últimos anos.

No entanto, esses problemas nem sempre são os reais distúrbios que afetam empresas e seus departamentos de vendas. Um bom exemplo para entender isso vem da relação médico/paciente. As pessoas procuram um médico dizendo, por exemplo, que estão cansadas, irritadas e não sabem mais o que fazer. No entanto, é evidente que o cansaço não é a causa principal do problema, mas o sintoma de uma noite mal dormida. E essa noite mal dormida pode ter ocorrido em razão de um outro fator.

Nesses casos, é papel do médico fazer uma série de exames para detectar as reais causas do distúrbio que o paciente enfrenta. E o mesmo vale para um gestor preocupado com os resultados de sua equipe de vendas. Ele deve procurar a ajuda de um especialista que “pedirá exames” para encontrar as raízes dos problemas que, não raramente, alternam-se entre:

Falhas de recrutamento e promoção. Algumas empresas contratam ou constroem carreiras utilizando as pessoas erradas. São profissionais que não têm o perfil correto para trabalhar com aquele produto/serviço, para atuar na situação de vendas que a empresa se encontra e trabalhar em conjunto com equipe que possui. Daí a importância de ter um sistema de recrutamento e seleção estratégico. É fundamental que as empresas contratem as pessoas certas para executar as funções certas. Não bastar contratar as que se dizem vendedores, mas os que de fato são vendedores e têm as características e habilidades necessárias para isso.

Treinamentos ineficientes. Muitas empresas e profissionais se queixam que recebem treinamentos que não falam a linguagem exata da equipe. Vamos imaginar que uma empresa que vende geladeiras contrata um treinamento que há dois dias foi ministrado para vendedores de sapatos e o treinamento é absolutamente igual. Isso jamais irá funcionar. Os treinamentos devem ser customizados de acordo com o mercado e perfil da empresa e conduzidos sob medida para atender as necessidades e o perfil dos profissionais que irão acompanhá-lo.

Problemas de gerenciamento. Nós notamos nas empresas queixas terríveis de pessoas que são líderes sem ter o perfil para tal e sem conhecer técnicas de liderança. Eu costumo dizer o seguinte: se um líder marca uma reunião e as pessoas chegam atrasadas, a culpa é desse líder. Se você chega atrasado a uma reunião é porque ela não te atraiu e não tinha um motivo de existir. Ou seja, não te venderam essa reunião. E isso é só a ponta do iceberg, que esconde sérios conflitos de liderança.

Quando esses problemas têm solução
Por mais graves que sejam, 99% dos problemas têm solução e 95% das empresas conseguem implementar essas soluções. Em 1% não há solução, porque nesses casos o problema é o dono da empresa, e aí você não consegue solucionar.

Com relação aos 5% que não implementam, isso ocorre porque nesses casos é o líder que não quer que eles sejam solucionados. Afinal de contas, caso isso aconteça, essas pessoas deixarão de ocupar posições importantes na organização. Esse tipo de líder não delega, é centralizador. E como não aceita mudanças em algo que lhe diz respeito, ele finge que não é preciso mudar nada. É o suicídio empresarial.

FONTE: Mundo do Marketing, por Claudio Diogo.